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Procon-SP atualiza lista com lojas virtuais que devem ser evitadas

Dois sites atualizaram os dados cadastrais e prometeram resolver problemas dos consumidores, diz órgão de defesa

A Fundação Procon-SP atualizou há pouco sua lista (PDF) com mais de 200 sites que, de acordo com o órgão, não são recomendados para compras online.

Os sites alshop.com.br e maiorbarato.com.br foram retirados da lista, por terem entrado em contato com o Procon e atualizado os dados cadastrais.

A lista está em em ordem alfabética, razão social e número do CNPJ ou CPF. O órgão diz se as lojas estão operando ou não. Dos 200 sites na lista, apenas 61 ainda podem ser acessados.

Segundo o Procon, as principais reclamações que levaram a inclusão dos sites na lista são a falta de entrega do produto e ausência de resposta para uma queixa.

“Esses fornecedores virtuais não são localizados, inclusive no rastreamento feito no banco de dados de órgãos como Junta Comercial, Receita Federal e Registro BR, responsável pelo registro de domínios no Brasil, o que inviabiliza a solução do problema apresentado pelo consumidor”, explica o diretor executivo do Procon-SP, Paulo Arthur Góes, em nota.

Góes afirma ser preocupante o crescimento desse tipo de golpe. “Denunciamos os casos ao Departamento de Polícia e Proteção a Pessoa (DPPC) e ao Comitê Gestor da Internet (CGI), que controla o registro de domínios no Brasil, mas, o mais importante é que o consumidor consulte a lista antes de fechar uma compra pela internet”, diz.

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Publicado por em 24 de junho de 2013 em Tecnologia

 

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Procon-SP divulga lista de lojas online que consumidor deve evitar

71 sites são adicionados a sua relação de webstores não confiáveis. Divulgada em novembro, relação anterior já tinha 200 estabelecimentos virtuais

A Fundação Procon-SP atualizou nessa segunda-feira (22) sua lista de lojas online que os consumidores devem evitar com 71 novos estabelecimentos. Agora, a relação já tem 275 páginas de compras que o Procon não considera confiáveis por diversas razões.

Como da primeira vez, a lista contém o endereço eletrônico em ordem alfabética, razão social e número do CNPJ ou CPF do dono. Além disso, também há a informação sobre se o site está operando ou não. Vale lembrar que, mesmo com a situação da página descrita, pode ser que ela esteja atualmente fora do ar.

A principal razão pela qual os sites foram incluídos nessa “lista negra” foi a não entrega de produtos e falta de resposta para solucionar o problema.

O diretor executivo do Procon-SP, Paulo Arthur Góes, reitera que esses fornecedores virtuais não são localizados, inclusive, no rastreamento feito no banco de dados de órgãos como Junta Comercial, Receita Federal e Registro BR – responsável pelo registro de domínios no Brasil.

O Procon-SP também mantém o “Guia de Comércio Eletrônico” com dicas e cuidados que o consumidor deve ter ao comprar produtos ou contratar serviços pela Internet.

O Guia mostra como identificar lojas não confiáveis. Entre os conselhos estão três regras básicas:

1 – Desconfiar de preços muito baixos.

2 – Desconfiar de sites que tenham como forma de pagamento apenas a opção por boleto bancário.

3 – Desconfiar de sites que tenham como única forma de contato o número do telefone celular.

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Publicado por em 23 de junho de 2013 em Tecnologia

 

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Procon-SP divulga lista de lojas online que consumidor deve evitar

71 sites são adicionados a sua relação de webstores não confiáveis. Divulgada em novembro, relação anterior já tinha 200 estabelecimentos virtuais

A Fundação Procon-SP atualizou nessa segunda-feira (22) sua lista de lojas online que os consumidores devem evitar com 71 novos estabelecimentos. Agora, a relação já tem 275 páginas de compras que o Procon não considera confiáveis por diversas razões.

Como da primeira vez, a lista contém o endereço eletrônico em ordem alfabética, razão social e número do CNPJ ou CPF do dono. Além disso, também há a informação sobre se o site está operando ou não. Vale lembrar que, mesmo com a situação da página descrita, pode ser que ela esteja atualmente fora do ar.

A principal razão pela qual os sites foram incluídos nessa “lista negra” foi a não entrega de produtos e falta de resposta para solucionar o problema.

O diretor executivo do Procon-SP, Paulo Arthur Góes, reitera que esses fornecedores virtuais não são localizados, inclusive, no rastreamento feito no banco de dados de órgãos como Junta Comercial, Receita Federal e Registro BR – responsável pelo registro de domínios no Brasil.

O Procon-SP também mantém o “Guia de Comércio Eletrônico” com dicas e cuidados que o consumidor deve ter ao comprar produtos ou contratar serviços pela Internet.

O Guia mostra como identificar lojas não confiáveis. Entre os conselhos estão três regras básicas:

1 – Desconfiar de preços muito baixos.

2 – Desconfiar de sites que tenham como forma de pagamento apenas a opção por boleto bancário.

3 – Desconfiar de sites que tenham como única forma de contato o número do telefone celular.

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Publicado por em 17 de junho de 2013 em Tecnologia

 

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Procon-SP atualiza lista com lojas virtuais que devem ser evitadas

Dois sites atualizaram os dados cadastrais e prometeram resolver problemas dos consumidores, diz órgão de defesa

A Fundação Procon-SP atualizou há pouco sua lista (PDF) com mais de 200 sites que, de acordo com o órgão, não são recomendados para compras online.

Os sites alshop.com.br e maiorbarato.com.br foram retirados da lista, por terem entrado em contato com o Procon e atualizado os dados cadastrais.

A lista está em em ordem alfabética, razão social e número do CNPJ ou CPF. O órgão diz se as lojas estão operando ou não. Dos 200 sites na lista, apenas 61 ainda podem ser acessados.

Segundo o Procon, as principais reclamações que levaram a inclusão dos sites na lista são a falta de entrega do produto e ausência de resposta para uma queixa.

“Esses fornecedores virtuais não são localizados, inclusive no rastreamento feito no banco de dados de órgãos como Junta Comercial, Receita Federal e Registro BR, responsável pelo registro de domínios no Brasil, o que inviabiliza a solução do problema apresentado pelo consumidor”, explica o diretor executivo do Procon-SP, Paulo Arthur Góes, em nota.

Góes afirma ser preocupante o crescimento desse tipo de golpe. “Denunciamos os casos ao Departamento de Polícia e Proteção a Pessoa (DPPC) e ao Comitê Gestor da Internet (CGI), que controla o registro de domínios no Brasil, mas, o mais importante é que o consumidor consulte a lista antes de fechar uma compra pela internet”, diz.

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Publicado por em 10 de fevereiro de 2013 em Tecnologia

 

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