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Vendedor atrai clientes ao defender preservação ambiental em Maceió

Higienização da areia, placas que incentivam a preservação da natureza e lixeirinhas são alguns dos atrativos utilizados por um empreendedor, na orla de Maceió, que há seis anos busca despertar nos banhistas a importância da preservação ambiental. E essa preocupação com o meio ambiente tem atraído cada vez mais clientes.

Seis horas e Hozana trabalham juntos na praia de Ponta Verde. (Foto: Jonathan Lins/G1)Seis horas e Hozana trabalham juntos na praia de Ponta Verde. (Foto: Jonathan Lins/G1)

Erisvaldo Nascimento, conhecido como “Seis Horas”, e sua esposa Hozana de Lima, proporcionam atendimento diferenciado aos seus clientes. “A prioridade é apenas uma, atender da melhor forma o visitante. É lamentável quando uma pessoa planeja se divertir e relaxar e, infelizmente, acaba tendo uma má experiência, seja com a sujeira ou com o atendimento”, explica Seis Horas.

A área onde o empresário trabalha, diferente de outras regiões do litoral, é bem limpa. “Qualquer bituca de cigarro ou papelzinho já me deixa mal. Fui criado com esse costume de manter tudo limpo e hoje faço uso disso no meu trabalho”, falou.

Seis Horas confeccionou plaquinhas com frases como “Lixo e praia não combinam” ou “Não jogue filtros de cigarro na areia”. “Cada placa tem uma frase diferente, mas a mensagem é uma só: não sujar o meio ambiente”, fala. Em uma das placas, o empresário mostra o tempo de decomposição de alguns materiais na natureza.

Placas são colocadas na areia para estimular o cuidado com a natureza (Foto: Jonathan Lins/G1)Placas são colocadas na areia para estimular o cuidado com a natureza (Foto: Jonathan Lins/G1)

O comerciante, que é baiano, mas vive há anos em Alagoas, começa logo cedo. Às 6h, quando chega em seu local de trabalho, na praia de Pajuçara, ele começa o trabalho de limpeza da areia. “Molho toda a área, o que revela pequenos resíduos deixados durante a noite e elimina impurezas como fezes de pombos”, explica.

Seis Horas também separa o lixo para a coleta seletiva e, mesmo o que não pode ser reaproveitado, também é recolhido. “Se todos fizessem o mínimo, a praia seria o melhor para todos, tanto para o meio ambiente como para os visitantes”, completa.

Para o empresário Alex Portela, o atendimento oferecido por “Seis Horas” torna a experiência de ir à praia mais agradável. “Eu e meus amigos já temos destino certo. Só quem vai para outro lugar é quem não o conhece”, revela.

Placas são facilmente visualizadas por quem visita a praia. (Foto: Jonathan Lins/G1)Placas são facilmente visualizadas por quem visita a praia. (Foto: Jonathan Lins/G1)

Fonte G1

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Publicado por em 18 de março de 2014 em Tecnologia

 

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GPS em leopardo-das-neves pode ajudar na preservação da espécie

Imagem de leopardo-da-neve feito em montanha do Afeganistão em agosto de 2009. População foi encontrada por ONG em região do país que não foi atingida por guerra. (Foto: AP)Imagem de leopardo-das-neves feita em montanha do Afeganistão em agosto de 2009. Espécie é considerada ameaçada de extinção (Foto: AP)

A implantação de um colar com GPS em um exemplar de leopardo-das-neves que vive no Nepal pode ajudar ambientalistas a descobrir uma maneira de proteger a espécie, que está ameaçada de extinção. Estima-se que há cerca de seis mil exemplares deste animal no mundo. Desse total, entre 400 e 500 estão no Nepal, um dos países da Ásia que abriga populações do felino de pele branca com manchas pretas.

“Tudo o que sabemos do leopardo-das-neves nos Himalaias está baseado em suposições”, disse Maheshwar Dhakal, ecologista do Departamento de Parques Nacionais e Conservação do Ministério de Conservação de Florestas e do Solo. “Mas com o colar localizador em um animal podemos obter dados científicos que nos ajudarão a desenvolver políticas para protegê-los”, explicou o ambientalista.

O leopardo-das-neves vive a uma altitude entre 4 mil e 4.900 metros no norte do Nepal. Em 25 de novembro do ano passado, um exemplar foi capturado e batizado de Ghanjenjunga, em homenagem a uma divindade local.

Para capturá-lo foram distribuídas 16 armadilhas especiais elaboradas nos Estados Unidos e monitoradas através de rádios por um grupo de biólogos, veterinários e técnicos. A ação contou com a ajuda do WWF. “Começamos colocando armadilhas em 13 de novembro com a esperança de capturar um leopardo’, disse Narendra Man Babu Pradhan, da ONG WWF.

“Em 25 de novembro às 6h da manhã recebemos um sinal em nosso campo que indicou que tínhamos capturado um animal”, afirmou. Um dos membros da equipe foi até o local da armadilha e confirmou a captura.

O leopardo, de 40 quilos e 193 centímetros, foi tranquilizado com um dardo, um trabalho árduo por causa do forte vento, o que dificultou a ação do atirador para acertar o pescoço ou a coxa a uma distância de oito metros. “Uma hora depois, liberamos o animal com o colar com GPS colocado”, disse a coordenadora do WWF.

Como funciona?
A cada quatro horas, o colar transmite para dois computadores em Katmandu dados como a posição, a temperatura do lugar onde se encontra, a altitude e os movimentos do corpo. “Com estas informações do leopardo branco podemos saber sua categoria de movimentos e quais são seus hábitos de caça”, afirmou o ecologista Dhakal.

“Isto nos ajudará a desenvolver políticas com as quais poderemos criar condições para seu desenvolvimento, como a arborização e plantio de mudas que farão com que haja mais presas”, acrescentou.

O leopardo percorreu uma área de 80 quilômetros no mês em que esteve com o GPS. De acordo com Narendra, a colocação do colar já foi realizada em outros países onde há exemplares do animal, como Mongólia e Paquistão, mas esta é a primeira vez em que é realizada nos Himalaias. O colar foi desenvolvido para se soltar do animal em 2015.

“Precisamos monitorar o leopardo por um ano inteiro para obter a informação de um ciclo”, disse Narendra. “Temos planos para colocar GPS em mais três animais em 2014”, acrescentou. Apesar do GPS, os dados terão que ser verificados com estudos no terreno.

A conservação do leopardo-das-neves é feita com a comunidade local e com “cidadãos cientistas” da região que são treinados desde 2007.

Fonte G1

 
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Publicado por em 22 de janeiro de 2014 em Brasil

 

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GPS em leopardo-das-neves pode ajudar na preservação da espécie

Imagem de leopardo-da-neve feito em montanha do Afeganistão em agosto de 2009. População foi encontrada por ONG em região do país que não foi atingida por guerra. (Foto: AP)Imagem de leopardo-das-neves feita em montanha do Afeganistão em agosto de 2009. Espécie é considerada ameaçada de extinção (Foto: AP)

A implantação de um colar com GPS em um exemplar de leopardo-das-neves que vive no Nepal pode ajudar ambientalistas a descobrir uma maneira de proteger a espécie, que está ameaçada de extinção. Estima-se que há cerca de seis mil exemplares deste animal no mundo. Desse total, entre 400 e 500 estão no Nepal, um dos países da Ásia que abriga populações do felino de pele branca com manchas pretas.

“Tudo o que sabemos do leopardo-das-neves nos Himalaias está baseado em suposições”, disse Maheshwar Dhakal, ecologista do Departamento de Parques Nacionais e Conservação do Ministério de Conservação de Florestas e do Solo. “Mas com o colar localizador em um animal podemos obter dados científicos que nos ajudarão a desenvolver políticas para protegê-los”, explicou o ambientalista.

O leopardo-das-neves vive a uma altitude entre 4 mil e 4.900 metros no norte do Nepal. Em 25 de novembro do ano passado, um exemplar foi capturado e batizado de Ghanjenjunga, em homenagem a uma divindade local.

Para capturá-lo foram distribuídas 16 armadilhas especiais elaboradas nos Estados Unidos e monitoradas através de rádios por um grupo de biólogos, veterinários e técnicos. A ação contou com a ajuda do WWF. “Começamos colocando armadilhas em 13 de novembro com a esperança de capturar um leopardo’, disse Narendra Man Babu Pradhan, da ONG WWF.

“Em 25 de novembro às 6h da manhã recebemos um sinal em nosso campo que indicou que tínhamos capturado um animal”, afirmou. Um dos membros da equipe foi até o local da armadilha e confirmou a captura.

O leopardo, de 40 quilos e 193 centímetros, foi tranquilizado com um dardo, um trabalho árduo por causa do forte vento, o que dificultou a ação do atirador para acertar o pescoço ou a coxa a uma distância de oito metros. “Uma hora depois, liberamos o animal com o colar com GPS colocado”, disse a coordenadora do WWF.

Como funciona?
A cada quatro horas, o colar transmite para dois computadores em Katmandu dados como a posição, a temperatura do lugar onde se encontra, a altitude e os movimentos do corpo. “Com estas informações do leopardo branco podemos saber sua categoria de movimentos e quais são seus hábitos de caça”, afirmou o ecologista Dhakal.

“Isto nos ajudará a desenvolver políticas com as quais poderemos criar condições para seu desenvolvimento, como a arborização e plantio de mudas que farão com que haja mais presas”, acrescentou.

O leopardo percorreu uma área de 80 quilômetros no mês em que esteve com o GPS. De acordo com Narendra, a colocação do colar já foi realizada em outros países onde há exemplares do animal, como Mongólia e Paquistão, mas esta é a primeira vez em que é realizada nos Himalaias. O colar foi desenvolvido para se soltar do animal em 2015.

“Precisamos monitorar o leopardo por um ano inteiro para obter a informação de um ciclo”, disse Narendra. “Temos planos para colocar GPS em mais três animais em 2014”, acrescentou. Apesar do GPS, os dados terão que ser verificados com estudos no terreno.

A conservação do leopardo-das-neves é feita com a comunidade local e com “cidadãos cientistas” da região que são treinados desde 2007.

Fonte G1

 
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Publicado por em 21 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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Projeto atua na preservação das lontras em Florianópolis desde 1986

Lontras são preservadas desde 1986 na Lagoa do Peri (Foto: Projeto Lontra/Divulgação)Lontras são preservadas desde 1986 na Lagoa do Peri (Foto: Projeto Lontra/Divulgação)

O Projeto Lontra busca a preservação da espécie Lontra longicaudis em Florianópolis e também no Pantanal do Mato Grosso do Sul. A base do projeto na capital catarinense é na Lagoa do Peri, no Sul da Ilha de Santa Catarina. No local são oferecidas atividades voltadas para o ensino e educação ambiental. O objetivo principal é a capacitação de multiplicadores de ações que visem a preservação das lontras, além de desenvolver estudos científicos sobre a espécie.

Entre seis e 11 lontras vivem na Lagoa do Peri (Foto: Projeto Lontra/Divulgação)Entre seis e 11 lontras vivem na Lagoa do Peri
(Foto: Projeto Lontra/Divulgação)

O gerente de Projetos e Pesquisa do Instituto Ekko Brasil, coordenador do projeto e oceanógrafo Carvalho Junior explica que na região da Lagoa do Peri existe uma população flutuante entre seis e 11 lontras.

“Elas saem para o mar por meio do canal que dá na Praia do Matadeiro. Em cativeiro temos seis filhotes órfãos, que servem para a visitação e também para pesquisa”. De acordo com o coordenador do projeto, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) não permite a soltura dos animais.

A lontra, segundo Carvalho Junior, é um mamífero semiaquático, carnívoro, que ocupa o topo da cadeia alimentar. As mães cuidam sozinhas dos filhotes, que podem permanecer com elas até um ano. O animal pode pesar um máximo de 20 quilos. Por ter um corpo alongado, flexível e musculoso, além de patas com membranas interdigitais, a lontra tem grande agilidade na água.

As ações do projeto, iniciado em 1986, abrangem a recuperação, conservação e ampliação do conhecimento técnico sobre as lontras e outros integrantes da família Mustelidae, além do Centro de Visitação e Educação Ambiental, trilhas educativas e realização de cursos de formação e capacitação comunitária.

As pesquisas realizadas pelo Instituto mostram que a lontra é responsável pela manutenção no estoque de peixes nos rios e também hospeda parasitas. “Se a população delas diminuir, é possível que estes parasitas migrem para os seres humanos”, explica Carvalho Junior.

Um dos grandes desafios do projeto é a conscientização dos pescadores, que matam as mães em retaliação. “Como elas precisam alimentar os filhotes, muitas vezes entram em viveiros de peixes ou pegam os das redes. Ai, muitos pescadores matam as lontras para evitar que isso aconteça. Em Florianópolis, felizmente, isso não acontece mais”, explica o oceanógrafo. Segundo ele, além disso, há casos de morte por veneno de rato, colocado em plantações próximas de rios, ataques de cachorros em unidades de conservação e também atropelamentos.

Projeto Lontra
Rua Euclides João Alves,
Lagoa do Peri, Sul da Ilha de SC
Visitação: das 8h às 10h e das 16h às 18h.
R$ 10

Fonte G1

 
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Publicado por em 16 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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Pelotão de adolescentes conscientiza sobre preservação ambiental no AM

Jovens integran o Projeto Pelotão Mirim Ambiental (Foto: Rosianne Couto/G1 AM)Jovens integran o Projeto Pelotão Mirim Ambiental (Foto: Rosianne Couto/G1 AM)

Adolescentes vão orientar a população de Manaus sobre a preservação ambiental. Nesta quinta-feira (3), a Polícia Militar formou um grupo de 40 jovens, com idades entre 12 e 17 anos,  para compor o Projeto Pelotão Mirim Ambiental – Consciência Limpa. Desde fevereiro deste ano, a equipe atua no Igarapé do 40, na Zona Sul da capital. A ação será implementada em outras áreas da cidade.

O projeto-piloto, que integra o Programa Formando Cidadão, é desenvolvido na Escola estadual Professor Nelson Alves Ferreira, localizada no bairro Betânia, Zona Sul. Segundo o coordenador do programa, coronel Yokoyama, a educação ambiental norteia as ações do Pelotão Mirim Ambiental. Além de cuidarem do local onde moram, os adolescentes têm aulas sobre conceitos de meio ambiente.

“Há a possibilidade de expandirmos o projeto para outras áreas. Hoje, a maioria dos jovens formados moram em torno do Igarapé do 40 e essa nova roupagem do local, com a chegada do Prosamim, é necessário que a gente faça um trabalho pioneiro no sentido de que a própria população que venha morar aqui tenha essa consciência ambiental”, destacou Yokoyama.

Durante a solenidade de formação, três alunos do projeto foram homenageados e apresentados como destaque da primeira turma do Pelotão Mirim. “Temos que ajudar as pessoas a terem consciência do que é correto, de usarem as lixeiras. Fico muito triste quando vejo que uma pessoa joga lixo no chão e a lixeira está próxima dela. O ambiente em que nós vivemos vai servir para outras pessoas futuramente”, frisou o estudante do 8º ano do Ensino Fundamental, Rafael Cristopher, de 14 anos.

De acordo com o coronel Yokoyama, a coordenação do projeto escolheu os alunos-destaques baseada em critérios, como assiduidade, disciplina, bom desempenho escolar e relacionamento familiar, a partir de relatos dos pais dos adolescentes.

A Rede Amazônica apoia o projeto. Segundo o diretor-presidente do grupo, jornalista Phelippe Daou, a inclusão dos jovens ao projeto influencia positivamente na relação familiar. “O jovem é um dos alicerces da família. Ele é pequeno hoje, mas amanhã ele é grande e vai formar a sua família consciente dos procedimentos do bem viver, do bem tratar e do bem fazer”, destacou.

Fonte G1

 
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Publicado por em 3 de outubro de 2013 em Tecnologia

 

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