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Iêmen prende dois cidadãos franceses que integrariam a Al-Qaeda

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Forças de segurança do Iêmen informaram nesta sexta-feira (9) que prenderam dois homens com cidadania francesa, mas de origem tunisiana, que seriam membros de uma célula do grupo radical islâmico Al-Qaeda. A informação foi divulgada pela agência Reuters.

Os homens foram presos na quinta-feira (8) quando os dois tentavam sair do país em aeroportos. Eles foram identificados como Mourad Abad e Taha Abdulla al-Issawi. De acordo com autoridades do Iêmen, eles pertenceriam à célula terrorista na província de Hadramout, no leste do país. A embaixada francesa no país não comentou o assunto.

Suposto líder foi morto
Ainda nesta sexta, o governo local divulgou que Shayef Mohamed Said al Shabwani, suspeito de estar envolvido em atentados e sequestros de estrangeiros e que seria um chefe da Al-Qaeda, foi morto em um confronto noturno com as forças de segurança em Sanaa.

Em um comunicado publicado pela agência oficial Saba, um porta-voz do Alto Comitê informou que o homem era “um dos membros da Al-Qaeda mais perigosos e mais procurados, e um dos chefes da rede (…) envolvido no sequestro e assassinato de policiais e cidadãos estrangeiros”.

O ministério do Interior advertiu na segunda-feira sobre o risco de uma intensificação das operações da Al-Qaeda na Península Arábica, após as baixas que sofreu no sul do país, onde o exército retomou na quinta-feira um importante reduto da rede em Azzan, na província de Shabwa.

“Estas enormes perdas levarão a Al-Qaeda a cometer atos histéricos e desesperados, mobilizando seus partidários e suas células para atacar os oficiais da polícia e do exército”, segundo o ministério do Interior.

O braço iemenita da Al-Qaeda, considerado o mais perigoso da rede pelos Estados Unidos, está fortemente implantado no sul e no sudeste do país.

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Publicado por em 10 de maio de 2014 em Brasil

 

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China prende ativistas depois de ato para lembrar Praça da Paz Celestial

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A China prendeu nesta terça-feira (6) cinco ativistas pró-direitos humanos, disseram três advogados e um grupo defensor de direitos, depois que eles participaram de um evento no fim de semana que pediu uma investigação da supressão dos protestos pró-democracia na Praça da Paz Celestial, em 1989.

Entre os detidos está Pu Zhiqiang, destacado advogado que atua na defesa da liberdade de expressão e representa muitos dissidentes, incluindo o artista Ai Weiwei e um ativista do “Movimento dos Novos Cidadãos”, um grupo que faz campanha para que os líderes chineses divulguem seus bens.

Ele também se opõe ao sistema de campos de trabalho forçado, que o governo aboliu, e aparecia em destaque na mídia estatal por causa daquela campanha – algo incomum para um crítico do governo.

Foram também detidos o dissidente Liu Di e o professor Xu Youyu, da Academia Chinesa de Ciências Sociais, um círculo governamental que reúne pensadores, disse o advogado defensor de direitos humanos Shang Baojun, citando conversas que manteve com familiares de Liu e Xu.

Shang disse não saber do que Liu e Xu são acusados, já que suas famílias não receberam notificação das prisões.

Os dissidentes Hu Shigen e Hao Jian, professores da Academia de Cinema de Pequim, também foram detidos, de acordo com a entidade Defensores Chineses dos Direitos Humanos, grupo com sede na China.

As prisões elevam os riscos de uma repressão aos dissidentes e demonstram o quanto os líderes chineses se preocupam com críticas semanas antes do 25º aniversário das manifestações na Praça da Paz Celestial, em Pequim (em 4 de junho de 1989), esmagadas pelas forças chinesas.

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Publicado por em 7 de maio de 2014 em Brasil

 

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Polícia da França prende 34 ativistas do Greenpeace em usina nuclear

Ativistas colocam faixas em usina nuclear na França (Foto: Bente Stachowske/Reuters)Ativistas colocam faixas em usina nuclear na França (Foto: Bente Stachowske/Reuters)

A polícia francesa prendeu 34 ativistas do Greenpeace na terça-feira (18) que forçaram a entrada em uma usina de energia nuclear explorada pela EDF em Fessenheim, no leste da França, informou a empresa.

Os ativistas penduraram bandeiras na usina, a mais antiga em operação na França, mas a autoridade de segurança nuclear do país disse que os manifestantes não chegaram a entrar em seus edifícios e que a segurança não foi comprometida.

Os ativistas usaram um caminhão para forçar a entrada no local no início da manhã, de acordo com manifestantes do lado de fora. Em seguida, policiais cercaram e entraram na usina.

“A polícia tem 56 ativistas sob controle e 34 foram presos”, disse um porta-voz da EDF. “Não houve nenhum impacto sobre a segurança da planta, que continua a funcionar normalmente.”

O presidente francês, François Hollande, prometeu fechar a Fessenheim até 2016 e reduzir a dependência da França da energia nuclear para 50 por cento dos 75 por cento usados no “mix” de seu abastecimento de energia.

“Símbolo”
O Greenpeace quer que dois reatores de 900 megawatts da Fessenheim, que estão em operação desde 1977, deixem de operar imediatamente.

“A planta de Fessenheim é um símbolo”, disse o ativista do Greenpeace Cyrille Cormier .

“Seu fechamento planejado deve ser o início de uma série de fechamentos de usinas na Europa para limitar os riscos acidentais e financeiros ligados ao envelhecimento (das plantas) e o início de uma transição energética.”

Os ativistas penduraram uma faixa do telhado da usina e convidaram Hollande, e a chanceler alemã, Angela Merkel, para se comprometer em uma cúpula da UE na quinta-feira com a geração de energia a partir de fontes alternativas.

Ativistas do Greenpeace têm um histórico de ocupações de usinas nucleares na França. Cerca de 30 foram presos em julho passado depois de entrar na planta de Tricastin da EDF, no sul da França.

Fonte G1

 
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Publicado por em 19 de março de 2014 em Brasil

 

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Polícia alemã prende suposto ex-enfermeiro de Auschwitz

A polícia prendeu no norte da Alemanha um suposto ex-enfermeiro do campo de extermínio de Auschwitz durante a Segunda Guerra Mundial, de 93 anos, anunciou nesta terça-feira o Ministério Público de Schwerin.

Os agentes revistaram a casa do aposentado, próxima à cidade de Neubrandenburgo, no norte.

O idoso passou por uma consulta médica e compareceu diante do juiz, acrescentou a mesma fonte. Membro da SS entre 1940 e 1944, é suspeito de ter participado no extermínio em massa de prisioneiros em Auschwitz em setembro de 1944.

A justiça investiga oito comboios de prisioneiros que chegaram ao campo em setembro de 1944 procedentes de Cadcy (Eslovênia), Viena, Westerbork (Holanda), Lyon, Trieste, Berlim, Stutthof (Alsácia) e Kaunas (Lituânia).

No total, 1.721 pessoas foram enviadas logo após sua chegada às câmaras de gás, depois de terem sido consideradas inaptas ao trabalho.

O caso deste suposto ex-enfermeiro de Auschwitz foi levado ao Ministério Público de Schwerin pelo gabinete central de investigações de crimes do nacional-socialismo de Luisburgo (sudoeste). Este último havia anunciado em setembro de 2013 ter encerrado investigações em torno de 49 pessoas e transmitido 30 casos aos Ministérios Públicos regionais alemães.

Mais de 6.000 pessoas trabalharam em Auschwitz, onde cerca de 1,1 milhão de judeus, ciganos, homossexuais e opositores políticos morreram nas câmaras de gás, de cansaço ou por diversas doenças.

Por mais de 60 anos, os tribunais alemães só julgavam acusados contra os quais existiam provas diretas ou testemunhos.

Mas a condenação do apátrida de origem ucraniana John Demjanjuk em Munique em maio de 2011 abriu um precedente jurídico. Demjanjuk foi condenado a 5 anos de prisão por sua participação no assassinato de 28.000 judeus. O tribunal considerou que ele era guarda no campo de Sobibor, embora não tenha provado seu envolvimento direto nos crimes.

Fonte G1

 
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Publicado por em 18 de março de 2014 em Brasil

 

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Polícia prende quatro após confronto com morte no leste da Ucrânia

Choques entre os manifestantes pró-russos e de favoráveis à integridade territorial da Ucrânia aconteceu na Praça Lênin, em Donetsk.. (Foto: Alexander Khudoteply / AFP Photo)Choques entre os manifestantes ocorreu em
Donetsk.. (Foto: Alexander Khudoteply / AFP Photo)

A polícia prendeu quatro pessoas no leste da Ucrânia acusadas de incentivar confrontos entre manifestantes rivais nos quais um homem foi morto, informou o ministro do Interior nesta sexta-feira (14).

Os confrontos foram o pior incidente de violência na ex-república soviética desde a derrubada do presidente pró-Rússia Viktor Yanukovich no mês passado.

Um homem de 22 anos morreu esfaqueado em Donetsk, coração da comunidade ucraniana de fala russa, depois que manifestantes pró-Moscou entraram em confronto com grupos rivais que defendem a integração com a Europa e denunciam a invasão da Rússia na península da Crimeia.

Quatro pessoas permanecem internadas em consequência de ferimentos ocorridos nos confrontos.

O partido de direita Svoboda, contrário às políticas russas, disse que o homem morto era um de seus ativistas locais. “Os quatro primeiros organizadores e líderes dos distúrbios em massa foram encontrados e detidos durante a noite”, disse o ministro do Interior, Arsen Avakov, em sua página no Facebook.

“Diante das primeiras evidências durante a noite, estas detenções são apenas o começo. Nós não iremos devagar com bandidos com facas… Uma investigação sobre as ações da polícia durante esses eventos também vai continuar.”

Donetsk, cidade de um milhão de habitantes, estava calma nesta sexta de manhã.

Fonte G1

 
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Publicado por em 16 de março de 2014 em Brasil

 

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Modelo prende sapato de salto alto no vestido em desfile na Inglaterra

06/03/2014 10h00 – Atualizado em 06/03/2014 10h00

Uma modelo prendeu seu sapato de salto alto no vestido durante desfile outono/inverno na Semana de Moda de Londres, na Inglaterra, no mês passado. Ao fundo, aparece sapato de outra modelo após incidente semelhante (Foto: Suzanne Plunkett/Reuters)Uma modelo prendeu seu sapato de salto alto no vestido durante desfile outono/inverno na Semana de Moda de Londres, na Inglaterra, no mês passado. Ao fundo, aparece sapato de outra modelo após incidente semelhante (Foto: Suzanne Plunkett/Reuters)

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Publicado por em 7 de março de 2014 em Tecnologia

 

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Polícia prende garotos que postaram na internet agressão a doente mental

Adolescentes foram detidos após agredir doente mental (Foto: Le Parisien/reprodução)Jornal “Le Parisien” divulgou história de adolescentes
presos após agredir doente mental
(Foto: Le Parisien/reprodução)

A polícia francesa mantém detidos três adolescentes, de 14 a 15 anos, que atacaram um portador de deficiência mental de 18 anos em Grenoble e depois postaram o vídeo da agressão em uma rede social na internet, informou nesta terça-feira (4) a emissora de TV “RTL”.

No ataque, também participou um quarto adolescente, de 12 anos, que filmou a cena, que foi divulgada no “Facebook”. Ele foi libertado nesta terça-feira à espera de seu pronunciamento perante a Justiça.

Os fatos ocorreram no domingo (2) em um parque de Grenoble, onde dois menores agarraram um jovem incapacitado, Yoann, e bateram nele até deixá-lo no chão, para posteriormente empurrá-lo para uma lagoa próxima entre os risos e comentários dos outros dois adolescentes presentes.

O pai da vítima denunciou os fatos à “RTL”, declarando-se “indignado” e exigiu “punição” para os agressores. “Não se pode atacar um incapacitado”, asseverou o pai, que tachou de “covardes” os jovens que “humilharam” seu filho.

“O problema é que o que aconteceu a Yoann pode acontecer a qualquer outro (…). É preciso parar rapidamente esse tipo de ação”, desabafou.

Um dos agressores subiu o vídeo para o Facebook através de sua conta pessoal e a resposta foi imediata na rede social, onde houve uma mobilização em massa e surgiram em seguida várias páginas de apoio à vítima, segundo o jornal “Le Parisien”.

Os usuários da rede denunciaram os fatos no portal Pharos, a plataforma digital do governo francês destinada a vigiar atividades ilegais na Internet.

A ministra francesa de Incapacidade e Exclusão, Marie-Arlette Carlotti, definiu as imagens como ‘terrivelmente impactantes pelo cinismo dos agressores e pela vulnerabilidade da vítima’ e assegurou que a Justiça ditará “as sanções apropriadas”.

Fonte G1

 
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Publicado por em 5 de fevereiro de 2014 em Brasil

 

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