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Homens armados atacam Congresso líbio antes de escolha de novo premiê

Homens armados atacaram nesta terça-feira (29), na cidade de Tripoli, a sede do Congresso Geral Nacional (CGN, Parlamento) da Líbia, que se preparava para eleger um novo chefe de Governo, de acordo com deputados citados pela agência de notícias AFP.

“Homens armados atacaram o Congresso. Não sabemos suas motivações. Suspendemos nossos trabalhos e a votação foi adiada para a próxima semana”, indicou à AFP o deputado Tahar Mokni.

A sede do Congresso é alvo frequente de ataques de grupos armados, como o realizado em 2 de março, quando dois deputados foram feridos.

De acordo com os membros do Congresso, este novo ataque ocorreu após uma briga entre manifestantes armados e os guardas do Congresso.

Os deputados foram retirados do prédio, mas disparos continuaram a ser ouvidos nas proximidades do Congresso, segundo testemunhas.

Pouco antes do ataque, os congressistas se preparavam para escolher, entre dois candidatos, quem ocupará o cargo de primeiro-ministro.

A escolha ocorre mais de um mês após a demissão do então primeiro ministro Ali Zidan.

Ahmed Miitig, empresário da cidade de Misrata (oeste) e Omar Al-Hassi, universitário de Benghazi (leste), foram os mais votados no primeiro turno, com 67 e 34 votos respectivamente, de um total de 152 deputados presentes.

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Publicado por em 30 de abril de 2014 em Brasil

 

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Twitter analisa possível bloqueio na Turquia após promessa de premiê

A empresa Twitter disse nesta quinta-feira (20) que está analisando denúncias de que seu serviço foi bloqueado na Turquia. O Twitter publicou uma mensagem aconselhando usuários turcos a enviar tweets usando mensagens por telefones celulares. O possível bloqueio ocorre horas depois que o primeiro-ministro, Recep Tayyip Erdogan, prometeu em um comício eleitoral ‘erradicar’ esta rede social.

Erdogan disse não se importar com uma reação internacional, em sua mais nova explosão emocional em uma campanha eleitoral cada vez mais amarga.

A campanha para as eleições locais de 30 de março foram marcadas por explosões de raiva, ameaças e teorias da conspiração. Erdogan enfrenta um escândalo de corrupção que diz ser orquestrado por seus inimigos, e as informações estão sendo vazadas principalmente via Twitter e YouTube. “Twitter… Vamos varrer tudo isso do mapa”, disse ele.

“A comunidade internacional pode dizer isso ou aquilo. Não me importo. Todos verão quão poderosa é a República da Turquia”, disse em seu característico tom inflexível.

Duas semanas atrás, Erdogan disse que a Turquia poderia banir o Facebook e o YouTube que, segundo ele, têm sido usados por seus inimigos, depois que gravações revelando corrupção de seus colaboradores foram publicadas on-line.

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Publicado por em 21 de março de 2014 em Tecnologia

 

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Premiê russo diz que Ucrânia deve US$16 bi à Rússia, dizem agências

O primeiro-ministro russo, Dmitry Medvedev, disse em uma reunião com o presidente Vladimir Putin, nesta sexta-feira, que a Ucrânia deve no total US$ 16 bilhões à Rússia, disseram agências de notícias locais.

Medvedev disse que a Ucrânia deve US$ 11 bilhões uma vez que o tratado segundo o qual a Rússia fornece gás mais barato a Kiev em troca da base naval de Sebastopol está “sob denúncia”.

Além disso, ele afirmou que a Ucrânia deve US$ 3 bilhões de um recente empréstimo em forma da compra pela Rússia de eurobonds, e que mais US$ 2 bilhões são devidos à estatal russa Gazprom.

Finanças
O vice-ministro das Finanças russo, Alexei Moiseev, afirmou nesta sexta que não espera um grande impacto imediato das sanções do Ocidente ao setor financeiro da Rússia, e argumentou que o perfil de crédito do país não piorou.

“Por enquanto, não vejo consequências severas para o setor financeiro”, disse Moiseev a jornalistas às margens de uma conferência empresarial.

Os Estados Unidos impuseram uma segunda rodada de sanções a Moscou na quinta-feira e a União Europeia também deve anunciar medidas devido às ações da Rússia para anexar a região da Crimeia, tomada da Ucrânia no mês passado.

Moiseev também criticou o rebaixamento da perspectiva de crédito da Rússia por agências de classificação, dizendo que não há base para isso.

Na quinta-feira, tanto a S&P quanto a Fitch revisaram a perspectiva de longo prazo da dívida russa para “negativa”, de “estável”.

Fonte G1

 
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Publicado por em 21 de março de 2014 em Brasil

 

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Twitter analisa possível bloqueio na Turquia após promessa de premiê

A empresa Twitter disse nesta quinta-feira (20) que está analisando denúncias de que seu serviço foi bloqueado na Turquia. O Twitter publicou uma mensagem aconselhando usuários turcos a enviar tweets usando mensagens por telefones celulares. O possível bloqueio ocorre horas depois que o primeiro-ministro, Recep Tayyip Erdogan, prometeu em um comício eleitoral ‘erradicar’ esta rede social.

Erdogan disse não se importar com uma reação internacional, em sua mais nova explosão emocional em uma campanha eleitoral cada vez mais amarga.

A campanha para as eleições locais de 30 de março foram marcadas por explosões de raiva, ameaças e teorias da conspiração. Erdogan enfrenta um escândalo de corrupção que diz ser orquestrado por seus inimigos, e as informações estão sendo vazadas principalmente via Twitter e YouTube. “Twitter… Vamos varrer tudo isso do mapa”, disse ele.

“A comunidade internacional pode dizer isso ou aquilo. Não me importo. Todos verão quão poderosa é a República da Turquia”, disse em seu característico tom inflexível.

Duas semanas atrás, Erdogan disse que a Turquia poderia banir o Facebook e o YouTube que, segundo ele, têm sido usados por seus inimigos, depois que gravações revelando corrupção de seus colaboradores foram publicadas on-line.

Fonte G1

 
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Publicado por em 21 de março de 2014 em Brasil

 

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Kiev não intervirá na Crimeia para se concentrar no leste, diz premiê

A Ucrânia não intervirá militarmente na Crimeia para evitar a anexação da península à Rússia, e se concentrará na defesa de sua fronteira leste, declarou nesta terça-feira (11) à AFP o presidente ucraniano interino, Olexander Turchynov.

“Não vamos nos envolver em uma operação militar na Crimeia para não deixar desprotegida a fronteira leste da Ucrânia. Os militares russos estão contando com isso”, disse Turchynov em entrevista exclusiva à AFP.

O premiê interino da Ucrânia, Olexander Turchynov, em foto desta terça-feira (11) em Kiev (Foto: Sergei Supinsky/AFP)O premiê interino da Ucrânia, Olexander Turchynov, em foto desta terça-feira (11) em Kiev (Foto: Sergei Supinsky/AFP)

Na fronteira leste se concentram importantes unidades blindadas.

Em um clima de extrema tensão, na semana passada foram registradas manifestações separatistas em Donetsk e Lugansk, cidades russófonas do leste do país, onde manifestantes tomaram temporariamente repartições públicas.

O presidente interino revelou que a Ucrânia “fará em breve uma convocação parcial de reservistas, pois não se manterá impassível diante da agressão”. Os russos “podem atacar nossas unidades militares na Crimeia e ampliar sua agressão ao continente, mas o Exército reagirá”.

Na mesma entrevista, Turchynov destacou que os russos rejeitam qualquer contato com a Ucrânia para encontrar uma solução diplomática à crise na península separatista, ocupada por forças pró-Rússia.

“Infelizmente, a Rússia rejeita qualquer solução diplomática para este conflito (…) Os russos renunciam qualquer contato entre os Ministérios das Relações Exteriores”, apesar da insistência da comunidade internacional, que “pede à Rússia o início de negociações de paz”, declarou à AFP.

Referendo é farsa
Turchynov considerou que o referendo para a adesão à Rússia, que será realizado neste domingo, 16 de março, por decisão das autoridades separatistas da Crimeia, será uma “farsa” decidida nos “gabinetes do Kremlin”.

arte crimeia 05.04 (Foto: Arte/G1)

“É uma farsa. A maioria dos habitantes da Crimeia vai boicotar esta provocação”, afirmou o presidente interino, que abandonará o cargo após as eleições previstas para o próximo 25 de maio.

“Isso que eles chamam de referendo não ocorrerá na Crimeia, mas sim nos gabinetes do Kremlin”, afirmou Turchynov, ao denunciar a ‘farsa’.

Segundo ele, o resultado já está decidido, e os “militares russos” vão preencher os boletins com “números falsos”.

Mais cedo, o presidente em exercício da Organização para a Segurança e a Cooperação na Europa (OSCE), Didier Burkhalter, declarou que o referendo na Crimeia é “ilegal”.

“Em sua forma atual, o referendo na Crimeia, previsto para 16 de março, não está de acordo com a Constituição ucraniana e deve ser considerado ilegal”, afirmou o suíço Burkhalter.

Olexander Turchynov estimou que “Estados Unidos e União Europeia (UE) devem forçar a Rússia a deter sua agressão militar e as provocações contra a Ucrânia”.

Kiev “precisa de uma ajuda importante, e não apenas econômica, mas também técnico-militar”.

Em Washington, as duas câmaras do Congresso americano condenaram nesta terça a intervenção russa na Ucrânia, na véspera da chegada à cidade do premier ucraniano, Arseni Yatseniuk.

A Câmara de Representantes aprovou por 402 votos a 7 uma resolução que condena “a violação da soberania, da independência e da integridade territorial da Ucrânia por parte das forças militares da Federação Russa”.

O texto pede ao Executivo americano a “adoção de sanções diplomáticas, financeiras, comerciais e outras contra altos funcionários da Federação Russa, bancos e organizações comerciais controladas pelo Estado” russo.

No Senado, a resolução aprovada por consenso rejeita “a agressão ilegal da Rússia contra a Ucrânia”.

Essas medidas simbólicas precedem a votação da ajuda econômica prometida por Washington à Ucrânia, constituída de garantias de crédito de US$ 1 bilhão.

Fonte G1

 
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Publicado por em 13 de março de 2014 em Brasil

 

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Premiê da Nova Zelândia propõe referendo para mudar bandeira

Atleta eleva bandeira atual da Zona Zelândia em competição (Foto: AFP)Atleta eleva bandeira atual da Zona Zelândia em
competição (Foto: AFP)

A população da Nova Zelândia será convocada para participar de um referendo para decidir se deve mudar a bandeira nacional, que em várias visões mantém uma referência ao antigo colonizador, o Reino Unido.

O premiê John Key anunciou planos para realizar um referendo em três anos. Seus adversários políticos falaram que irão acompanhar os planos mesmo que Key deixe o poder nas próximas eleições.

A bandeira atual leva a Constelação do Cruzeiro do Sul e inclui uma referência ao Reino Unido no topo. Muitas pessoas entendem que que uma bandeira similiar à atual não refletiria a situação de independência da Nova Zelândia.

A ideia foi divulgada durante pronunciamento de Key na Victoria Universidade de Wellington, capital do país. Ele disse que esta era a visão dele. “A bandeira mantém a dominação da Nova Zelândia à Union Black (nome da bandeira britânica) de uma forma que nós não estamos há muito tempo mais dominados pelo Reino Unido”, afirmou ele. 

Militares que serviram nas Forças Armadas se opuseram à mudança e um debate se instalou a respeito.

O premiê defendeu que a nova bandeira seja algo mais moderno e citou como exemplo a bandeira do All Blacks, como é chamada a seleção nacional de rúgbi. “Nós devemos ser representados por uma bandeira que realmente represente com distinção a Nova Zelândia”, afirmou.

Pesquisas de opinião recentes mostraram conflitos de opiniões sobre as mudanças, mas um levantamento privado indicou que a maioria tinha tendência favorável à mudança. Já outra pesquisa, divulgada por uma emissora de TV, deu resultado contrário: 72% se satisfeitos com o símbolo atual.

Fonte G1

 
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Publicado por em 13 de março de 2014 em Brasil

 

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Premiê da Ucrânia pede para Moscou anular referendo sobre a Crimeia

O primeiro-ministro ucraniano, Arseni Yatseniuk, disse nesta segunda-feira (10) que participará da sessão do Conselho de Segurança da ONU que em 13 de março abordará a crise na Ucrânia, ao mesmo tempo em que pediu a Moscou que faça tudo para anular o referendo com o qual a Crimeia que se unir à Rússia.

“Na quinta-feira vou discursar na sessão do Conselho de Segurança da ONU na qual vamos estudar a situação na Ucrânia”, afirmou Yatseniuk em entrevista à imprensa em Kiev.

Com relação à consulta que foi convocada para 16 de março pelo Governo pró-russo da Crimeia, Yatseniuk assinalou que “a Federação Russa deve anular urgentemente o referendo que vai ocorrer no território da República Autônoma da Crimeia, que é uma parte inalienável da Ucrânia”.

arte crimeia 05.04 (Foto: Arte/G1)

“Não há nenhum poder legítimo na Crimeia: são um grupo de criminosos que chegaram ao poder por meios anticonstitucionais e com a proteção de 18 mil soldados russos”, acrescentou.

“Estou convencido de que esse referendo será reconhecido pela Coreia do Norte e, seguramente, pela Síria”.

Yatseniuk disse que a Ucrânia se dirigiu à comunidade internacional pedindo que sejam enviados observadores à Crimeia, mas acrescentou que as autoridades locais não permitem a entrada desse grupo.

O chefe do Executivo anunciou no domingo (9) que na próxima quarta-feira viajará aos Estados Unidos para “manter encontros de alto nível” acerca da crise na península separatista da Crimeia, onde tropas russas realizam uma intervenção não reconhecida por Moscou.

Na entrevista coletiva de hoje, Yatseniuk expressou sua opinião de que há possibilidades para uma regra pacífica da situação na Ucrânia, já que não se trata de um conflito bilateral entre Moscou e Kiev.

“A política da Rússia está dirigida a torpedear as bases da segurança global e à revisão dos resultados da Segunda Guerra Mundial”, disse.

Fonte G1

 
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Publicado por em 11 de março de 2014 em Brasil

 

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