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Governo de Kiev prepara plano para retirar ucranianos da Crimeia

O governo de Kiev aprovou nesta quarta-feira (19) um plano para evacuar, em caso de necessidade, os cidadãos ucranianos da Crimeia, a península que foi anexada ontem pela Rússia.

O ministro porta-voz do executivo ucraniano, Ostal Semerak, disse em entrevista coletiva que o plano foi preparado pelo governo e pelo Conselho de Segurança, órgão assessor adjunto, e adotado na reunião do Conselho de Ministros.

“Prevemos que esse processo possa ser realizado em larga escala”, declarou, enquanto especificou que se ordenou a todos os órgãos do poder executivo concluir os preparativos.

A Crimeia, um território do sul da Ucrânia com maioria de língua russa, proclamou sua independência após a mudança de poder em Kiev, e aprovou com 97% dos votos em um referendo no domingo sua incorporação à Rússia, denunciada pelas potências ocidentais.

O presidente Vladimir Putin assinou na terça-feira (18) o tratado através do qual este território integra a Federação da Rússia.

Fonte G1

 
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Publicado por em 20 de março de 2014 em Brasil

 

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Ucrânia diz que Rússia avança pelo leste e prepara invasão

A Ucrânia acusou neste sábado (15) “agentes do Kremlin” de fomentarem violência e mortes em cidades de idioma russo no país e pediu que a população não se levante ante às provocações, que seus novos líderes temem que sejam usadas para justificar uma invasão mais profunda, depois da tomada da Crimeia.O presidente em exercício da Ucrânia, Oleksander Turchinov, em um discurso no Parlamento, referiu-se às três mortes nos últimos dois dias em Donetsk e Kharkiv e disse que há um “perigo real” de uma invasão de forças russas pela fronteira leste da Ucrânia.

Falando a membros do partido do presidente deposto, que era pró-Moscou, Turchinov disse: “Vocês e nós sabemos quem está organizando os protestos populares no leste da Ucrânia –são os agentes do Kremlin que estão organizando e patrocinando os protestos, que estão provocando as mortes das pessoas.”

Dois homens, descritos pela polícia como manifestantes pró-Moscou, foram mortos a tiros em uma briga em Kharkiv na noite de sexta-feira. Um nacionalista ucraniano foi morto a facadas quando manifestantes pró-Rússiax e pró-Ucrânia entraram em confronto em Donetsk, na quinta-feira.

Turchinov encerrou a sessão parlamentar dizendo: “A situação é muito perigosa. Não estou exagerando. Há um risco real de ameaça de invasão do território da Ucrânia e nós iremos voltar a nos reunir na segunda-feira às 10h”, conforme registro da imprensa local.

Homem carrega a bandeira da Crimeia um dia antes do referendo em Simferopol, em um protesto pró-Rússia (Foto: Thomas Peter/Reuters)Homem carrega a bandeira da Crimeia um dia antes do referendo em Simferopol, em um protesto pró-Rússia (Foto: Thomas Peter/Reuters)

Referendo
Líderes pró-Rússia da Crimeia se preparavam neste sábado para um referendo que deve transferir o controle da península do Mar Negro da Ucrânia para Moscou, apesar da ameaça de sanções e as críticas por parte dos governos ocidentais.

O referendo, que o ocorrerá no domingo e é classificado como ilegal por Kiev, causou a pior crise entre Ocidente e Oriente depois do fim da Guerra Fria, e aumentou a tensão não apenas na Crimeia, mas também no leste da Ucrânia, onde duas pessoas morreram durante confrontos na sexta-feira.

As ruas da capital da Crimeia, Simferopol, estão calmas neste sábado, apesar da forte presença militar, anormal para uma cidade normalmente pacata.

O primeiro-ministro da Crimeia, Sergei Aksyonov, cuja eleição em uma sessão fechada no Parlamento nacional não é reconhecida por Kiev, afirmou que há segurança suficiente para garantir que a votação deste domingo ocorra calmamente.

“Acho que temos gente o suficiente: mais de 10 mil pessoas nas forças de autodefesa, mais de 5 mil em diferentes unidades do Ministério do Interior e os serviços de segurança da República da Crimeia”, afirmou o premiê.

Em Kiev, o Parlamento ucraniano aprovou a dissolução da assembleia regional da Crimeia, que organizou o referendo e apoia a anexação à Rússia.

Um líder nacionalista ucraniano do Congresso em Kiev disse que a assembleia da Crimeia precisa ser punida para impedir que haja mais movimentos separatistas no leste ucraniano, que tem o russo como idioma majoritário.

Aksyonov e Moscou não reconhecem que tropas russas tomaram o controle da Crimeia, e afirmam que milhares de homens armados não identificados e visíveis na península pertencem a grupos de “autodefesa”, criados para assegurar a estabilidade.

Mas os militares russos praticamente não esconderam a chegada de milhares de soldados, caminhões, veículos blindados e artilharia à Crimeia.

Homens mascarados que cercam as instalações militares ucranianas na Crimeia se identificaram como soldados russos.

Moscou paga para Kiev pelo uso do porto da cidade de Sebastopol, que serve como base para sua frota no Mar Negro. O acordo permite que a Rússia tenha até 25 mil soldados no local, mas não em território ucraniano.

O referendo ocorre após a queda do presidente pró-Moscou da Ucrânia, Viktor Yanukovich, no dia 22 de fevereiro, em meio a manifestações sobre a sua decisão de descartar um acordo com a Europa em prol de laços econômicos com a Rússia.

A maioria do eleitorado da Crimeia, formado por 1,5 milhão de pessoas, deve escolher se juntar à Rússia no referendo, refletindo a maioria étnica russa. Para muitos moradores, a escolha é tanto econômica quanto política.

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Fonte G1

 
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Publicado por em 15 de março de 2014 em Brasil

 

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Tailândia se prepara para eleições divida e sob forte tensão

Milhares de policiais tentarão garantir no domingo (2) a realização de eleições legislativas na Tailândia, que os opositores querem boicotar atacando os centros de votação para impedir uma vitória do partido no poder.

Os especialistas já advertiram que estas eleições têm poucas chances de colocar fim às diversas crises desta frágil democracia do sudeste asiático ou de apaziguar os inimigos da primeira-ministra, Yingluck Shinawatra, e de seu irmão Thaksin, ex-chefe de governo deposto por um golpe de Estado em 2006.

Manifestantes caminham pelas ruas de Bagcoc, na Tailândia, nesta quinta-feira (30). (Foto: Sakchai Lalit/AP)Manifestantes caminham pelas ruas de Bagcoc, na Tailândia, nesta quinta-feira (30). (Foto: Sakchai Lalit/AP)

Os opositores, nas ruas há três meses, temem que as eleições prolonguem a permanência do poder político da família Shinawatra, acusada de ter instaurado um sistema de corrupção generalizado em seu próprio benefício.

Uma nova vitória do partido Puea Thai parece certa, já que a principal organização opositora, o Partido Democrata, que não vence eleições legislativas há mais de 20 anos, decidiu boicotar as eleições.

“A Tailândia parece estar em um permanente estado de conflito e não vejo nenhum fim no horizonte”, comentou Sunai Phasuk, da ONG Human Rights Watch.

Os manifestantes, que ocupam os principais pontos da capital, querem substituir o governo por um conselho do povo não eleito.

Também acusam Yingluck de ser um fantoche de seu irmão, exilado para escapar de uma pena de prisão por fraude. Um projeto de lei de anistia que teria permitido seu retorno desencadeou a crise, no fim de outubro.

Na ausência dos democratas, 53 partidos se enfrentarão no domingo depois de uma campanha quase inexistente em meio a uma crise que deixou ao menos dez mortos.

Apesar do estado de urgência em vigor em Bangcoc, o líder dos manifestantes, Suthep Thaugsuban, pediu que seus partidários façam todo o possível para bloquear as eleições, como ocorreu no domingo passado durante a votação antecipada.

Cerca de 129 mil policiais serão mobilizados em todo o país para proteger as urnas e os 93.500 centros de votação, com a esperança de impedir que se reproduza a situação que naquele dia impediu centenas de milhares de eleitores de votar.

Incerteza política sem precedentes
Ainda que os eleitores consigam depositar sua cédula de votação na urna, é possível que não conheçam os resultados por vários meses.

De qualquer forma, diante da carência de candidatos em várias circunscrições onde os opositores impediram o registro de candidaturas, o Parlamento não terá deputados suficientes para se reunir.

Portanto, Yingluck Shinawatra deverá continuar limitando-se à gestão dos assuntos correntes, até que estes assentos sejam ocupados com eleições parciais.

Os analistas referem-se à crise como um confronto entre as elites monárquicas, apoiadas pelo poder Judicial e pelo exército, e Thaksin Shinawatra, apoiado pelas massas rurais e urbanas pobres do norte e do nordeste.

Esta nova crise ocorre num momento em que muitos tailandeses estão preocupados com a saúde do rei Bhumibol Adulyadej, de 86 anos, que ocupa o trono há mais de seis décadas.

E a identidade da pessoa que dirigirá o governo para garantir a transição depois deste monarca é uma questão crucial.

Os partidos favoráveis a Thaksin venceram todas as eleições desde 2001.

No entanto, este magnata e seus aliados, atacados nas grandes manifestações dos “camisas amarelas” monarquistas, foram expulsos do poder pelo exército em 2006, e pela justiça em 2008.

Em caso de um novo golpe de Estado, militar ou judicial, os ‘camisas vermelhas’ leais a Thaksin prometeram sair às ruas, o que aumenta o temor de novos atos de violência.

Fonte G1

 
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Publicado por em 3 de fevereiro de 2014 em Brasil

 

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Norte dos EUA se prepara para sensação térmica de -50ºC

Nevasca nos EUA (Foto: John Minchillo/AP)Nevasca nos EUA (Foto: John Minchillo/AP)

O norte dos Estados Unidos, que já sofreu com uma tempestade de inverno que deixou ao menos 13 mortos desde o início do ano, se prepara neste fim de semana para enfrentar mais frio. As temperaturas poderão ocasionar uma sensação térmica de -50°C.

Nos estados do centro e do norte do país, os serviços meteorológicos preveem para domingo que as temperaturas oscilem entre os -23°C e os -29°C, com mínimas à noite que alcançarão cerca de -34°C. Pior ainda, com ventos soprando com fortes rajadas, a sensação térmica poderá chegar dos -45°C aos -51°C. 

Chicago, conhecida como a ‘cidade dos ventos’, poderá bater na segunda-feira (6) seu recorde de frio, que atingiu os -24°C em 18 de janeiro de 1994 e 24 de dezembro de 1983, recordou o Weather Channel.

Em Minnesota (norte), o governador Mark Dayton anunciou que as escolas permanecerão fechadas na segunda. “Tomei esta decisão para proteger nossos filhos das temperaturas perigosamente frias que estão previstas para segunda. Peço a todos os habitantes de Minnesota que sejam prudentes ante estas condições meteorológicas extremas”, afirmou, em um comunicado.

Riscos à saúde
“A exposição a temperaturas extremadamente frias pode ser causa de hipotermia ou de congelamento”, lesão que pode provocar necrose na pele, advertiram os serviços do governo.

“A pele pode congelar em apenas cinco minutos com sensações térmicas de -45°C”, assinalaram os serviços meteorológicos de Minneapolis e Saint Paul, em Minnesota.

Por isso, as autoridades pedem que todos que puderem permaneçam em suas casas, protegidos pela calefação, nos próximos dias.

As nevascas que atingiram o nordeste dos Estados Unidos e o leste do Canadá na sexta-feira, perturbando especialmente o transporte aéreo, poderão retornar sobre uma zona que iria do sul de Mississipi (sul) até Ohio (norte), segundo os serviços meteorológicos.

Aeroportos
A onda de frio reinante gerou problemas técnicos em aviões e provocou atrasos e cancelamentos de voos. Neste sábado, foram cancelados 867 voos em todos os Estados Unidos, dos quais 94 no aeroporto de Nova York JFK.


No vizinho Canadá, as nevascas e a temperatura invernal provocaram cortes maciços de energia em Terranova. Em Quebec, os termômetros registraram -29°C na sexta depois de marcarem o recorde de -33,9°C. Os últimos registros de frio desse tipo ocorreram em 1968.

No nordeste dos Estados Unidos, onde também nevou muito na sexta, foi decretado estado de emergência em Nova Jersey e no estado de Nova York.

Fonte G1

 
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Publicado por em 10 de janeiro de 2014 em Brasil

 

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Obama prepara reforma no setor de inteligência dos EUA

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, consultou na quarta-feira (8) autoridades do setor de inteligência sobre formas de limitar as práticas de vigilância dos EUA, à medida que se aproxima de concluir uma revisão que levará a mudanças na forma de proceder com dados de telefonemas e também a restrições na espionagem de líderes estrangeiros.

Obama, que pode anunciar as reformas no setor de inteligência na próxima semana, tem agido em busca de restaurar a confiança dos norte-americanos nos serviços de inteligência do país, após os danos causados pelas revelações do ex-prestador de uma agência de espionagem Edward Snowden sobre a dimensão das práticas de vigilância do governo.

O presidente conversou sobre o andamento do processo de revisão em reunião com o diretor de Inteligência dos EUA, James Clapper, o diretor da Agência de Segurança Nacional (NSA), Keith Alexander, o secretário de Justiça, Eric Holder, e o vice-presidente, Joe Biden.

“Essa foi uma chance importante para o presidente ouvir diretamente de sua equipe, quando ele começa a tomar decisões finais sobre como nós vamos seguir em frente com os programas-chave de inteligência”, disse Caitlin Hayden, porta-voz do Conselho de Segurança Nacional da Casa Branca.

Obama também reuniu-se com integrantes do Conselho de Supervisão da Privacidade e das Liberdade Civis, um grupo bipartidário independente que faz uma revisão das práticas de vigilância dos EUA, incluindo a coleta de dados de telefonemas.

Obama deve encontrar diversos parlamentares norte-americanos nesta quinta-feira para voltar a tratar sobre a revisão da inteligência.

As reformas devem incluir algumas restrições à espionagem de líderes estrangeiros, uma questão surgida no ano passado após denúncias de que a NSA teria espionado as comunicações pessoais da presidente Dilma Rousseff e da chanceler alemã, Angela Merkel.

As informações sobre a capacidade de o governo de monitorar o tráfego de telefonemas e emails de norte-americanos e estrangeiros estão entre as principais revelações feitas por Snowden, que atualmente vive em asilo temporário na Rússia. Ele é procurado pelos EUA para enfrentar acusações de espionagem.

Fonte G1

 
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Publicado por em 10 de janeiro de 2014 em Brasil

 

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Rússia prepara acusações formais contra os ativistas do Greenpeace

Ativistas do Greenpeace protestam em frente à Embaixada da Rússia em Brasília com faixas pedindo a libertação dos ativistas no país. (Foto: Evaristo Sa/AFP)Ativistas do Greenpeace protestam em frente à Embaixada da Rússia em Brasília com faixas pedindo a libertação dos ativistas no país. (Foto: Evaristo Sa/AFP)

O Comitê de Instrução (CI) russo anunciou nesta segunda-feira (30) que apresentará em breve acusações formais contra os membros da tripulação do quebra-gelo do Greenpeace “Arctic Sunrise”, em prisão preventiva por tentar escalar a plataforma petrolífera Prirazlomnaya do gigante energético Gazprom.

“Um grupo de pessoas a bordo do ‘Arctic Sunrise’ e com um grande equipamento destinado a um fim que ainda não se esclareceu violou a área de segurança de 500 metros da plataforma Prirazlomnaya e se aproximou dela”, disse um porta-voz do CI, citado pela “Interfax”.

A ação de protesto da ONG, cujos ativistas queriam se amarrar à plataforma para denunciar a extração de petróleo no Ártico, é qualificada pelas autoridades russas como “uma ameaça real à segurança pessoal dos trabalhadores da plataforma e da propriedade”.

O tribunal Leninski da cidade de Murmansk resolveu que os 30 tripulantes do quebra-gelo da ONG devem permanecer na prisão enquanto se investiga o delito.

Os ativistas condenados procedem de 19 países: Brasil, Rússia, EUA, Argentina, Reino Unido, Canadá, Itália, Ucrânia, Nova Zelândia, Holanda, Dinamarca, Austrália, República Tcheca, Polônia, Turquia, Dinamarca, Finlândia, Suécia e França.

Bióloga brasileira Ana Paula Maciel aguarda sua audiência no tribunal russo neste domingo (29). (Foto: AFP Photo/Greenpeace/Dmitri Sharomov)Bióloga brasileira Ana Paula Maciel aguarda sua
audiência no tribunal russo neste domingo (29).
(Foto: AFP Photo/Greenpeace/Dmitri Sharomov)

Brasileira
Na quinta-feira passada, em audiência no tribunal de Murmansk que determinou que a maioria dos ativistas teriam sua detenção prolongada por dois meses, a bióloga Ana Paula Maciel, ativista do Greenpeace, recebeu a notícia de que ficaria sob custódia na Rússia por mais três dias, até nova audiência. A decisão foi motivada por falta de tradutor para participar do procedimento.

Neste domingo (29), Ana Paula e outros sete ativistas que faltavam depor, integrantes da tripulação do navio do Greenpeace, também tiveram sua prisão prolongada por dois meses, até 24 de novembro, período do processo de investigação.

O Greenpeace informou nesta sexta-feira (27) que vai recorrer da decisão de um tribunal russo de manter 30 de seus integrantes detidos. A organização não governamental de proteção ao meio ambiente destacou que é esta a primeira vez que um país responde de forma tão agressiva a um protesto pacífico.

Fonte G1

 
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Publicado por em 2 de outubro de 2013 em Tecnologia

 

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