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Apple busca elevar vendas online ao cortar prazo para restituição

A Apple cortou pela metade o tempo que leva para restituir clientes da loja online que devolvem iPhones e outros aparelhos, um pequeno mas crucial passo para tentar conseguir que mais pessoas comprem diretamente pelo seu website.

O movimento representa uma grande despesa inicial por parte da Apple, mas poderá compensar no longo prazo se a empresa conseguir atrair clientes online de varejistas como a Amazon.com e Best Buy, dizem especialistas do setor.

De acordo com a empresa de pesquisa de varejo e de inteligência StellaService, os clientes que compram um produto da loja online da Apple podem obter um reembolso em menos de uma semana, ante 10 dias anteriormente.

A Apple está processando reembolsos a um ritmo mais rápido porque a empresa agora usa um serviço acelerado, FedEx 2Day, para permitir que os clientes retornem itens com etiquetas pré-pagas para o estoque em três dias.

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Publicado por em 14 de maio de 2014 em Tecnologia

 

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Síria não conseguirá cumprir prazo para destruir armas, diz agência

A Síria não vai conseguir cumprir um prazo maior, que termina semana que vem, para destruir suas instalações de produção de armas químicas, disseram fontes da Organização para a Proibição de Armas Químicas (Opaq) nesta quinta-feira (6).

A Síria declarou 12 locais de produção à Opaq e tem até 15 de março para destrui-los sob um acordo alcançado com ajuda dos Estados Unidos e da Rússia. Damasco não cumpriu vários prazos estabelecidos no acordo.

“(O prazo) certamente não será cumprido”, disse uma autoridade envolvida nas discussões com a Síria, se referindo ao dia 15 de março.

O funcionário, que pediu para não ser identificado, disse que havia sete hangares de aviões e cinco instalações subterrâneas. “Nenhum deles foi destruído até o momento”, disse.

As autoridades sírias não puderam ser imediatamente contatados para comentar o assunto.

A Síria concordou no ano passado em destruir todas as instalações de armas químicas e entregar 1.300 toneladas de agentes tóxicos para uma missão conjunta da Opaq e da Organização das Nações Unidas (ONU).

O país tem até 30 de junho para eliminar seu programa de armas químicas completamente.

O acordo evitou que os EUA atacassem militarmente a Síria, depois de ataque com gás sarin matar centenas de pessoas nos arredores de Damasco em 21 de agosto.

A Síria já perdeu o prazo de 5 de fevereiro para enviar todos os produtos químicos ao exterior para sua destruição e está semanas atrasada em relação ao cronograma estabelecido no acordo.

arte síria versão 18.02 (Foto: Arte/G1)

Fonte G1

 
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Publicado por em 7 de março de 2014 em Brasil

 

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Síria descumpre prazo de entrega de substâncias químicas

A Síria descumpriu nesta quarta-feira (5) o prazo para a entrega de todas as substâncias químicas declaradas aos inspetores de armas químicas, o que deixa o programa de desarmamento com várias semanas de atraso e coloca em xeque o prazo para a sua conclusão, em 30 de junho.

Conforme um acordo acertado em outubro entre a Rússia e os EUA – o que ajudou a evitar uma ação militar de Washington contra o regime de Bashar al Assad -, Damasco concordou em entregar todo o seu arsenal de armas químicas até 5 de fevereiro.

Na terça-feira (4), a Rússia disse que o governo sírio, seu aliado, entregará em breve mais substâncias químicas, mas diplomatas ocidentais afirmam não ver indicações de que novos embarques sejam iminentes.

A Síria promete entregar um cronograma à Organização para a Proibição das Armas Químicas (Opaq), mas não informou quando isso acontecerá.

O último envio de substâncias químicas para fora da Síria aconteceu em 27 de janeiro, e o novo prazo foi descumprido, segundo Michael Luhan, porta-voz da Opaq. “É um status quo até que tenhamos esse plano.”

A Síria já havia descumprido um prazo de 31 de dezembro, quando deveria terminar de entregar os agentes químicos mais venenosos, incluindo os precursores do sarin e gás mostarda.

Até agora, a Síria movimentou pouco mais de 4 por cento das 1.300 toneladas informadas à Opaq. Os dois pequenos carregamentos de substâncias químicas estão sendo guardados em um barco dinamarquês no Mediterrâneo.

Pelo acordo entre Rússia e EUA, motivado por um ataque com gás sarin que matou centenas de civis perto de Damasco, a Síria tem até 30 de junho – mais cinco meses – para eliminar completamente seu programa de armas químicas.

Damasco atribui os atrasos a problemas de segurança, incluindo a ameaça de ataques rebeldes em estradas que dão acesso à cidade portuária de Latakia. O governo de Assad solicitou blindagens e equipamentos de comunicação adicionais.

Mas os EUA e a ONU, que supervisionam conjuntamente o programa de destruição com a Opaq, disseram na semana passada que todos os equipamentos necessários para a operação estão disponíveis para a Síria, e que o governo deve cumprir sua parte o mais rapidamente possível.

O próximo prazo importante é em 31 de março, quando as substâncias mais tóxicas devem ser destruídas fora da Síria, num navio cargueiro especial dos EUA, o MV Cape Rayl.

Na quinta-feira, Sigrid Kaag, chefe da missão conjunta, falará sobre a operação à ONU, em Nova York.

arte síria versão 24.01 (Foto: Arte/G1)

Fonte G1

 
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Publicado por em 6 de fevereiro de 2014 em Brasil

 

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Para Rússia, prazo para destruição de armas químicas sírias ainda é realista

O prazo estabelecido até 30 de junho para a destruição do arsenal químico da Síria como parte de um acordo internacional permanece “completamente realista” apesar dos atrasos, disse um diplomata russo nesta sexta-feira, segundo a agência de notícias Interfax.

Mikhail Ulyanov, chefe do Departamento de Segurança e Desarmamento do Ministério das Relações Exteriores, disse que os atrasos foram provocados por questões de segurança na estrada até a cidade portuária de Latakia e pelo apoio técnico insuficiente da comunidade internacional, de acordo com a Interfax.

Nesta quinta-feira (30), os EUA se mostraram preocupados com o atraso na saída das armas químicas, segundo indicação do Pentágono.

Um porta-voz do departamento de Estado, entretanto, disse que a Síria ainda pode alcançar o prazo de sua obrigação em remover as armas químicas. Segundo Jen Psaki, a ameaça de uso de força contra o regime sírio nunca foi tirada de cena, mas que os EUA preferem buscar meios diplomáticos.

arte síria versão 24.01 (Foto: Arte/G1)

Fonte G1

 
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Publicado por em 3 de fevereiro de 2014 em Brasil

 

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Síria ainda pode alcançar prazo para entrega de armas, dizem EUA

Os Estados Unidos, por meio de uma porta-voz do departamento de Estado, disse nesta quinta-feira (30) que a Síria ainda pode alcançar o prazo de sua obrigação em remover as armas químicas. Segundo Jen Psaki, a ameaça de uso de força contra o regime sírio nunca foi tirada de cena, mas que os EUA preferem buscar meios diplomáticos.

No ano passado, Washington considerou atacar o país militarmente para punir Damasco por usar armas químicas em uma guerra civil de três anos.

Com os prazos estourando, ps EUA dizem que a Síria removeu apenas 4% de seu arsenal declarado, embora Psaki tenha dito que ainda há tempo para o prazo se esgotar.

Negociações de paz
A oposição síria diz ter os nomes de cerca de 50 mil presos que estariam sob poder do regme desde poucas semanas antes do início das negociações de paz em Genebra – entre o governo do presidente Bashar al-Assad e a oposição síria no exílio. Numa tentativa de chamar a atenção para o tema no dia da abertura das negociações, dois representantes da oposição levaram fotos do dissidente veterano Abdelaziz al-Khayyer, que desapareceu em Damasco há dois anos.

O governo declarou que a lista que recebeu tinha bem menos nomes e que a maioria deles ou já tinha sido libertada ou nunca havia sido presa.

No entanto, em Damasco, as prisões arbitrárias continuam a arrasar famílias.

Os que sobrevivem à prisão enfrentam novas dificuldades depois da libertação. Eles são frequentemente “aconselhados” a deixar o país. Os que não podem terminam vulneráreis a extorsões de autoridades corruptas.

Ayman, de 50 e poucos anos, foi preso por um período curto em 2011, acusado de organizar protestos contra o governo, o que ele nega.

Durante duas semanas na prisão, ele disse ter sido espancado, humilhado e sofrido abuso psicológico.

O caso de Ayman se assemelha a muitos citados no relatório da organização Human Rights Watch, sediada nos Estados Unidos. O documento acusa as autoridades sírias de manterem dezenas de milhares de presos políticos e diz que a tortura havia se tornado comum.

Às vésperas da conferência de Genebra, a Síria negou a tortura e a morte de presos, chamando tais acusações de uma tentativa de minar as negociações.

Ayman, quando libertado, foi aconselhado a deixar o país, algo que ele diz que não pode fazer devido aos laços familiares e aos negócios.

“Eu continuo sendo contactado por eles. Outro dia eles ligaram e me disseram que eu deveria fazer uma visita para uma xícara de café”, afirmou ele na sua casa, nas região central de Damasco.

Ele disse que regularmente recebe a visita de uma autoridade do setor de inteligência em busca de propina. “Acho que já gastei uns US$ 3.000 em propina desde que fui libertado”, declarou.

Outros ex-presos terminam deixando o país. “Eu não vou viver paralisado pela paranoia”, afirmou Mohammad, de 28 anos. Ele ficou 20 meses preso em Damasco e, como outros ex-detentos, pediu para ser identificado apenas pelo primeiro nome. O irmão mais velho dele também foi preso e morreu sob custódia.

“Eles me disseram que enquanto eu estivesse na Síria eles não poderiam garantir que eu não fosse preso por outra agência de inteligência”, afirmou Mohammad, durante encontro com a Reuters no vizinho Líbano. Ele foi preso pela Inteligência da Força Aérea.

Como milhares de ex-presos no exterior, Mohammad não tem ideia de quando vai poder retornar. Ele procura uma oportunidade de asilo político na Europa.

Fonte G1

 
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Publicado por em 31 de janeiro de 2014 em Brasil

 

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Congresso dos EUA terá semana agitada por prazo de paralisação

O Congresso dos Estados Unidos inicia nesta segunda-feira (23) uma semana turbulenta e potencialmente caótica, que pode ou não terminar com uma paralisação do governo em 1º de outubro.

Com a necessidade de uma medida para financiar o governo ser aprovada tanto pelo Senado quanto pela Câmara dos Deputados, é praticamente garantida que a batalha se estenda até a próxima semana.

Quando os parlamentares concluírem essa etapa, irão travar uma disputa ainda mais volátil sobre aumentar a autorização para o governo se endividar, com riscos à sua classificação de crédito e de possível inadimplência.

A longa batalha republicana contra o “Obamacare”, proposta de reforma da saúde do presidente Barack Obama, que irá entrar em vigor em 1º de outubro, está no centro dessas disputas. Os republicanos estão usando tanto a ameaça de paralisação quanto o teto da dívida em um esforço para prejudicar ou adiar a reforma.

Porém, a única certeza é de que, quando a poeira baixar, as reformas na saúde ainda estarão firmes. Nem o Senado com maioria democrata e muito menos Obama irão concordar com um projeto para adiar o programa, sancionado em lei pelo presidente em março de 2010 para oferecer cobertura de saúde para milhões de norte-americanos não segurados.

Fonte G1

 
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Publicado por em 23 de setembro de 2013 em Brasil

 

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Aplicação permite criar tuítes com ‘prazo de validade’

Aplicação para web chamada Spirit permite que tuiteiros criem mensagens com prazo de validade. (Foto: Reprodução)Aplicação para web chamada Spirit permite que
tuiteiros criem mensagens com prazo de
validade. (Foto: Reprodução)

Um ex engenheiro do Twitter criou uma aplicação para web que permite aos usuários do microblog agendarem um horário para que suas mensagens sejam deletadas.

Para utilizar a função, o tuiteiro tem de inserir seus dados de acesso ao Twitter no programa, chamado de Spirit.

A partir daí, basta incluir nas mensagens alguma hashtag que indique o prazo de validade para aquele tuíte, como #1m (para um minuto), #5h (para cinco horas) ou #8d (para oito dias). Ao final do período determinado, o tuíte irá desaparecer da timeline do usuário.

A ferramenta pode parecer não ter utilização imediata, mas um metereologista já pensou em uma forma de usufruir da aplicação criada pelo engenheiro Pierre Legrain: prevenir que avisos de tempestades continuem sendo retuitados mesmo depois de a precipitação ter ocorrido.

O Spirit segue a linha de ferramentas como o efemr e o Snapchat, voltados para Twitter e Facebook, respectivamente.

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Publicado por em 5 de setembro de 2013 em Tecnologia

 

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