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Presidente palestino quer retomar negociações de paz com Israel

O presidente da Autoridade Palestina, Mahmud Abbas, discursa neste sábado (26) em Ramallah, na Cisjordânia. (Foto: Ronald Zak/AP)O presidente da Autoridade Palestina Mahmud Abbas (Foto: Ronald Zak/AP)

O presidente palestino Mahmud Abbas declarou nesta terça-feira (29) que está pronto para prosseguir com as negociações de paz com Israel, desde que aconteça prioritariamente uma discussão sobre a questão das fronteiras.

‘Desde a criação de Israel ninguém conhece as fronteiras. Estamos determinados a definir as nossas fronteiras e as deles, sem o que não haverá paz’, declarou Abbas durante um discurso em Ramallah, na Cisjordânia, no último dia do prazo de nove meses estabelecido para as negociações.

‘Se quisermos prolongar as negociações, deverá haver uma libertação dos prisioneiros, e nós iremos às negociações com base na paralisação da colonização e com a discussão sobre os mapas e as fronteiras durante três meses, período durante o qual o conjunto da colonização deverá parar’, afirmou Abbas durante uma reunião sobre a criação de um fundo para Jerusalém.

As negociações de paz foram suspensas em 24 de abril pelo governo do primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu, no dia seguinte a um acordo de reconciliação entre a Organização de Libertação da Palestina (OLP) de Abbas e o Hamas, no poder em Gaza, que não reconhece Israel.

Este acordo, que retoma os termos dos acordos de reconciliação assinados nos últimos três anos, prevê a formação de um governo de transição de consenso formado por personalidades independentes, sem mandato político.

Para retomar as negociações, Netanyahu exigiu que o Hamas reconhecesse Israel ou que Abbas renunciasse à reconciliação.

Neste contexto, o exército israelense destruiu nesta terça-feira vários edifícios palestinos, entre eles uma mesquita, que haviam sido construídos sem sua autorização em um povoado do norte da Cisjordânia ocupada.

‘Os militares vieram e destruíram uma pequena mesquita e três casas, afirmando que haviam sido construídas na zona C sem permissão’, declarou à AFP Ayman Bani Fadel, o prefeito de Khirbet Tawil, perto de Naplusa, refirindo-se aos 60% da Cisjordânia sob controle total israelense.

Um porta-voz militar israelense confirmou em um comunicado que ‘oito edifícios, entre eles uma mesquita, foram destruídos’ em Khirbet Tawil.

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Publicado por em 29 de abril de 2014 em Brasil

 

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Presidente turco denuncia bloqueio do Twitter pelo governo

O presidente turco, Abdullah Gul, enviou nesta sexta-feira (21) uma mensagem no Twitter denunciando o bloqueio durante a noite desta rede social por parte do governo islamita conservador do primeiro-ministro, Recep Tayip Erdogan, atingido por um escândalo de corrupção.

“Não podemos aprovar um bloqueio total de uma plataforma de redes sociais (…) Espero que esta situação não dure muito tempo”, escreveu o presidente.

A Turquia bloqueou, na noite de quinta-feira (20), o acesso ao Twitter, algumas horas após Erdogan ameaçar proibir a rede social, havia informado o jornal local Hurriyet.

“Nós vamos bloquear o Twitter. Não estou nem aí para o que a comunidade internacional vai dizer”, afirmou Erdogan diante de milhares de simpatizantes durante um comício realizado a 10 dias das eleições municipais, previstas para o próximo dia 30 de março.

“Eles verão a força da Turquia”, provocou.

O Twitter reagiu imediatamente e explicou que os turcos podem driblar o bloqueio enviando mensagens através de seus smartphones.

“Usuários da Turquia podem enviar tweets usando os SMS. Avea e Vodafone texto Start para 2444. Turkcell texto Start ao 2555”, publicou nesta quinta-feira a rede social em turco e em inglês no perfil oficial de sua equipe de política pública global (@policy).

Em Bruxelas, a comissária europeia para Novas Tecnologias, Neelie Kroes, afirmou que a “proibição do Twitter na Turquia não tem fundamento, é inútil e covarde”, e tanto o povo turco quanto a comunidade internacional a verão como “censura”.

Há três semanas, Erdogan virou alvo de investigações após a divulgação, nas redes sociais, de gravações de conversas telefônicas grampeadas.

As escutas, que o chefe do governo havia inicialmente classificado de ‘montagens’, antes de reconhecer a veracidade de algumas, provocaram a ira da oposição e causaram diversas manifestações nas maiores cidades do país, todas pedindo sua renúncia.

A partir de meados de dezembro, o premiê, que governa a Turquia desde 2002, está envolvido em escândalos de corrupção relacionados a desvios de dinheiro.

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Publicado por em 26 de março de 2014 em Tecnologia

 

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Presidente de Belarus reconhece incorporação da Crimeia à Rússia

Presidente de Belarus Alexander Lukashenko fala em coletiva de imprensa durante eleições legislativas neste domingo (23) (Foto: Reuters)Presidente de Belarus, Aleksandr Lukashenko
(Foto: Reuters)

O presidente de Belarus, Aleksandr Lukashenko, afirmou neste domingo (23) que seu país reconhece “de fato” a incorporação da Crimeia à Rússia, mas ressaltou que não tem a obrigação de fazê-lo formalmente.

“Hoje a Crimeia é parte do território da Rússia. Reconhecê-lo ou não, nada vai mudar. Ninguém nos exige reconhecer ou não apoiar sua entrada na Rússia”, disse o líder bielorrusso em entrevista coletiva na capital Minsk.

Lukashenko afirmou que, em sua opinião, a situação da Crimeia “vai se desenvolver de fato” e que Belarus vai continuar apoiando a política da Rússia.

“Estamos unidos à Rússia por meio de acordos. Estaremos com a Rússia, e é um tema sobre o qual é preciso deixar de especular. Desenvolveremos uma política ponderada, mas, quando for necessário, nos colocaremos sempre junto da Rússia. Disse isso a (o presidente russo, Vladimir) Putin”, ressaltou.

Lukashenko responsabilizou as novas autoridades da Ucrânia por terem provocado os crimeanos para que expressassem por meio de uma consulta popular seu desejo de independência e posterior adesão à Rússia.

“Dizem que a Rússia tomou a Crimeia. Pois a culpa é dos políticos. A Rússia viu o que acontecia. Há 2,5 milhões de russos na Crimeia, e a Rússia interveio. Mas o motivo e a causa foram dados pelas autoridades” da Ucrânia, argumentou.

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, promulgou na sexta-feira a incorporação da República da Crimeia e o porto de Sebastopol à Rússia e deu por encerrado este processo, apesar do vendaval de críticas da comunidade internacional e dos protestos da Ucrânia, que tacham de anexação a união da península à federação russa.

Fonte G1

 
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Publicado por em 24 de março de 2014 em Brasil

 

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Presidente chinês faz 1ª viagem à Europa em plena crise da Crimeia

O presidente chinês, Xi Jinping, chegou neste sábado (22) à Holanda em sua primeira visita oficial à Europa, em plena crise diplomática após a anexação da Crimeia pela Rússia.

Presidente chinês, Xi Jinping, e a mulher Peng Liyuan na chegada em Amsterdã (Foto: Peter De Jong/AFP)Presidente chinês, Xi Jinping, e a mulher Peng Liyuan na chegada em Amsterdã (Foto: Peter De Jong/AFP)

Xi, no poder há pouco mais de um ano, chegou pouco depois do meio-dia (8h de Brasília) ao aeroporto de Amsterdã, onde foi recebido pelo rei Willem-Alexander e por sua esposa, a argentina Máxima.

O mandatário chinês está acompanhado de sua esposa, a popular cantora e general do Exército Peng Liyuan, e de cerca de 200 empresários, que participarão de um fórum econômico sino-holandês no domingo.

A chegada do líder chinês acontece às vésperas de uma reunião do G7, na segunda-feira. No encontro do seleto grupo dos sete grandes países industrializados -Reino Unido, França, Canadá, Alemanha, Japão e Estados Unidos- serão discutidas novas sanções contra a Rússia pela anexação da Crimeia, em meio à maior crise na Europa desde a Guerra Fria.

Pequim, que mostrou uma indulgente neutralidade com Moscou, absteve-se no sábado passado durante a votação de uma resolução do Conselho de Segurança da ONU condenando o referendo da Crimeia. O documento contou com o apoio do restante dos países e recebeu o veto da Rússia.

O presidente Xi Jinping terá que defender essa posição diante de seu homólogo americano, Barack Obama, com quem deve se reunir, aproveitando a Cúpula sobre Segurança Nuclear (NSS, segundo suas siglas em inglês).

Esta cúpula, que será realizada na segunda e na terça-feira em Haia por iniciativa de Obama, vai reunir cerca de 50 líderes de todo mundo para analisar as formas de evitar atentados terroristas nucleares.

Obama quer deixar como legado a segurança nuclear. Em 2009, afirmou que o terrorismo nuclear é a “ameaça mais imediata e extrema para a segurança mundial”.

Xi Jinping também deve falar da crise na Ucrânia durante seus encontros com a chanceler alemã, Angela Merkel, e com o presidente francês, François Hollande.

A Ucrânia é um assunto difícil para a China. O governo de Pequim está dividido entre sua defesa tradicional da integridade territorial e sua solidariedade a Moscou, considerado um aliado contra Washington.

Vários assuntos, em particular as acusações de ciberespionagem, deixam Estados Unidos e China em lados opostos.

Apesar disso, os especialistas não esperam que Xi vá fazer grandes declarações sobre a situação na ex-república soviética.

O mandatário chinês deve visitar a França na terça à noite em ocasião do 50º aniversário do reconhecimento da China Popular pelo general De Gaulle. Na sexta, irá a Berlim e, no domingo seguinte, a Bruxelas, onde fará uma visita de dois dias.

No dia 1º de abril, ele realizará a primeira visita de um presidente chinês às instituições europeias em Bruxelas, capital da União Europeia, maior sócio comercial da China.

As autoridades chinesas anunciaram na sexta-feira seu desejo de encerrar uma investigação antidumping contra exportadores europeus de vinho, depois do acordo alcançado entre organizações profissionais vitícolas da China e da União Europeia.

Fonte G1

 
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Publicado por em 24 de março de 2014 em Brasil

 

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Presidente turco denuncia bloqueio do Twitter pelo governo

O presidente turco, Abdullah Gul, enviou nesta sexta-feira (21) uma mensagem no Twitter denunciando o bloqueio durante a noite desta rede social por parte do governo islamita conservador do primeiro-ministro, Recep Tayip Erdogan, atingido por um escândalo de corrupção.

“Não podemos aprovar um bloqueio total de uma plataforma de redes sociais (…) Espero que esta situação não dure muito tempo”, escreveu o presidente.

A Turquia bloqueou, na noite de quinta-feira (20), o acesso ao Twitter, algumas horas após Erdogan ameaçar proibir a rede social, havia informado o jornal local Hurriyet.

“Nós vamos bloquear o Twitter. Não estou nem aí para o que a comunidade internacional vai dizer”, afirmou Erdogan diante de milhares de simpatizantes durante um comício realizado a 10 dias das eleições municipais, previstas para o próximo dia 30 de março.

“Eles verão a força da Turquia”, provocou.

O Twitter reagiu imediatamente e explicou que os turcos podem driblar o bloqueio enviando mensagens através de seus smartphones.

“Usuários da Turquia podem enviar tweets usando os SMS. Avea e Vodafone texto Start para 2444. Turkcell texto Start ao 2555”, publicou nesta quinta-feira a rede social em turco e em inglês no perfil oficial de sua equipe de política pública global (@policy).

Em Bruxelas, a comissária europeia para Novas Tecnologias, Neelie Kroes, afirmou que a “proibição do Twitter na Turquia não tem fundamento, é inútil e covarde”, e tanto o povo turco quanto a comunidade internacional a verão como “censura”.

Há três semanas, Erdogan virou alvo de investigações após a divulgação, nas redes sociais, de gravações de conversas telefônicas grampeadas.

As escutas, que o chefe do governo havia inicialmente classificado de ‘montagens’, antes de reconhecer a veracidade de algumas, provocaram a ira da oposição e causaram diversas manifestações nas maiores cidades do país, todas pedindo sua renúncia.

A partir de meados de dezembro, o premiê, que governa a Turquia desde 2002, está envolvido em escândalos de corrupção relacionados a desvios de dinheiro.

Fonte G1

 
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Publicado por em 21 de março de 2014 em Brasil

 

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Presidente turco denuncia bloqueio do Twitter pelo governo

O presidente turco, Abdullah Gul, enviou nesta sexta-feira (21) uma mensagem no Twitter denunciando o bloqueio durante a noite desta rede social por parte do governo islamita conservador do primeiro-ministro, Recep Tayip Erdogan, atingido por um escândalo de corrupção.

“Não podemos aprovar um bloqueio total de uma plataforma de redes sociais (…) Espero que esta situação não dure muito tempo”, escreveu o presidente.

A Turquia bloqueou, na noite de quinta-feira (20), o acesso ao Twitter, algumas horas após Erdogan ameaçar proibir a rede social, havia informado o jornal local Hurriyet.

“Nós vamos bloquear o Twitter. Não estou nem aí para o que a comunidade internacional vai dizer”, afirmou Erdogan diante de milhares de simpatizantes durante um comício realizado a 10 dias das eleições municipais, previstas para o próximo dia 30 de março.

“Eles verão a força da Turquia”, provocou.

O Twitter reagiu imediatamente e explicou que os turcos podem driblar o bloqueio enviando mensagens através de seus smartphones.

“Usuários da Turquia podem enviar tweets usando os SMS. Avea e Vodafone texto Start para 2444. Turkcell texto Start ao 2555”, publicou nesta quinta-feira a rede social em turco e em inglês no perfil oficial de sua equipe de política pública global (@policy).

Em Bruxelas, a comissária europeia para Novas Tecnologias, Neelie Kroes, afirmou que a “proibição do Twitter na Turquia não tem fundamento, é inútil e covarde”, e tanto o povo turco quanto a comunidade internacional a verão como “censura”.

Há três semanas, Erdogan virou alvo de investigações após a divulgação, nas redes sociais, de gravações de conversas telefônicas grampeadas.

As escutas, que o chefe do governo havia inicialmente classificado de ‘montagens’, antes de reconhecer a veracidade de algumas, provocaram a ira da oposição e causaram diversas manifestações nas maiores cidades do país, todas pedindo sua renúncia.

A partir de meados de dezembro, o premiê, que governa a Turquia desde 2002, está envolvido em escândalos de corrupção relacionados a desvios de dinheiro.

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Publicado por em 21 de março de 2014 em Tecnologia

 

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Presidente do Irã diz que país não abandonará tecnologia nuclear

O Irã não irá abrir mão do controle da tecnologia nuclear, incluindo do enriquecimento de urânio, declarou nesta quarta-feira (19) o presidente Hassan Rohani, em resposta a senadores americanos que afirmam que o Irã não tem nenhum direito inerente ao enriquecimento.

“O Irã faz e continuará a fazer parte dos países que dominam a tecnologia nuclear, incluindo o enriquecimento de urânio. Ninguém deve duvidar. Alguns países e os americanos podem dizer o que quiserem”, disse o presidente Rohani durante o Conselho de Ministros, de acordo com a agência IRNA.

Na terça-feira, 83 senadores de um total de 100 escreveram ao presidente Barack Obama para expressar suas condições a qualquer acordo definitivo sobre a questão nuclear iraniana.

Eles argumentam que o Irã “não tem nenhum direito inerente ao enriquecimento de urânio em virtude do Tratado de não proliferação nuclear”.

Os senadores pedem o desligamento do reator de água pesada de Arak, capaz de produzir plutônio teoricamente utilizável para a fabricação de armas atômicas, e a realização de inspeções “longas e intrusivas”.

O Irã e o grupo 5+1 (Estados Unidos, França, Reino Unido, Rússia, China e Alemanha) estão reunidos em Viena para negociar um acordo global, que visa garantir a natureza pacífica do programa nuclear de Teerã.

Israel e o Ocidente suspeitam que o Irã busca desenvolver armas nucleares sob o disfarce de seu programa nuclear civil, o que Teerã nega veementemente.

Um primeiro acordo de seis meses, que entrou em vigor em janeiro, levou ao levantamento de algumas sanções ocidentais em troca da paralisação de determinadas atividades nucleares sensíveis.

Embora tenha recusado comprometer o seu programa nuclear, Rohani declarou que o Irã está pronto para ser mais transparente sobre o seu programa.

“Nós não queremos criar ansiedade entre os outros” sobre o programa nuclear, disse, garantindo ser possível chegar a um acordo “em seis meses”.

Fonte G1

 
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Publicado por em 20 de março de 2014 em Brasil

 

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