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Lorde cancela shows na Austrália por problema de saúde

Lorde também cantou uma versão de 'Easy', de Son Lux, além de cover de Kanye West (Foto: Raul Zito/G1)Lorde canta no Lollapalooza (Foto: Raul Zito/G1)

A cantora neozelandesa Lorde adiou a turnê australiana desta semana após ser advertida por médicos de que precisava de descanso imediato para se recuperar, disseram seus promotores nesta terça-feira (22).

A adolescente Ella Yelich-O’Connor, que usa o nome artístico de Lorde, estava em turnê na América do Sul e América do Norte ao longo dos últimos meses e participou do Music and Arts Festival em Coachella Valley no fim de semana da Páscoa.

Ela deveria começar a fase australiana de sua turnê mundial em Melbourne na quinta-feira. “É com dor no coração que vou ter de adiar esses shows, já que a banda e eu absolutamente amamos tocar para o público australiano, e essa não foi uma decisão fácil de tomar”, disse Lorde, em comunicado divulgado pela empresa Frontier Touring.

A cantora, cujo hit “Royals” foi número 1 nas paradas musicais ao redor do mundo em 2013, ganhou o Grammy de canção do ano e melhor performance solo pop em janeiro.

Lorde disse aos seus 1,5 milhão de seguidores no Twitter que estava com uma “terrível infecção nos pulmões e problemas de saúde em geral”. As datas da turnê australiana serão reprogramadas, segundo a produtora dos shows.

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Publicado por em 30 de abril de 2014 em Música

 

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Transpor água do Rio Paraíba do Sul não resolve problema de SP, diz ONG

A coordenadora da Rede das Águas da ONG SOS Mata Atlântica, Malu Ribeiro, disse nesta quarta-feira (19) que a transposição da água do Rio Paraíba do Sul para o Sistema Cantareira, conforme solicitou o governador Geraldo Alckmin, não resolveria o problema da escassez.

Para ela, é um método arriscado e um assunto que “não deve ser discutido no gabinete da presidente, mas sim com os integrantes das bacias hidrográficas”.

Alckmin se reuniu com a presidente Dilma Rousseff em Brasília e pediu que a água do Rio Paraíba do Sul, que abastece o Rio de Janeiro e o Vale do Paraíba, por isso é considerado interestadual, fosse despejada no Sistema Cantareira, que está em estado crítico devido à escassez das chuvas.

A medida depende da autorização Agência Nacional de Águas (ANA).

“Imagino que seja uma outorga emergencial, com tempo para começar e tempo para parar. Se for isso, é até compreensível, pois estamos em um estado de calamidade pública. Desta forma, uma região tem que socorrer a outra”, explica.

“Mas isso não pode ser tratado com normalidade, porque o Paraíba do Sul também tem nível baixo por conta das atividades que acontecem lá, como extração de areia e plantações de eucalipto. É como uma colcha que, se puxarmos, ficará pequena para todo mundo”.

Represa localizada na cidade de Vargem (SP), nesta quinta-feira (13). O índice que mede o volume de água armazenado no Sistema Cantareira registrou novo recorde negativo. (Foto: Luis Moura/Estadão Conteúdo)Represa localizada na cidade de Vargem (SP), do
Sistema Cantareira (Foto: Luis Moura/Estadão
Conteúdo)

Toda essa discussão, segundo ela, faz com que o Brasil e a Região Metropolitana de São Paulo sejam vistos por organizações internacionais como um dos locais que, no futuro, terá alto potencial de conflito pelo uso da água.

“Essa disputa entre Rio de Janeiro, Paraná, São Paulo e Minas Gerais faz com que cada gota da água seja preciosa”, explica.

Sobre a viabilidade do projeto de transposição do Paraíba do Sul para o Sistema Cantareira – que receberia investimentos para construção de canais e túneis para passagem da água – Malu Ribeiro disse que é preciso avaliar a viabilidade do projeto com um estudo de impacto ambiental.

“O ideal para que isso possa ser é que a decisao seja tomada pelos comitês de bacias e pela sociedade em geral”, complementou.

Rios brasileiros
Estudo divulgado nesta quarta-feira pela SOS Mata Atlântica analisou a qualidade de 96 rios, córregos e lagos de 7 estados das regiões Sul e Sudeste e aponta que 41% desses cursos d’água tiveram qualidade ruim e péssima.

Apenas 11% dos rios e mananciais mostraram boa qualidade – todos eles localizados em áreas protegidas e que contam com matas ciliares preservadas.

As principais fontes de poluição e contaminação, segundo a ONG, são decorrentes da falta de tratamento de esgoto doméstico, produtos químicos lançados nas redes públicas e da poluição proveniente do lixo.

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Fonte G1

 
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Publicado por em 19 de março de 2014 em Tecnologia

 

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Última comunicação de avião desaparecido não indicava problema

As últimas comunicações entre o avião da Malaysian Airlines que desapareceu no sudeste asiático na madrugada de sábado (tarde de sexta-feira em Brasília) e as torres de controle não indicavam problemas com a aeronave.

A última comunicação emitida pela tripulação do voo MH370, que seguia entre Kuala Lumpur e Pequim com 239 pessoas a bordo, foi divulgada nesta quarta-feira (12) pelas autoridades da Malásia aos familiares de 154 passageiros chineses que estavam no avião.

Milhares de quilômetros quadrados do mar já foram vasculhados, sem sinal do avião (Foto: AFP)Milhares de quilômetros quadrados do mar já foram vasculhados, sem sinal do avião (Foto: AFP)

Cerca de 300 pessoas estão reunidas em um hotel de Pequim em busca de informações sobre os familiares que estavam no avião, em meio ao crescente mistério sobre seu paradeiro e as informações contraditórias sobre o que ocorreu com a aeronave.

Em resposta aos questionamentos recebidos, as autoridades malaias divulgaram a última comunicação registrada do avião, com a Torre de Controle Aéreo da Malásia, quando o avião sobrevoava a fronteira entre os espaços aéreos malaio e do Vietnã, sobre o Mar do Sul da China.

A torre enviou uma mensagem de rádio avisando que estava transferindo o controle à torre de Ho Chi Minh, no Vietnã, e recebeu uma resposta padrão: “Alright, roger that” (no jargão usado pelo controle aéreo, algo como “Tudo bem, entendido”).

Minutos depois dessa comunicação, o avião desapareceu dos radares.

Mudança de rota
Equipes de buscas vasculham as águas de ambos os lados da península da Malásia, em meio à confusão de informações e hipóteses sobre o que poderia ter ocorrido ao avião.

Passados mais de cinco dias do desaparecimento da aeronave, uma área de milhares de quilômetros quadrados no mar já foi vasculhada, mas até agora não há sinais do avião.

As autoridades responsáveis pelas investigações estão considerando seriamente a possibilidade de que a aeronave pode ter alterado sua rota em meio ao voo, mas o comandante da Força Aérea da Malásia negou relatos de que os radares militares mostrariam o avião no outro lado da península da Malásia.

Outra nova pista que está sob investigação é o relato de um funcionário de uma plataforma de petróleo no Mar do Sul da China, que disse ter visto um objeto em chamas no céu nas primeiras horas do sábado.

As autoridades afirmaram também que estão verificando os relatos de familiares de passageiros que afirmam que seus celulares ainda estão tocando quando contactados, o que indicaria que não foram destruídos e estariam em área coberta por sinais de telefonia.

Pistas desencontradas
Até o momento, há poucas informações concretas sobre o que pode ter ocorrido com o avião, ainda que pistas esporádicas venham sendo aventadas, sem conclusão definitiva.

Na terça-feira, as autoridades da Malásia divulgaram que dois homens que viajavam no voo MH370 com passaportes roubados eram iranianos sem ligações aparentes com grupos terroristas.

Enquanto isso, a Malaysia Airlines disse em um comunicado que estava ‘chocada’ com relatos sobre Fariq Ab Hamid, co-piloto do avião desaparecido.

Uma turista australiana disse a uma TV local que ela e uma amiga foram convidadas a se sentar dentro da cabine de comando por Hamid e o piloto durante um voo em 2011, em uma aparente violação das normas de segurança da companhia.

A Malaysia Airlines disse estar analisando os relatos ‘com seriedade’.

“Não fomos capazes de confirmar a validade das fotos e dos vídeos do incidente alegado. Como vocês sabem, estamos no meio de uma crise, e não queremos desviar a atenção”, disse o comunidado da empresa.

Nos Estados Unidos, o diretor da CIA (a agência de inteligência dos Estados Unidos), John Brennan, disse que a possibilidade de um ataque terrorista contra o avião não poderia ser descartada.

Apesar disso, ele afirmou que “nenhuma reivindicação de autoria” sobre o desaparecimento do avião havia sido “confirmada ou corroborada”.

Fonte G1

 
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Publicado por em 13 de março de 2014 em Brasil

 

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Problema com formatos

psicologa

Saiu de lá curado, cabô o trauma, vai lá pegá umas cocota.

Via Psicóloga Honesta, que traduziu do Molgh.

Fonte: ahnegao.com.br

 
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Publicado por em 30 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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Boeing 787 Dreamliner apresenta novo problema

Um novo incidente em um Boeing 787 Dreamliner da companhia aérea Japan Airlines aconteceu nesta terça-feira (14) no aeroporto Narita de Tóquio, informou um porta-voz do fabricante norte-americano.

“Recebemos informações sobre um problema em um 787 que aconteceu na tarde desta terça-feira em Narita, e que parece ter envolvido a ruptura de uma única célula de bateria”, disse o porta-voz Marc Birtel.

Birtel explicou que o problema foi detectado “durante uma operação de manutenção planejada e sem passageiros a bordo”. A companhia ‘coopera com a Japan Airlines para voltar a pôr o avião em serviço’, acrescentou.

O 787, último modelo da Boeing, acumula uma série de incidentes desde seu lançamento. O mais grave, ligado ao aquecimento de baterias, provocou a suspensão dos voos desses aviões no mundo inteiro durante vários meses.

Fonte G1

 
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Publicado por em 15 de janeiro de 2014 em Brasil

 

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Passagens e chips de celular ainda são problema para estrangeiros no Brasil

Compra de passagens aéreas online ainda pode ser 'pesadelo' para turistas (Foto: AFP/BBC)Compra de passagens aéreas online ainda pode ser ‘pesadelo’ para turistas (Foto: AFP/BBC)

Apesar de melhoras nos sistemas das empresas nacionais, a compra de chips de celular e de passagens aéreas e terrestres ainda são um problema para estrangeiros que vêm ao Brasil, pouco menos de seis meses antes da Copa do Mundo.

Simulações de compra feitas pela BBC Brasil nas maiores empresas aéreas do país mostraram que nos últimos seis meses, todas elas tomaram medidas para facilitar o acesso de estrangeiros a suas páginas, como a não exigência do CPF para comprar passagens.

Os turistas de outros países, no entanto, ao tentar pagar com cartões de crédito internacionais enfrentam problemas como falhas de tradução e falta de atendimendo online em inglês. As companhias afirmam que oferecem opções de atendimento e de pagamento aos estrangeiros e que trabalham em melhorias em seus sites.

No caso das passagens terrestres, tentativas nos sites de cinco grandes empresas de ônibus interestaduais mostraram que, sem um CPF, é impossível para um estrangeiro comprar passagens online.

Atendentes de todas as empresas analisadas afirmam que turistas estrangeiros podem comprar as passagens com passaporte e cartões internacionais pessoalmente, nos guichês das companhias. Quanto a compras online, uma delas diz que a exigência de CPF se dá por motivos de segurança.

As quatro maiores empresas de celular dizem permitir – segundo determinação da Anatel e do Ministério das Comunicações – que turistas estrangeiros comprem chips pré-pagos usando somente o passaporte como identificação.

Em simulações de compra pontuais, no entanto, a reportagem da BBC Brasil foi informada que em duas delas, Vivo e Claro, isto não era possível. Ambas as empresas disseram que seus funcionários estão orientados a cumprir a determinação do governo.

Passagens aéreas
Os sites das quatro maiores empresas de aviação do Brasil – TAM, Gol, Azul e Avianca – já têm versões em outras línguas, nas quais é possível cadastrar-se com o número do passaporte ou até prescindir de um documento para a compra da passagem.

Todas elas também declaram aceitar cartões internacionais, mas a compra na prática ainda é difícil.

“O problema com estes sites (das companhias aéreas brasileiras) é que eles têm versões internacionais que não são completas. Em algum momento você é redirecionado para algo que está em português e não consegue entender”, disse o executivo de finanças americano Jonathan Richards, de 29 anos, que está no Brasil desde a semana passada em uma viagem de férias.

Ao tentar comprar passagens pela Gol, em outubro deste ano, ele diz ter tido o cartão rejeitado e demorado a conseguir um atendimento por telefone – que, quando aconteceu, era em português.

A solução encontrada por Richards é a mesma encontrada por dezenas de turistas – pedir que amigos brasileiros comprem suas passagens, algo que não deverá ser possível para todos os que visitarem o país durante a Copa do Mundo de 2014.

Perguntada pela BBC Brasil sobre a possibilidade de realizar mudanças para melhorar o acesso de clientes estrangeiros, a empresa respondeu por e-mail que “como empresa competitiva, a Gol está sempre atenta a melhorias que agreguem valor aos seus clientes”.

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) disse à BBC Brasil por e-mail que não há regulação específica sobre as facilidades que os sites das companhias aéreas oferecem ao consumidor estrangeiro, mas que “é algo que faz parte das recomendações da Anac às empresas aéreas”.

Passagens rodoviárias
Se o cartão impede a compra de passagens aéreas, a falta de um número de CPF é o maior impedimento para a compra de passagens de ônibus online.

A BBC Brasil testou os sites de cinco das maiores empresas do setor no Brasil: Viação 1001, Águia Branca, Itapemirim, Andorinha e Cometa. Apenas duas delas, Viação 1001 e Itapemirim, tinham uma versão da página inicial ou do site inteiro em inglês.

No entanto, nenhuma das empresas permitia a compra de passagens pela internet com o número do passaporte. Estrangeiros devem ir diretamente aos guichês ou pontos de venda de cada companhia.

A BBC Brasil tentou contato com todas as empresas testadas, mas apenas duas responderam. A Viação 1001 disse que a exigência de CPF no site acontece “por questões de segurança” e que “ainda não há um prazo definido para qualquer mudança desse procedimento”.

A Viação Cometa afirmou, por meio de sua assessoria de imprensa, que “estuda medidas para atender ao público estrangeiro durante o Mundial de futebol”.

Uma alternativa para os turistas está em sites de terceiros, como o Brazil by Bus, que centralizam a venda de passagens das principais viações. Criado em 2012 por brasileiros, o site, em inglês, mostra preços em dólares, permite a identificação com o número do passaporte e a compra com cartões internacionais e PayPal.

Chips de celular
Em setembro de 2012, o Ministério das Comunicações e a Anatel determinaram que turistas estrangeiros poderiam comprar e ativar chips de celulares utilizando apenas o passaporte ou a carteira de identidade de cidadãos dos países membros do Mercosul.

Mais de um ano depois, turistas ainda enfrentam uma maratona para conseguirem se comunicar com um número nacional.

O americano Jonathan Richards conta que, além dos problemas para conseguir passagens aéreas, levou duas horas em atendimento até conseguir um chip para seu iPhone.

“Fui a uma loja da Vivo em São Paulo, mas eles não vendiam microchips pré-pagos naquela loja. Eu tive que ir à banca de revistas diante da loja para comprar o chip, depois ir até outra loja para cortá-lo, porque não havia chips pré-pagos que coubessem no iPhone 4. Depois voltei à Vivo para que ativassem o número”, explica.

“Primeiro me disseram que eu poderia ativar o chip com meu passaporte, mas quando ligaram para o centro de ativação, foram informados de que não seria possível. Então acabei mandando uma mensagem para meu amigo e usei o CPF dele para terminar o processo.”

A BBC Brasil visitou lojas das quatro maiores operadoras do país – Vivo, TIM, Oi e Claro – em São Paulo. Em duas delas, na Vivo e na Claro, a reportagem foi informada de que ainda não é possível para um estrangeiro comprar e ativar um chip pré-pago sem um CPF.

A Vivo, no entanto, afirmou que estrangeiros podem, sim, comprar chips pré-pagos em lojas oficiais ou revendedoras, com o passaporte. “A empresa está reforçando a orientação com os atendentes, em especial nas lojas citadas pela reportagem”, disse à BBC Brasil, por e-mail.

A Claro afirmou que “todos os atendentes dos pontos de venda da operadora no País, incluindo lojas próprias e agentes autorizados, estão instruídos a efetivar a venda a estes cidadãos (estrangeiros), mediante apresentação do passaporte”.

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) disse à BBC Brasil por e-mail ter detectado que “cerca de 60% das lojas das prestadoras não adaptaram seus procedimentos operacionais a este entendimento – ou seja, continuam exigindo CPF e, em alguns casos, estão recusando o passaporte”.

O órgão disse ainda que, na maioria dos caos, o estrangeiro consegue habilitar o chip ligando para o call center da prestadora e fornecendo o número do passaporte. Mas que considera “inaceitável que o procedimento não seja efetivo em lojas físicas”. O assunto deverá ser discutido em reunião do órgão com as empresas.

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Publicado por em 2 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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Não foi no Rock in Rio? NÃO TEM PROBLEMA!

rock

Cara, se eu fosse milionário eu pagaria só pra apreciar a qualidade das montagens (que deve ser épica). Ai ai, é cada coisa que inventam cara…

Fonte: ahnegao.com.br

 
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Publicado por em 24 de setembro de 2013 em Tecnologia

 

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