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Carcaça de baleia-azul está ‘prestes a explodir’ no Canadá

Carcaça de baleia pode explodir a qualquer momento (Foto: BBC)Carcaça de baleia cheia de gás metano pode explodir a qualquer momento no Canadá (Foto: BBC)

Moradores de uma comunidade pesqueira no Canadá temem que a carcaça de uma baleia-azul encalhada na costa exploda a qualquer momento.

Acredita-se que o mamífero gigante tenha morrido por causa de uma geleira nas últimas semanas e sido carregado para o vilarejo, localizado na ilha da Terra Nova, ou Newfoundland.

Desde que chegou ao local, na sexta-feira, a baleia-azul vem se enchendo de gás metano e já teria dobrado de tamanho. Apesar do mau cheiro, o corpo do animal, de 25 metros de comprimento, virou atração turística – mas também tem sido motivo de preocupação.

A administração local diz que não tem recursos para lidar com o mamífero, e autoridades do país não querem se envolver, alertando apenas que, se devolvida ao mar, a baleia-azul pode trazer riscos aos navios da região.

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Publicado por em 1 de maio de 2014 em Tecnologia

 

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Enfermeira é punida por postar fotos ao lado de idosos prestes a morrer

A enfermeira filipina Blaze Binder ao lado de um dos idosos (Foto: Reprodução/Facebook/Ghostinthedark Satania Blaze)A enfermeira filipina Blaze Binder posa como ‘dominatrix’ (Foto: Reprodução/Facebook/Ghostinthedark Satania Blaze)

A enfermeira filipina Blaze Binder, que se denomina “satanista” e “ladra de almas”, está sendo acusada de ter tirado fotos ao lado de idosos prestes a morrer em uma casa de repouso na Suíça. Ela postava as fotos no Facebook.

Blaze, de 37 anos, foi multada por um tribunal suíço em mais de R$ 3.100 por conta da publicação das imagens, segundo a imprensa local.

Em sua conta, sob o nome de “Ghostinthedark Satania Blaze”, ela afirma aos seus quase 2.000 amigos online que estava “colhendo” almas para Satã.

Ela também propunha um “quiz” macabro, em que os amigos deveriam adivinhar se os idosos das fotos estavam vivos ou mortos.

A imprensa suíça a apelidou de “enfermeira do diabo”.

A associação suíça de enfermeiros afirmou que estava “chocada e incomodada” com as imagens.

Recriminada online por um de seus amigos, Blaze respondeu que o Facebook era dela e ela poderia postar o que quisesse. Ao jornal “Blick”, ela disse que não entendia a polêmica provocada pelas fotos.

O tribunal de Saint Gallen a condenou por “violar a paz dos mortos” e por quebra de confiança.

Blaze também chocou por anunciar seus serviços como “dominatrix” na área de Saint Gallen.

Fonte G1

 
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Publicado por em 11 de janeiro de 2014 em Brasil

 

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No AM, árvore do Inpa de 600 anos está prestes a cair, diz instituto

Tanimbuca mede 35 metros de altura (Foto: Girlene Medeiros/G1 AM)Tanimbuca mede 35 metros de altura
(Foto: Girlene Medeiros/G1 AM)

Com 35 metros de altura, o exemplar da árvore Tanimbuca, situada no Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), em Manaus, está prestes a cair, segundo a instituição. “Ela está ocada, apodrecendo por dentro e pode a qualquer momento despencar”, confirmou Carlos Bueno, coordenador de extensão do instituto. Pesquisadores estimam que a espécie tenha mais de 600 anos e pese mais de 15 toneladas.

Bueno avalia que 50% do tronco esteja oco, um diâmetro de cerca de um metro e meio, e que a ávore já teria caído se fosse mais alta. Por estar rodeada de outras espécies, conforme o pesquisador, a Tanimbuca ainda permanece em pé. Diante do diagnóstico, o Inpa estuda estratégias de proteção e sustentação utilizando cabos de aço ou preenchimento com cimento especial.

“Prender um cabo de aço em um dos galhos e amarrar em três pontas ou encher a árvore de pedra e concreto para garantir a resistência do tronco. Estamos procurando uma empresa que disponha dessa tecnologia e que possa nos apadrinhar; ver o que se pode fazer para dar suporte”, explicou Carlos Bueno.

Dentro do tronco vazio, Bueno afirmou ter visto urubus montarem ninhos. De acordo com o pesquisador, troncos ocos são comuns em 25% das árvores da Amazônia. Segundo o pesquisador, a Ilha da Tanimbuca, área do instituto onde a árvore está localizada, recebe cerca de 140 mil visitantes por ano.

No Inpa, a Tanimbuca divide espaço com Sumaúmas, árvore amazônica de grande porte. As duas espécies estão a salvo do perigo de extinção que atinge o mogno, por exemplo, segundo Bueno. A exploração da madeira para a produção de móveis é apontada pelo pesquisador como motivo para desmatamentos antigos.

Árvore está situada na Ilha da Tanimbuca, dentro do Inpa, em Manaus (Foto: Girlene Medeiros/G1 AM)Árvore está situada na Ilha da Tanimbuca, dentro do Inpa, em Manaus (Foto: Girlene Medeiros/G1 AM)

“Nós tivemos sorte de encontrar a Tanimbuca ainda em pé na área que atualmente está o Inpa. No caso do mogno, há registros de que muitos fazendeiros deixavam que cortassem as árvores em troca de construção e pavimentação de estradas. Começou o desmatamento que transformou o mogno em uma madeira famosa”, afirmou Carlos Bueno.

Pesquisador Carlos Bueno estima que metade do tronco esteja oco (Foto: Girlene Medeiros/G1 AM)Pesquisador Carlos Bueno estima que metade do tronco esteja oco (Foto: Girlene Medeiros/G1 AM)

O pesquisador explicou que manter a floresta em pé interfere nas características do clima e temperatura das regiões brasileiras. Atualmente, a estratégia do instituto é incentivar programas que visem a extração econômica da vegetação de forma sustentável. “Temos que entender que é muito mais útil ter as árvores em pé. Elas são responsáveis por mudanças climáticas no Centro Oeste e Sul do país”, ressaltou Bueno.

Fonte G1

 
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Publicado por em 6 de setembro de 2013 em Tecnologia

 

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No AM, árvore do Inpa de 600 anos está prestes a cair, diz instituto

Tanimbuca mede 35 metros de altura (Foto: Girlene Medeiros/G1 AM)Tanimbuca mede 35 metros de altura
(Foto: Girlene Medeiros/G1 AM)

Com 35 metros de altura, o exemplar da árvore Tanimbuca, situada no Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), em Manaus, está prestes a cair, segundo a instituição. “Ela está ocada, apodrecendo por dentro e pode a qualquer momento despencar”, confirmou Carlos Bueno, coordenador de extensão do instituto. Pesquisadores estimam que a espécie tenha mais de 600 anos e pese mais de 15 toneladas.

Bueno avalia que 50% do tronco esteja oco, um diâmetro de cerca de um metro e meio, e que a ávore já teria caído se fosse mais alta. O pesquisador estima ainda que o tronco deve pesar 30 quilos. Por estar rodeada de outras espécies, conforme o pesquisador, a Tanimbuca ainda permanece em pé. Diante do diagnóstico, o Inpa estuda estratégias de proteção e sustentação utilizando cabos de aço ou preenchimento com cimento especial.

“Prender um cabo de aço em um dos galhos e amarrar em três pontas ou encher a árvore de pedra e concreto para garantir a resistência do tronco. Estamos procurando uma empresa que disponha dessa tecnologia e que possa nos apadrinhar; ver o que se pode fazer para dar suporte”, explicou Carlos Bueno.

Dentro do tronco vazio, Bueno afirmou ter visto urubus montarem ninhos. De acordo com o pesquisador, troncos ocos são comuns em 25% das árvores da Amazônia. Segundo o pesquisador, a Ilha da Tanimbuca, área do instituto onde a árvore está localizada, recebe cerca de 140 mil visitantes por ano.

No Inpa, a Tanimbuca divide espaço com Sumaúmas, árvore amazônica de grande porte. As duas espécies estão a salvo do perigo de extinção que atinge o mogno, por exemplo, segundo Bueno. A exploração da madeira para a produção de móveis é apontada pelo pesquisador como motivo para desmatamentos antigos.

Árvore está situada na Ilha da Tanimbuca, dentro do Inpa, em Manaus (Foto: Girlene Medeiros/G1 AM)Árvore está situada na Ilha da Tanimbuca, dentro do Inpa, em Manaus (Foto: Girlene Medeiros/G1 AM)

“Nós tivemos sorte de encontrar a Tanimbuca ainda em pé na área que atualmente está o Inpa. No caso do mogno, há registros de que muitos fazendeiros deixavam que cortassem as árvores em troca de construção e pavimentação de estradas. Começou o desmatamento que transformou o mogno em uma madeira famosa”, afirmou Carlos Bueno.

Pesquisador Carlos Bueno estima que metade do tronco esteja oco (Foto: Girlene Medeiros/G1 AM)Pesquisador Carlos Bueno estima que metade do tronco esteja oco (Foto: Girlene Medeiros/G1 AM)

O pesquisador explicou que manter a floresta em pé interfere nas características do clima e temperatura das regiões brasileiras. Atualmente, a estratégia do instituto é incentivar programas que visem a extração econômica da vegetação de forma sustentável. “Temos que entender que é muito mais útil ter as árvores em pé. Elas são responsáveis por mudanças climáticas no Centro Oeste e Sul do país”, ressaltou Bueno.

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Publicado por em 2 de setembro de 2013 em Tecnologia

 

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No AM, árvore do Inpa de 600 anos está prestes a cair, diz instituto

Tanimbuca mede 35 metros de altura (Foto: Girlene Medeiros/G1 AM)Tanimbuca mede 35 metros de altura
(Foto: Girlene Medeiros/G1 AM)

Com 35 metros de altura, o exemplar da árvore Tanimbuca, situada no Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), em Manaus, está prestes a cair, segundo a instituição. “Ela está ocada, apodrecendo por dentro e pode a qualquer momento despencar”, confirmou Carlos Bueno, coordenador de extensão do instituto. Pesquisadores estimam que a espécie tenha mais de 600 anos e pese mais de 15 toneladas.

Bueno avalia que 50% do tronco esteja oco, um diâmetro de cerca de um metro e meio, e que a ávore já teria caído se fosse mais alta. O pesquisador estima ainda que o tronco deve pesar 30 quilos. Por estar rodeada de outras espécies, conforme o pesquisador, a Tanimbuca ainda permanece em pé. Diante do diagnóstico, o Inpa estuda estratégias de proteção e sustentação utilizando cabos de aço ou preenchimento com cimento especial.

“Prender um cabo de aço em um dos galhos e amarrar em três pontas ou encher a árvore de pedra e concreto para garantir a resistência do tronco. Estamos procurando uma empresa que disponha dessa tecnologia e que possa nos apadrinhar; ver o que se pode fazer para dar suporte”, explicou Carlos Bueno.

Dentro do tronco vazio, Bueno afirmou ter visto urubus montarem ninhos. De acordo com o pesquisador, troncos ocos são comuns em 25% das árvores da Amazônia. Segundo o pesquisador, a Ilha da Tanimbuca, área do instituto onde a árvore está localizada, recebe cerca de 140 mil visitantes por ano.

No Inpa, a Tanimbuca divide espaço com Sumaúmas, árvore amazônica de grande porte. As duas espécies estão a salvo do perigo de extinção que atinge o mogno, por exemplo, segundo Bueno. A exploração da madeira para a produção de móveis é apontada pelo pesquisador como motivo para desmatamentos antigos.

Árvore está situada na Ilha da Tanimbuca, dentro do Inpa, em Manaus (Foto: Girlene Medeiros/G1 AM)Árvore está situada na Ilha da Tanimbuca, dentro do Inpa, em Manaus (Foto: Girlene Medeiros/G1 AM)

“Nós tivemos sorte de encontrar a Tanimbuca ainda em pé na área que atualmente está o Inpa. No caso do mogno, há registros de que muitos fazendeiros deixavam que cortassem as árvores em troca de construção e pavimentação de estradas. Começou o desmatamento que transformou o mogno em uma madeira famosa”, afirmou Carlos Bueno.

Pesquisador Carlos Bueno estima que metade do tronco esteja oco (Foto: Girlene Medeiros/G1 AM)Pesquisador Carlos Bueno estima que metade do tronco esteja oco (Foto: Girlene Medeiros/G1 AM)

O pesquisador explicou que manter a floresta em pé interfere nas características do clima e temperatura das regiões brasileiras. Atualmente, a estratégia do instituto é incentivar programas que visem a extração econômica da vegetação de forma sustentável. “Temos que entender que é muito mais útil ter as árvores em pé. Elas são responsáveis por mudanças climáticas no Centro Oeste e Sul do país”, ressaltou Bueno.

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Publicado por em 2 de setembro de 2013 em Tecnologia

 

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Google+ parece estar prestes a ganhar publicidade social

Anúncio de vaga de emprego sugere que a gigante está se preparando para fornecer anúncios B2B baseadas nas atividades do Google+

É possível que, em breve, o Google traga um modelo business-to-business (B2B) de “publicidade social” para a sua rede social Google+. Ao menos é o que sugere a divulgação recente de uma vaga de emprego na empresa, específica para gerente de marketing de produtos para a área de publicidade e marketing social.

Atualmente o Google+ não inclui qualquer tipo de anúncios na rede e oferece publicidade personalizada para os usuários em suas propriedades. Publicidades sociais, entretanto, geralmente refere-se a anúncios que são voltados aos usuários, baseados em suas atividades na rede.

A Google aparentemente, em um primeiro momento, irá introduzir uma ferramenta B2B de “recursos sociais para o mundo corporativo”, de acordo com o anúncio. A vaga ainda informa que o gerente de marketing irá ajudar a determinar como o Google irá falar sobre publicidade no lançamento, com foco em “recursos básicos”, “anúncios sociais” e “análises e plataformas”.

A CEO global de marketing digital da Performics, Daina Middleton, disse que mesmo empresas B2B estão lutando contra seu modelo de vendas convencional e estão cada vez mais se tornando uma “ferramenta social”.

Não está exatamente claro como anúncios sociais B2B funcionarão, e a Google não se pronunciou imediatamente sobre o assunto. Mas informantes de dentro das indústrias sugerem que essa tática será parecida com a de marketing business-to-consumer (da empresa para o consumidor, em tradução livre). A diretora criativa da MLT Creative, Martine Hunter, sugere que talvez consista em ter pessoas que fazem aquisições profissionalmente para dar um “+1” a marcas em particular, no Google+, para recomendá-las.

O analista principal da Sterling Market Intelligence e blogger do Search Engine Land, Greg Sterling, sugere que esses anúncios provavelmente se parecerão muito com os anúncios direcionados aos usuários que o Facebook promove. Segundo ele, por exemplo, eles podem destacar marcas que tiveram certo número de seguidores. Mas teria como alvo usuários que compram, efetivamente.

Não está claro ainda se esses anúncios sociais irão servir exclusivamente para usuários do Google+ ou se também poderão ser vistos em outros serviços do Google, ou até mesmo pela Web. A gigante das buscas descreveu sua rede social como a “vértebra” para todos os seus produtos – diferente do concorrente, o Facebook, que é considerada como apenas uma página de destino.

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This post was made using the Auto Blogging Software from WebMagnates.org This line will not appear when posts are made after activating the software to full version.

 
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Publicado por em 5 de julho de 2012 em Tecnologia

 

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Google+ parece estar prestes a ganhar publicidade social

Anúncio de vaga de emprego sugere que a gigante está se preparando para fornecer anúncios B2B baseadas nas atividades do Google+

É possível que, em breve, o Google traga um modelo business-to-business (B2B) de “publicidade social” para a sua rede social Google+. Ao menos é o que sugere a divulgação recente de uma vaga de emprego na empresa, específica para gerente de marketing de produtos para a área de publicidade e marketing social.

Atualmente o Google+ não inclui qualquer tipo de anúncios na rede e oferece publicidade personalizada para os usuários em suas propriedades. Publicidades sociais, entretanto, geralmente refere-se a anúncios que são voltados aos usuários, baseados em suas atividades na rede.

A Google aparentemente, em um primeiro momento, irá introduzir uma ferramenta B2B de “recursos sociais para o mundo corporativo”, de acordo com o anúncio. A vaga ainda informa que o gerente de marketing irá ajudar a determinar como o Google irá falar sobre publicidade no lançamento, com foco em “recursos básicos”, “anúncios sociais” e “análises e plataformas”.

A CEO global de marketing digital da Performics, Daina Middleton, disse que mesmo empresas B2B estão lutando contra seu modelo de vendas convencional e estão cada vez mais se tornando uma “ferramenta social”.

Não está exatamente claro como anúncios sociais B2B funcionarão, e a Google não se pronunciou imediatamente sobre o assunto. Mas informantes de dentro das indústrias sugerem que essa tática será parecida com a de marketing business-to-consumer (da empresa para o consumidor, em tradução livre). A diretora criativa da MLT Creative, Martine Hunter, sugere que talvez consista em ter pessoas que fazem aquisições profissionalmente para dar um “+1” a marcas em particular, no Google+, para recomendá-las.

O analista principal da Sterling Market Intelligence e blogger do Search Engine Land, Greg Sterling, sugere que esses anúncios provavelmente se parecerão muito com os anúncios direcionados aos usuários que o Facebook promove. Segundo ele, por exemplo, eles podem destacar marcas que tiveram certo número de seguidores. Mas teria como alvo usuários que compram, efetivamente.

Não está claro ainda se esses anúncios sociais irão servir exclusivamente para usuários do Google+ ou se também poderão ser vistos em outros serviços do Google, ou até mesmo pela Web. A gigante das buscas descreveu sua rede social como a “vértebra” para todos os seus produtos – diferente do concorrente, o Facebook, que é considerada como apenas uma página de destino.

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Publicado por em 4 de julho de 2012 em Tecnologia

 

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