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Espanha irá aprovar plano de US$ 8,6 bilhões para criar empregos, diz Rajoy

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A Espanha irá aprovar um plano de US$ 8,6 bilhões na próxima semana para criar empregos muito necessários e irá cortar o principal imposto corporativo para 25%, ante 30%, visando tornar as empresas mais competitivas, disse o primeiro-ministro Mariano Rajoy neste sábado (31).

Cerca de um em cada quatro trabalhadores dna Espanha está desempregado, com a taxa de desemprego subindo para mais de 50% das pessoas com idade de 25 ou menos.

O anúncio sobre o imposto vem após o Fundo Monetário Internacional (FMI) pedir nesta semana que a Espanha aumente as receitas fiscais para proteger seus serviços públicos e fazer mais esforços para reduzir o seu déficit orçamentário e assegurar uma recuperação econômica duradoura.

O pacote de postos de trabalho deverá ser aprovado pelo governo na próxima sexta-feira (6) e vai incluir crédito a pequenas e médias empresas e investimentos em pesquisa e desenvolvimento, economia de energia, transportes e produção industrial, disse Rajoy em um evento em Sitges, no norte do país, transmitido pela televisão espanhola.

“A ideia geral é cortar impostos. Queremos que as famílias tenham mais dinheiro em suas mãos, aumentem o consumo, queremos aumentar a competitividade de toda a economia, acelerar economias e contribuir para a criação de empregos”, disse Rajoy.

O governo já aprovou no início deste ano um corte nas contribuições para a segurança social para as empresas que criam postos de trabalho, e Rajoy disse que a reforma incluiria também um corte no imposto de renda para os contribuintes de renda média e baixa.

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Publicado por em 31 de maio de 2014 em Brasil

 

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Governo de Kiev prepara plano para retirar ucranianos da Crimeia

O governo de Kiev aprovou nesta quarta-feira (19) um plano para evacuar, em caso de necessidade, os cidadãos ucranianos da Crimeia, a península que foi anexada ontem pela Rússia.

O ministro porta-voz do executivo ucraniano, Ostal Semerak, disse em entrevista coletiva que o plano foi preparado pelo governo e pelo Conselho de Segurança, órgão assessor adjunto, e adotado na reunião do Conselho de Ministros.

“Prevemos que esse processo possa ser realizado em larga escala”, declarou, enquanto especificou que se ordenou a todos os órgãos do poder executivo concluir os preparativos.

A Crimeia, um território do sul da Ucrânia com maioria de língua russa, proclamou sua independência após a mudança de poder em Kiev, e aprovou com 97% dos votos em um referendo no domingo sua incorporação à Rússia, denunciada pelas potências ocidentais.

O presidente Vladimir Putin assinou na terça-feira (18) o tratado através do qual este território integra a Federação da Rússia.

Fonte G1

 
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Publicado por em 20 de março de 2014 em Brasil

 

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Milhares marcham em Madri contra plano para limitar aborto

Mulheres levantam cartazes durante protesto contra reforma da lei do aborto no país proposto pelo governo espanhol conservador, em Madrid, neste sábado (1) (Foto: Dani Pozo / AFP)Mulheres levantam cartazes durante protesto contra reforma da lei do aborto no país proposta pelo governo espanhol conservador, em Madrid, neste sábado (1) (Foto: Dani Pozo / AFP)

Milhares de pessoas marcharam na capital da Espanhaneste sábado (1) para protestar contra um plano do governo de limitar o aborto, que tem causado divisões no partido conservador governista, o Partido Popular.

Os manifestantes se uniram contra um projeto de lei para restringir o aborto a casos de estupro ou perigo grave para a saúde da mãe.

Há quatro anos, a Espanha se alinhou com a maior parte da Europa, quando o então governo socialista legalizou o aborto nas primeiras 14 semanas de gravidez.

“Este é um passo para trás. Vamos voltar 30 anos”, disse Pilar Abad, 58, entre os manifestantes que marcharam da principal estação de trem até o parlamento nacional. “Nós realmente esperamos que eles mudem essa lei durante o debate parlamentar, é por isso que estamos aqui”, disse ela.

O gabinete do primeiro-ministro Mariano Rajoy aprovou o projeto de lei sobre o aborto em dezembro – em um movimento visto como tentativa de apaziguar a direita descontente do seu partido, mas ele ainda não foi enviado ao Parlamento para debate.

Fonte G1

 
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Publicado por em 3 de fevereiro de 2014 em Brasil

 

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Brasil e Argentina trocarão informações sobre Plano Condor

Os chanceleres de Brasil e Argentina assinaram um acordo nesta quarta-feira (29), em Havana, para a troca de informações sobre o Plano Condor, a rede de coordenação repressora das ditaduras militares no Cone Sul durante a década de 1970.

O acordo foi firmado pelo chefe da diplomacia argentina, Héctor Timerman, e pelo ministro brasileiro das Relações Exteriores, Luiz Alberto Figueiredo, em paralelo à cúpula da Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac).

Outro acordo similar foi assinado pelo ministro Figueiredo, também nesta quarta, com o chanceler uruguaio, Luis Almagro.

“Isso é um passo adiante na política de ratificação e de aprofundamento dos direitos humanos, não apenas em nível nacional, mas em nível regional”, disse Timerman à imprensa.

O chanceler argentino explicou que se trata de “um acordo de intercâmbio de informação existente nos arquivos oficiais e de busca de novos dados sobre as violações (aos direitos humanos) que aconteceram no Brasil e na Argentina, quando estávamos no período ditatorial”.

Ex-ditador argentino Jorge Rafael Videla é visto durante o julgamento para investigar os crimes cometidos durante a Operação Condor, uma campanha criada pela Argentina, Chile, Paraguai, Brasil, Bolívia e ditaduras do Uruguai para reprimir a oposição duran (Foto: AFP PHOTO / Juan Mabromata)Ex-ditador argentino Jorge Rafael Videla é visto em foto de março de 2013 no julgamento para investigar os crimes cometidos durante a Operação Condor, uma campanha criada pela Argentina, Chile, Paraguai, Brasil, Bolívia e ditaduras do Uruguai para reprimir a oposição duran (Foto: AFP PHOTO / Juan Mabromata)

Fonte G1

 
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Publicado por em 30 de janeiro de 2014 em Brasil

 

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EUA estudam plano de resgate em caso de atentado nos jogos de Sochi

Diante das preocupações sobre a possibilidade de atentados extremistas durante os Jogos Olímpicos de Inverno de Sochi, na Rússia, autoridades militares e de inteligência dos Estados Unidos têm estudado planos para o caso de terem de retirar norte-americanos dos Jogos.

Mas elas concluíram que haveria grandes obstáculos para montar um esforço amplo para a retirada dos norte-americanos de Sochi, disse uma fonte familiar com os debates no governo Barack Obama.

O principal obstáculo discutido é a relutância histórica das autoridades russas em permitir forças militares estrangeiras, principalmente dos EUA, em seu território.

Vídeo com ameaça
O início dos preparativos ocorre após um vídeo publicado na internet pelo grupo terrorista islâmico Vilayat Dagestan, no domingo (19), assumir a autoria de dois atentados com bombas que mataram pelo menos 34 pessoas no começo do ano na cidade russa de Volgogrado.

Nas imagens, os criminosos dirigem-se ao pressidente russo, Vladimir Putin, e ameaçam novos atentados durante as Olimpíadas.

O Vilayat Dagestan luta pela independência da região do Daguestão, no norte do Cáucaso, para fundar um Estado islâmico. No vídeo, os dois membros se dizem ligados a uma facção iraquiana chamada Ansar al-Sunna.

Nesta segunda-feira, as autoridades norte-americanas dizem que a Rússia tem de forma inquestionável a responsabilidade de proteger a todos, incluindo os norte-americanos, nos Jogos que começam no dia 7 de fevereiro.

“Não importa o que aconteça”, os russos “não vão receber de braços abertos” nenhuma intervenção de fora, mesmo numa situação em que os estrangeiros buscassem somente resgatar os seus cidadãos, afirmou a fonte.

Fonte G1

 
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Publicado por em 21 de janeiro de 2014 em Brasil

 

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EUA consideram ofensiva crítica de ministro de Israel sobre plano de paz

Os Estados Unidos rebateram nesta terça-feira (14) as declarações atribuídas ao ministro da Defesa de Israel, Moshe Yaalon, que teria sugerido que a busca do secretário de Estado norte-americano, John Kerry, pela paz no Oriente Médio seria messiânica e obsessiva.

“Os comentários do ministro da Defesa, se precisos, são ofensivos e inapropriados, especialmente diante de tudo que os Estados Unidos estão fazendo para apoiar as necessidades de Israel”, disse Jen Psaki, porta-voz do Departamento de Estado em um breve comunicando.

A situação foi vista também como uma rara reprimenda ao aliado Israel.

A porta-voz fez o comentário depois que o jornal mais vendido em Israel publicou que Yaalon teria dito que John Kerry agia motivado por “uma obsessão incompreensível e um sentimento messiânico” e não poderia ensiná-lo nada sobre o conflito entres israelenses e palestinos.

Psaki divulgou a resposta em Roma, onde Kerry fez uma breve parada antes de ir para o Kuwait.

“O secretário Kerry e a sua equipe têm trabalhado dia e noite para tentar promover uma paz segura para Israel, dada a preocupação do secretário com Israel”, acrescentou a porta-voz.

“Questionar os motivos dele e distorcer as suas propostas não é algo que esperaríamos do ministro da Defesa de um aliado próximo”, afirmou ele.

Fonte G1

 
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Publicado por em 16 de janeiro de 2014 em Brasil

 

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Plano brasileiro anti-espionagem na internet pode dar errado, diz indústria

Para as empresas de tecnologia no Brasil, a decisão do governo de mirar as companhias em resposta à espionagem norte-americana é tão inteligente quanto enviar um e-mail raivoso no calor de uma discussão.

O plano da presidente Dilma Rousseff de obrigar as empresas de internet a armazenar dados de usuários dentro do país não terminará com as preocupações sobre segurança virtual no Brasil, e pode aumentar os custos e prejudicar futuros investimentos em um importante mercado emergente para empresas como Google, Facebook e Twitter, disseram analistas e executivos da indústria.

“Pode acabar tendo o efeito oposto do que se pretendia, e afugentar empresas que querem fazer negócios no Brasil”, disse Ronaldo Lemos, professor na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), que ajudou a formular a legislação de Internet no Brasil.

Dilma ficou indignada depois que documentos divulgados pelo ex-analista de inteligência norte-americano Edward Snowden mostraram que a Agência de Segurança Nacional dos EUA (NSA) espionou cidadãos brasileiros, a Petrobras e até mesmo as comunicações da própria presidente.

Em resposta, Dilma passou a priorizar um projeto de lei que exige que grandes empresas de Internet armazenem localmente dados reunidos nos servidores dentro do Brasil. De outra forma, elas não poderão fazer negócios em um dos mercados de tecnologia e mídia social que cresce mais rápido no mundo.

O projeto de lei ainda não foi publicado, e o número de empresas na mira do governo é incerto.

No entanto, o deputado petista Alessandro Molon (RJ), relator do Marco Civil da Internet, disse recentemente que o número de empresas afetadas poderia ser contado “nas duas mãos”.

No que foi interpretado pela indústria como outro sinal de hostilidade, o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, sugeriu recentemente que as empresas de tecnologia não estavam pagando impostos suficientes.

Uma fonte da indústria, falando sob condição de anonimato devido à delicadeza da questão, disse que muitas empresas ainda estão esperando para ver a lei, e como será implementada, antes de decidir se continuarão com os planos de investir no país. Algumas poderiam até mesmo sair do Brasil.

“É uma ideia horrível”, disse a fonte. “E mesmo se o governo sabe, ele sente que precisa continuar pressionando e enviar um forte sinal político”.

Mesmo se os dados fossem mantidos em centros de dados brasileiros, ainda seriam replicados em servidores no exterior, dizem os especialistas. Ter bancos de dados inteiros em um único país tornaria a informação mais vulnerável a ataques cibernéticos.

TAMANHO DO MERCADO IMPORTA

Mas até agora o governo se recusa a abandonar seu plano, apostando principalmente que o Brasil é um mercado grande demais para as empresas ignorarem.

“Não acredito que essas empresas vão parar suas atividades lucrativas no Brasil”, disse Molon, acrescentado que construir centros locais seria um “custo pequeno” para empresas tão grandes.

O secretário de Política de Informática do Ministério de Ciência e Tecnologia, Virgílio Almeida, que também está envolvido na questão, citou o Facebook como uma empresa que deveria ter uma presença física maior no Brasil.

“O Brasil é o segundo maior mercado (do Facebook) em termos de usuários, e mesmo assim a empresa tem infraestrutura zero no país. Seria natural, mesmo do ponto de vista empresarial, ter parte dela aqui”, disse Almeida.

Um estudo patrocinado pelo grupo de telecomunicações Brasscom descobriu recentemente que os custos de operação de um centro de dados no Brasil podem ser até 100 por cento mais altos do que nos Estados Unidos. Isso se deve principalmente ao alto custo de eletricidade e aos pesados impostos sobre tecnologia importada.

Almeida disse que o Ministério da Ciência e Tecnologia está estudando incentivos fiscais para empresas dispostas a manufaturar servidores no Brasil. Subsídios de eletricidade, ele disse, poderiam vir a ser discutidos com o Ministério da Fazenda.

A ideia de exigir que dados sejam hospedados localmente ganhou força depois que o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, tentou persuadir as autoridades norte-americanas a executar todos os outros pedidos de vigilância através dos tribunais brasileiros. Ele disse que o pedido foi rejeitado durante uma viagem recente a Washington.

Almeida sugeriu que os prejuízos podem não ser tão ruins quanto algumas empresas acreditam.

“É uma concepção ainda em construção”, disse. “Acho que a indústria está vendo esse debate sobre os centros de dados de maneira muito extrema”.

FORTALEZA-VLADIVOSTOK

O rescaldo do escândalo da NSA também pode fortalecer outras iniciativas do governo com relação à Internet.

Um projeto prevê ligar o Brasil e seus pares no grupos de países emergentes Brics através de um cabo de fibra óptica de 34.000 quilômetros sem passar pelos Estados Unidos. O cabo iria de Fortaleza até Vladivostok, na Rússia, também ligando a África do Sul, a Índia e a China.

A Internet é fortemente centralizada nos Estados Unidos, o que significa, por exemplo, que um email enviado por Dilma a seu colega russo Vladimir Putin provavelmente irá passar por um servidor em Miami.

“Essa é uma boa oportunidade de procurar melhores opções de conectividade”, disse Leslie Daigle, chefe de Tecnologia de Internet na Internet Society, um grupo sediado nos EUA que defende uma rede aberta.

Especialistas dizem que a conscientização é mais importante do que cabos colossais de fibra óptica ou email locais ou serviços de criptografia em um país onde autoridades responsáveis por fazer a política da Internet às vezes têm uma má compreensão do assunto e geralmente trocam informações confidenciais através do Gmail ou Whatsapp, serviço de mensagem instantânea para smartphones.

“Ao introduzir mais tecnologia, você está na verdade introduzindo mais problemas em vez de abordar as questões”, disse William Beer, analista de segurança cibernética da empresa de serviços profissionais Alvarez & Marsal, em São Paulo.

Dilma fez da nova estrutura legislativa da Internet uma prioridade, significando que a Câmara dos Deputados pode votá-la até o final de outubro. Com relação à regra de localização dos dados, o deputado Molon parece determinado.

“As coisas não podem continuar como estão”, disse. “Precisamos de uma resposta política contra um ato político que violou nossa soberania”.

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Publicado por em 4 de outubro de 2013 em Tecnologia

 

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