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Apple planeja lançar iPhones com tela maior em 2014, diz jornal

iPhone 5S é o principal smartphone da Apple (Foto: Divulgação/Apple)iPhone 5S (foto), ao lado do 5C, são os
últimos lançamentos da Apple
(Foto: Divulgação/Apple)

A Apple pode lançar iPhones com telas ainda maiores, um com 4,5 polegadas e outro com 5 polegadas, em 2014, de acordo com reportagem do jornal “The Wall Street Journal” desta quinta-feira (23). O iPhone 5S e o iPhone 5C, últimos lançamentos de smartphones da companhia, têm telas de 4 polegadas.

O jornal já afirmou, citando fontes que não quiseram se identificar, que a Apple trabalharia em telas maiores para seus smartphones desde metade de 2013.

Os novos iPhones teriam carcaça de metal e não teriam telas curvas, uma tendência do mercado. O desenvolvimento já está acelerado no aparelho com tela menor, de 4,5 polehadas, que já estaria pronto para ser fabricado em massa. O iPhone com tela maior está em fase preliminar de desenvolvimento. O jornal afirma que os dois aparelhos ainda não estão prontos e que o projeto pode mudar até o anúncio oficial.

O “Wall Street Journal”  sugere também que os iPhones seriam de metal, com a Apple encerrando a produção de aparelhos com carcaça de plástico como a vista no iPhone 5C. A empresa pode estar tratando os novos iPhones como modelos para entrarem no mercado ao lado do 5S e do 5C, que seriam mantidos por mais tempo no mercado. A intenção da empresa seria acompanhar os aparelhos com sistema Android e que têm telas maiores.

Ainda não há nenhuma informação oficial da Apple sobre os novos aparelhos. Tradicionalmente, a empresa realiza um anúncio em setembro para apresentar os novos iPhones.

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Publicado por em 28 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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Reino Unido planeja ajudar EUA na destruição de armas químicas da Síria

O Reino Unido afirmou nesta segunda-feira (13) que planeja fornecer aos Estados Unidos equipamento e treinamento para acelerar a destruição das armas químicas da Síria.

Parte das armas sírias deve ser destruída a bordo de um navio norte-americano adaptado, de acordo com um acordo internacional fechado após um ataque de gás nos arredores de Damasco que matou centenas de pessoas, incluindo crianças, em agosto, em meio à violenta guerra civil síria.

O ministro da Defesa britânico, Philip Hammond, afirmou em comunicado escrito ao Parlamento, nesta segunda-feira, que o país planeja doar equipamentos no valor de US$ 4,12 milhões para os Estados Unidos.

“Os Estados Unidos procuraram a Grã-Bretanha pois eles não seriam capazes de viabilizar esse equipamento dentro do prazo”, afirmou Hammond.

arte cronologia síria 31/12/2013 (Foto: 1)

Fonte G1

 
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Publicado por em 14 de janeiro de 2014 em Brasil

 

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BlackBerry planeja demitir 4,5 mil pessoas, 40% da força de trabalho

A BlackBerry anunciou nesta sexta-feira (20) um plano de reestruturação que inclui a demissão de cerca de 4,5 mil funcionários, com o objetivo de reduzir os gastos operacionais em cerca de 50% até o primeiro trimestre fiscal de 2015.

O corte na folha de pagamento pretendido pela comopanhia corresponde a 40% da força de trabalho em escala global.

A BlackBerry comunicou que o comitê especial do seu conselho de administração continua a estudar estratégias alternativas. A companhia anunciou ainda uma transição do seu portfólio, que reduzirá de de seis para quatro smartphones.

A companhia canadense apresentou resultados preliminares do segundo trimestre fiscal de 2014. No período, a companhia registrou receita de cerca de US$ 1,6 bilhão e um prejuízo por ação de até US$ 1,90.

Segundo a empresa, suas disponibilidades de caixa no fim do período somavam cerca de US$ 2,6 bilhões. No período, as vendas de smartphones somaram cerca de 3,7 milhões de unidades.

Na quarta-feira, a companhia lançou o Z30, seu smartphone para enfrentar a Apple e a Samsung. No mesmo dia, a empresa ampliou seu serviço de mensagens instantâneas, o BBM, historicamente restrito a seus aparelhos, para os celulares que rodam o Android e para o iPhone.

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Publicado por em 22 de setembro de 2013 em Tecnologia

 

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Pentágono planeja ataque de três dias contra a Síria, diz jornal

O Pentágono está planejando um ataque de três dias contra a Síria, mais intenso e longo que o previsto originalmente, informa o jornal “Los Angeles Times” neste domingo (8).

Acompanhe a cobertura em tempo real.

As autoridades militares americanas planejam agora um ataque intenso com mísseis, seguido por outros menores contra alvos que não sejam atingidos na primeira forte ofensiva, afirmaram fontes do governo ao jornal.

Duas fontes entrevistadas pelo jornal afirmaram que a Casa Branca pediu a ampliação da lista de objetivos a atingir para incluir “muitos mais”, depois de uma primeira relação de 50 alvos.

A decisão foi motivada pelo desejo do governo americano de obter um poder de fogo maior e atingir as forças dispersas do regime sírio de Bashar al-Assad.

Os estrategistas do Pentágono consideram agora usar bombardeiros da Força Aérea, além de cinco destróieres americanos, que atualmente patrulham o Mediterrâneo, para lançar mísseis de cruzeiro e mísseis ar-terra, fora do alcance das forças de defesa sírias, destaca o jornal.

O porta-aviões USS Nimitz, que inclui três destróieres, está posicionado no Mar Vermelho e também pode lançar mísseis de cruzeiro contra a Síria.

“Teremos vários lançamentos e avaliações de cada um, mas todos compreendidos em um período de 72 horas, e uma indicação clara quando terminarmos”, disse ao jornal uma fonte próxima da equipe de trabalho.

A intensificação do planejamento militar acontece no momento em que o presidente americano Barack Obama se prepara para apresentar pessoalmente as razões pelas quais acredita na necessidade da intervenção, como resposta ao ataque químico de 21 de agosto nas proximidades de Damasco, supostamente executado pelo regime sírio.

Na segunda-feira, Obama concederá entrevistas aos principais canais de televisão do país.

As entrevistas, que serão exibidas à noite, acontecerão um dia antes do presidente discursar à nação, antes da votação no Senado, que iniciará na segunda-feira um debate sobre a intervenção dos Estados Unidos na Síria.

Obama deseja um ataque restrito com uma quantidade estabelecida de alvos a bombardear, segundo o jornal.

Em meio a dúvidas se a intervenção americana seria suficiente para reduzir as capacidades militares de Assad, um oficial disse ao jornal que a operação planejada seria mais uma “demonstração de força”, que não mudaria fundamentalmente a situação no campo de batalha.

“O ataque planejando pelos Estados Unidos não terá impacto estratégico na situação atual na guerra, que os sírios têm bem controlada, e na qual os confrontos violentos poderiam prosseguir por mais dois anos”, disse a fonte.

arte síria 3/9 (Foto: 1)

Fonte G1

 
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Publicado por em 8 de setembro de 2013 em Brasil

 

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Capital Inicial planeja Rock in Rio há 2 meses: ‘Se dá errado, é mico mundial’

Dinho Ouro Preto canta no Rock in Rio 1991 (à esquerda) e no Rock in Rio 2011 (à direita). O Capital Inicial também tocou em 2001 e, em 2013, fará seu quarto show no festival (Foto: Jonas Cunha/Estadão Conteúdo E Flávio Morais/G1)Dinho Ouro Preto canta no Rock in Rio 1991 (à esquerda) e no Rock in Rio 2011 (à direita). O Capital Inicial também tocou em 2001 e fará em 2013 seu quarto show no festival (Foto: Jonas Cunha/Estadão Conteúdo e Flávio Morais/G1)

No telão, Brasília é incendiada por monstros de filme japonês. À frente, Dinho Ouro Preto canta sobre “saquear” a cidade, com a equipe de som atenta a todos os detalhes. A cena, vista por oito pessoas em um ensaio na Zona Oeste de São Paulo, na quarta-feira (28), vai se repetir para 85 mil no dia 14 de setembro, no Rock in Rio.

O Capital Inicial planeja há dois meses a apresentação no festival, conta Dinho ao G1, no intervalo do ensaio. Imagens do telão estão sendo feitas por equipe responsável por produções de Rod Stewart e Black Sabbath, diz o cantor. A parafernalha e a potência do som são as mesmas das atrações internacionais, a banda garante. O Capital reconhece a importância do evento para sua carreira – já tocou no Rock in Rio 1991, 2001 e 2011.

Se algo dá errado lá em Bauru, ok. Aqui no Rock in Rio, não dá. Se algo dá errado, é mico mundial”Flávio Lemos, baixista do Capital Inicial

“Não tem como não ficar ansioso. Se algo dá errado lá  em Bauru, ok. Aqui no Rock in Rio, não dá. Se algo dá errado, é um mico mundial”, diz o baixista Flávio Lemos. Dinho conta que o “batimento cardíaco vai mais alto no Rock in Rio”. “Tem jornalistas do mundo inteiro, as bandas todas olhando, sendo transmitido online para o mundo, não são só aquelas 80 mil”, lista o cantor, subestimando em 5 mil pessoas o público que o evento vai receber a cada dia.

‘Saquear Brasília’
O repertório também é planejado com precisão. Metade é de hits que já foram tocados no Rock in Rio 2011, que “não pode deixar de tocar senão vai levar ovada”, justifica Dinho. Outra metade será dividida entre antigas que não rolaram há dois anos, uma homenagem “secreta” e três músicas do disco mais recente, inclusive “Saquear Brasília”. A faixa ” tem um apelo político que a gente gosta”, diz Dinho.

Capital Inicial ensaia a música 'Saquear Brasília' para o Rock in Rio. Durante a música, o telão vai mostrar animação com a cidade em chamas (Foto: Rodrigo Ortega/G1)Capital Inicial ensaia a música ‘Saquear Brasília’
para o Rock in Rio. Durante a música, o telão vai
mostrar animação com a cidade em chamas
(Foto: Rodrigo Ortega/G1)

A banda diz que mostrar marcos da cidade pegando fogo no vídeo de animação durante “Saquear Brasília”, no contexto de protestos brasileiros de junho em que pessoas tentaram incendiar o prédio do Itamaraty, não vai ser mal interpretado. “A música foi feita nove meses antes de aquilo acontecer. Não tem intenção de estimular as pessoas a quebrarem”, explica Dinho. Os “monstros” do telão e da letra que destroem e saqueiam Brasília, ele explica, representam políticos, não manifestantes.

Fim do ‘complexo de vira-lata’
O Capital só não tocou no Rock in Rio 1985. Nos últimos dois, teve o show entre os mais bem cotados do festival. “Os brasileiros, em termos de showbusiness, não precisam ter complexo de vira-lata”, diz Fê Lemos. “No Brasil, somos mais conhecidos do que bandas que vão tocar depois de nós. Se você pegar Florence and the Machine, beleza, todo mundo conhece ‘The dog days are over’. Mas o Capital tem mais músicas conhecidas, e vendeu mais discos no Brasil do que ela. Aliás, vendeu mais discos que as três bandas somadas que vão tocar depois de nós”, completa Dinho.

O Capital vendeu mais discos que as três bandas somadas que vão tocar depois de nós”Dinho Ouro Preto, cantor do Capital Inicial

‘Estrelas’ de cinema
Mesmo sem disco novo em 2013 (“Saturno” é do fim 2012), o Capital ganhou holofotes em ano de Rock in Rio por meio do cinema. “Somos tão jovens”, filme sobre Renato Russo na época em que tocou com Fê e Flávio no Aborto Elétrico, é um dos maiores sucessos nacionais deste ano. Os personagens que interpretam Fê e Flávio são importantes na história.

O baixista e o baterista dizem que o filme mostra a história “bem próxima” do que aconteceu, mas não exatamente. Flávio diz que a noite em que Renato Russo foi à casa dele para se declarar apaixonado por ele, cena marcante no longa, realmente aconteceu. Já Fê diz que o fim do Aborto Elétrico não incluiu episódios mostrados no filme: “Quando eu vou pedir desculpas, eu não me ajoelho. Ridículo. Não há essa cena dramática.”

“Eu fiquei como vilão da história, né? Mas acho que eu era meio pavio curto mesmo. Era muito idealista”, diz o baterista. Mas “o filme não é a vida real”, Fê resume. Na vida real, “Veraneio vascaína”, que veio do repertório do Aborto Elétrico, estará no Rock in Rio 2013. Já “Que país é esse?”, que em 2011 foi acompanhada de críticas a José Sarney, não está prevista. A grande “revolta” deve ficar mesmo com os monstros de “Saquear Brasília”.

Fonte G1

 
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Publicado por em 4 de setembro de 2013 em Música

 

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Rússia planeja mandar delegação aos EUA para tratar da crise síria

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O presidente da Rússia, Vladimir Putin, planeja enviar uma delegação parlamentar aos Estados Unidos para falar com seus colegas do Congresso americano sobre o conflito na Síria.

“A iniciativa é muito oportuna e acertada”, afirmou Putin, citado pelas agências locais.

“Manter um diálogo direto com o Congresso americano sobre o tema sírio será uma contribuição importante nas relações entre Rússia e Estados Unidos”, acrescentou.

Esta iniciativa acontece depois que, no sábado, o presidente Barack Obama surpreendeu o mundo adiando uma ação militar contra a Síria que parecia iminente e condicionando-a ao aval do Congresso de seu país.

Moscou se mantém fiel ao regime de Bashar al-Assad ao longo de dois anos e meio de conflito e afirma não estar convencida de que houve uso de armas químicas pelo governo do ataque de 21 de agosto.

arte síria 2/9 (Foto: 1)

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Publicado por em 2 de setembro de 2013 em Brasil

 

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Capital Inicial planeja Rock in Rio há 2 meses: ‘Se dá errado, é mico mundial’

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Dinho Ouro Preto canta no Rock in Rio 1991 (à esquerda) e no Rock in Rio 2011 (à direita). O Capital Inicial também tocou em 2001 e, em 2013, fará seu quarto show no festival (Foto: Jonas Cunha/Estadão Conteúdo E Flávio Morais/G1)Dinho Ouro Preto canta no Rock in Rio 1991 (à esquerda) e no Rock in Rio 2011 (à direita). O Capital Inicial também tocou em 2001 e fará em 2013 seu quarto show no festival (Foto: Jonas Cunha/Estadão Conteúdo e Flávio Morais/G1)

No telão, Brasília é incendiada por monstros de filme japonês. À frente, Dinho Ouro Preto canta sobre “saquear” a cidade, com a equipe de som atenta a todos os detalhes. A cena, vista por oito pessoas em um ensaio na Zona Oeste de São Paulo, na quarta-feira (28), vai se repetir para 85 mil no dia 14 de setembro, no Rock in Rio.

O Capital Inicial planeja há dois meses a apresentação no festival, conta Dinho ao G1, no intervalo do ensaio. Imagens do telão estão sendo feitas por equipe responsável por produções de Rod Stewart e Black Sabbath, diz o cantor. A parafernalha e a potência do som são as mesmas das atrações internacionais, a banda garante. O Capital reconhece a importância do evento para sua carreira – já tocou no Rock in Rio 1991, 2001 e 2011.

Se algo dá errado lá em Bauru, ok. Aqui no Rock in Rio, não dá. Se algo dá errado, é mico mundial”Flávio Lemos, baixista do Capital Inicial

“Não tem como não ficar ansioso. Se algo dá errado lá  em Bauru, ok. Aqui no Rock in Rio, não dá. Se algo dá errado, é um mico mundial”, diz o baixista Flávio Lemos. Dinho conta que o “batimento cardíaco vai mais alto no Rock in Rio”. “Tem jornalistas do mundo inteiro, as bandas todas olhando, sendo transmitido online para o mundo, não são só aquelas 80 mil”, lista o cantor, subestimando em 5 mil pessoas o público que o evento vai receber a cada dia.

‘Saquear Brasília’
O repertório também é planejado com precisão. Metade é de hits que já foram tocados no Rock in Rio 2011, que “não pode deixar de tocar senão vai levar ovada”, justifica Dinho. Outra metade será dividida entre antigas que não rolaram há dois anos, uma homenagem “secreta” e três músicas do disco mais recente, inclusive “Saquear Brasília”. A faixa ” tem um apelo político que a gente gosta”, diz Dinho.

Capital Inicial ensaia a música 'Saquear Brasília' para o Rock in Rio. Durante a música, o telão vai mostrar animação com a cidade em chamas (Foto: Rodrigo Ortega/G1)Capital Inicial ensaia a música ‘Saquear Brasília’
para o Rock in Rio. Durante a música, o telão vai
mostrar animação com a cidade em chamas
(Foto: Rodrigo Ortega/G1)

A banda diz que mostrar marcos da cidade pegando fogo no vídeo de animação durante “Saquear Brasília”, no contexto de protestos brasileiros de junho em que pessoas tentaram incendiar o prédio do Itamaraty, não vai ser mal interpretado. “A música foi feita nove meses antes de aquilo acontecer. Não tem intenção de estimular as pessoas a quebrarem”, explica Dinho. Os “monstros” do telão e da letra que destroem e saqueiam Brasília, ele explica, representam políticos, não manifestantes.

Fim do ‘complexo de vira-lata’
O Capital só não tocou no Rock in Rio 1985. Nos últimos dois, teve o show entre os mais bem cotados do festival. “Os brasileiros, em termos de showbusiness, não precisam ter complexo de vira-lata”, diz Fê Lemos. “No Brasil, somos mais conhecidos do que bandas que vão tocar depois de nós. Se você pegar Florence and the Machine, beleza, todo mundo conhece ‘The dog days are over’. Mas o Capital tem mais músicas conhecidas, e vendeu mais discos no Brasil do que ela. Aliás, vendeu mais discos que as três bandas somadas que vão tocar depois de nós”, completa Dinho.

O Capital vendeu mais discos que as três bandas somadas que vão tocar depois de nós”Dinho Ouro Preto, cantor do Capital Inicial

‘Estrelas’ de cinema
Mesmo sem disco novo em 2013 (“Saturno” é do fim 2012), o Capital ganhou holofotes em ano de Rock in Rio por meio do cinema. “Somos tão jovens”, filme sobre Renato Russo na época em que tocou com Fê e Flávio no Aborto Elétrico, é um dos maiores sucessos nacionais deste ano. Os personagens que interpretam Fê e Flávio são importantes na história.

O baixista e o baterista dizem que o filme mostra a história “bem próxima” do que aconteceu, mas não exatamente. Flávio diz que a noite em que Renato Russo foi à casa dele para se declarar apaixonado por ele, cena marcante no longa, realmente aconteceu. Já Fê diz que o fim do Aborto Elétrico não incluiu episódios mostrados no filme: “Quando eu vou pedir desculpas, eu não me ajoelho. Ridículo. Não há essa cena dramática.”

“Eu fiquei como vilão da história, né? Mas acho que eu era meio pavio curto mesmo. Era muito idealista”, diz o baterista. Mas “o filme não é a vida real”, Fê resume. Na vida real, “Veraneio vascaína”, que veio do repertório do Aborto Elétrico, estará no Rock in Rio 2013. Já “Que país é esse?”, que em 2011 foi acompanhada de críticas a José Sarney, não está prevista. A grande “revolta” deve ficar mesmo com os monstros de “Saquear Brasília”.

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Publicado por em 31 de agosto de 2013 em Música

 

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