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Explosão em mina deixa ao menos 200 soterrados na Turquia, diz prefeito

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Centenas de mineiros ficaram soterrados depois que uma explosão nesta terça-feira (13) causou um incêndio em uma mina de carvão na província de Manisa, no oeste da Turquia (Foto: Depo Photos/AP)Centenas de mineiros ficaram soterrados depois que uma explosão nesta terça-feira (13) causou um incêndio em uma mina de carvão na província de Manisa, no oeste da Turquia (Foto: Depo Photos/AP)

Centenas de mineiros ficaram soterrados depois que uma explosão nesta terça-feira (13) causou um incêndio em uma mina de carvão na província de Manisa, no oeste da Turquia, segundo as autoridades locais.

Inicialmente, as agências Reuters e France Presse reportaram pelo menos 20 mineiros teriam morrido. A informação foi corrigida posteriormente pela Reuters, que informou que o parlamentar Muzaffer Yurttas, deputado do Partido da Justiça e do Desenvolvimento (AKP), que informou o número de mortes, se retratou, informando que quatro pessoas morreram.

O número de presos na mina varia – a CNN fala em 200 desparecidos, a Reuters diz que pelo menos 300 estão soterrados e a France Presse diz que mais de 400 mineiros estariam presos.

As equipes de resgate começaram a bombear ar fresco para o interior da mina, e especialistas partiram de Ancara para investigar o acidente, assim como um helicóptero ambulância.

O ministro da Energia, Taner Yildiz, anunciou que irá a Soma para acompanhar os trabalhos de resgate, e advertiu que ainda é cedo para dizer o número correto de vítimas.

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Publicado por em 14 de maio de 2014 em Brasil

 

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Cresce mistério sobre paradeiro do polêmico prefeito de Toronto

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O paradeiro do polêmico prefeito de Toronto, Rob Ford, continua sendo um mistério quase uma semana depois que o político anunciou estava deixando o cargo, após aparecer um novo vídeo em que consome crack.

Vários veículos de imprensa locais disseram nesta terça-feira (6) que na semana passada Ford voou em um avião particular para Chicago, onde pode ter iniciado um tratamento de reabilitação por alcoolismo. Antes de entrar oficialmente nos Estados Unidos, ele teria voltado  ao Canadá.

O consulado geral do Canadá em Chicago confirmou ao jornal “The Globe and Mail” que Ford “voluntariamente retirou seu pedido de entrada nos Estados Unidos” e que as autoridades americanas “não negaram, tecnicamente, a entrada” do prefeito de Toronto no país.

Ford, um político populista conservador que ficou com a prefeitura de Toronto em 2010 com um programa de cortes massivos de despesas, protagonizou vários incidentes nos últimos anos, muitos deles relacionados ao consumo de álcool e de drogas.

Em maio do ano passado, vários jornais revelaram a existência de um vídeo em posse de narcotraficantes de Toronto no qual Ford aparece fumando crack e faz vários insultos homofóbicos contra políticos canadenses.

Rob Ford, prefeito de Toronto, diz que precisa de ajuda profissional para se livrar do álcool (Foto: AP/The Canadian Press)Rob Ford, prefeito de Toronto, diz que precisa de ajuda profissional para se livrar do álcool (Foto: AP/The Canadian Press)

Durante seis meses, Ford negou a existência do vídeo e o consumo de drogas. Seu irmão, Doug Ford, vereador em Toronto, chegou a afirmar que o prefeito não consumia drogas nem álcool, apesar de o político ter aparecido em eventos públicos com evidentes sinais de embriaguez.

Em novembro de 2013, a polícia de Toronto confirmou que tinha em seu poder o vídeo de Ford consumindo a droga.

Ford, que pertence a um rica família conservadora ligada ao Partido Conservador do primeiro-ministro canadense, Stephen Harper, se viu forçado a reconhecer que tinha mentido sobre seu consumo de drogas e sobre o vídeo.

Durante uma série de entrevistas para reformular sua imagem, Ford declarou que havia experimentado uma ‘epifanía’ e que tinha deixado de consumir álcool e iniciado um programa para melhorar sua “saúde”.

No começo do ano, no entanto, o político foi visto mais uma vez embriagado em público.

Na semana passada tornou-se pública a existência de outro vídeo, gravado no final de abril, no qual Ford consome crack novamente na companhia de sua irmã, e de uma gravação de áudio na qual completamente ébrio profere insultos misóginos, racista e homófobos.

Após a aparição dessas gravações, Ford emitiu um comunicado no qual reconheceu seu alcoolismo, embora tenha ignorado o consumo de drogas, e anunciou que estava abandonando temporariamente seu cargo de prefeito e suspendendo a campanha por sua reeleição.

Os porta-vozes de Ford disseram que o prefeito se internaria ‘em uma das melhores instalações da América do Norte’ para tratar o alcoolismo, mas se negaram a identificar o centro.

Desde então, nem a família nem o advogado da Ford revelaram o lugar onde está o polêmico empresário e político ou quando voltará a seu cargo.

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Publicado por em 7 de maio de 2014 em Brasil

 

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Prefeito de Bogotá ganha medidas cautelares contra sua destituição

Gustavo Petro, político colombiano, @petrogustavo no Twitter (Foto: Divulgação)O prefeito de Bogotá, Gustavo Petro (Foto:
Divulgação)

A Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) concedeu nesta terça-feira (19) medidas cautelares ao prefeito de Bogotá, Gustavo Petro, que foi destituído e inabilitado por 15 anos pela Procuradoria Geral de seu país pela suposta má gestão de uma crise na coleta de lixo da capital colombiana.

“A Comissão solicita ao governo da Colômbia que suspenda imediatamente os efeitos da decisão do dia 9 de dezembro de 2013, emitida e ratificada pela Procuradoria Geral da Nação no dia 13 de janeiro de 2014, a fim de garantir o exercício dos direitos políticos do senhor Gustavo Francisco Petro Urrego”, diz a decisão da CIDH publicada esta noite pela imprensa colombiana.

O documento da CIDH, que tem sede em Washington, acrescenta que a medida seja tomada para que Petro “possa cumprir com o período para o qual foi eleito prefeito da cidade de Bogotá”.

Petro foi eleito prefeito por votação popular no dia 30 de outubro de 2011 para o período 2012-2015.

“A Comissão também solicita que o governo da Colômbia informe, dentro do prazo de 15 dias contados a partir da data da seguinte resolução, sobre a adoção das medidas cautelares requeridas e atualize tal informação de forma periódica”, acrescenta o documento.

Segundo esse órgão do Sistema Interamericano, “após analisar as alegações de fato e de direito” apresentadas pelos defensores do prefeito em dezembro, a Comissão considera que “os direitos políticos do senhor Gustavo Francisco Petro Urrego se encontrariam em uma situação de gravidade e urgência”.

As medidas cautelares da CIDH foram anunciadas no mesmo dia em que o Conselho de Estado, o tribunal máximo para as disputas administrativas da Colômbia, negou as últimas tutelas (recursos de amparo) que pretendiam suspender a destituição e inabilitação impostas a Petro no dia 9 de dezembro pelo procurador-geral, Alejandro Ordóñez.

Com essa decisão, foram esgotadas as instâncias legais das quais Petro poderia recorrer contra a punição da Procuradoria Geral.

Horas antes da decisão da CIDH, Petro tinha depositado nesse tribunal internacional sua esperança de evitar sua destituição e inabilitação através de medidas cautelares.

“Não sabemos se o sistema interamericano nos protege ou não. Se não o faz, não restará para nós um único centímetro quadrado de justiça”, disse o prefeito da capital colombiana.

A Procuradoria Geral considera que Petro cometeu falhas graves em dezembro de 2012 ao mudar o modelo de coleta de lixo de Bogotá, das mãos privadas para um modelo público, o que ocasionou uma crise nesse serviço durante três dias na cidade.

Segundo a Constituição colombiana, a Procuradoria Geral exerce a função de Ministério Público e de controle disciplinar dos funcionários do Estado, inclusive os de escolha popular, e representa à sociedade, sem competência penal.

A situação do prefeito esta agora em mãos do presidente colombiano, Juan Manuel Santos, que deve decidir se procede com a destituição ordenada pela Procuradoria Geral ou com as medidas cautelares da CIDH, sobre as quais há polêmica no país, pois não se sabe se seu cumprimento é obrigatório ou não.

Fonte G1

 
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Publicado por em 20 de março de 2014 em Brasil

 

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Justiça da Venezuela intima prefeito da oposição por desobediência

O Tribunal Superior de Justiça (TSJ) da Venezuela anunciou nesta segunda-feira a intimação para uma audiência oral e pública do prefeito do município de San Diego, no estado de Carabobo, por supostamente desobedecer a uma decisão que ordenava que ele removesse as barricadas com as quais setores da oposição protestam contra o governo de Nicolás Maduro.

A intimação feita pela Sala Constitucional da instância máxima da Justiça do país também inclui o diretor de polícia do município, para que ambos expliquem o suposto descumprimento de uma resolução ordenando que evitassem a colocação de obstáculos impedindo a circulação nas ruas.

De acordo com uma decisão judicial de 12 de março, o prefeito Vicencio Scarano Spisso, da oposição, e o diretor da polícia municipal, Salvatore Lucchese Scaletta, devem agir imediatamente para remover os obstáculos que foram colocados nas vias do município.

Em segundo lugar, a Sala Constitucional do TSJ ampliou para mais municípios a ordem de proibir as “guarimbas” (barricadas), que se transformaram no principal método dos opositores radicais ao chavismo desde a explosão dos protestos contra o governo há um mês.

À decisão de 12 de março, que ordenava os prefeitos dos municípios caraquenhos de Baruta e El Hatillo a eliminar os obstáculos nas ruas, o TSJ incluiu o município de Chacao, também em Caracas, e as cidades de Maracaibo, no estado de Zulia, San Cristóbal (Táchira) e Lechería, no estado de Anzoátegui, todos governados pela oposição.

“Os prefeitos citados são dos municípios onde supostamente foram cometidos o maior número de incidentes criminosos como homicídios, destruição de órgãos públicos e privados, incêndio de veículos e fechamento de vias, desde que as manifestações violentas começaram”, disse o TSJ.

A Venezuela está imersa em uma onda de protestos em que muitos deles derivaram em incidentes violentos com um saldo de aproximadamente 30 mortes, centenas de feridos e mais de mil detidos.

Desde o dia 12 de fevereiro, quando uma manifestação de estudantes e opositores terminou em violência, os municípios de Caracas governados pela oposição não deixaram de protestar contra o governo com “guarimbas”, panelaços e cartazes.

Em algumas ocasiões, as barricadas deixaram municípios isolados com a interrupção do trânsito nas vias de entrada e de saída dos mesmos.

Os prefeitos dos municípios de Baruta, Gerardo Blyde, e El Hatillo, David Smolansky, disseram na semana passada após conhecerem a decisão judicial que não vão reprimir as reivindicações dos moradores.

Fonte G1

 
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Publicado por em 19 de março de 2014 em Brasil

 

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Prefeito diz que homossexualidade não é aceita na região de Sochi

O prefeito de Sochi, a cidade russa sede da Olimpíada de Inverno que começa em fevereiro, disse que a homossexualidade não é aceita na região do Cáucaso, mas que os visitantes gays são bem-vindos aos Jogos se respeitarem as leis russas.

A posição russa sobre os direitos dos gays, incluindo leis promulgadas no ano passado para proibir a disseminação de “propaganda gay” entre crianças, tem provocado fortes críticas vindas de países ocidentais e de grupos de defesa dos direitos dos gays com a aproximação dos Jogos, manchando o evento orçado em 50 bilhões de dólares.

Em comentários que devem ser transmitidos nesta segunda-feira, o prefeito Anatoly Pakhomov disse ao programa Panorama, da rede britânica BBC: “Nós dizemos apenas que é algo da sua conta, é a sua vida. Mas não é aceito aqui no Cáucaso onde vivemos. Nós não temos (homossexuais) em nossa cidade.”

O presidente Vladimir Putin defende as lei russas, dizendo que a Rússia não “persegue” pessoas gays.

Pakhomov disse que os homossexuais seriam bem-vindos durante a Olimpíada, que começa em 7 de fevereiro. “Nossa hospitalidade será estendida a todos que respeitem as leis da Federação Russa e não imponha seus hábitos aos outros”, disse ele.

Fonte G1

 
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Publicado por em 28 de janeiro de 2014 em Brasil

 

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Prefeito de Petrópolis cancela o carnaval e investe 1 milhão na saúde!

Será verdade que o prefeito de Petrópolis investiu R$ 1 milhão destinados ao carnaval na saúde pública da cidade?

A notícia bombou no Facebook na segunda semana de janeiro de 2014. De acordo com o texto, o prefeito da cidade de Petrópolis (RJ) teria tomado uma medida drástica: Cancelou o carnaval e investiu a verba destinada para a festa (1 milhão de reais) na saúde pública da cidade.

O assunto teve dezenas de milhares de compartilhamento. Muita gente aplaudindo a atitude do governante em dar mais importância à saúde de seus eleitores do que a uma festa de poucos dias.

Por causa do sucesso da postagem no Facebook, muitos leitores entraram em contato para que tentássemos descobrir se isso é verdade ou mais uma farsa da web.

Prefeito de Petrópolis teria cancelado o carnaval em prol da saúde! Será? (foto: Reprodução/Facebook) Prefeito de Petrópolis teria cancelado o carnaval em prol da saúde! Será? (foto: Reprodução/Facebook)

A notícia é quase real, ou era real… em 2013!

O fato ocorreu em 2013, mas como a notícia que se espalhou no Facebook em 2014 não é datada, muita gente compartilhou (e aplaudiu) o político como se ele tivesse tomado essa decisão em 2014. Muito provavelmente, em 2015 voltaremos a ler essa mesma notícia como “fresca” nas redes sociais.

Em janeiro de 2013, O prefeito de Petrópolis, Rubens Bomtempo, decidiu suspender o carnaval daquele ano na cidade e repassar o dinheiro que iria para escolas de samba do município, R$ 1 milhão, para a área da saúde.

Claro que essa não foi uma decisão apenas dele, tudo foi decidido em um acordo feito juntamente com a Fundação de Cultura e Turismo e com representantes de escolas de samba e blocos.

Em entrevista ao POP, Juvenil dos Santos – Presidente da Fundação de Cultura e Turismo – explica:

“Não estamos cancelando o carnaval da cidade, só não iremos repassar os recursos, que serão encaminhados para um setor que está em estado de calamidade e precisa de todo o empenho e recursos financeiros. Estamos pensando no bem-estar da população. Tivemos a adesão espontânea das agremiações”, disse Santos.

O presidente da Fundação esclareceu na ocasião que as estruturas para o carnaval não foram montadas, mas os blocos não foram impedidos de desfilar. Outros eventos tradicionais como o Baile de Fantasias e o Banho a Fantasia foram mantidos.

A decisão tomada pela prefeitura da cidade foi noticiada em vários veículos de comunicação, como o Jornal do SBT, no dia 17 de janeiro de 2013.

Apesar de mostrar que está preocupado com a saúde pública, o prefeito da cidade de Petrópolis apenas pingou uma gota da solução no enorme incêndio que é o caos da saúde publica. Na base de “é melhor isso do que nada”, investir R$ 1 milhão na saúde é louvável, mas é muito pouco e não resolve o problema. Claro que seria muito bom se todos os governantes tirassem uma pequena quantia como essa de festas consideradas banais para investir em algo útil (se não estivessem fazendo isso apenas pensando em votos futuros).

Além disso, as prefeituras recebem verbas do Governo Federal destinadas à saúde e o prefeito tem que saber se virar com essa grana (ou lutar para conseguir mais verbas junto ao Estado). Quando o candidato entra na corrida da eleição, já sabe que terá fortes problemas em administrar as verbas publicas.

Esse ano, a prefeitura de Petrópolis ainda não se pronunciou se a verba do carnaval será destinada à saúde novamente. A publicidade em 2013 foi tão positiva para o prefeito que é bem capaz que repitam isso novamente em 2014 (ano de eleições… sabem como é, né?). Estamos no aguardo.

Apesar de não ter cancelado o carnaval como as publicações no Facebook afirmam, é preciso medir os prós e os contras de uma cidade em cancelar um evento que atrai tantos turistas como essa. Uma pesquisa feita em 2013 pela Folha de Pernambuco revelou que o carnaval gerou R$ 773 milhões em 2012 com o turismo no estado em apenas 3 dias!

O prefeito de Petrópolis não cancelou o carnaval. Apenas reduziu a verba destinada ao evento em R$ 1 milhão e destinou essa “merreca” para a saúde da cidade e isso foi em 2013!

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Fonte E-farsas

 
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Publicado por em 11 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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Após escândalo do crack, prefeito de Toronto vai tentar reeleição

O prefeito de Toronto, Rob Ford (Foto: AP)O prefeito de Toronto, Rob Ford (Foto: AP)

O prefeito de Toronto, Rob Ford, que admitiu ter fumado crack, oficializou nesta quinta-feira (2) sua candidatura à reeleição na cidade canadense.

Ao entregar os documentos para concorrer a outro mandato, Ford revelou o slogan de sua nova campanha: ‘Ford more years’, um trocadilho entre seu nome e a expressão em inglês ‘four more years’ (‘mais quatro anos’).

‘Fui o melhor prefeito que esta cidade já teve’, disse.

Por enquanto, Ford é o único candidato a confirmar que vai concorrer nas eleições municipais de 27 de outubro, mas deve enfrentar adversários em ambos os lados do espectro político.

Ford, que é conservador, foi eleito em 2010 para liderar a maior cidade do Canadá, prometendo combater gastos desnecessários na prefeitura.

Mas, no ano passado, ele admitiu ter usado crack durante seu mandato, alegando que o consumo ocorreu durante uma ‘bebedeira’.

Ford confessou o uso das drogas perante jornalistas após a revelação, feita em maio, de que imagens gravadas em vídeo mostrariam ele se drogando.

Ao registrar sua candidatura à reeleição, o prefeito disse que cabe aos eleitores dar o veredicto sobre os problemas pessoais que ele enfrentou.

Drogas e ameaças
Ford, que resistiu às pressões para que renunciasse, teceu mais elogios à sua administração. ‘Temos os impostos mais baixos do que qualquer outra grande cidade na América do Norte. A cidade está florescendo. Enfrentei questões que outros prefeitos não conseguiram’, afirmou a jornalistas.

Em novembro, após a revelação do consumo de crack, o prefeito foi destituído de grande parte de seus poderes, em votação do conselho municipal que transferiu algumas responsabilidades – e parte do orçamento da cidade – ao vice de Ford.

Mas ele manteve os planos de concorrer à reeleição. Ele mantém sua popularidade em algumas áreas mais conservadoras de Toronto.

Além do escândalo, também surgiram documentos da polícia alegando que Ford usou linguagem abusiva com termos racistas, ameaçou funcionários, cheirou cocaína em um restaurante e fez propostas sexuais para uma colega.

O prefeito nega todas essas acusações.

Fonte G1

 
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Publicado por em 3 de janeiro de 2014 em Brasil

 

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