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Quase 25% da população mundial pretende ver as Olimpíadas via web

Estudo da Ipso diz que as mídias preferidas serão a televisão (65%), Internet (23%), smartphones (6%) e tablets (4%)

Pesquisa divulgada pela consultoria Ipsos nesta sexta (27) revela que 72% da população de 24 países pretende assistir pelo menos alguma parte das Olimpíadas 2012, em Londres. O estudo diz que as mídias preferidas serão a televisão (65%), Internet (23%), smartphones (6%) e tablets (4%). 

Entre os esportes mais citados, aparecem o atletismo (20%) e futebol (20%). As modalidades são seguidas de perto por natação (16%), ginástica olímpica (14%), vôlei (5%), basquete (4%), boxe (3%) e ciclismo (2%).

“Como sempre, as atenções estão voltadas para as Olimpíadas. O que está mudando é a forma como ela será vista, devido à evolução na distribuição digital de conteúdo”, diz Odmar Almeida Filho, CEO da Ipsos no Brasil. A enquete foi feita com 18,6 habitantes de diversos países. 

Mais de seis em cada dez pessoas (62%) afirmaram ter interesse (22% fortemente, 40% algum interesse) nos Jogos – apenas 37% declaram que não pretendem assistir nada (24% não muito interessados e 13% nenhum interesse). 

As Olimpíadas serão assistidas em plataformas variadas. A TV (65%) lidera, mas as novas tecnologias já aparecem com vigor. Quase um quarto dsa pessoas usará a Internet (23%) e um em cada dez, celulares (6%) ou tablets (4%). A TV tem presença fortíssima no México, com 82% de preferência, seguido pela Coréia do Sul (80%), Brasil (79%) e índia (75%). Já na Bélgica (48%), Arábia Saudita (49%), Alemanha (50%) e França (52%) o uso da TV é menos provável.

Os chineses são os mais propensos a utilizar tecnologias menos tradicionais. Na verdade, quase toda a base respondente (94%) da China indicou: 67% vai assistir pela Internet, 16% em telefones celulares e 15% em tablets. 

Na Índia, uma maioria similar irá utilizar as novas tecnologias: 50% online, 24% via celulares e 15% em tablets. Os próximos países da lista a utilizar novas tecnologias ainda mantêm alguma distância em relação à China e à Índia: Coréia do Sul (58% online, celular e tablets combinados), Arábia Saudita (54%) e Turquia (43%). 

Menos de um em cada cinco dos entrevistados da Bélgica (14%), Itália (14%), Alemanha (15%), Austrália (16%) e França (16%) vão utilizar as tecnologias não convencionais. Um dado interessante é que um em cada vinte fortemente concorda em baixar algum aplicativo de smartphone para assistir os jogos ao vivo (5%) e receber as atualizações sobre as competições (5%). Um em cada sete pode fazer: 15% “concorda um pouco” em baixar algum aplicativo para assistir aos jogos enquanto 16% “concorda um pouco” em buscar aplicativo para receber as atualizações.

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Publicado por em 12 de outubro de 2012 em Tecnologia

 

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Quase 25% da população mundial pretende ver as Olimpíadas via web

Estudo da Ipso diz que as mídias preferidas serão a televisão (65%), Internet (23%), smartphones (6%) e tablets (4%)

Pesquisa divulgada pela consultoria Ipsos nesta sexta (27) revela que 72% da população de 24 países pretende assistir pelo menos alguma parte das Olimpíadas 2012, em Londres. O estudo diz que as mídias preferidas serão a televisão (65%), Internet (23%), smartphones (6%) e tablets (4%). 

Entre os esportes mais citados, aparecem o atletismo (20%) e futebol (20%). As modalidades são seguidas de perto por natação (16%), ginástica olímpica (14%), vôlei (5%), basquete (4%), boxe (3%) e ciclismo (2%).

“Como sempre, as atenções estão voltadas para as Olimpíadas. O que está mudando é a forma como ela será vista, devido à evolução na distribuição digital de conteúdo”, diz Odmar Almeida Filho, CEO da Ipsos no Brasil. A enquete foi feita com 18,6 habitantes de diversos países. 

Mais de seis em cada dez pessoas (62%) afirmaram ter interesse (22% fortemente, 40% algum interesse) nos Jogos – apenas 37% declaram que não pretendem assistir nada (24% não muito interessados e 13% nenhum interesse). 

As Olimpíadas serão assistidas em plataformas variadas. A TV (65%) lidera, mas as novas tecnologias já aparecem com vigor. Quase um quarto dsa pessoas usará a Internet (23%) e um em cada dez, celulares (6%) ou tablets (4%). A TV tem presença fortíssima no México, com 82% de preferência, seguido pela Coréia do Sul (80%), Brasil (79%) e índia (75%). Já na Bélgica (48%), Arábia Saudita (49%), Alemanha (50%) e França (52%) o uso da TV é menos provável.

Os chineses são os mais propensos a utilizar tecnologias menos tradicionais. Na verdade, quase toda a base respondente (94%) da China indicou: 67% vai assistir pela Internet, 16% em telefones celulares e 15% em tablets. 

Na Índia, uma maioria similar irá utilizar as novas tecnologias: 50% online, 24% via celulares e 15% em tablets. Os próximos países da lista a utilizar novas tecnologias ainda mantêm alguma distância em relação à China e à Índia: Coréia do Sul (58% online, celular e tablets combinados), Arábia Saudita (54%) e Turquia (43%). 

Menos de um em cada cinco dos entrevistados da Bélgica (14%), Itália (14%), Alemanha (15%), Austrália (16%) e França (16%) vão utilizar as tecnologias não convencionais. Um dado interessante é que um em cada vinte fortemente concorda em baixar algum aplicativo de smartphone para assistir os jogos ao vivo (5%) e receber as atualizações sobre as competições (5%). Um em cada sete pode fazer: 15% “concorda um pouco” em baixar algum aplicativo para assistir aos jogos enquanto 16% “concorda um pouco” em buscar aplicativo para receber as atualizações.

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Publicado por em 9 de outubro de 2012 em Tecnologia

 

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Quase 25% da população mundial pretende ver as Olimpíadas via web

Estudo da Ipso diz que as mídias preferidas serão a televisão (65%), Internet (23%), smartphones (6%) e tablets (4%)

Pesquisa divulgada pela consultoria Ipsos nesta sexta (27) revela que 72% da população de 24 países pretende assistir pelo menos alguma parte das Olimpíadas 2012, em Londres. O estudo diz que as mídias preferidas serão a televisão (65%), Internet (23%), smartphones (6%) e tablets (4%). 

Entre os esportes mais citados, aparecem o atletismo (20%) e futebol (20%). As modalidades são seguidas de perto por natação (16%), ginástica olímpica (14%), vôlei (5%), basquete (4%), boxe (3%) e ciclismo (2%).

“Como sempre, as atenções estão voltadas para as Olimpíadas. O que está mudando é a forma como ela será vista, devido à evolução na distribuição digital de conteúdo”, diz Odmar Almeida Filho, CEO da Ipsos no Brasil. A enquete foi feita com 18,6 habitantes de diversos países. 

Mais de seis em cada dez pessoas (62%) afirmaram ter interesse (22% fortemente, 40% algum interesse) nos Jogos – apenas 37% declaram que não pretendem assistir nada (24% não muito interessados e 13% nenhum interesse). 

As Olimpíadas serão assistidas em plataformas variadas. A TV (65%) lidera, mas as novas tecnologias já aparecem com vigor. Quase um quarto dsa pessoas usará a Internet (23%) e um em cada dez, celulares (6%) ou tablets (4%). A TV tem presença fortíssima no México, com 82% de preferência, seguido pela Coréia do Sul (80%), Brasil (79%) e índia (75%). Já na Bélgica (48%), Arábia Saudita (49%), Alemanha (50%) e França (52%) o uso da TV é menos provável.

Os chineses são os mais propensos a utilizar tecnologias menos tradicionais. Na verdade, quase toda a base respondente (94%) da China indicou: 67% vai assistir pela Internet, 16% em telefones celulares e 15% em tablets. 

Na Índia, uma maioria similar irá utilizar as novas tecnologias: 50% online, 24% via celulares e 15% em tablets. Os próximos países da lista a utilizar novas tecnologias ainda mantêm alguma distância em relação à China e à Índia: Coréia do Sul (58% online, celular e tablets combinados), Arábia Saudita (54%) e Turquia (43%). 

Menos de um em cada cinco dos entrevistados da Bélgica (14%), Itália (14%), Alemanha (15%), Austrália (16%) e França (16%) vão utilizar as tecnologias não convencionais. Um dado interessante é que um em cada vinte fortemente concorda em baixar algum aplicativo de smartphone para assistir os jogos ao vivo (5%) e receber as atualizações sobre as competições (5%). Um em cada sete pode fazer: 15% “concorda um pouco” em baixar algum aplicativo para assistir aos jogos enquanto 16% “concorda um pouco” em buscar aplicativo para receber as atualizações.

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Publicado por em 8 de outubro de 2012 em Tecnologia

 

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Quase 25% da população mundial pretende ver as Olimpíadas via web

Estudo da Ipso diz que as mídias preferidas serão a televisão (65%), Internet (23%), smartphones (6%) e tablets (4%)

Pesquisa divulgada pela consultoria Ipsos nesta sexta (27) revela que 72% da população de 24 países pretende assistir pelo menos alguma parte das Olimpíadas 2012, em Londres. O estudo diz que as mídias preferidas serão a televisão (65%), Internet (23%), smartphones (6%) e tablets (4%). 

Entre os esportes mais citados, aparecem o atletismo (20%) e futebol (20%). As modalidades são seguidas de perto por natação (16%), ginástica olímpica (14%), vôlei (5%), basquete (4%), boxe (3%) e ciclismo (2%).

“Como sempre, as atenções estão voltadas para as Olimpíadas. O que está mudando é a forma como ela será vista, devido à evolução na distribuição digital de conteúdo”, diz Odmar Almeida Filho, CEO da Ipsos no Brasil. A enquete foi feita com 18,6 habitantes de diversos países. 

Mais de seis em cada dez pessoas (62%) afirmaram ter interesse (22% fortemente, 40% algum interesse) nos Jogos – apenas 37% declaram que não pretendem assistir nada (24% não muito interessados e 13% nenhum interesse). 

As Olimpíadas serão assistidas em plataformas variadas. A TV (65%) lidera, mas as novas tecnologias já aparecem com vigor. Quase um quarto dsa pessoas usará a Internet (23%) e um em cada dez, celulares (6%) ou tablets (4%). A TV tem presença fortíssima no México, com 82% de preferência, seguido pela Coréia do Sul (80%), Brasil (79%) e índia (75%). Já na Bélgica (48%), Arábia Saudita (49%), Alemanha (50%) e França (52%) o uso da TV é menos provável.

Os chineses são os mais propensos a utilizar tecnologias menos tradicionais. Na verdade, quase toda a base respondente (94%) da China indicou: 67% vai assistir pela Internet, 16% em telefones celulares e 15% em tablets. 

Na Índia, uma maioria similar irá utilizar as novas tecnologias: 50% online, 24% via celulares e 15% em tablets. Os próximos países da lista a utilizar novas tecnologias ainda mantêm alguma distância em relação à China e à Índia: Coréia do Sul (58% online, celular e tablets combinados), Arábia Saudita (54%) e Turquia (43%). 

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Publicado por em 19 de agosto de 2012 em Tecnologia

 

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Bancos investem em TI e ampliam inclusão da população na era digital

Pioneiros no uso de tecnologia da informação, eles caminham para formar uma sociedade conectada, com transações via TV e redes sociais.

Nos últimos três anos, o investimento em tecnologia da informação por parte dos bancos cresceu 27%, somando em 2011 18 bilhões de reais. Pioneiras no uso de TI, agora as instituições financeiras estão de olho na ampliação da capacidade de inclusão de clientes na era digital, fazendo com que os meios eletrônicos prevaleçam no topo da preferência de acesso. 

Cada vez mais as pessoas vão poder fazer transações, que irão além do simples ato de checar o saldo, pela TV, smartphones e redes sociais. “Caberá ao banco ajudar na execução dessas tarefas de forma eficiente, simples e segura”, afirma Murilo Portugal, presidente da Federação Brasileira de Bancos (Febraban).

O internet banking já é o meio preferido dos consumidores, lembra Luis Antonio Rodrigues, presidente do Ciab Febraban. Seguindo os passos desse canal, o m-banking cresceu e conquistou 3,3 milhões de pessoas em 2011, impulsionado pela venda de smartphones no País. “O mobile banking tem potencial para ocupar espaço relevante no mercado, mas depende de tipos de aplicações e características do dispositivo móvel. Maior convergência tecnológica pode acelerar o modelo”, avalia.

Durante a abertura do Ciab 2012, maior feira para bancos realizada de 20 a 22 de junho, em São Paulo, Portugal lembrou que os investimentos feitos em TI permitiram crescimento na base de clientes, que hoje soma 98 milhões de contas ativas e 54 milhões de pessoas bancarizadas. “A qualidade tecnológica que os bancos acumularam, ao lado da solidez patrimonial e nível ético mantido com clientes são ativos importantes para a trajetória bem-sucedida do setor”, opina. “O papel que os bancos desempenham têm sido objeto de grandes mudanças motivadas pelo desejo de expandir acesso aos bancos e ao crédito”, completa.

Apesar desse quadro, ele assinalou que o avanço de novos canais vem acompanhado de desafios na TI. “É preciso desenvolver e desenhar sistemas cada vez mais ágeis, reduzindo custos, melhorando eficiência e produtividade, ajudando na inclusão bancária”, opina. Segundo ele, o Brasil, com suas potencialidade e vantagens competitivas naturais, pode criar condições para que tenha sucesso na preparação de um novo cenário bancário.

Outro gargalo indicado por Julio Semenghini, secretário de Planejamento do governo do Estado de São Paulo, para o avanço de canais de acesso ao banco, são as redes de telecom. “Ainda temos muitas limitações de acessos à banda larga. O governo tem avançado no acesso à inclusão digital e temos em 520 cidades pelo menos com uma rede de computador, são quase 10 mil PCs”, contabiliza.

Para Semenghini, a infraestrutura de acesso à banda larga deve avançar e ele indica que o governo está discutindo com a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e operadoras formas para avançar mais rapidamente do que as metas do leilão 4G e tentar ampliar o alcance para que mais pessoas entrem na nova rede bancária, especialmente a população rural, que tem de se deslocar até o centro da cidade para que possa efetuar transações. 

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Publicado por em 4 de julho de 2012 em Tecnologia

 

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