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Americano escapa de processo por pintar falsa faixa de pedestres

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A polícia retirou a acusação contra o americano Anthony Cardenas, que havia sido preso no ano passado por vandalismo depois que pintou uma falsa faixa de pedestres no cruzamento entre duas ruas em Vallejo, no estado da Califórnia (EUA).

Cardenas disse que pintou a faixa de pedestres porque o cruzamento era extremamente perigoso. “Quase fui atropelado várias vezes”, disse Cárdenas. “Queria atravessar a rua, mas os carros não paravam”, destacou.

Na época no incidente, em maio de 2013, Cardenas ganhou o apoio de vizinhos e moradores da cidade. “Ele não fez nada, só tentou fazer o bem”, disse Vanessa Arriola, que trabalha em um salão de beleza em frente à casa de Cardenas.

Anthony Cardenas pintou uma falsa faixa de pedestres no cruzamento entre duas ruas em Vallejo (Foto: Vallejo Police Department/Vallejo Times-Herald/AP)Anthony Cardenas pintou uma falsa faixa de pedestres no cruzamento entre duas ruas em Vallejo (Foto: Vallejo Police Department/Vallejo Times-Herald/AP)Anthony Cardenas tinha sido acusado de vandalismo (Foto: Tony Burchyns/Vallejo Times-Herald/AP)Anthony Cardenas tinha sido acusado de vandalismo (Foto: Tony Burchyns/Vallejo Times-Herald/AP)

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Publicado por em 3 de maio de 2014 em Tecnologia

 

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Putin assina lei que conclui processo de adesão da Crimeia à Rússia

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, em foto desta sexta-feira (21) no Kremilin, em Moscou (Foto: RIA-Novosti, Alexei Druzhinin, Presidential Press Service/AP)O presidente da Rússia, Vladimir Putin, em foto desta sexta-feira (21) no Kremilin, em Moscou (Foto: RIA-Novosti, Alexei Druzhinin, Presidential Press Service/AP)

O presidente russo, Vladimir Putin, assinou nesta sexta-feira (21) a lei  que ratifica o tratado assinado por ele e pelas lideranças da Crimeia nesta semana, tornando a região autônoma no Mar Negro e a cidade de Sebastopol oficialmente parte da Rússia.

A cerimônia foi realizada no Kremlin e transmitida ao vivo pela televisão russa.

A assinatura, realizada após as duas câmaras do Parlamento russo ratificarem o tratado de adesão, desafia o Ocidente, que não reconhece a incorporação da Crimeia e diz que ela ainda é parte da Ucrânia.

Mais cedo nesta sexta, o Conselho da Federação (Câmara Alta do Parlamento russo) ratificou o tratado de incorporação da Crimeia à Rússia, um dia depois da Câmara Baixa.

Os senadores aprovaram de forma unânime este texto assinado na terça-feira (18) pelo presidente Vladimir Putine os líderes da Crimeia e Sebastopol, através do qual é anexada à Rússia esta região que estava desde 1954 sob a jurisdição da Ucrânia.

“Não somos testemunhas, somos os atores dos eventos históricos ocorridos nos últimos dias e cumprimos com nossa missão histórica com dignidade, com sentido de responsabilidade e patriotismo”, declarou Valentina Matvienko, presidente do Conselho da Federação, ao fim da votação.

A ratificação do tratado por parte das duas câmaras do Parlamento era uma simples formalidade. O Kremlin havia indicado na terça que o texto entrava em vigor imediatamente após sua assinatura por parte de Putin.

Na quinta-feira (20), a Duma (câmara baixa do parlamento russo) ratificou o acordo por meio do qual a Crimeia e a cidade de Sebastopol foram anexadas à Rússia.

O ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov, afirmou nesta quinta que as incorporações da Crimeia e do porto de Sebastopol à Federação Russa serão formalizadas juridicamente esta semana.

“O processo jurídico será terminado esta semana”, disse o chanceler russo em reunião com delegados do Ministério das Relações Exteriores nas entidades da Federação Russa, segundo as agências locais.

Uma vez que sejam terminados os trâmites no Legislativo, Putin poderá promulgar as leis, o último passo para completar o procedimento jurídico.

O projeto de lei constitucional, que determina que a Crimeia e Sebastopol são parte da Rússia desde 18 de março, o dia da assinatura do tratado, será apresentado hoje aos deputados por Lavrov.

Fonte G1

 
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Publicado por em 21 de março de 2014 em Brasil

 

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Delegado de rebeldes xiitas é morto durante processo de transição

Um delegado dos rebeldes xiitas do norte do Iêmen que participava do processo de transição nacional, Ahmad Sharafedin, foi assassinado nesta terça-feira (21) em Sanaa por homens armados, indicou à AFP um funcionário da segurança.

“Homens armados abriram fogo contra Ahmad Sharafedin quando ia de carro de sua casa ao hotel onde ocorrem as reuniões”, declarou o funcionário à AFP.

Pessoas reagem ao assassinato de Ahmad Sharafedin delegado dos rebeldes xiitas do norte do Iêmen que foi morto nesta terça-feira (21) em seu carro quando seguia para reunião do processo de transição nacional (Foto: Khaled Abdullah/Reuters)Pessoas reagem ao assassinato de Ahmad Sharafedin delegado dos rebeldes xiitas do norte do Iêmen que foi morto nesta terça-feira (21) em seu carro quando seguia para reunião do processo de transição nacional (Foto: Khaled Abdullah/Reuters)

Trata-se do segundo representante dos rebeldes zaiditas de Ansarullah, um braço do xiismo, nas negociações que morre assassinado, após a morte em novembro do deputado Abdel Karim Jadban.

Apesar das negociações, os combates no norte do país entre rebeldes, tribos e fundamentalistas sunitas prosseguem.

Os zaiditas são majoritários no norte do Iêmen, mas em nível nacional predominam os sunitas.

O Iêmen é o único país da Primavera Árabe onde o levante popular levou à saída negociada do antigo presidente, Ali Abdullah Saleh.

O acordo de transição estabeleceu um diálogo nacional entre todas as forças políticas que deveria terminar no dia 18 de setembro com a redação de uma nova Constituição e a convocação de eleições gerais.

Mas o diálogo enfrenta muitos obstáculos, entre eles as demandas de autonomia do sul do país.

Fonte G1

 
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Publicado por em 21 de janeiro de 2014 em Brasil

 

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Kerry minimiza críticas e diz que não prejudica processo de paz com Israel

O secretário de Estado dos EUA, John Kerry, durante conferência de doadores para a Síria nesta quarta-feira (15) no Kuwait (Foto: Pablo Martinez Monsivais/AFP)O secretário de Estado dos EUA, John Kerry, busca
um acordo de paz entre Israel e os palestinos
(Foto: Pablo Martinez Monsivais/AFP)

O secretário de Estado americano, John Kerry, afirmou nesta quarta-feira (15) que não deixará que certos comentários prejudiquem os esforços para alcançar um acordo de paz entre israelenses e palestinos, depois das declarações críticas que o ministro da Defesa israelense fez a seu respeito.

“Tenho conversas regulares com o primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu, e estamos muito comprometidos em fazer avançar o processo de paz”, afirmou Kerry em coletiva de imprensa no Kuwait, onde participa em uma conferência sobre ajuda humanitária às vítimas da guerra na Síria.

“Não podemos deixar que alguns comentários socavem esse esforço e não pretendo fazê-lo”, afirmou Kerry, em referência à conversa privada de Moshé Yalon citada na véspera pelo jornal Yediot Aharonot, quando comentou que Kerry não compreendia o conflito israelense-palestino.

“O processo é difícil. É preciso tomar decisões difíceis. Vamos trabalhar com ambas as partes”, afirmou ainda. “Depois de cinco meses de negociações, creio firmemente na perspectiva da paz”, acrescentou ele.

Após um forte ataque pessoal contra o chefe da diplomacia dos Estados Unidos, o ministro da Defesa de Israel, Moshe Yaalon, pediu desculpas por ter acusado Kerry de não entender o conflito na região.

Pedido de desculpas
Em um comunicado, Yaalon afirmou que “não teve qualquer intenção de ofender o secretário de Estado e que apresentará suas desculpas caso o tenha ofendido com as declarações atribuídas ao ministro da Defesa”;

“Israel e Estados Unidos têm como objetivo comum fazer avançar as discussões de paz entre israelenses e palestinos conduzidas por John Kerry. Apreciamos os múltiplos esforços realizados por Kerry para atingir isto”.

Segundo o jornal israelense Yediot Aharonot, Yaalon afirmou, em conversa com altos funcionários israelenses, que “o secretário de Estado John Kerry chegou aqui determinado e animado por uma obsessão incompreensível e por uma espécie de messianismo, mas não pode nos ensinar nada sobre o conflito com os palestinos”.

“A única coisa que pode nos salvar é Kerry ganhar o Prêmio Nobel (da Paz) e nos deixar tranquilos”, ironizou o ministro israelense da Defesa.

Após a divulgação das declarações de Yaalon, o Departamento de Estado solicitou ao primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, um repúdio público aos comentários contra Kerry, e a presidência americana lamentou a situação.

Mais cedo, Yaalon já havia tentado apaziguar os ânimos, publicando um primeiro comunicado, mas sem negar as controversas declarações que teriam vazado do encontro privado com representantes da Defesa dos EUA e de Israel.

Premier ameniza episódio
Em discurso no Parlamento, o premier Benjamin Netanyahu também tentou amenizar o episódio, mas com indireta repreensão ao ministro da Defesa. “Às vezes, há divergências com os Estados Unidos, mas elas são sempre sobre o assunto em pauta, não sobre a pessoa”, frisou Netanyahu.

Falcão do governo de Benjamin Netanyahu, Yaalon criticou mais especificamente as propostas americanas sobre a segurança na Cisjordânia, em particular, no Vale do Jordão, ao longo da fronteira com a Jordânia.

“O plano americano de segurança que nos foi apresentado não vale o papel sobre o qual ele foi escrito. Não garante nem a segurança, nem a paz”, atacou.

Fonte G1

 
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Publicado por em 16 de janeiro de 2014 em Brasil

 

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Farc descarta abandonar processo de paz, mas aceita pausa

A guerrilha comunista das Farc descartou nesta quarta-feira (9) abandonar os diálogos de paz com o governo colombiano em Havana, mas se declarou disposta a aceitar uma pausa nas negociações durante as eleições de 2014.

“No que se refere às Farc, estamos comprometidos até assinarmos um acordo de fim do conflito”, disse à imprensa Andrés París, membro da delegação de paz da guerrilha, ao comentar as declarações do presidente colombiano Juan Manuel Santos sobre a conveniência ou não de prosseguir com o processo de paz.

“As Farc nunca abandonaram a mesa de negociações nos processos anteriores, e esta não será a exceção”, acrescentou.

Paris expressou que as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), a maior guerrilha deste país, estariam dispostas a aceitar uma pausa durante as eleições de 2014 (legislativas em março e presidenciais em maio), como sugeriram alguns políticos colombianos.

“Se for exigida uma pausa, estaríamos dispostos, mas não como uma ação unilateral (…), mas até agora oficialmente na mesa esta iniciativa não foi levantada”, disse.

O presidente Santos disse na terça-feira que fez consultas com legisladores e líderes políticos sobre a conveniência de continuar com as negociações de paz com as Farc, iniciadas em novembro de 2012, e a maioria esteve de acordo em continuar com a condição de que ocorram avanços.

Fonte G1

 
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Publicado por em 9 de outubro de 2013 em Brasil

 

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Twitter negocia adicionar mais bancos em processo de IPO

O Twitter mantém negociações com o objetivo de adicionar mais bancos a seu grupo de subscritores para a futura oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) da empresa, e está em processo de finalização das cotas do negócio, de acordo com fontes familiarizadas com o assunto.

Normalmente, subscritores recebem cerca de 7% de todo processo de IPO, mas ofertas maiores podem exigir uma taxa mais baixa. Subscritores estavam dispostos a dividir cotas de apenas 1,1% pelo IPO de US$ 16 bilhões do Facebook por causa do tamanho do negócio e pelo prestígio de estar ligado a um investimento de grandes proporções.

O banco Goldman Sachs é o líder da oferta pública do Twitter, sendo que o co-chefe global de telecomunicações e mídia do grupo, Anthony Noto, tem um papel chave na operação, de acordo com uma das fontes.

Outros bancos envolvidos incluem Morgan Stanley, JP Morgan e Bank of America, disseram fontes à Reuters.

Na bolsa
O Twitter anunciou que prepara um IPO no dia 12 de setembro, quando o microblog enviou documentos à xerife do mercado financeiro dos Estados Unidos, a SEC (equivalente à CVM brasileira) para começar a vender ações na Bolsa.
A informação foi tuitada pela própria empresa. “Nós havíamos confidencialmente submetido um S-1 à SEC para um planejado IPO. Esses tuíte não constitui uma oferta de qualquer valor imobiliário à venda”.

A companhia levantou um total de US$ 1,6 bilhão em financiamento de diversos fundos de investimento e investidores focados em startups. Além disso, também recebeu dinheiro de bancos como o Morgan Stanley.

Entre apoiadores famosos estão Jeff Bezos, fundador da Amazon, que recentemente comprou o jornal “Washington Post” por US$ 250 milhões.

Devido à empresa ter dito que enviou os documentos necessários para a Oferta Pública Inicial, veículos de mídia levantam a hipótese de o Twitter fazer um “IPO secreto”.

A possibilidade foi aberta depois que o presidente dos Estados Unidos assinou uma lei que permitiu às empresas com faturamento menor a US$ 1 bilhão abrir seu capital sem ter de veicular informações financeiras.

Esses documentos geralmente precedem a abertura de capital para que o mercado tenha conhecimento da saúde financeira da companhia, para que possa decidir pelo investimento.

Expectativa
A abertura de capital do Twitter é a mais aguardada do mundo digital desde que o Facebook se tornou uma empresa aberta em maio de 2012. Na época, a rede social arrecadou US$ 16 bilhões e teve valor de mercado fixado em US$ 104 bilhões, quando suas ações foram vendidas a US$ 38.

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Publicado por em 22 de setembro de 2013 em Tecnologia

 

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Tribunal de Haia mantém processo contra líderes do Quênia

Os processos do Tribunal Penal Internacional contra o presidente do Quênia e seu vice serão mantidos, apesar da possível decisão do Parlamento queniano de retirar o país da corte, disse a promotora-chefe do TPI nesta quinta-feira (5).

Uhuru Kenyatta e seu vice, Wiliam Ruto, são acusados de orquestrar a onda de violência depois da eleição de 2007, que deixou 1.200 mortos. O Parlamento queniano deve votar na tarde desta quinta-feira uma moção que retira o país africano do Estatuto de Roma, que serve de base para o funcionamento do TPI.

“O processo judicial está atualmente em curso no Tribunal Penal Internacional. A Justiça deve seguir seu curso”, disse a promotora-chef Fatou Bensouda em declaração por vídeo, divulgada no site do tribunal. “As testemunhas têm se esforçado, colocando em risco as suas vidas e as dos seus parentes, para apoiar nossas investigações e processos”, acrescentou.

O julgamento de Ruto está previsto para começar na próxima terça-feira em Haia. O de Kenyatta deve começar em 12 de novembro.

Uhuru Kenyatta durante celebração da Páscoa em Nairóbi (Foto: Thomas Mukoya/Reuters)Uhuru Kenyatta durante celebração da Páscoa em Nairóbi (Foto: Thomas Mukoya/Reuters)

Fonte G1

 
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Publicado por em 6 de setembro de 2013 em Brasil

 

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