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Falta de saneamento afeta educação e produtividade do país, diz estudo

Imagem de 2011 mostra crianças da comunidade São Nicolau, em São Paulo, em área onde esgoto passava a céu aberto. Área sofria com a ausência da coleta e tratamento de esgotos (Foto: Divulgação/Instituto Trata Brasil)Imagem de 2011 mostra crianças da comunidade São Nicolau, em São Paulo, em área onde esgoto passava a céu aberto. Área sofria com a ausência da coleta e tratamento de esgotos (Foto: Divulgação/Instituto Trata Brasil)

Estudo brasileiro divulgado nesta quarta-feira (19) indica que a falta de saneamento básico nas cidades pode afetar a economia nacional por reduzir a produtividade do trabalhador, impactar o aprendizado de crianças e jovens, além de afastar o interesse turístico de regiões que sofrem com o despejo de esgoto e ausência de água encanada.

A pesquisa sugere que a queda na eficiência de trabalhadores e estudantes é causada por doenças provocadas pela ausência de saneamento, como as infecções gastrointestinais, que levam a diarreia e vômito – resultantes do consumo de água contaminada.

Segundo o relatório “Benefícios econômicos da expansão do saneamento brasileiro”, lançado nesta quarta-feira (19), essa deficiência de infraestrutura influencia a posição do país nos principais índices de desenvolvimento, como o de mortalidade infantil e longevidade da população.

No contexto mundial, o país ocupa a 112ª posição num ranking de saneamento que engloba 200 países. A pontuação do Brasil no Índice de Desenvolvimento do Saneamento — indicador que leva em consideração a cobertura por saneamento atual e sua evolução recente — foi de 0,581 em 2011, inferior às médias da América do Norte e da Europa. O índice brasileiro também está abaixo do de países latino-americanos como Honduras (0,686) ou Argentina (0,667).

“Queremos mostrar que o saneamento traz também outras formas de riqueza, como a geração de trabalho, evolução do turismo, melhora na escolaridade e que a falta dele pode provocar uma crise de produtividade”, disse Édison Carlos, presidente-executivo do Instituto Trata Brasil, um dos organizadores do documento com o Conselho Empresaria Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável, o CEBDS.

Crise econômica
O estudo estima que 14,3 milhões de moradias não têm água encanada e 35,5 milhões vivem sem coleta de esgoto. As informações são provenientes do cruzamento de dados do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento, do Ministério das Cidades, e do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Segundo o novo relatório, o Brasil precisa investir pouco mais que R$ 313 bilhões até 2033 para que o saneamento básico alcance 100% da população.

Para exemplificar os danos que a ausência desses serviços básicos podem causar à população, foram formuladas estatísticas baseadas na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) e em outros levantamentos do governo federal.

De acordo com a pesquisa, ausências no trabalho de funcionários que tiveram sintomas de infecção gastrointestinal representam por ano a perda de 849,5 mil dias de trabalho – baseado em dados de 2012, leva em conta que, para cada afastamento por diarreia ou vômito, o trabalhador precisa de três dias para se recuperar.

Estima-se que ao ano as empresas gastam R$ 1,11 bilhão em horas pagas não trabalhadas, dinheiro que, segundo o estudo, poderia ser revertido em investimentos e contratações.

A análise apontou também que os trabalhadores sem acesso à coleta de esgoto ganham salários, em média, 10,1% inferiores aos daqueles com as mesmas condições de empregabilidade.

Para as organizações que elaboraram o levantamento, a universalização dos serviços de água e esgoto reduziria em 23% o total de dias de afastamento por diarreia e diminuiria o custo das empresas em R$ 258 milhões.

“Quisemos fazer correlações para ver como a falta de saneamento impacta a vida do cidadão, mostrando os custos que temos nas empresas e como isso impacta a produtividade do trabalho. Para conseguirmos um país mais competitivo, temos que resolver esses problemas”, disse Marina Grossi, presidente do CEBDS.

Moradores sofrem com córrego com falta de canalização na Zona Leste de SP (Foto: Marcos Alves de Oliveira/VC no G1)Moradores sofrem com córrego sem
canalização na Zona Leste de São Paulo
(Foto: Marcos Alves de Oliveira/VC no G1)

Impacto na educação e no turismo
De acordo com o relatório, alunos sem acesso à coleta de esgoto e água tratada sofrem um atraso escolar maior em comparação com estudantes com as mesmas condições socioeconômicas, mas que moram em locais onde há saneamento.

A pesquisa aponta que a universalização do saneamento reduziria em 6,8% o atraso escolar, com reflexos no ganho de produtividade do trabalho e aumento na remuneração futura.

“A partir do momento que a pessoa fica doente, ela se afasta do estudo. Isso tem consequência para a sociedade: se ela estuda menos, seu desempenho no mercado de trabalho será pior e sua remuneração poderá ser inferior em comparação com a dos demais”, disse Fernando Garcia, um dos autores do estudo e consultor do Trata Brasil.

Outro problema apontado é que o país poderia arrecadar anualmente R$ 7,2 bilhões com atividades turísticas em áreas onde atualmente não há serviços de coleta de esgoto e água encanada. O setor geraria 500 mil postos de trabalho com o saneamento e valorização ambiental das áreas beneficiadas.

“Não é à toa que países do Caribe e Oceania, que dependem do turismo, têm saneamento total. Eles cuidaram dessas condições para evitar essa perda de renda”, explica Garcia.

Ele complementa dizendo que o governo “investe metade do que deveria” por falta de capacitação humana, indispensável para elaboração de projetos para as cidades. “Nós temos dinheiro para universalizar o saneamento”, conclui.

De acordo com o Ministério das Cidades, entre 2011 e 2014 foram investidos R$ 45 bilhões para a área de saneamento dentro do Plano de Aceleração do Crescimento 2, o PAC.

Fonte G1

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Publicado por em 19 de março de 2014 em Tecnologia

 

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Na BA, pesquisas com o cacau buscam resistência e produtividade

Produtores de cacau da Bahia ganharam novas opções para conter o avanço da vassoura de bruxa. As novas variedades vêm de estudos realizados pela Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac). As mudas foram clonadas de plantas mais resistentes à doença e com boa produtividade.

A nova indicação feita pela entidade reúne 18 clones, 12 já conhecidos e 6 recomendados pela primeira vez. Os clones são reproduções de plantas feitas entre si, a partir do cruzamento de variedades que se destacaram identificadas pelos próprios produtores da região.

Junto aos clones, o programa de melhoramento do cacau ainda conta com estudos e avaliações que partem do Centro de Pesquisas da Ceplac. Hoje, o órgão trabalha com cerca de 600 clones.

Um dos destaques deste último estudo é a variedade salobrinho 3. Avaliada em 11 fazendas, ela chamou a atenção pela resistência ao fungo causador da doença conhecida como vassoura de bruxa e pela produtividade.

No campo, esses dados representam otimismo para os produtores. Com cinco mil pés de cacau plantados em 50 hectares, João Carlos Santos tem acompanhado a variedade e está confiante com os primeiros resultados.

A lista com novas variedades de cacau indicadas pela Ceplac é divulgada a cada quatro anos. Outra variedade entre os seis novos clones indicados é a vencedora 20, planta que com apenas um ano e meio está completamente carregada de birros, frutinhos pequenos que dentro de três meses já vão estar transformados em frutos maduros.

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Fonte G1

 
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Publicado por em 13 de março de 2014 em Tecnologia

 

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Conheça cinco recursos do Outlook 2013 para aumentar a produtividade

Algumas funcionalidades podem não parecer muita coisa, mas elas fazem a diferença no dia-a-dia, afirmam especialistas.

Não faço segredo sobre o meu desgosto pelo Microsoft Outlook. No ano passado cheguei a anunciar meus planos de me “divorciar” dele em prol de um outro cliente de e-mail menor e mais rápido.  Mas como boa parte do que escrevo gira em torno do Microsoft Office, continuei usando o Outlook, ao menos em um de meus PCs. E recentemente fiz a migração para o Outlook 2013, parte da recém-lançada versão do Microsoft Office.

Eu esperava um programa mais “inchado” e recheado de recursos dos quais não preciso. Mas fiquei surpreso ao encontrar um programa mais “magro” e agradável de usar, com alguns recursos dos quais eu realmente preciso, ou pelo menos de que gosto. Abaixo, cito cinco coisas surpreendentemente legais que encontrei no Outlook 2013.

Leia também
Entenda as diferenças entre as várias versões do Office 2013

1. Filtre mensagens não lidas com um clique

A não ser que você seja um ávido praticante da técnica de Inbox Zero, ou seja, deixá-la vazia respondendo e categorizando imediatamente todas as mensagens que chegam, são grandes as chances de que sua caixa de entrada esteja cheia de uma mistura de mensagens lidas e não lidas. Nas versões mais antigas do Outlook (como a 2010) a única forma de ver apenas os e-mails não lidos era clicar no botão Filtrar e escolher a opção Não Lidos.

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Links no topo da Inbox (em destaque) ajudam a filtrar as mensagens não lidas

No Outlook 2013 existe um grande atalho que diz Não Lidos bem no topo da caixa de entrada. Basta um clique nele e pronto! Você verá só as mensagens marcadas como não lidas. Quer voltar a ver todas as mensagens? Clique no atalho Todas. Esse é exatamente o tipo de melhoria de produtividade simples, porém eficaz, no qual a Microsoft deveria se concentrar.

2. Preview de mensagens

Tradicionalmente a caixa de entrada do Outloook mostra o nome do remetente e o assunto de cada mensagem. Para ver seu conteúdo é necessário dar um duplo-clique (ou clicar uma vez para vê-la no painel de visualização). 

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É possível escolher quantas linhas do conteúdo da mensagem você quer ver na Inbox.

O Outlook 2013 oferece um recurso (clique na aba Exibição na Ribbon e na aba Visualização da Mensagem) que permite ler uma, duas ou três linhas do corpo da mensagem de dentro da Inbox. É uma ótima forma de “passar os olhos” e separar as mensagens sem ter que abrir cada uma individualmente. E falando do painel de visualização, agora é possível responder (ou encaminhar) uma mensagem a partir de lá, sem ter de ir até a barra de ferramentas no topo da tela.

3. Controle de zoom

Dependendo de como um e-mail é formatado e o tamanho ou resolução de sua tela, o texto pode estar pequeno demais para que você possa lê-lo confortavelmente. Ou grande demais para caber no painel de visualização.

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O controle de zoom (no destaque) é algo aparentemente simples, mas muito prático

Felizmente o Outlook 2013 adotou um ótimo recurso do Word: o controle de zoom. Encontrado no canto inferior direito do painel de visualização, ele permite um ajuste rápido do tamanho do texto na mensagem que você está lendo. Mas este ajuste é individual: se você ampliar ou diminuir o texto em uma mensagem, voltar para a Inbox e abrir outra, ele será perdido. Não sei se isso é um bug ou um recurso, mas é incômodo.

4. Lembretes para anexos

O Outlook aprendeu esse truque com o GMail, e agora avisa quando acha que você se esqueceu de incluir um anexo mencionado no corpo da mensagem. Parece um pequeno detalhe, mas se você constantemente recebe respostas dos colegas dizendo “você esqueceu o anexo!” , sabe o quão útil isso pode ser.

5. Temas

Quem disse que o Outlook não pode ser bonito, ou pelo menos um pouco mais colorido? É possível enfeitá-lo com uma dúzia de fundos temáticos (caligrafia, nuvens, estrelas, etc) para suas mensagens, ou mudar a interface com três esquemas de cor (branco, cinza claro e cinza escuro).

Ainda não é perfeito

Embora a Microsoft tenha feito bastante progresso na melhoria da interface do Outlook, muitos dos menus e opções menos usados (especialmente em itens como opções de visualização avançadas) ainda são incompreensíveis para os meros mortais. Ainda assim, estou feliz em ver o programa avançando em termos de produtuvidade e simplicidade. Finalmente ele se parece menos com um adversário e mais com um aliado.

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Publicado por em 31 de maio de 2013 em Tecnologia

 

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MS, Google e Apple brigam pelos apps de produtividade em tablets

As três empresas precisam equilibrar interesses conflitantes quando se trata de pacotes de escritório e mobilidade

17 de dezembro de 2012 – 12h20

A maioria das pessoas superou o sentimento de que os tablets não podem ser usados para o “trabalho real”. A verdade é que ele é capaz de realizar muitas das mesmas funções que um PC tradicional: e-mail, navegar na internet, redes sociais, mensagens instantâneas e assim por diante. 

Mas, antes de sair correndo para comprar um dispositivo desses para substituir seu laptop, você deve estar ciente de que as escolhas de aplicativos de produtividade podem ser ditadas por sua plataforma móvel. Por quê? Há uma variedade de fatores envolvidos, e depende de qual combinação de suíte de escritório e plataforma móvel você está falando.

O Google afirmou que não tem nenhum plano atual para desenvolver para Windows 8 ou Windows Phone 8. Suponho que as versões existentes para Windows 7 continuarão funcionando na interface desktop no Windows 8, e que o Google está se referindo especificamente a desenvolver aplicativos para a UI moderna que serão oferecidos por meio da Windows App Store.

Clay Bavor, diretor de gerenciamento de produto do Google Apps, disse ao blog de tecnologia V3: “Nós não temos planos de construir aplicativos do Windows. Somos muito cuidadosos sobre onde investir e iremos para onde os usuários forem, mas eles não estão no Windows Phone ou Windows 8. Se isso mudar, nós poderemos investir lá, é claro. “

Office iOS
Enquanto isso, reportagem no TabTimes sugere que a Microsoft e a Apple estão tensas ao trabalhar nos detalhes para trazer o Microsoft Office para iOS. A especulação é de que os aplicativos do Office iOS serão grátis, mas a funcionalidade completa irá exigir uma assinatura do Office 365. Com base nos termos de desenvolvedor da Apple, se a MS vende o Office 365 de dentro dos aplicativos, a companhia de Cupertino ganha uma fatia de 30%.

Esses são alguns exemplos de uma paisagem complexa de interesses conflitantes. Microsoft e Google são os concorrentes dominantes quando se trata de software de produtividade de escritório, e a Apple também possui um. As três também competem no mercado de plataforma móvel.

O Google obviamente preferiria que empresas e indivíduos utilizassem o Google Apps, mas também gostaria de ver pessoas usando tablets Android ou Chromebooks desenvolvidos para o Google Chrome OS. Da mesma forma, a Microsoft gostaria de impulsionar as vendas de seu ecossistema próprio de tablets, mas também reconhece que iOS e Android são as plataformas dominantes, e tem interesse em tornar o Office disponível para todos.

O que isso significa para você? Bem, que é preciso considerar qual software de produtividade de escritório está disponível para cada plataforma móvel, e levar isso em conta na hora de realizar a compra de seu tablet. Se você confia no Google Apps, um Surface RT provavelmente não é a melhor escolha agora, e se depende do Office, você pode não querer comprar um iPad ou tablet Android.

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Publicado por em 22 de março de 2013 em Tecnologia

 

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Office Web Apps vs. Google Docs: qual a melhor suíte de produtividade online?

Microsoft e Google oferecem aplicativos gratuitos que rodam dentro do navegador e permitem criar e editar documentos, planilhas e apresentações

Durante anos, quem procurava um processador de textos, planilha de cálculo e editor de apresentações gratuito recorria ao Google Docs. Mas a Microsoft lançou recentemente um conjunto atualizado de Office Web Apps, que usuários individuais podem acessar através de suas contas no SkyDrive, e usuários corporativos através do Office 365 e servidores SharePoint.

Os aplicativos da Microsoft agora tem suporte a impressão, tablets com telas sensíveis ao toque e outros recursos anteriormente ausentes. Embora, no geral, o pacote da Google ofereça mais recursos, as Office Web Apps parecem promissoras, especialmente para empresas que já estão integradas ao ecossistema da Microsoft, já que tornam fácil abrir documentos da web na versão desktop do Office, e vice-versa.

Entretanto, as Office Web Apps ainda não tem alguns componentes essenciais no dia-a-dia. A versão online do Word, por exemplo, não tem o recurso de AutoSave, e o Excel não é capaz de “congelar” uma coluna.

Só para esclarecer, as Office Web Apps não são a mesma coisa que o Office on Demand, que é um serviço de streaming que permite rodar o Office 2013 completo em um computador mesmo que o software não esteja instalado nele, e é parte de uma assinatura do serviço Office 365. Este nosso artigo explica melhor as diferenças entre as várias “versões” do Office disponíveis.

Tanto as plataformas da Microsoft quanto da Google permitem enviar, importar e editar documentos do Office, criar novos documentos e salvá-los nos formatos mais populares (incluindo .doc, .xls, .ppt, etc). Ambos oferecem ferramentas para colaboração online, e acesso aos documentos a partir de dispositivos móveis. A seguir, comparamos os principais pontos das duas plataformas, para que você possa escolher qual a mais adequada para você.

Preço: empate

As Office Web Apps da Microsoft são gratuitas para uso pessoal. Empresas podem assinar um plano do Office 365, que custa a partir de US$ 6 mensais por usuário, para até 50 usuários, e incluem e-mail e calendários compartilhados online, além das Office Web Apps. Entretanto, este plano básico não inclui suporte por telefone. Para isso é necessário um upgrade para um plano que custa US$ 8 por mês, e também inclui uma estrutura de intranet baseada na tecnologia SharePoint. Se a sua empresa já usa o SharePoint, o Web Apps exige a aquisição de uma licença adicional.

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Os planos da MS variam de US$ 6 a US$ 20 mensais por funcionário

A versão básica do Google Docs era gratuita para todos, incluindo usuários corporativos, mas em Dezembro a Google mudou a estrutura de preços. Ainda é grátis para uso pessoal, e se mantém gratuita para usuários corporativos aderiram ao plano básico antes da mudança. Mas novos usuários corporativos precisam de um plano que custa US$ 5 mensais, ou US$ 50 anuais, por usuário. Recursos extras como segurança avançada e e-discovery exigem um outro plano, que custa US$ 10 mensais ou US$ 120 anuais por usuário.

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A Google oferece apenas dois planos: US$ 5 ou US$ 10 mensais por funcionário

Armazenamento: vantagem da Microsoft

As Office Web Apps são integradas ao serviço de armazenamento online SkyDrive, que atualmente oferece gratuitamente 7 GB de espaço para seus arquivos, além de espaço ilimitado para uma conta do GMail ou Hotmail associada. Cada 100 GB de espaço extra custam US$ 50 por ano.

O Google Docs é integrado ao Google Drive, que atualmente oferece gratuitamente 5 GB de espaço para seus arquivos, mais 10 GB para uma conta do GMail associada e espaço ilimitado para documentos do Google Docs. Cada 100 GB de espaço extra custa US$ 60 anuais.

Tanto o SkyDrive quanto o Google Drive tem software para o PC que permite a sincronia automática de arquivos e pastas com o “disco” online.

Compartilhamento: vantagem do Google

Tanto as Office Web Apps quando o Google Docs permitem que os documentos sejam integrados à páginas web ou compartilhados com colaboradores. Mas no geral, a Google oferece aos usuários uma experiência mais completa e refinada, com painéis de bate-papo integrados e atualizações em tempo real. Cada usuário de um documento vê imediatamente as mudanças que estão sendo feitas por outros usuários, à medida em que acontecem. Além disso o Google Docs permite que qualquer documento seja enviado via e-mail, direto de seu aplicativo, em uma variedade de formatos, incluindo os do Office, texto puro e até PDF.

As Office Web Apps prometem melhor integração com a versão desktop do Microsoft Office, mas as ferramentas são rudimentares, incômodas e inconsistentes entre os aplicativos.

Processamento de textos: vantagem do Google

Na versão web do Word, assim como nas outras Office Web Apps, há o modo de visualização (preview), que é bastante fiel aos documentos originais. E há também o modo de edição, que mostra uma visão simplificada do documento. Se você estiver trabalhando em um documento que usa recursos que não são suportados pela versão web do Word, estes recursos não estarão visíveis online, mas ainda estarão presentes quando ele for aberto na versão desktop. O resultado pode ser muito confuso, já que o documento terá uma aparência diferente dependendo de onde ele estiver sendo visto.

Mas o recurso mais importante que está ausente na versão online do Word é o AutoSave. Ele é essencial para qualquer aplicativo baseado na web, especialmente se a sua conexão à internet é intermitente. 

O processador de textos do Google Docs existe há mais tempo, tem mais ferramentas de formatação e centenas de fontes. Além disso ele é verdadeiramente “WYSIWYG” (What You See Is What You Get): o que você vê na tela é exatamente o que será impresso, e mesmo que o documento seja salvo em outros formatos o resultado será bastante fiel ao que é mostrado online.

Planilha: empate

Ao contrário da versão web do Word, o Excel é capaz de salvar as mudanças automaticamente, o que é ótimo para pessoas que tem conexões à internet pouco confiáveis. Tanto o Excel quanto a planilha do Google Docs tem todos os recursos mais comuns a uma planilha, incluindo a capacidade de criar gráficos. Ambos também podem ser usados para criar questionários online, chamados de “forms” no Google Docs.

Mas a versão web do Excel tem mais dos recursos do Excel “de mesa” que o Google Docs, portanto é mais fácil lidar com planilhas mais complexas. Mas ela não suporta macros, não permite congelar colunas, e não permite enviar uma cópia da planilha como um anexo diretamente a partir do aplicativo.

A planilha do Google tem suporte a scripts, congela colunas e permite o envio de planilhas via e-mail em formatos como o XLS (do Excel), PDF ou CSV. 

O Google Docs é mais vantajoso para quem trabalha apenas na web, mas quem também precisa de integração com uma planilha no desktop irá preferir a versão online do Excel.

Apresentações: vantagem da Microsoft

A versão web do PowerPoint oferece ao usuário nove modelos para apresentações. O Google oferece 20, mas os modelos da Microsoft são melhores. Ambos tem ferramentas básicas de edição, e são capazes de compartilhar apresentações com o público e embutí-las em páginas na web.

Notas: vantagem da Microsoft

A Microsoft tem uma versão web do OneNote que, assim como as outras Office Web Apps, é menos funcional que a original no desktop. O principal recurso ausente é a capacidade de imprimir notas. Ainda assim é melhor do que o oferecido pelo Google: nada, já que a empresa desativou um aplicativo similar cerca de um ano atrás.

Gráficos: vantagem da Google

O Google Docs tem um bom aplicativo para criação colaborativa de gráficos e diagramas simples. A Microsoft não tem um equivalente nas Office Web Apps.

Mobilidade: empate

O app do Google Drive para smartphones e tablets Android permite a edição de documentos de texto, e a visualização de planilhas, apresentações e gráficos. Também há uma opção para abrir os arquivos em outros aplicativos.

O app do SkyDrive exibe documentos, planilhas, arquivos PDF e apresentações, mas não os blocos de notas do OneNote. Assim como no app do Google Drive, há uma opção para abrir os arquivos em outros aplicativos.

Tanto o SkyDrive quanto o Google Drive podem ser acessados através de um navegador em um smartphone, como o Safari, e ambos tem uma interface otimizada para dispositivos móveis. O Docs, entretanto, permite a edição de documentos e planilhas, e é fácil alternar para a versão “desktop” do site, o que permite a edição de gráficos.

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Apps do Skydrive (esquerda) e Google Drive (Direita) em um smartphone Android

Já no SkyDrive não há uma forma fácil de alternar para o modo desktop, e o serviço por padrão permite apenas a visualização de documentos individuais. Mas há um app excelente, e gratuito, do OneNote para iPhone, Android e tablets com o Windows RT.

De acordo com a Microsoft, todos os documentos das Office Web Apps podem ser editados em tablets com iOS ou Windows, e as interfaces são otimizadas para interfaces baseadas no toque. A versão para tablets do Google Drive não tem muitos recursos, mas os documentos podem ser facilmente acessados e editados usando um navegador.

No geral

Se você já usa o Google Docs não há nada – ainda – nas Office Web Apps que justifique uma migração. Pessoas e empresas que já adotam o Office, SharePoint e Office 365 devem ficar de olho nas Office Web Apps, mas aguardar antes de investir em qualquer uma das plataformas.

A Microsoft precisa demonstrar que está levando as Web Apps a sério, cobrir os recursos que faltam e melhorar as ferramentas de colaboração e o suporte a dispositivos móveis, mesmo que isso reduza um pouco a base de usuários do Office no desktop.

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Publicado por em 22 de março de 2013 em Tecnologia

 

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Office Web Apps vs. Google Docs: qual a melhor suíte de produtividade online?

Microsoft e Google oferecem aplicativos gratuitos que rodam dentro do navegador e permitem criar e editar documentos, planilhas e apresentações

Durante anos, quem procurava um processador de textos, planilha de cálculo e editor de apresentações gratuito recorria ao Google Docs. Mas a Microsoft lançou recentemente um conjunto atualizado de Office Web Apps, que usuários individuais podem acessar através de suas contas no SkyDrive, e usuários corporativos através do Office 365 e servidores SharePoint.

Os aplicativos da Microsoft agora tem suporte a impressão, tablets com telas sensíveis ao toque e outros recursos anteriormente ausentes. Embora, no geral, o pacote da Google ofereça mais recursos, as Office Web Apps parecem promissoras, especialmente para empresas que já estão integradas ao ecossistema da Microsoft, já que tornam fácil abrir documentos da web na versão desktop do Office, e vice-versa.

Entretanto, as Office Web Apps ainda não tem alguns componentes essenciais no dia-a-dia. A versão online do Word, por exemplo, não tem o recurso de AutoSave, e o Excel não é capaz de “congelar” uma coluna.

Só para esclarecer, as Office Web Apps não são a mesma coisa que o Office on Demand, que é um serviço de streaming que permite rodar o Office 2013 completo em um computador mesmo que o software não esteja instalado nele, e é parte de uma assinatura do serviço Office 365. Este nosso artigo explica melhor as diferenças entre as várias “versões” do Office disponíveis.

Tanto as plataformas da Microsoft quanto da Google permitem enviar, importar e editar documentos do Office, criar novos documentos e salvá-los nos formatos mais populares (incluindo .doc, .xls, .ppt, etc). Ambos oferecem ferramentas para colaboração online, e acesso aos documentos a partir de dispositivos móveis. A seguir, comparamos os principais pontos das duas plataformas, para que você possa escolher qual a mais adequada para você.

Preço: empate

As Office Web Apps da Microsoft são gratuitas para uso pessoal. Empresas podem assinar um plano do Office 365, que custa a partir de US$ 6 mensais por usuário, para até 50 usuários, e incluem e-mail e calendários compartilhados online, além das Office Web Apps. Entretanto, este plano básico não inclui suporte por telefone. Para isso é necessário um upgrade para um plano que custa US$ 8 por mês, e também inclui uma estrutura de intranet baseada na tecnologia SharePoint. Se a sua empresa já usa o SharePoint, o Web Apps exige a aquisição de uma licença adicional.

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Os planos da MS variam de US$ 6 a US$ 20 mensais por funcionário

A versão básica do Google Docs era gratuita para todos, incluindo usuários corporativos, mas em Dezembro a Google mudou a estrutura de preços. Ainda é grátis para uso pessoal, e se mantém gratuita para usuários corporativos aderiram ao plano básico antes da mudança. Mas novos usuários corporativos precisam de um plano que custa US$ 5 mensais, ou US$ 50 anuais, por usuário. Recursos extras como segurança avançada e e-discovery exigem um outro plano, que custa US$ 10 mensais ou US$ 120 anuais por usuário.

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A Google oferece apenas dois planos: US$ 5 ou US$ 10 mensais por funcionário

Armazenamento: vantagem da Microsoft

As Office Web Apps são integradas ao serviço de armazenamento online SkyDrive, que atualmente oferece gratuitamente 7 GB de espaço para seus arquivos, além de espaço ilimitado para uma conta do GMail ou Hotmail associada. Cada 100 GB de espaço extra custam US$ 50 por ano.

O Google Docs é integrado ao Google Drive, que atualmente oferece gratuitamente 5 GB de espaço para seus arquivos, mais 10 GB para uma conta do GMail associada e espaço ilimitado para documentos do Google Docs. Cada 100 GB de espaço extra custa US$ 60 anuais.

Tanto o SkyDrive quanto o Google Drive tem software para o PC que permite a sincronia automática de arquivos e pastas com o “disco” online.

Compartilhamento: vantagem do Google

Tanto as Office Web Apps quando o Google Docs permitem que os documentos sejam integrados à páginas web ou compartilhados com colaboradores. Mas no geral, a Google oferece aos usuários uma experiência mais completa e refinada, com painéis de bate-papo integrados e atualizações em tempo real. Cada usuário de um documento vê imediatamente as mudanças que estão sendo feitas por outros usuários, à medida em que acontecem. Além disso o Google Docs permite que qualquer documento seja enviado via e-mail, direto de seu aplicativo, em uma variedade de formatos, incluindo os do Office, texto puro e até PDF.

As Office Web Apps prometem melhor integração com a versão desktop do Microsoft Office, mas as ferramentas são rudimentares, incômodas e inconsistentes entre os aplicativos.

Processamento de textos: vantagem do Google

Na versão web do Word, assim como nas outras Office Web Apps, há o modo de visualização (preview), que é bastante fiel aos documentos originais. E há também o modo de edição, que mostra uma visão simplificada do documento. Se você estiver trabalhando em um documento que usa recursos que não são suportados pela versão web do Word, estes recursos não estarão visíveis online, mas ainda estarão presentes quando ele for aberto na versão desktop. O resultado pode ser muito confuso, já que o documento terá uma aparência diferente dependendo de onde ele estiver sendo visto.

Mas o recurso mais importante que está ausente na versão online do Word é o AutoSave. Ele é essencial para qualquer aplicativo baseado na web, especialmente se a sua conexão à internet é intermitente. 

O processador de textos do Google Docs existe há mais tempo, tem mais ferramentas de formatação e centenas de fontes. Além disso ele é verdadeiramente “WYSIWYG” (What You See Is What You Get): o que você vê na tela é exatamente o que será impresso, e mesmo que o documento seja salvo em outros formatos o resultado será bastante fiel ao que é mostrado online.

Planilha: empate

Ao contrário da versão web do Word, o Excel é capaz de salvar as mudanças automaticamente, o que é ótimo para pessoas que tem conexões à internet pouco confiáveis. Tanto o Excel quanto a planilha do Google Docs tem todos os recursos mais comuns a uma planilha, incluindo a capacidade de criar gráficos. Ambos também podem ser usados para criar questionários online, chamados de “forms” no Google Docs.

Mas a versão web do Excel tem mais dos recursos do Excel “de mesa” que o Google Docs, portanto é mais fácil lidar com planilhas mais complexas. Mas ela não suporta macros, não permite congelar colunas, e não permite enviar uma cópia da planilha como um anexo diretamente a partir do aplicativo.

A planilha do Google tem suporte a scripts, congela colunas e permite o envio de planilhas via e-mail em formatos como o XLS (do Excel), PDF ou CSV. 

O Google Docs é mais vantajoso para quem trabalha apenas na web, mas quem também precisa de integração com uma planilha no desktop irá preferir a versão online do Excel.

Apresentações: vantagem da Microsoft

A versão web do PowerPoint oferece ao usuário nove modelos para apresentações. O Google oferece 20, mas os modelos da Microsoft são melhores. Ambos tem ferramentas básicas de edição, e são capazes de compartilhar apresentações com o público e embutí-las em páginas na web.

Notas: vantagem da Microsoft

A Microsoft tem uma versão web do OneNote que, assim como as outras Office Web Apps, é menos funcional que a original no desktop. O principal recurso ausente é a capacidade de imprimir notas. Ainda assim é melhor do que o oferecido pelo Google: nada, já que a empresa desativou um aplicativo similar cerca de um ano atrás.

Gráficos: vantagem da Google

O Google Docs tem um bom aplicativo para criação colaborativa de gráficos e diagramas simples. A Microsoft não tem um equivalente nas Office Web Apps.

Mobilidade: empate

O app do Google Drive para smartphones e tablets Android permite a edição de documentos de texto, e a visualização de planilhas, apresentações e gráficos. Também há uma opção para abrir os arquivos em outros aplicativos.

O app do SkyDrive exibe documentos, planilhas, arquivos PDF e apresentações, mas não os blocos de notas do OneNote. Assim como no app do Google Drive, há uma opção para abrir os arquivos em outros aplicativos.

Tanto o SkyDrive quanto o Google Drive podem ser acessados através de um navegador em um smartphone, como o Safari, e ambos tem uma interface otimizada para dispositivos móveis. O Docs, entretanto, permite a edição de documentos e planilhas, e é fácil alternar para a versão “desktop” do site, o que permite a edição de gráficos.

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Apps do Skydrive (esquerda) e Google Drive (Direita) em um smartphone Android

Já no SkyDrive não há uma forma fácil de alternar para o modo desktop, e o serviço por padrão permite apenas a visualização de documentos individuais. Mas há um app excelente, e gratuito, do OneNote para iPhone, Android e tablets com o Windows RT.

De acordo com a Microsoft, todos os documentos das Office Web Apps podem ser editados em tablets com iOS ou Windows, e as interfaces são otimizadas para interfaces baseadas no toque. A versão para tablets do Google Drive não tem muitos recursos, mas os documentos podem ser facilmente acessados e editados usando um navegador.

No geral

Se você já usa o Google Docs não há nada – ainda – nas Office Web Apps que justifique uma migração. Pessoas e empresas que já adotam o Office, SharePoint e Office 365 devem ficar de olho nas Office Web Apps, mas aguardar antes de investir em qualquer uma das plataformas.

A Microsoft precisa demonstrar que está levando as Web Apps a sério, cobrir os recursos que faltam e melhorar as ferramentas de colaboração e o suporte a dispositivos móveis, mesmo que isso reduza um pouco a base de usuários do Office no desktop.

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Publicado por em 19 de março de 2013 em Tecnologia

 

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Como aprimorar produtividade e relacionamento com clientes

O uso no ambiente corporativo de dispositivos móveis como tablets e smart phones ampliará expressivamente nos próximos anos. Embora já seja comum o acesso a e-mails e informações de trabalho pelo celular, há grande potencial para explorar os aplicativos de mobilidade, tanto para estender e complementar os sistemas existentes no back office ou na nuvem, quanto para melhorar o relacionamento com clientes, aproveitando os benefícios da interação em tempo real.No quadro de colaboradores, o principal ganho é em produtividade. De acordo com a consultoria IDC, em 2013, um terço dos trabalhadores no mundo será remoto. Com esse cenário, o uso do próprio dispositivo do funcionário para atividades profissionais, conhecida pela sigla BYOD – Bring Your Own Device, é uma prática que deverá se consolidar. Consequentemente, será natural as empresas terem suas lojas de aplicativos de uso corporativoOutra grande vantagem desse novo perfil de trabalho é no relacionamento direto com clientes. Com os aplicativos acessíveis via os dispositivos móveis, é possível uma interação personalizada que permeia todo o contato comercial, desde a promoção de uma oferta baseada nas características de consumo do cliente, até a compra e realização do pagamento. Essa possibilidade representa uma oportunidade de ganho adicional de receita, aproveitando momentos de engajamento em tempo real.Assim, os resultados positivos provenientes do uso de funcionalidades móveis têm atraído a atenção dos desenvolvedores. Recente pesquisa do Evans Data Corporation mostrou que 42% dos desenvolvedores entrevistados estão produzindo algum tipo de aplicativo de mobilidade, tendência que vem seguindo desde 2007, quando houve forte crescimento nessa área.Os sistemas operacionais que lideram nesse segmento são, respectivamente, Android e Apple iOS. Entretanto, criar aplicativos móveis tem desafios que envolvem questões como adaptá-los aos diferentes sistemas operacionais; garantir desempenho e look & feel adequados ao tipo de canal; manter padrões constantemente revisados para aprimorar a qualidade dos aplicativos móveis; certificar de que os dispositivos próprios dos funcionários seguem as políticas de segurança e de acesso aos sistemas corporativos; garantir segurança em transações de pagamento via celular; assegurar acesso aos dados e sistemas internos e na nuvem, assim como as informações vindas dos dispositivos móveis; gerenciar as funcionalidades localizadas nas lojas e nos dispositivos pessoais; obter os dados originários do dispositivo móvel, processar e tomar uma ação em tempo hábil de maneira a aproveitar os momentos de engajamento com o usuário.Para lidar com os obstáculos do desenvolvimento e de gestão do ciclo de vida dos aplicativos móveis, uma opção é investir em uma plataforma de mobilidade corporativa, denominada Mobile Enterprise Application Platform (MEAP) ou Mobile Application Development Platform (MADP), que tem como característica primordial os recursos e funcionalidades utilizados para criação de aplicativos nativos, baseados na web e híbridos.A MADP reduz custo e complexidade no desenvolvimento de funcionalidades móveis, pois fornece estruturas que se ajustam automaticamente a vários formatos, estilos de apresentação e interação dos dispositivos, e distintas condições de rede e de energia, além de permitir um único projeto para ser executado em diferentes dispositivos e sistemas operacionais. Além disso, implementa segurança com autenticação, criptografia e controle de acesso, oferece componentes pré-construídos e dispõe de recursos para todas as etapas do ciclo de criação que engloba design, construção, integração, publicação, execução, gestão e análise.Apesar das inúmeras vantagens que essas plataformas podem apresentar para as empresas, esse ainda é um nicho embrionário. Porém, o movimento de aquisição de fornecedores desse tipo de solução pelas grandes empresas do mercado de TI torna claro que em breve os líderes se consolidarão. Assim, vale a pena começar a conferir as plataformas atuais para usufruir dos resultados positivos do uso de aplicativos móveis no ambiente corporativo.*Gilberto Magalhães é gerente de Marketing da IBM Brasil

Por Gilberto Magalhães *

O uso no ambiente corporativo de dispositivos móveis como tablets e smart phones ampliará expressivamente nos próximos anos. Embora já seja comum o acesso a e-mails e informações de trabalho pelo celular, há grande potencial para explorar os aplicativos de mobilidade, tanto para estender e complementar os sistemas existentes no back office ou na nuvem, quanto para melhorar o relacionamento com clientes, aproveitando os benefícios da interação em tempo real.

No quadro de colaboradores, o principal ganho é em produtividade. De acordo com a consultoria IDC, em 2013, um terço dos trabalhadores no mundo será remoto. Com esse cenário, o uso do próprio dispositivo do funcionário para atividades profissionais, conhecida pela sigla BYOD – Bring Your Own Device, é uma prática que deverá se consolidar. Consequentemente, será natural as empresas terem suas lojas de aplicativos de uso corporativo

Outra grande vantagem desse novo perfil de trabalho é no relacionamento direto com clientes. Com os aplicativos acessíveis via os dispositivos móveis, é possível uma interação personalizada que permeia todo o contato comercial, desde a promoção de uma oferta baseada nas características de consumo do cliente, até a compra e realização do pagamento. Essa possibilidade representa uma oportunidade de ganho adicional de receita, aproveitando momentos de engajamento em tempo real.

Assim, os resultados positivos provenientes do uso de funcionalidades móveis têm atraído a atenção dos desenvolvedores. Recente pesquisa do Evans Data Corporation mostrou que 42% dos desenvolvedores entrevistados estão produzindo algum tipo de aplicativo de mobilidade, tendência que vem seguindo desde 2007, quando houve forte crescimento nessa área.

Os sistemas operacionais que lideram nesse segmento são, respectivamente, Android e Apple iOS. Entretanto, criar aplicativos móveis tem desafios que envolvem questões como adaptá-los aos diferentes sistemas operacionais; garantir desempenho e look & feel adequados ao tipo de canal; manter padrões constantemente revisados para aprimorar a qualidade dos aplicativos móveis; certificar de que os dispositivos próprios dos funcionários seguem as políticas de segurança e de acesso aos sistemas corporativos; garantir segurança em transações de pagamento via celular; assegurar acesso aos dados e sistemas internos e na nuvem, assim como as informações vindas dos dispositivos móveis; gerenciar as funcionalidades localizadas nas lojas e nos dispositivos pessoais; obter os dados originários do dispositivo móvel, processar e tomar uma ação em tempo hábil de maneira a aproveitar os momentos de engajamento com o usuário.

Para lidar com os obstáculos do desenvolvimento e de gestão do ciclo de vida dos aplicativos móveis, uma opção é investir em uma plataforma de mobilidade corporativa, denominada Mobile Enterprise Application Platform (MEAP) ou Mobile Application Development Platform (MADP), que tem como característica primordial os recursos e funcionalidades utilizados para criação de aplicativos nativos, baseados na web e híbridos.

A MADP reduz custo e complexidade no desenvolvimento de funcionalidades móveis, pois fornece estruturas que se ajustam automaticamente a vários formatos, estilos de apresentação e interação dos dispositivos, e distintas condições de rede e de energia, além de permitir um único projeto para ser executado em diferentes dispositivos e sistemas operacionais. Além disso, implementa segurança com autenticação, criptografia e controle de acesso, oferece componentes pré-construídos e dispõe de recursos para todas as etapas do ciclo de criação que engloba design, construção, integração, publicação, execução, gestão e análise.

Apesar das inúmeras vantagens que essas plataformas podem apresentar para as empresas, esse ainda é um nicho embrionário. Porém, o movimento de aquisição de fornecedores desse tipo de solução pelas grandes empresas do mercado de TI torna claro que em breve os líderes se consolidarão. Assim, vale a pena começar a conferir as plataformas atuais para usufruir dos resultados positivos do uso de aplicativos móveis no ambiente corporativo.

*Gilberto Magalhães é gerente de Marketing da IBM Brasil

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Publicado por em 12 de novembro de 2012 em Tecnologia

 

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