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Inspetores precisam de 4 dias para concluir trabalho na Síria, diz ONU

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Os inspetores das Nações Unidas presentes na Síria para investigar o possível uso de armas químicas vão precisar de quatro dias para terminar seu trabalho, declarou o secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon.

“Devem terminar os trabalhos em quatro dias”, declarou Ban Ki-moon em uma coletiva de imprensa em Haia. “Depois, os especialistas deverão realizar análises científicas e, em seguida, faremos um relatório ao Conselho de Segurança a fim de empreender as ações que forem julgadas necessárias”.

Uma equipe de inspetores da ONU chegou a uma localidade nos arredores de Damasco controlada por rebeldes nesta quarta-feira (28), disseram ativistas da oposição, para o segundo dia de investigação nos locais atingidos por um suposto ataque com armas químicas que matou centenas de pessoas.

Ki-moon já havia dito que os inspetores precisam de tempo para determinar se foram usadas armas químicas. Ele afirmou que as imagens do conflito que dura mais de dois anos são “diferentes de qualquer uma que tenhamos visto no século 21”.

“É essencial estabelecer os fatos. Uma equipe de investigação da ONU está agora no terreno para fazer justamente isso. Apenas dias após o ataque, eles coletaram amostras valiosas e entrevistara vítimas e testemunhas. A equipe precisa de tempo para fazer seu trabalho”, disse Ban.

A oposição síria diz que centenas de pessoas morreram enquanto dormiam, na madrugada de quarta-feira, por causa do ataque químico realizado por forças do governo na semana passada.

O governo do presidente Bashar al-Assad nega ter cometido o massacre, e no domingo autorizou a visita de inspetores da ONU ao local.

Veículos da ONU levam inspetores, sob escolta do Exército Livre da Síria, pela área de Ghouta que foi vítima de ataque na semana anterior (Foto: Bassam Khabieh/Reuters)Veículos da ONU levam inspetores, sob escolta do Exército Livre da Síria, pela área de Ghouta que foi vítima de ataque na semana anterior (Foto: Bassam Khabieh/Reuters)

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Publicado por em 28 de agosto de 2013 em Brasil

 

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Empresas reconhecem que precisam aprimorar uso de redes sociais

Estudo global realizado pela Oracle com 1,3 mil executivos revela dificuldade das organizações para lidar com essas ferramentas na velocidade exigida.

19 de fevereiro de 2013 – 18h30

As mídias sociais amplificam a voz do cliente e as empresas enfrentam dificuldades para reagir à altura. A confirmação está no estudo “Global Insights on Succeeding in the Customer Experience Era”, realizado pela Oracle com 1,3 mil executivos sêniores de 18 países na América do Norte e América Latina, Europa e Ásia-Pacífico.

Entre os entrevistados, 81% acreditam que, hoje em dia, para oferecer uma experiência excelente ao cliente é necessário fazer melhor uso das mídias sociais.  Apesar disso, 35% deles revelaram que não incluem nenhuma mídia social em seus canais de vendas nem contam com esse recurso para o atendimento aos clientes.

Os executivos citam limitações que vão da inflexibilidade na tecnologia, organizações e sistemas divididos em silos até investimentos insuficientes como os maiores obstáculos para oferecer a melhor experiência possível ao cliente.

A pesquisa levantou como as empresas estão tentando atender melhor seus consumidores. Em média, 18% dos entrevistados afirmaram que suas organizações aumentarão o investimento em tecnologias para aperfeiçoar a experiência oferecida aos clientes nos próximos dois anos. 

O aprimoramento nos diferentes canais e as soluções de Business Analytics (processo de medição, coleta, análise e a produção de relatórios de dados) dos clientes são prioridades máximas.

Perda de receita

O estudo também confirma que a insatisfação dos clientes tem impacto nos negócios. Na América Latina, por exemplo, o relatório alerta que as companhias podem perder até 22% da receita anual por não oferecer uma experiência positiva, consistente e relevante ao consumidor.

Para melhorar esse quadro, executivos estimam que suas organizações aumentarão em 25% o investimento em tecnologia de Customer Experience nos próximos dois anos.

De acordo com o estudo, 27% dos entrevistados na região investirão em uma visão abrangente do cliente nos diferentes canais. Eles informam que optarão por desenvolver um sistema de gestão de fidelidade. Os executivos prometem impulsionar a capacidade de autoatendimento em seus websites.
Entre os participantes da pesquisa, 51% afirmaram que suas empresas ainda estão avaliando e elaborando seus programas para oferecer melhores experiências aos clientes, mas sem implementações ativas.

Os executivos latino-americanos identificam três obstáculos principais na implementação de um programa de experiência do cliente:  tecnologia inflexível (33%); problemas na organização (28%); falta de recursos financeiros (25%).

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Publicado por em 21 de junho de 2013 em Tecnologia

 

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Empresas reconhecem que precisam aprimorar uso de redes sociais

Estudo global realizado pela Oracle com 1,3 mil executivos revela dificuldade das organizações para lidar com essas ferramentas na velocidade exigida.

19 de fevereiro de 2013 – 18h30

As mídias sociais amplificam a voz do cliente e as empresas enfrentam dificuldades para reagir à altura. A confirmação está no estudo “Global Insights on Succeeding in the Customer Experience Era”, realizado pela Oracle com 1,3 mil executivos sêniores de 18 países na América do Norte e América Latina, Europa e Ásia-Pacífico.

Entre os entrevistados, 81% acreditam que, hoje em dia, para oferecer uma experiência excelente ao cliente é necessário fazer melhor uso das mídias sociais.  Apesar disso, 35% deles revelaram que não incluem nenhuma mídia social em seus canais de vendas nem contam com esse recurso para o atendimento aos clientes.

Os executivos citam limitações que vão da inflexibilidade na tecnologia, organizações e sistemas divididos em silos até investimentos insuficientes como os maiores obstáculos para oferecer a melhor experiência possível ao cliente.

A pesquisa levantou como as empresas estão tentando atender melhor seus consumidores. Em média, 18% dos entrevistados afirmaram que suas organizações aumentarão o investimento em tecnologias para aperfeiçoar a experiência oferecida aos clientes nos próximos dois anos. 

O aprimoramento nos diferentes canais e as soluções de Business Analytics (processo de medição, coleta, análise e a produção de relatórios de dados) dos clientes são prioridades máximas.

Perda de receita

O estudo também confirma que a insatisfação dos clientes tem impacto nos negócios. Na América Latina, por exemplo, o relatório alerta que as companhias podem perder até 22% da receita anual por não oferecer uma experiência positiva, consistente e relevante ao consumidor.

Para melhorar esse quadro, executivos estimam que suas organizações aumentarão em 25% o investimento em tecnologia de Customer Experience nos próximos dois anos.

De acordo com o estudo, 27% dos entrevistados na região investirão em uma visão abrangente do cliente nos diferentes canais. Eles informam que optarão por desenvolver um sistema de gestão de fidelidade. Os executivos prometem impulsionar a capacidade de autoatendimento em seus websites.
Entre os participantes da pesquisa, 51% afirmaram que suas empresas ainda estão avaliando e elaborando seus programas para oferecer melhores experiências aos clientes, mas sem implementações ativas.

Os executivos latino-americanos identificam três obstáculos principais na implementação de um programa de experiência do cliente:  tecnologia inflexível (33%); problemas na organização (28%); falta de recursos financeiros (25%).

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Publicado por em 31 de maio de 2013 em Tecnologia

 

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Empresas precisam investir mais no Sistema Operacional Humano

Em 15 anos, muito se fez em tecnologia para proteção de dispositivos. Mas, ao mesmo tempo, o que foi feito em treinamento humano?

27 de dezembro de 2012 – 10h32

Computadores e dispositivos móveis armazenam, processam e transferem informações altamente valiosas. Como resultado, sua organização provavelmente investe muito para protegê-los. Proteja o endpoint e você terá as informações salvas. Humanos também armazenam, processam e transferem informações – as pessoas são, em muitos aspectos, nada mais que outro sistema operacional: o OS Humano

Ainda assim, se você comparar o quanto as organizações investem em segurança para as suas máquinas versus o quanto eles investem em treinamento de funcionários para proteger as informações, você ficará surpreso com a diferença. Por exemplo, empresas geralmente investem nos seguintes recursos para proteger um dispositivo final:

– Software antivírus
– Gerenciamento de correções
– Redes virtuais privadas
– Sistemas de prevenção baseados em host
– Autenticação de dois fatores
– Análise de vulnerabilidades
– Criptografia de endpoint
– Monitoramento de Log

Agora, vá além nessa lista e adicione o custo para assegurar cada computador. Depois acrescente o valor de contratos de suporte, telefonemas para help desk, e quantos funcionários em tempo integral são necessários para manter toda essa tecnologia. Você provavelmente acabará gastando entre 100 e 200 dólares por dispositivo.

Agora, vamos fazer o mesmo cálculo para as pessoas. Quanto você precisa para proteger cada funcionário? Sua empresa provavelmente gastará de 20 a 50 vezes mais protegendo as máquinas que em assegurando o Sistema Operacional Humano – isso se ele estiver realmente funcionando com esses empregados.

Se calcular a quantidade de dinheiro gasto em cada computador é muito complexo, tente uma conta mais simples. Calcule quantas pessoas você tem em sua equipe de segurança da informação. Agora, fora essas pessoas, quantos focam em segurança da tecnologia e quantos focam em segurança do OS Humano? Você provavelmente acabará com uma métrica similar, algo como 20-1 ou 50-1. E as companhias continuam se perguntando porque os humanos são o elo mais fraco.

A tecnologia é importante, e nós devemos continuar investindo nela para se proteger. No entanto, uma hora você vai chegar ao ponto de retorno decadente. Você tem que investir em segurança também para o OS Humano, ou crackers continuarão a contornar todos os controles simplesmente comprometendo os endpoints humanos.

Pense dessa maneira: há 15 anos tínhamos o velho oeste dos hackers, a era de ouro dos worms. Cibercriminosos podiam facilmente comprometer milhões de sistemas aleatoriamente verificando cada um na Internet e invadindo qualquer um que estivesse vulnerável – o que significava a maioria dos sistemas naquela época.

Nós da comunidade de segurança nos sentimos impotentes e começamos a investir pesadamente em segurança de computadores. Hoje em dia, as máquinas saem de fábrica com firewalls, serviços minimizados, correção automática e randomização de memória. Quinze anos mais tarde ficou bem mais difícil invadir um computador.

Mas nesses mesmos 15 anos, o que fizemos pelo OS Humano? Nada. Como resultado, esse sistema operacional continua encalhado na época do Windows95, WinNT e Solaris 2.5. Não há firewall por padrão, todos os serviços estão habilitados e esse OS está feliz em compartilhar dados com qualquer pessoa que solicitar.

Até começarmos a corrigir o problema humano, os criminosos continuarão a ganhar.

*Lance Spitzner é diretor de treinamento do programa de segurança para humanos do SANS Institute.

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Publicado por em 24 de março de 2013 em Tecnologia

 

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Empresas precisam garantir segurança de forma pró-ativa, indica HP

Estudo indica que companhias devem ainda criar estratégias de proteção para megatendências como cloud, mobilidade e Big Data.

17 de setembro de 2012 – 19h00

Pesquisa realizada pela consultoria Coleman Parkes Research, a pedido da HP, indica que a segurança da informação no ambiente corporativo, assim como o gerenciamento inteligente e pró-ativo, são fundamentais para lidar com a complexidade do ambiente de segurança das organizações.

O estudo, que envolveu 550 entrevistados em 16 países, incluindo o Brasil, indica a urgência de estabelecer uma abordagem holística em relação à segurança dos dados. Dos ouvidos pelo estudo, 68% não possuem soluções de segurança de impressão implementadas, o que os torna vulneráveis a invasões.

Menos da metade possui atualmente uma estratégia de gerenciamento de riscos da informação implementada, e 53% consolida manualmente relatórios de gerenciamento de riscos da informação ou simplesmente não mede os riscos, o que prejudica a capacidade de prever ameaças.
A boa notícia é que as organizações afirmam que estão mudando a abordagem e focando suas estratégias em governança e inteligência de segurança. Cerca de 82% dos entrevistados indicam que estão explorando medidas de gerenciamento de eventos e informações de segurança (SIEM, na sigla em inglês para Security Information and Event Management). Os participantes da pesquisa indicaram também que os maiores problemas com relação ao gerenciamento da identidade são proteção de dados (74%) e governança de identidade (69%).

Segurança e megatendências

Os executivos também demonstram preocupações em relação às tecnologias que apresentam problemas de segurança complexos ou que ainda não são conhecidos. A segurança para computação em nuvem continua a ser uma importante preocupação, mas a pesquisa sugere que o problema é uma questão de conhecimento e não um desafio tecnológico. Os entrevistados dizem que os maiores desafios da nuvem são resultantes de uma falta de compreensão dos requisitos de segurança, representando um total de 62%, ou da aquisição de serviços sem uma seleção do provedor de serviços, com 55%.

Sobre mobilidade, quase 73% indicaram dificuldades no gerenciamento centralizado de dispositivos, enquanto mais da metade indicaram que a proliferação de dispositivos móveis aumenta potencialmente de perda ou roubo de dados.

Quando o assunto é Big Data, quase 66% dos entrevistados citaram dificuldades na proteção de grandes volumes de dados.

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Publicado por em 13 de novembro de 2012 em Tecnologia

 

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Opinião: Por que o iOS e o Mac precisam de suporte nativo para Facebook

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Quando a Apple apresentou o iOS 5 em junho de 2011, um dos principais recursos anunciados pela empresa foi a integração do Twitter com todo o sistema: tire uma foto, veja uma página interessante no Safari, ou encontre um ótimo vídeo no YouTube, e o iOS 5 te permite compartilhar isso de modo rápido com o Twitter por meio da ferramenta embutida Tweet Sheet. Quando o update Mountain Lion chegar no meio desse ano, o suporte nativo para o Twitter também vai desembarcar nos Macs.

Mas e o Facebook? Em dezembro de 2011, a rede social informou que tinha cerca de 850 milhões de usuários ativos. E metade deles acessou o Facebook por meio de um aparelho móvel alguma vez. (Analistas estimam que o Twitter alcançará a marca de “apenas” 250 milhões usuários ativos até o final de 2012.)

Por que a Apple e o Facebook não se unem pelos quase 1 bilhão de usuários da rede social de Mark Zuckerberg com uma integração profunda e por todo o sistema?

O que o compartilhamento nativo com o Facebook poderia oferecer

Atualmente, os fotógrafos de iPhone que querem compartilhar suas imagens pelo Facebook geralmente tiram suas fotos no app Câmera, depois mudam para o app do Facebook, apertam no botão para postar uma imagem, tocam no botão para escolher uma fotografia a partir da biblioteca de imagens, selecionam a foto, e então finalmente podem apertar o botão para postar a foto. Para tuitar uma imagem a partir do app Câmera, obviamente, você tira a fotografia, toca no botão Compartilhar (Share), escolher Tuitar (Tweet), e então aperta para enviar seu post. Muito menos botões.

Como o Facebook oferece muito mais tipos de dados do que o Twitter, a integração da rede social com o iOS e o Mac poderia, na verdade, aparecer em mais lugares. Por exemplo, incluir uma opção para compartilhar um evento no Calendário como um evento do Facebook faz bastante sentido.

O software desktop iPhoto, da Apple, já oferece uma ótima integração com o Facebook – e nenhuma integração com o Twitter. Ou seja, essa claramente não é uma limitação tecnológica. A Apple poderia integrar com o Facebook se quisesse. Então o que impede isso de acontecer?

A Apple recusou a “solicitação de amizade” do Facebook?

Um porta-voz do Facebook disse à Macworld: “O iOS é uma plataforma importante para o Facebook e nós temos uma boa relação com a Apple, trabalhando de forma próxima com a equipe de desenvolvimento deles em nossos apps do Facebook e do Facebook Messenger.” 

Então, esse “bom relacionamento com a Apple” significa que a integração com o Facebook pode chegar em breve aos dois principais sistemas da Apple? “Como vocês sabem, nós não comentamos sobre o que podemos ou não lançar no futuro”, afirmou o porta-voz da rede social. 

A Apple, por sua vez, indicou que não tem nada a comentar sobre o assunto. Mas a empresa já tinha falado sobre sua relação com o Facebook em setembro de 2010, sobre o então lançamento da sua pouco popular rede social musical Ping.

Quando o Ping foi lançado, oferecia integração com o Facebook Connect, o que significa que você podia seus amigos do Facebook no Ping. Então, o Facebook Connect desapareceu do Ping.

Na época, Steve Jobs, então CEO da Apple, disse ao site All Things Digital que o Ping não teria integração com o Facebook porque a rede social de Mark Zuckerberg exigiu “termos onerosos com os quais não podíamos concordar”. Antes da declaração de Jobs, a Apple havia mencionado publicamente a conexão do Facebook com o Ping, mas algo claramente mudou horas depois do lançamento da rede social musical da “maçã”.

Na reportagem do All Things D publicada na época, é mencionado que alguns executivos do Facebook estavam aborrecidos com algumas semelhanças de design que notaram entre o Ping e o Facebook. A versão da Apple, como expressada por Jobs, é que o Facebook queria mais dados pessoais dos usuários do Ping do que a Apple estava disposta a compartilhar.

Mas quanta proteção é exagerada?

Eu tuíto. Eu tuíto demais. Mas minha esposa, meus pais, minha sogra, e a maioria dos meus amigos locais ou criaram uma conta no Twitter e depois a abandonaram, ou nunca nem visitaram o microblog. Mas todos eles possuem (e usam) perfis no Facebook.

Se os usuários da Apple querem e podem se beneficiar a partir da integração com o Facebook – e acho que a resposta é positiva nos dois casos – talvez a “maçã” devesse seguir os passos de uma empresa que queria proteger a privacidade dos seus usuários, mas eventualmente decidiu colocar a decisão nas mãos dos seus usuários. Essa companhia? A Apple.

Quando lançou a opção de assinatura dentro dos apps para a sua App Store, a Apple inicialmente disse aos editores de conteúdo que teria todos os dados dos seus clientes e não os compartilharia. A Apple eventualmente soltou um pouco as rédeas, oferecendo aos consumidores a opção de optar por compartilhar suas informações com os editores. É uma decisão boa, uma vez que (na maior parte das vezes) agrada aos editores, e certamente mantém a soberania da privacidade dos clientes.

Essa é a mesma abordagem que a Apple deveria adotar para a integração com o Facebook: se os usuários estão dispostos a compartilhar com o Facebook, então a Apple deve oferecer um meio amplo que abrange todo o sistema para eles fazerem isso.

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Publicado por em 11 de março de 2012 em Tecnologia

 

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Para enfrentar o iPad, Intel e Microsoft precisam usar as lições dos netbooks

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A Apple está vencendo a batalha dos tablets nas empresas (e entre os consumidores finais), e a única maneira para os rivais obterem sucesso é tendo funcionalidades melhores, ou recursos parecidos com o iPad, mas superando o aparelho rival no preço.

Hoje, fontes ligadas a fabricantes de laptops afirmam que os tablets baseados no Windows 8 com chips Intel provavelmente não serão mais baratos do que 600 dólares, sendo que o iPad tem valores a partir de 500 dólares nos EUA.

Com base em experiências próprias, tanto a Intel quanto a Microsoft sabem como baixar custos para competir, então será que as fabricantes vão fazer isso com os tablets para derrubar o iPad? O que mais pode tornar os tablets com Windows 8 interessantes dentro das empresas?

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iPad 2: preço é fundamental para brigar com o tablet da Apple

Uma lição aprendida?
O preço comentado na casa dos 600 dólares é muito parecido com o cobrado atualmente pelos tablets Windows, que não estão exatamente vendendo bem. Mas também é bom lembrar que o Windows 7 em um tablet não é amigável. Apesar de ainda não sabermos o preço específico do processador Clover Trail, da Intel, que estará nos tablets com Win8, ou do sistema Windows 8 para tablets, essa situação é muito parecida com o que acontecia nos dias iniciais dos netbooks.

Embora não tenham sido um grande sucesso, e agora estarem quase mortos, a Intel e a Microsoft encontraram maneiras de reduzir seus preços para que os netbooks baseados em seus produtos pudessem competir com alternativas baseadas em chips ARM e sistemas Linux.

Com o Atom, da Intel, e o Windows 7 Starter Edition, da Microsoft, cada companhia encontrou uma maneira de oferecer um produto diferenciado que poderia justificar um custo menor para capturar uma maior participação no mercado. Os tablets podem se beneficiar de uma abordagem parecida: um processador feito especificamente para tablets, junto com uma versão do Windows, e fazer isso a um preço que possa competir com as alternativas baseadas em chips ARM, estejam rodando Windows, Android ou até mesmo o iOS, da Apple.

Intel de fora?
Se o custo dos processadores Intel não for tão baixo quanto o necessário, uma maneira pela qual a Microsoft ainda pode ser bem-sucedida com os tablets Windows 8 é deixar a Intel de fora, e em vez disso usar ARM. Apesar do fato de que a licença do Windows 8 ainda vai aumentar o preço dos tablets, usar processadores ARM de baixo custo da Nvidia, Qualcomm e Texas Instrument ajudará a manter os valores ao alcance da concorrência. No entanto, ainda não está claro no momento o quão compatível um tablet Windows 8 com chip ARM será com aplicativos já existentes no mercado.

Recursos Interessantes e Interoperabilidade
Outra maneira de a Microsoft ter sucesso é se os recursos dos seus tablets, e o modo como eles interagem com PCs, tiverem apelo suficiente para fazer os usuários quererem ter o Windows 8. Atualmente, a principal razão pela qual as empresas podem querer, e até mesmo precisar do Win8 em um tablet, é sua habilidade de rodar apps completos em desktop. A maioria dos programas para Windows é feita para rodar em processadores x86 no que agora será chamado de modo desktop; e essa compatibilidade inversa não parece estar vindo para tablets com processadores ARM. No entanto, os tablets baseados no Intel Clover Trail não devem encontrar nenhum problema rodando apps para Windows, e esse pode ser um grande ponto de venda para companhias que querem apps nativos rodando em aparelhos móveis, e os mesmos softwares rodando tanto em desktops quanto aparelhos mobile.

Custo mais baixo vence
Apesar de rodar aplicativos nativos para x86 em um tablet poder ser um ponto a mais para vendas do Windows 8, desde que exista acesso disponível para web as empresas sempre podem usar softwares de desktop remotos em qualquer tablet para testar e atingir o mesmo objetivo; mas elas podem fazer algumas funcionalidades ao fazer isso. Ser mais caro do que concorrência provavelmente limitaria a adoção de tablets Windows 8 com chips Intel. Mas se a Microsoft e a Intel realmente aprenderam as lições dos netbooks, e os rumores não forem verdadeiros, a possibilidade de custos menores permitiria que elas competissem com base no preço, o que, para os negócios, faria toda a diferença.

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Publicado por em 6 de fevereiro de 2012 em eletrônicos, Mac, Tecnologia

 

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