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Conheça os 13 principais momentos da ‘World Wide Web’, que faz 25 anos

Alguns conceitos fundamentais da internet remetem aos anos 1950, mas a história pública da “World Wide Web” começou realmente há 25 anos. Veja os 13 principais acontecimentos envolvendo a rede desde então:

1 – 12 de março de 1989: o especialista em informática britanico Tim Berners-Lee faz circular sua “proposta de gestão da informação” no interior da Organização Europeia para a Pesquisa Nuclear (CERN), cimentando as bases da Internet mundial. Os códigos de programação foram divulgados no ano seguinte, junto ao primeiro navegador batizado de “WorldWideWeb”.

2 – 1993: uma equipe da universidade de Illinois (norte dos Estados Unidos), liderada por Marc Andreessen, desenvolve Mosaic, um navegador com uma interface intuitiva que ajuda a publicar na internet e serve de plataforma para o navegador Netscape, lançado no ano seguinte.

3 – 1994: nasce a livraria online “Amazon.com”. A China entra na internet, mas filtra seus conteúdos. A Casa Branca lança seu site, “www.whitehouse.gov”, mas alguns usuários, querendo acessá-lo, digitam o endereço “.com” e encontram um site pornográfico.

4 – 1995: primeira conexão de internet na África. O grupo de informática Microsoft inicia uma “guerra de navegadores” ao lançar o Internet Explorer, que termina liquidando o Netscape, enquanto o eBay começa suas vendas online. Em todo o mundo são 16 milhões de internautas, 0,4% da população mundial.

5 – 1996: a Nokia lança o primeiro celular com conexão à internet.

6 – 1998: as autoridades dos Estados Unidos confiam a regulamentação mundial dos nomes de domínio (extensões como “.com”, “.gov” e outras) a um organismo privado, mas baseado em seu país, o ICANN. Primeiros passos do Google, que se transfomará no principal site de buscas na internet.

 7 – 2000: o vírus “ILOVEYOU” infecta milhões de computadores no mundo, gerando danos de bilhões de dólares e chamando atenção para a segurança na rede. A febre provocada pela internet e suas startups eleva o índice da bolsa americana Nasdaq, que trabalha com informática, a um recorde inédito de 5.048 pontos. A explosão da “bolha”‘ faz cair até 1.114 pontos em 2002.

8 – 2001: a justiça dos Estados Unidos fecha o popular serviço de compartilhamento de música online Napster, símbolo dos debates sobre os direitos autorais na rede.

9 – 2005: a internet alcança bilhões de usuários.

10 – 2007: a Estônia organiza a primeira eleição legislativa online.

11 – 2012: a rede social Facebook supera 1 bilhão de usuários. O robô Curiosity da Nasa se registra no aplicativo de localização Foursquare no planeta Marte. A França acaba com sua rede telemática Minitel.

12 – 2012: a ONU adota, com a adesão de 89 estados, um tratado sobre a regulamentação das telecomunicações que é recusado por outros 55 países, entre eles os Estados Unidos, em nome da liberdade da internet. Alguns países criticam o excessivo peso dos Estados Unidos na rede.

13 – 2013: 40% da população mundial, cerca de 2,7 bilhões de pessoas, acessam a internet. O chinês supera o inglês como língua dominante.

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Publicado por em 13 de março de 2014 em Tecnologia

 

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Veja os principais casos de pedofilia entre integrantes do clero católico

Muitos casos de pedofilia cometidos por membros do clero, muitas vezes acobertados por sua hierarquia, foram denunciados no passado. O Comitê de Direitos da Criança da ONU exigiu nesta quarta-feira (5) que o Vaticano denuncie os culpados.

CANADÁ: No final dos anos 1980, as revelações de abusos de crianças em um orfanato em Newfoundland (leste) nos anos de 1950 e 1960 provocaram um enorme escândalo. A hierarquia religiosa também foi acusada de não ter denunciado os casos de pedofilia em suas fileiras.

ESTADOS UNIDOS: Em 2004, uma investigação contabilizou 4.400 padres pedófilos e 11 mil crianças vítimas de abusos entre 1950 e 2002.

Um dos casos mais notórios envolveu o arcebispo de Boston, o cardeal Bernard Law, que foi forçado a renunciar em 2002 por ter protegido padres pedófilos.

Em 2007, a Arquidiocese de Los Angeles, então liderada pelo cardeal Roger Mahony, concordou em pagar 660 milhões dólares para 500 supostas vítimas.

Mahony, acusado de acobertar os padres pedófilos, foi demitido de seu cargo no início de 2013.

IRLANDA: Nos anos 2000, acusações de abusos sexuais cometidos durante décadas coloca em xeque a credibilidade das instituições católicas. Mais de 14.500 crianças teriam sido vítimas. Vários bispos e padres, acusados de esconder esses atos, foram punidos.

ALEMANHA: Desde o início de 2010, centenas de casos de abusos sexuais de crianças e adolescentes em instituições religiosas foram revelados. Um dos casos mais divulgados foi o do colégio jesuíta Canisius em Berlim envolvendo cerca de vinte crianças.

No final de 2012, um relatório indicou pelo menos 66 nomes de religiosos envolvidos em casos de pedofilia por um período de 10 anos.

ÁUSTRIA: Após uma série de revelações no início de 2010 de casos de abusos sexuais e maus tratos por sacerdotes entre as décadas de 1960 e 1980, uma comissão de inquérito é criada pela Igreja.

Cerca de 800 casos foram identificados e 8 milhões de euros concedidos às vítimas.

BÉLGICA: Em 2010, o bispo de Bruges, Roger Vangheluwe, renunciou após admitir ter abusado sexualmente de dois de seus sobrinhos.

Na sequência, milhares de testemunhos relataram casos de abuso sexual por monges belgas. Acusada de permanecer em silêncio, a hierarquia católica é atualmente alvo de um vasto inquérito judicial.

HOLANDA: No final de 2011, um relatório revelou o caso de “dezenas de milhares de crianças” abusadas sexualmente dentro da Igreja católica holandesa entre 1945 e 2010. Cerca de 800 supostos autores foram identificados.

AUSTRÁLIA: Em abril de 2013, é aberto uma investigação pública sobre o abuso sexual de crianças em associações religiosas e instituições públicas.

Cinco mil supostas vítimas devem ser entrevistadas.

POLÔNIA: Em agosto de 2013, o polonês Jozef Wesolowski, núncio na República Dominicana, foi destituído, e uma investigação foi instaurada no âmbito de outro padre polonês suspeito de crimes contra menores de idade.

Fonte G1

 
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Publicado por em 6 de fevereiro de 2014 em Brasil

 

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Relembre os principais games que levam o nome de Tom Clancy

O escritor best-seller Tom Clancy em foto tirada em 1998 (Foto: REUTERS/Eric Miller/Files)O escritor best-seller Tom Clancy em foto tirada em
1998 (Foto: REUTERS/Eric Miller/Files)

Conhecido por ter escrito best-sellers como “Caçada ao outubro vermelho”, “A soma de todos os medos” e “Jogos patrióticos”, o escritor norte-americano Tom Clancy, morto na terça-feira (1º) aos 66 anos, também é popular entre os fãs de videogames graças a vários jogos que levam o seu nome.

Clancy foi um dos fundadores do estúdio Red Storm, em 1996, onde prestou consultoria militar à série “Rainbow Six”. O jogo foi lançado com a chancela do autor, um discreto “Tom Clancy’s” antes do título.

Posteriormente, a Ubisoft comprou a Red Storm e lançou vários outros jogos – “Ghost Recon” e “Splinter Cell”, por exemplo – com o nome de Clancy bancando a produção. Em 2008, todos os direitos sobre o nome do escritor nos videogames foram adquiridos pela produtora francesa.

Além de sempre terem tramas relacionadas com problemáticas reais, como terrorismo, armamento nuclear e espionagem, os jogos que vêm com a marca de Tom Clancy costumam trazer novidades aos videogames e fazer sucesso com os fãs.

Relembre os principais games que levam o nome de Tom Clancy:

Capa de 'Rainbow Six', lançado em 1998 acompanhando o livro de mesmo nome (Foto: Divulgação/Red Storm Entertainment)Capa do primeiro ‘Rainbow Six’, lançado em 1998
(Foto: Divulgação/Red Storm Entertainment)

“Rainbow Six”
Baseado no livro de mesmo nome, o game chegou para PC, Nintendo 64, PlayStation e Mac em 1998. O jogador controla o esquadrão antiterrorista Rainbow Six em um esquema de jogo tático.

Para completar as missões, é necessário planejar a execução dos objetivos pelos mapas para eliminar os inimigos e ao mesmo tempo resgatar os reféns. Não ser visto pelos terroristas e escolher sua equipe e o que levar para as operações, como câmeras de infravermelho ou sensíveis ao calor, são parte do desafio.

O game de tiro podia ser jogado tanto em primeira pessoa – quando o jogador acompanha a ação do ponto de vista do personagem principal – quanto em terceira pessoa.

Entre novos games e expansões, a série teve 16 títulos. O mais recente é “Rainbow Six: Vegas 2”, de 2008. “Rainbow 6 Patriots” foi anunciado há alguns anos e ainda está em desenvolvimento pela produtora Ubisoft.

Série 'Splinter Cell' estreou em 2002 (Foto: Divulgação/Ubisoft)Série ‘Splinter Cell’ estreou em 2002
(Foto: Divulgação/Ubisoft)

“Splinter Cell”
A série “Splinter Cell” deixa de lado as missões em equipe dos primeiros games de Tom Clancy e foca sua ação nas operações solitárias do superespião Sam Fisher.

Muito comparado com Solid Snake, da série de espionagem “Metal Gear Solid”, Fisher possui técnicas avançadas de infiltração e se aproveita de elementos dos cenários – como sombras, janelas e parapeitos – para completar seus objetivos, que geralmente envolvem a eliminação de alvos ou a recuperação de dados em locais protegidos.

Outra característica marcante da série são as diversas bugigangas que Fisher usa para não ser detectado pelos inimigos, a maior delas sendo os óculos de visão noturna que acabaram se tornando um elemento visual característico de “Splinter Cell”.

Em “Conviction”, game de 2010 para Xbox 360, Fisher abandona a agência Third Echelon e adota uma postura agressiva, usando mais armas de fogo e golpes letais. Já em “Blacklist”, game de 2013 e mais recente título da série, o herói retorna à organização e combate uma unidade terrorista.

O game 'Advanced Warfighter' é um dos mais populares da série 'Ghost Recon' (Foto: Divulgação/Ubisoft)O game ‘Advanced Warfighter’ é um dos mais
populares da série ‘Ghost Recon’
(Foto: Divulgação/Ubisoft)

“Ghost Recon”
Com uma mecânica de equipes similar a “Rainbow Six”, a série “Ghost Recon” também preza pela tática e incentiva os jogadores a pensar estrategicamente para concluir as missões.

Ao contrário de seu irmão mais famoso, “Ghost Recon” tem como foco principal operações militares a céu aberto. O esquadrão “fantasma” participa de missões internacionais ultra-secretas que geralmente giram em torno de conflitos armamentistas.

A série estreou em 2001, mas foi com a chegada de “Advanced Warfighter”, em 2006, que ela se tornou mais popular entre os fãs de games de tiro. A história dos jogos sempre se passa no futuro, o que permite que os soldados usem armas e outros equipamentos com uma tecnologia mais avançada.

“Ghost Recon: Future Soldier”, lançado em 2012, é o game mais recente da série.

'H.A.W.X' é jogo de combate aéreo (Foto: Divulgação/Ubisoft)‘H.A.W.X’ é jogo de combate aéreo
(Foto: Divulgação/Ubisoft)

“H.A.W.X.
A temática militar de Tom Clancy também ganhou asas com “H.A.W.X”, série que coloca os jogadores no comando de caças aéreos no melhor estilo dos games “Ace Combat”.

Além de poder personalizar as aeronaves para cada tipo de missão, os jogadores podem distribuir comandos para seus aliados e pilotar o seu próprio jato com a ajuda da máquina ou não, o que torna o game muito mais difícil.

Cada fase pode ser completada vendo os veículos de dentro do cockpit ou por fora. O primeiro “H.A.W.X” foi lançado em 2009 e uma sequência chegou em 2010.

'The Division' é um game de nova geração que leva o nome de Tom Clancy (Foto: Divulgação/Ubisoft)‘The Division’ é um game de nova geração que leva
o nome de Tom Clancy (Foto: Divulgação/Ubisoft)

“The Division”
Game para os videogames de nova geração – PlayStation 4 e Xbox One – e PCs, “The Division” será lançado apenas no final de 2014. Passado em um mundo aberto, o game de tiro em terceira pessoa com elementos de RPG gira em torno de uma doença que atinge e fecha todos os serviços dos Estados Unidos.

O jogador faz parte de uma divisão chamada em inglês de Strategic Homeland Division (divisão estratégica da pátria, em tradução livre para o português) e que tem como objetivo restabelecer as comunicações e os suprimentos dos sobreviventes, além de combater possíveis ameaças.

O destaque do game é a possibilidade de jogar ao lado de seus amigos. “The Division” terá ainda conexão com tablets e smartphones, permitindo que outro jogador dê suporte para o grupo que está em uma missão on-line.

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Publicado por em 3 de outubro de 2013 em Tecnologia

 

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Principais ataques terroristas no Quênia desde 1998

Após o ataque deste sábado, cometido por rebeldes somalis ‘Shebab’ em um shopping center em Nairóbi, que deixou 30 mortos e mais de cem feridos, segue uma cronologia dos principais atos terroristas no Quêniadesde 1998:

1998

7 de agosto: um atentado com carro-bomba do lado de fora da embaixada americana em Nairóbi mata 213 pessoas e fere cerca de 5.000. A maioria das vítimas é de pedestres e funcionários de prédios vizinhos. Quarenta e quatro pessoas, inclusive 12 americanos, foram mortos na embaixada.

Uma explosão quase simultânea de um caminhão-tanque carregado com explosivos em frente à embaixada americana em Dar es-Salaam, na Tanzânia, mata 11 e fere 70, todos pedestres.

A rede Al-Qaeda assume a responsabilidade pelos dois ataques.

2002

28 de novembro: um ataque com carro-bomba contra um hotel de propriedade de um israelense mata 12 quenianos, três israelenses e três terroristas suicidas perto do porto de Mombasa. Quase simultaneamente, dois mísseis se dirigem a um avião israelense com 261 passageiros a bordo, mas erram o alvo.

Posteriormente, a Al-Qaeda assume a autoria dos dois ataques.

2007

11 de junho: um terrorista suicida é a única vítima de um ataque em Nairóbi que deixa 41 feridos.

2010

13 de junho: duas explosões durante uma reunião de cristãos evangélicos em Nairóbi matam 6 e ferem quase 80.

20 de dezembro: três morrem em um ataque com granada contra um ônibus em Nairóbi. A polícia suspeita dos ‘Shebab’.

2011

24 de outubro: ataques com granadas em Nairóbi matam uma pessoa e ferem mais de 30. Investigadores suspeitam de operações dos ‘Shebab’.

27 de outubro: quatro autoridades morrem em um ataque com foguete contra um carro do governo no norte do Quênia, perto na fronteira somali.

24 de novembro: dois ataques com granadas na cidade de Garissa, no leste do Quênia, perto da fronteira com a Somália, matam três pessoas e ferem 27, segundo a polícia.

2012

1º de janeiro: cinco morrem em um ataque com granada e um tiroteio em um bar de Garissa.

12 de janeiro: pelo menos seis pessoas morrem em um ataque contra um posto policial no nordeste do país.

10 de março: nove pessoas morrem e cerca de 60 ficam feridas em um ataque com granada em um terminal de ônibus de Nairóbi. Os ‘Shebab’ negam envolvimento.

24 de junho: três pessoas morrem e dezenas ficam feridas em um ataque em um bar em Mombasa.

1º de julho: um ataque contra duas igrejas em Garissa mata 18 pessoas e fere 40 perto do campo de refugiados de Dadaab, onde quatro trabalhadores humanitários estrangeiros foram sequestrados em junho e seu motorista queniano, morto. Os trabalhadores foram libertados em 2 de julho.

18 de novembro: nove pessoas são mortas em um ataque a bomba contra um ônibus no distrito Eastleigh de Nairóbi, apelidado de ‘Pequena Mogadíscio’.

7 de dezembro: um ataque com granada perto de uma mesquita em Eastleigh deixa cinco mortos.

2013

16 de janeiro: pelo menos quatro pessoas morrem e seis ficam seriamente feridas em um ataque contra um hotel em Garissa.

3 de março: doze pessoas, inclusive seis policiais, são mortos em ataques contra forças de segurança no litoral queniano antes das eleições-gerais. O ‘Conselho Republicano de Mombasa’ (MRC, na sigla em inglês), que luta pela secessão da região costeira, majoritariamente muçulmana, é suspeito.

28 de março: cerca de 100 membros do MRC, segundo a polícia, atacam um cassino em Malindi, um resort à beira-mar ao norte de Mombasa. Sete pessoas morrem.

21 de setembro: pelo menos 30 pessoas morrem e mais de 60 ficam feridas em ataque dos ‘Shebab’ contra o shopping center Westgate Mall, em Nairóbi.

Fonte G1

 
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Publicado por em 22 de setembro de 2013 em Brasil

 

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Leia os principais pontos do relatório americano sobre ataque na Síria

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A Casa Branca divulgou nesta sexta-feira (30) uma versão para o público do relatório elaborado pela Inteligência americana, que conclui que há “um alto nível de certeza” de que o regime sírio de Bashar al-Assad usou armas químicas em um ataque cometido em 21 de agosto no subúrbio de Damasco.

Leia abaixo os principais pontos do informe, de quatro páginas:

VÍTIMAS: O balanço preliminar americano estima em 1.429 o número de mortos no ataque, incluindo 426 crianças. Os dados devem aumentar, “sem dúvida”, à medida que o governo obtiver mais informações.

TRÊS DIAS ANTES DO ATAQUE: Os serviços de inteligência dizem ter informações de que “as equipes sírias responsáveis por armas químicas, incluindo os membros que devem estar associados ao Centro de Pesquisa e Estudos Científicos Sírios, estão preparando munições químicas antes do ataque”.

De 18 a 21 de agosto, uma equipe síria encarregada de armas químicas esteve no subúrbio de Adra, “perto de uma zona utilizada pelo regime para misturar armas químicas, o que incluiria gás sarin”.

Os americanos acumulam provas dos três dias antes do ataque, fornecidas por pessoas, interceptações eletrônicas e imagens por satélite. Essas imagens mostrariam os preparativos, segundo o relatório dos Estados Unidos.

Em 21 de agosto, “um membro do regime sírio se preparava para um ataque com armas químicas na região de Damasco, principalmente, porque usava máscaras de gás”.

NO DIA DO ATAQUE: Imagens de satélite mostram que o regime lançou foguetes e fez disparos de artilharia nas primeiras horas de 21 de agosto, em vários bairros da periferia de Damasco controlados pelos rebeldes. Os disparos procedem de zonas controladas pelo regime. Cerca de 90 minutos depois do ataque, às 2h30 (hora local), e nas quatro horas seguintes, as redes sociais são inundadas com mensagens que descrevem o massacre.

Os serviços de inteligência americanos identificam 100 vídeos, filmados em 12 lugares diferentes: “a maioria mostra um grande número de corpos com marcas físicas – embora não seja necessariamente a causa – da exposição a um agente neurotóxico”. O relatório destaca que a oposição síria não tem capacidade para falsificar esses vídeos.

COMUNICAÇÕES INTERCEPTADAS: Os serviços de inteligência garantem ter interceptado comunicações entre um alto funcionário, “totalmente informado sobre a ofensiva”, e que confirma o uso de armas químicas por parte do regime. Essa autoridades diz estar preocupada com a possibilidade de obtenção de provas pelos inspetores da ONU, que desembarcaram no país em 18 de agosto.

Na tarde do ataque, “temos informações de que o pessoal encarregado de armas químicas recebeu a ordem de cessar as operações”.

RESPONSABILIDADE: Funcionários americanos avaliam, com “alto nível de certeza”, que o governo sírio cometeu o ataque com armas químicas contra membros da oposição nos subúrbios de Damasco.

Minimizam a possibilidade de a oposição ter efetuado o ataque, alegando que os rebeldes não têm a capacidade de lançar bombardeios tão amplos, ou fabricar os vídeos do ataque, ou dos sintomas físicos confirmados pelos médicos.

O informe indica que Assad é “a pessoa que, em última instância, toma as decisões” sobre o programa de armas químicas na Síria.

arte síria versão 28.08 (Foto: Arte/G1)

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Publicado por em 31 de agosto de 2013 em Brasil

 

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Veja as principais ações militares ocidentais sem mandato da ONU

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O Reino Unido deve apresentar nesta quarta-feira (28) ao Conselho de Segurança da ONU uma proposta de resolução autorizando que sejam tomadas as “medidas necessárias” para proteger civis na Síria. Ao mesmo tempo, cresce a expectativa que os EUA e seus aliados, já preparados, lancem um ataque contra alvos do regime sírio, mesmo sem o aval do Conselho de Segurança, no qual Rússia e Síria têm poder de veto.

Outras grandes intervenções militares estrangeiras foram realizadas recentemente sem mandato da ONU, ou cujo mandato foi contestado.

Elas são importantes operações de força de países ocidentais, em particular liderados pela Otan, mas também intervenções unilaterais seguidas, eventualmente, por uma intervenção da ONU com o estabelecimento de uma missão de manutenção da paz.

Confira abaixo algumas delas.

Kosovo, 1999
Em 24 de março de 1999, a OTAN lançou uma campanha aérea contra a Iugoslávia do presidente Slobodan Milosevic, depois do fracasso dos esforços para alcançar uma solução política para a crise no Kosovo. A Rússia e a China ameaçaram vetar uma resolução da ONU permitindo a intervenção militar.

A operação ‘Força aliada’, liderada pela Otan, visava acabar com a repressão sérvia contra a população albanesa do Kosovo e obrigar Milosevic a assinar um plano de paz.

A intervenção ocorreu após uma violenta ofensiva sérvia contra os separatistas albaneses do Exército de Libertação do Kosovo (KLA) e de várias tentativas fracassadas de mediação.

A guerra travada pela Otan envolveu 600 aeronaves de 13 países em bombardeios diários de alvos militares no Kosovo, Sérvia e Montenegro. Em 10 de junho de 1999, as forças sérvias começaram sua retirada do Kosovo, logo depois de passar sob a administração das Nações Unidas.

Iraque, 2003
Em março de 2003, Washington, Londres e Madri planejavam propor uma resolução na ONU para validar a guerra no Iraque, acusado pelos americanos de possuir armas de destruição em massa. O projeto de lei foi retirado antes da votação por falta de consenso. França, Rússia e Alemanha rejeitaram categoricamente uma operação.

Depois de um ultimato a Saddam Hussein, o governo dos Estados Unidos decidiu agir sem mandato da ONU. Em 20 de março declarou guerra, com ataques aéreos sobre Bagdá que permitiram a entrada das forças americanas e britânicas pelo sul do país.

A operação “Liberdade duradoura” levou à derrubada de Saddam Hussein, julgado por um tribunal iraquiano e executado no final de 2006.

Em maio de 2003, as forças da coalizão eram compostas de 150.000 americanos e 23.000 outros soldados de quarenta países.

Em 16 de outubro de 2003, a ONU adotou a resolução 1.511, que ‘autoriza uma força multinacional’, preservando o controle quase absoluto de Washington sobre o Iraque. As últimas tropas americanas se retiraram do país em dezembro de 2011.

Líbia, 2011
Em 17 de março de 2011, o Conselho de Segurança das Nações Unidas aprovou uma resolução (1973), autorizando os Estados membros a “tomar todas as medidas necessárias” para “proteger civis (…) sob a ameaça de ataque” pelas forças do coronel Muammar Kadhafi, confrontado desde fevereiro a um levante popular.

A operação ‘Unified Protector’ teve início em 19 de março e foi liderada pela França e Grã-Bretanha, enquanto os Estados Unidos oferecem uma posição de apoio ativa. Dezoito países participaram nas operações.

No entanto, em junho, a Rússia e a China acusaram a Otan de interpretar ‘arbitrariamente’ a resolução do Conselho de Segurança, utilizando-a para ataques na Líbia e não apenas para ações de proteção de civis.

Em 20 de outubro Muammar Kadhafi foi morto em um ataque final contra sua região natal, Sirte, ao leste de Trípoli, dois meses após a queda da capital, graças ao apoio decisivo da Otan.

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Publicado por em 28 de agosto de 2013 em Brasil

 

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Black Friday 2012: Busca por descontos derruba principais sites de e-commerce

Os dois principais agregadores de ofertas ficaram indisponíveis logo após as 0h, assim como endereços da TAM, Submarino e Americanas

Alguns dos principais sites brasileiros que participam da terceira edição nacional do Black Friday parecem não estar aguentando a demanda pelos descontos. 

Logo após o começo do dia de descontos, dois dos principais agregadores de ofertas, o Busca Descontos e o SaveMe, estão indisponíveis ou com acesso dificultado. O mesmo acontece com os sites da Magazine Luiza, Fast Shop, Submarino e Americanas, que estão com navegação lenta.

O site da TAM, que promete passagens com descontos de até 75%, também está inacessível até o momento.

No Brasil, mais de 40 varejistas prometem descontos de até 70% em promoção coordenada pelo site Busca Descontos. Participam da ação nomes como HP, Dell, Submarino e FNAC. 

Participam da ação promovida pelo SaveMe marcas como Americanas, Carrefour, Extra, Groupon e Dell. 

No ano passado, o Black Friday movimentou mais de 100 milhões de reais em vendas. O chamado ticket médio por consumidor foi de 425 reais. 

De acordo com a consultoria e-bit, o Black Friday de 2011 no País teve 237 mil pedidos, recorde de número de pedidos no comércio eletrônico. O Buscapé prevê vendas até 500% maiores que em 2011.

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Publicado por em 20 de março de 2013 em Tecnologia

 

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