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Brasil possui a 4ª maior população de ‘nativos digitais’ do mundo, diz ONU

O Brasil é o país que possui a quarta maior população do mundo de “nativos digitais”, jovens que cresceram acompanhando de perto a expansão da internet e estão acostumados às muitas mudanças trazidas pela web. Os dados foram compilados pela União Internacional das Telecomunicações (UIT), órgão da ONU, e divulgados nesta segunda-feira (7).

É a primeira vez que a entidade faz esse tipo de mensuração, que consta na pesquisa “Medindo a Sociedade da Informação”.

A UIT admite não haver consenso entre os critérios usados para caracterizar alguém como “nativo digital”, assim como os efeitos de ter nascido na era da informação. Segundo a metodologia criada pela entidade para mensurar esse grupo, são nativos os jovens entre 15 e 24 anos que já possuem experiência de conexão à internet de pelo menos cinco anos.

Brasil tem a 4ª maior população de jovens entre 15 e 24 anos com mais de cinco anos de uso da web, o ‘nativos digitais’PaísPopulação, em milhõesFatia de ‘nativos digitais’ na população, em %Fatia de ‘nativos digitais entre os jovens, em %

O Brasil possui pouco mais de 20 milhões de “nativos digitais”, que formam um grupo apenas menor aos da China (75,2 milhões), Estados Unidos (41,3 milhões) e Índia (22,6 milhões).

“Enquanto não existe consenso na literatura do impacto exato que as tecnologias da informação e comunicação têm sobre os jovens, há consenso geral que as mídias digitais estão mudando o jeito que eles aprendem, brincam, socializam e participam da vida civil”, escreve a UIT a respeito das transformações enfrentadas por esses jovens.

Eles já são 5,2% da população mundial e chegam a 30% do total dos jovens. De acordo com o órgão da ONU, ainda são minoria mesmo entre os jovens devido ao baixo uso da internet em muitos países em desenvolvimento.

No entanto, pondera a pesquisa, a própria expansão da internet é um fenômeno recente, visto que, até 2007, apenas 21% da população global estava on-line.

Jovem e plugado
Não é surpresa, ressalta o documento, que países populosos como Brasil, China e Índia estejam no topo das nações com mais “nativos digitais”. No entanto, esses países podem ver esse contingente crescer ainda mais. Enquanto os jovens conectados são 95,6% da juventude norte-americana, chega a 34,7% dos jovens da China e a 9,5% dos da Índia. No Brasil, 60,2% dos jovens são “nativos” –10% do total dos brasileiros.

Apesar da grande população, que colabora para formar um grande exército de nativos, o mesmo estudo da UIT mostra que o custo de estar conectado no Brasil é um dos mais altos do mundo.

O minuto das ligações por celular, o principal serviço de telefonia do país e motor da expansão da banda larga móvel, chega a US$ 0,74. A quantia é mais de setenta vezes o valor de US$ 0,01, cobrado na Coreia do Sul, país mais barato.

A despeito da quantidade de jovens conectados, a banda larga fixa é apenas a 55ª mais barata do mundo, custando, em média, US$ 17,20, cerca de R$ 40. Até no envio do SMS, o país esta entre os maiores: cobrando US$ 0,23 o torpedo, é o segundo mais caro.

Já na lista dos países com maior proporção dos “nativos digitais” entre os jovens estão os mais desenvolvidos. Encabeçado pela Coreia do Sul, com 99,6% de sua juventude conectada e com experiência no acesso à internet, o ranking posiciona o Brasil na 50ª posição.

Em comum, os países que encabeçam essa lista possuem alto índice de desenvolvimento em tecnologia da informação e comunicação (IDI), criado pela própria UIT. Isso quer dizer que essas nações equilibram bem o nível acesso à web, o uso da rede e as habilidades desenvolvidas on-line. Com IDI de 5, o país está no 62º posto.

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Publicado por em 9 de outubro de 2013 em Tecnologia

 

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Por que o iPhone 5 não possui carregamento sem fio?

De certa forma, o iPhone 5 é uma grande evolução em relação ao seu antecessor – afinal, o dispositivo possui tela maior, é mais fino e leve, tem um processador A6 duas vezes mais rápido, maior duração da bateria, uma lente maior de vidro de safira à prova de riscos e suporte de rede LTE (acrônimo para Lont Term Evolution, ou Evolução em Longo Prazo, em tradução). Com tanta tecnologia, por que ele não possui carregamento sem fio?

Na semana passada, o primeiro do que provavelmente se tornará centenas de novos produtos móveis com carregamento wireless foi anunciado nos EUA: os smartphones Nokia Lumia 920. De acordo com o Wireless Power Consortium (WPC), produtos de 120 empresas estão certificados como compatíveis com o padrão Qi (pronuncia-se “tchi”) para carregamento sem fio.

Atualmente, existem 8,5 milhões de aparelhos com suporte para Qi vendidos em todo o mundo. O maior mercado para o carregamento wireless é o Japão, onde é quase impossível comprar um celular sem essa capacidade embutida nele, afirmou o presidente da WPC, Menno Treffers.

Veja também:

– Vídeo: Duracell lança carregador sem fio para iPhone

iphone5duascores.jpeg

O padrão Qi estabelece as especificações para dispositivos móveis a serem carregados de duas formas: descansando sobre uma plataforma de indução magnética ou usando carregamento de ressonância. Esse último permite a um dispositivo ser carregado a uma distância de até 1,5 polegadas (ou 3,81 cm) da fonte de energia, tal como um computador portátil.

Apesar de mais de 100 fornecedores já terem aderido ao WPC e suas normas, uma notável empresa ficou de fora: a Apple – embora a Samsung também não esteja entre os membros do WPC.

Um analista da Gartner, Ken Dulaney, acredita que a gigante talvez tente forçar o seu próprio padrão, assim como eles fizeram ao não oferecer micro USB como outros fabricantes de celulares. “A Apple não é sempre a primeira a lançar tecnologia. Portanto, eu não estou surpreso”, disse Dulaney. “Google e Nokia/Microsoft têm se mostrado muito mais agressivas.”

“Eles não suportam Qi. Novamente, não é uma surpresa”, continuou Dulaney. “Isso significa que se a Apple ficou para trás em um número de áreas técnicas, ainda haverá propostas valiosas para as outras plataformas oferecerem. Isso é uma coisa boa. Isso nos dá escolha e concorrência”.

Também no pacote de prós, Dulaney observou que a Apple é a única fornecedora, com exceção da RIM, fabricante do BlackBerry, que dispõe de um conector consistente com o passar dos anos.

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Ao contrário desses dispositivos, o novo iPhone 5 vem com um novo conector chamado Lightning, que substitui o dock de 30 pinos usado desde o primeiro iPhone, lançado em 2007. Ele é 80% menor do que o anterior, e é reversível para conveniência, o que também significa que os usuários terão agora de comprar um adaptador de 30 dólares (nos EUA) para poderem plugar seus alto-falantes e estações de carregamento antigas.

Durante a conferência da Apple para a imprensa, o vice-presidente sênior de marketing mundial da gigante, Phil Schiller, disse que o despojado conector é a resposta às muitas funções agora realizadas sem a necessidade de fios. “Nós usamos Bluetooth para conectar alto-falantes e fones de ouvido e sistemas do carro. Nós usamos AirPlay em nossa TV ou aparelho de som. Nós podemos fazer a sincronização com o iTunes também via wireless agora”, disse ele. “Está na hora do conector evoluir.”

“Portanto, agora temos o Thunderbolt e Lightning em nossa estratégia de conectores”, disse Schiller. “Este é um conector moderno para a próxima década.”

Schiller disse que a Apple está trabalhando com parceiros complementares, como Bose, JBL, Bowers & Wilkins (B&W), e Bang e Olufsen para trazer produtos que suportam o Lightning para o mercado na temporada de férias.

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Publicado por em 12 de novembro de 2012 em Tecnologia

 

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Por que o iPhone 5 não possui carregamento sem fio?

De certa forma, o iPhone 5 é uma grande evolução em relação ao seu antecessor – afinal, o dispositivo possui tela maior, é mais fino e leve, tem um processador A6 duas vezes mais rápido, maior duração da bateria, uma lente maior de vidro de safira à prova de riscos e suporte de rede LTE (acrônimo para Lont Term Evolution, ou Evolução em Longo Prazo, em tradução). Com tanta tecnologia, por que ele não possui carregamento sem fio?

Na semana passada, o primeiro do que provavelmente se tornará centenas de novos produtos móveis com carregamento wireless foi anunciado nos EUA: os smartphones Nokia Lumia 920. De acordo com o Wireless Power Consortium (WPC), produtos de 120 empresas estão certificados como compatíveis com o padrão Qi (pronuncia-se “tchi”) para carregamento sem fio.

Atualmente, existem 8,5 milhões de aparelhos com suporte para Qi vendidos em todo o mundo. O maior mercado para o carregamento wireless é o Japão, onde é quase impossível comprar um celular sem essa capacidade embutida nele, afirmou o presidente da WPC, Menno Treffers.

Veja também:

– Vídeo: Duracell lança carregador sem fio para iPhone

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O padrão Qi estabelece as especificações para dispositivos móveis a serem carregados de duas formas: descansando sobre uma plataforma de indução magnética ou usando carregamento de ressonância. Esse último permite a um dispositivo ser carregado a uma distância de até 1,5 polegadas (ou 3,81 cm) da fonte de energia, tal como um computador portátil.

Apesar de mais de 100 fornecedores já terem aderido ao WPC e suas normas, uma notável empresa ficou de fora: a Apple – embora a Samsung também não esteja entre os membros do WPC.

Um analista da Gartner, Ken Dulaney, acredita que a gigante talvez tente forçar o seu próprio padrão, assim como eles fizeram ao não oferecer micro USB como outros fabricantes de celulares. “A Apple não é sempre a primeira a lançar tecnologia. Portanto, eu não estou surpreso”, disse Dulaney. “Google e Nokia/Microsoft têm se mostrado muito mais agressivas.”

“Eles não suportam Qi. Novamente, não é uma surpresa”, continuou Dulaney. “Isso significa que se a Apple ficou para trás em um número de áreas técnicas, ainda haverá propostas valiosas para as outras plataformas oferecerem. Isso é uma coisa boa. Isso nos dá escolha e concorrência”.

Também no pacote de prós, Dulaney observou que a Apple é a única fornecedora, com exceção da RIM, fabricante do BlackBerry, que dispõe de um conector consistente com o passar dos anos.

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Ao contrário desses dispositivos, o novo iPhone 5 vem com um novo conector chamado Lightning, que substitui o dock de 30 pinos usado desde o primeiro iPhone, lançado em 2007. Ele é 80% menor do que o anterior, e é reversível para conveniência, o que também significa que os usuários terão agora de comprar um adaptador de 30 dólares (nos EUA) para poderem plugar seus alto-falantes e estações de carregamento antigas.

Durante a conferência da Apple para a imprensa, o vice-presidente sênior de marketing mundial da gigante, Phil Schiller, disse que o despojado conector é a resposta às muitas funções agora realizadas sem a necessidade de fios. “Nós usamos Bluetooth para conectar alto-falantes e fones de ouvido e sistemas do carro. Nós usamos AirPlay em nossa TV ou aparelho de som. Nós podemos fazer a sincronização com o iTunes também via wireless agora”, disse ele. “Está na hora do conector evoluir.”

“Portanto, agora temos o Thunderbolt e Lightning em nossa estratégia de conectores”, disse Schiller. “Este é um conector moderno para a próxima década.”

Schiller disse que a Apple está trabalhando com parceiros complementares, como Bose, JBL, Bowers & Wilkins (B&W), e Bang e Olufsen para trazer produtos que suportam o Lightning para o mercado na temporada de férias.

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Publicado por em 11 de outubro de 2012 em Tecnologia

 

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