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Americano ajuda veado desastrado preso pelas patas de trás em cerca

Um veado atrapalhado ficou preso pelas patas de trás na cerca de uma casa em Attleboro, no estado de Massachusetts, e acabou salvo pelo casal que mora na propriedade, sem perder a oportunidade de filmar todo o resgate (assista ao vídeo).

Ao tentar saltar por cima da cerca, as patas traseiras do bicho ficaram presas, e, durante um passeio, Kate Kelley e o filho de sete anos se depararam com a cena. A americana então chamou o marido Brian para ajudar o bicho.

O americano chegou ao local e conseguiu libertar o veado em poucos segundos e, de acordo com os moradores, ele não parecia machucado.

Brian Kelley libertou veado preso em cerca após ser avisado pela esposa Kate (Foto: Reprodução/YouTube/BPK77)Brian Kelley libertou veado preso em cerca após ser avisado pela esposa Kate (Foto: Reprodução/YouTube/BPK77)

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Publicado por em 25 de março de 2014 em Tecnologia

 

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Viúva luta para soltar preso em solitária há 42 anos por matar marido

Mais de quatro décadas depois da morte de seu marido, a americana Leontine Rogers se uniu a uma campanha pela libertação do homem acusado e condenado pelo crime.

Teenie, como é chamada, diz estar convencida de que Albert Woodfox, condenado pelo assassinato e preso há 42 anos em regime de isolamento, é inocente. Ele foi acusado do crime ao lado de Herman Wallace, morto no ano passado.

“Eu vi e li todas as provas e ninguém pode me convencer do contrário. Eles são inocentes”, diz Teenie, que participa dos esforços da Anistia Internacional pela libertação de Woodfox.

Viúva argumenta que não há nada que prove a culpa de Albert Woodfox (na foto) (Foto: Cortesia de Angola3.org)Viúva argumenta que não há nada que prove a culpa de Albert Woodfox (na foto) (Foto: Cortesia de Angola3.org)

“Não há nada que prove que Herman e Albert são culpados”, afirma a viúva.

Seu marido, o guarda penitenciário Brent Miller, foi morto a facadas em 1972, aos 23 anos, na Penitenciária Estadual de Louisiana, conhecida como Angola, onde trabalhava.

Na época, Woodfox cumpria pena por roubo à mão armada. Ao lado de Wallace, que também cumpria pena no local, e outros detentos, Woodfox organizava uma célula do movimento negro revolucionário Panteras Negras em Angola – considerada uma das prisões mais brutais dos Estados Unidos.

Os dois foram condenados pelo assassinato de Miller e, ao lado de um terceiro detento, Robert King, ficaram conhecidos como “Os três de Angola”, por terem sido colocados em confinamento solitário, cada um restrito a uma cela de aproximadamente 2×3 metros por 23 horas diárias, sem contato com outros presos.

Falhas
O caso chamou a atenção de grupos de defesa dos direitos humanos, que afirmam que os três – negros – foram vítimas de falhas no julgamento e discriminação e sujeitos a condições desumanas, pelo tempo passado na solitária.

“As graves falhas no caso não foram reparadas. Apesar de tribunais terem derrubado sua condenação, Woodfox permanece na prisão”, disse à BBC Brasil a ativista Tessa Murphy, da Anistia Internacional.

Woodfox foi condenado em 1973 por homicídio em segundo grau e sentenciado à prisão perpétua.

“Ele foi condenado por um júri composto só de brancos, em um julgamento de poucas horas”, diz Murphy.

Entre as falhas apontadas pelos defensores de Woodfox estão o fato de a principal testemunha, um estuprador que cumpria pena em Angola na época, ter recebido benefícios do então diretor da prisão em troca de seu depoimento e, posteriormente, ter sido perdoado e libertado.

Condenados ficaram, ao lado de um 3º detento, conhecidos como "Os três de Angola" (Foto: Cortesia de Angola3.org)Condenados ficaram, ao lado de um 3º detento, conhecidos como “Os três de Angola” (Foto: Cortesia de Angola3.org)

Outro preso que testemunhou ter visto Woodfox e Wallace saindo da porta do local do crime, era cego. Uma terceira testemunha era esquizofrênica e estava sob o efeito de medicamentos na época.

Além disso, não houve provas físicas ligando Woodfox ou Wallace ao crime.

Novo julgamento
Woodfox teve sua condenação derrubada em 1992, com a justificativa de que tinha recebido aconselhamento legal ineficiente.

Em 1998, ele foi julgado novamente, e novamente condenado. Neste julgamento, as principais testemunhas já estavam mortas, mas tiveram seus depoimentos lidos no tribunal pela acusação, sem objeção dos advogados de defesa.

Em 2008, um juiz federal ordenou que essa segunda condenação também fosse derrubada e que Woodfox fosse libertado.

Mas o Estado da Louisiana apelou contra essa decisão, e o caso está agora em um tribunal federal de apelações, o 5º US Circuit Court of Appeals.

O procurador-geral da Louisiana, Jamed ‘Buddy’ Caldwell, rebate a afirmação de que Woodfox não teve acesso a aconselhamento legal eficiente nos julgamentos anteriores.

Para Caldwell, os advogados de Woodfox não foram ineficientes, eles simplesmente não tiveram sucesso.

Na época da apelação, Caldwell declarou que Woodfox é um homem ‘muito perigoso’ e lembrou que havia três testemunhas oculares do crime. Disse ainda que, se houvesse algo errado com o processo, seria o primeiro a deixar que Woodfox e Wallace fossem libertados.

Panteras Negras
Dos “Três de Angola”, Woodfox é o único que permanece na prisão. King foi libertado em 2001, após 29 anos em confinamento solitário e depois de ter sua condenação derrubada.

Wallace, condenado em 1974 em um julgamento separado do de Woodfox, foi libertado no ano passado, aos 71 anos de idade, depois que um tribunal federal decidiu que seu julgamento havia sido injusto.

Ele morrreu de câncer no fígado apenas três dias após sua libertação, depois de passar 41 anos em confinamento solitário.

Muitos acreditam que o fato de os três integrarem os Panteras Negras teve influência na decisão de mantê-los na solitária por tanto tempo.

“Acho que o único motivo para manter Woodfox na solitária é a punição por participar dos Panteras Negras”, disse à BBC Brasil Jules Lobel, professor de Direito da Universidade de Pittsburgh.

“Não acho que exista nenhuma justificativa relacionada a segurança”, afirmou Lobel, que preside o Center for Constitutional Rights, organização de defesa dos direitos constitucionais com sede em Nova York.

O procurador-geral da Louisiana nega esse tipo de alegação. Caldwell já afirmou, inclusive, que o tipo de confinamento a que os três foram submetidos não pode ser caracterizado como “solitário” já que, apesar de ficarem sozinhos em suas celas, eles conseguiriam se comunicar com outros prisioneiros.

Para Lobel, a natureza do sistema de Justiça Criminal nos Estados Unidos, baseado em classe e raça, tem influência no grande número de julgamentos com falhas no país.

“Há muitos inocentes nas prisões dos Estados Unidos”, afirma.

“Se você é rico e pode contratar um bom advogado, tem muito mais chance de não ser condenado. Mas se é pobre e não tem acesso a uma boa defesa, acaba atropelado (pelo sistema).”

Justiça
Segundo a Anistia Internacional, Woodfox é atualmente a pessoa ainda presa em confinamento solitário a ficar mais tempo nessa condição.

“Saber que eles estiveram lá (na solitária) por todos esses anos simplesmente parte meu coração”, diz a viúva do agente penitenciário morto.

“Passar esse tempo todo, especialmente sabendo que você não fez nada para merecer isso. Não consigo nem imaginar”, afirma Teenie.

Ela diz pensar que o Estado continua insistindo em manter Woodfox na prisão porque “precisam culpar alguém, e acham que estão fazendo Justiça”.

No entanto, diz acreditar que ela e sua família não receberam Justiça, já que crê que os verdadeiros assassinos de seu marido não foram punidos.

“Na verdade, é uma injustiça o que estão fazendo. Acho que precisa acabar”, diz.

Fonte G1

 
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Publicado por em 21 de março de 2014 em Brasil

 

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Hacker que teria causado prejuízo de US$ 4 bilhões é preso

A polícia tailandesa prendeu na terça-feira (18) Farid Essebar, um homem de 27 anos, suspeito de causar prejuízos de US$ 4 bilhões (R$ 9 bilhões) na Europa em 2011 com ataques a sistemas bancários.

A investigação levou dois anos e foi realizada em conjunto com autoridades na Suíça, que informaram o governo tailandês sobre a presença de quatro membros do grupo de hackers no país. A Suíça, contudo, não confirmou o valor do prejuízo avaliado em US$ 4 bilhões.

Essebar é marroquino e possui cidadania russa. Ele foi preso em 2005 acusado de programar o vírus Zotob que atacava sistemas com Windows 2000. O vírus foi disseminado apenas quatro dias após a Microsoft corrigir a falha. Com isso, muitas empresas não tiveram tempo de aplicar a atualização e foram atacadas. As vítimas incluíram órgãos de imprensa como a agência “Associated Press”, o “New York Times” e a “CNN”. Essebar, que tinha 18 anos, foi sentenciado a dois anos de prisão, mas a pena foi reduzida pela metade.

O hacker deve ser extraditado dentro de 90 dias “de acordo com o acordo de extradição”, segundo as autoridades na Tailândia. Ele deverá responder acusações envolvendo a invasão a sistemas bancários na Suíça.

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Publicado por em 20 de março de 2014 em Tecnologia

 

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Hacker que teria causado prejuízo de US$ 4 bilhões é preso

A polícia tailandesa prendeu na terça-feira (18) Farid Essebar, um homem de 27 anos, suspeito de causar prejuízos de US$ 4 bilhões (R$ 9 bilhões) na Europa em 2011 com ataques a sistemas bancários.

A investigação levou dois anos e foi realizada em conjunto com autoridades na Suíça, que informaram o governo tailandês sobre a presença de quatro membros do grupo de hackers no país. A Suíça, contudo, não confirmou o valor do prejuízo avaliado em US$ 4 bilhões.

Essebar é marroquino e possui cidadania russa. Ele foi preso em 2005 acusado de programar o vírus Zotob que atacava sistemas com Windows 2000. O vírus foi disseminado apenas quatro dias após a Microsoft corrigir a falha. Com isso, muitas empresas não tiveram tempo de aplicar a atualização e foram atacadas. As vítimas incluíram órgãos de imprensa como a agência “Associated Press”, o “New York Times” e a “CNN”. Essebar, que tinha 18 anos, foi sentenciado a dois anos de prisão, mas a pena foi reduzida pela metade.

O hacker deve ser extraditado dentro de 90 dias “de acordo com o acordo de extradição”, segundo as autoridades na Tailândia. Ele deverá responder acusações envolvendo a invasão a sistemas bancários na Suíça.

Fonte G1

 
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Publicado por em 19 de março de 2014 em Brasil

 

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Ladrão é preso ao roubar R$ 25 mil em joias para presentear namorada

Ivan Robledo-Padilla roubou mais de R$ 25 em joias para comprar presentes para a namorada (Foto: Divulgação/Palm Beach County Jail)Ivan Robledo-Padilla roubou mais de R$ 25 em joias
para comprar presentes para a namorada nos EUA
(Foto: Divulgação/Palm Beach County Jail)

Um jovem de 18 anos foi preso em Wellington, no estado da Flórida (EUA), após roubar mais de US$ 11 mil em joias (cerca de R$ 25 mil) de uma casa, tudo para que pudesse comprar presentes para sua namorada.

Ivan Robledo-Padilla invadiu a casa onde sua mãe trabalha e conseguiu remover as joias de um cofre, incluindo um relógio Rolex de US$ 7 mil (R$ 16 mil), de acordo com o jornal “South Florida Sun-Sentinel”.

No entanto, as vítimas notaram rapidamente o crime e chamaram a polícia, que conseguiu encontrar Ivan e recuperar parte dos itens, a partir dos números de série das joias.

O americano tinha a intenção de comprar presentes para sua namorada, porém, Robledo-Padilla teria conseguido apenas US$ 750 (R$ 1.700) ao negociar o relógio roubado.

Levado para a cadeia do condado de Palm Beach, o jovem foi acusado de apropriação indébita, venda ilegal de bens, invasão à residência, entre outros crimes. A fiança de Ivan foi estabelecida em R$ 63 mil.

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Publicado por em 15 de março de 2014 em Tecnologia

 

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Ladrão é preso ao postar foto com submetralhadora no Facebook

Um ladrão de bancos do estado de Michigan, nos EUA, foi preso após postar fotos em seu perfil no Facebook mostrando uma metralhadora, utilizada em um dos três assaltos cometidos a instituições financeiras.

Em um período de 8 dias, Jules Bahler, de 21 anos, cometeu três assaltos a banco, e roubou mais de US$ 15 mil dos locais, de acordo com o site “The Smoking Gun”. No último crime em 5/3, o americano entrou no banco segurando uma submetralhadora, e conseguiu fugir levando dinheiro.

Jules Bahler foi preso após postar fotos em seu Facebook mostrando uma submetralhadora usada em um assalto a banco (Foto: Reprodução/Facebook/Jules Bahler e Divulgação/Oakland County Sheriff’s Office)Jules Bahler foi preso após postar fotos em seu Facebook mostrando uma submetralhadora usada em um assalto a banco (Foto: Reprodução/Facebook/Jules Bahler e Divulgação/Oakland County Sheriff’s Office)

No entanto, em seu perfil no Facebook, identificado como “King Romeo”, o jovem postou uma imagem no qual segura a arma em frente ao espelho, usando as mesmas roupas descritas pelos funcionários do banco no momento do assalto. Um dos amigos do rapaz até o alertou sobre a atitude, afirmando que “não deveria mostrar coisas assim [pois] a polícia está de olho”.

O conselho se mostrou verdadeiro, já que era dito por um dos membros do “King Machette”, a mesma gangue da qual Bahler fazia parte. Os oficiais passaram a vigiar a casa de Jules imediatamente e, ao pará-lo no trânsito, a mesma metralhadora foi encontrada no carro.

Ao ser detido, o americano confessou os crimes, e foi acusado pelos roubos a banco e por porte ilegal de arma para cometer crime violento.

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Publicado por em 13 de março de 2014 em Tecnologia

 

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Homem fica 2 dias preso em bueiro ao procurar nota de US$ 20 nos EUA

Homem ficou dois dias preso em galeria de drenagem ao procurar nota de US$ 20 em bueiro (Foto: Robert Lawton/Wikimedia Commons)Homem ficou 2 dias preso em galeria de drenagem
ao procurar nota de US$ 20 em bueiro nos EUA
(Foto ilustrativa: Robert Lawton/Wikimedia
Commons)

Um homem de Lawton, no estado de Oklahoma (EUA), ficou preso dois dias nas galerias subterrâneas de drenagem de chuva, após tentar recuperar uma nota de US$ 20 que havia perdido em um bueiro.

O americano, que não foi identificado, retirou uma tampa de bueiro ao perder o dinheiro e entrou nas tubulações, desesperado para recuperar a nota, de acordo com a emissora “KSWO”.

Durante a busca, o homem acabou batendo a cabeça e ficou desorientado, e não conseguiu encontrar o caminho de volta. A polícia informou que ele só foi resgatado dois dias depois, quando crianças a caminho da escola ouviram seus pedidos de socorro.

Os oficiais ficaram impressionados ao encontrarem o homem, que estava em uma tubulação escura com um galo na cabeça, e concluíram que ele estava ali há pelo menos dois dias. O americano não tinha ideia de quanto tempo havia passado.

Infelizmente, o homem não encontrou a nota perdida.

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Publicado por em 11 de março de 2014 em Tecnologia

 

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