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Acusados por pirataria de apps para Android declaram-se culpados

Samsung Galaxy S5, novo smartphone top de linha da fabricante sul-coreana. (Foto: Reprodução/Samsung)Grupo pirateou 1 milhão de cópias de apps para 
aparelhos Android, como o Galaxy S5 (acima)
(Foto: Reprodução/Samsung)

Dois acusados de participar de um esquema de pirataria de aplicativos para aparelhos Android declararam-se culpados por violação de direitos autorais nos Estados Unidos. Segundo comunicado divulgado na segunda-feira (24) pelo Departamento de Justiça, essas são as primeiras confissões por distribuição ilegal de aplicativos no país.

De acordo com a Justiça dos EUA, Nicholas Narbone, 26 anos, Thomas Dye, 21, e outros conspiradores se identificavam como Appbucket. Narbone seria o líder do grupo e, entre agosto de 2010 e 2012, ele e seus companheiros reproduziram e distribuíram gratuitamente aplicativos pagos de Android sem permissão.

“Esses homens pisaram nos direitos de propriedade intelectual de terceiros quando eles e outros membros do grupo Appbucket distribuíram mais de 1 milhão de cópias ilegais de apps”, afirmou o procurador David A. O’Neil. A soma de apps pirateados é avaliada em cerca de US$ 700 mil (R$ 1,6 milhão).

Segundo o site Ars Technica, o FBI tirou do ar as lojas virtuais Appbucket e Snappzmarket – outra distribuidora pirata de apps – em agosto de 2012. Ee m janeiro deste ano, quatro suspeitos foram acusados de violação de direitos autorais pela promotoria.

“A violação de direitos autorais desencoraja pessoas inteligentes e inovadoras de usar seus talentos para criar coisas que o resto da sociedade pode desfrutar”, afirmou o advogado Sally Quillian Yates. “Roubo é roubo – seja a propriedade tangível ou intelectual – e nós vamos continuar perseguindo aqueles que roubam material protegido”.

A sentença de Narbone deve sair em 8 de julho, enquanto a de Dye está prevista para 12 de junho.

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Publicado por em 25 de março de 2014 em Tecnologia

 

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Rússia denuncia 14 ativistas do Greenpeace por pirataria marítima

A Promotoria da Rússia acusou formalmente nesta quarta-feira (2) 14 dos 30 ativistas da organização Greenpeace de crime de pirataria marítima, incluindo a brasileira Ana Paula Maciel, 31 anos, detida em setembro durante ação no Mar do Norte, no Ártico.

Os denunciados que receberam a acusação podem cumprir penas de até 15 anos de prisão.

De acordo com o Greenpeace, outros 16 manifestantes envolvidos também devem ser denunciados pela Justiça russa.

A bióloga brasileira e 29 ambientalistas da ONG foram presos em 18 de setembro após uma ação de protesto contra exploração de petróleo no Ártico.

A embarcação Arctic Sunrise foi interceptada pela guarda costeira russa no mar ao norte do país.

Eles ficaram detidos no navio, sendo conduzidos posteriormente a um tribunal de Murmansk. Lá, foram colocados dentro de celas provisórias.

Os ativistas condenados procedem de 19 países: Brasil, Rússia, EUA, Argentina, Reino Unido, Canadá, Itália, Ucrânia, Nova Zelândia, Holanda, Dinamarca, Austrália, República Tcheca, Polônia, Turquia, Dinamarca, Finlândia, Suécia e França.

De acordo com o diretor-executivo da ONG, Kumi Naidoo, a acusação de pirataria está sendo lançada “contra homens e mulheres cujo único crime é a posse da consciência”. “Isso é ultrajante e representa nada menos do que um ataque ao direito fundamental de protesto pacífico”, explicou, complementando que o Greenpeace não se intimidará com a ação.

Itamaraty tenta ajudar
Nesta terça-feira (1º), o Ministério das Relações Exteriores divulgou que o embaixador do Brasil na Rússia, Fernando de Mello Barreto, deve assinar uma “carta de garantia” destinada aos advogados de defesa da brasileira Ana Paula Maciel.

Segundo o Itamaraty, o instrumento fornecido pela diplomacia brasileira atende a um pedido dos advogados de Ana Paula, que tem o intuito de garantir ao governo russo que a a brasileira vai comparecer a todas as audiências solicitadas.

A carta poderá ser utilizada pela defesa para pedir que a ativista responda ao processo em liberdade. De acordo com o Itamaraty, a instrução para a elaboração da carta foi dada pelo ministro brasileiro, Luiz Alberto Figueiredo Machado. Dez advogados, todos da Rússia, trabalham na defesa dos ativistas detidos.

Imagens divulgadas nesta quarta pelo Greenpeace mostram momento em que ativistas são detidos por autoridades russas em 18 de setembro, durante ação realizada no Mar do Norte. As imagens foram feitas com a ajuda de um aparelho celular e o Greenpeace não informou o autor das fotos (Foto: Divulgação/Greenpeace)Imagens divulgadas nesta quarta pelo Greenpeace mostram momento em que ativistas são detidos por autoridades russas em 18 de setembro, durante ação realizada no Mar do Norte. As imagens foram feitas de um aparelho celular e o Greenpeace não informou o autor das fotos (Foto: Divulgação/Greenpeace)Ativista brasileira Paula Maciel é vista presa em Murmansk, Rússia, no domingo (29) (Foto: Greenpeace/AP)Ativista brasileira Paula Maciel é vista presa em Murmansk, Rússia, no domingo (29) (Foto: Greenpeace/AP)

Fonte G1

 
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Publicado por em 4 de outubro de 2013 em Tecnologia

 

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Todos os 30 ativistas presos na Rússia foram acusados por pirataria

Imagens divulgadas nesta quarta pelo Greenpeace mostram momento em que ativistas são detidos por autoridades russas em 18 de setembro, durante ação realizada no Mar do Norte. As imagens foram feitas com a ajuda de um aparelho celular e o Greenpeace não in (Foto: Divulgação/Greenpeace)Imagens divulgadas nesta quarta pelo Greenpeace mostram momento em que ativistas são detidos por autoridades russas em 18 de setembro, durante ação realizada no Mar do Norte. As imagens foram feitas com a ajuda de um aparelho celular e o Greenpeace não in (Foto: Divulgação/Greenpeace)

Todos os 30 ativistas do Greenpeace presos na Rússia foram acusados formalmente por pirataria, de acordo com a “Reuters”. Nesta quarta-feira (2), 14 membros da organização já haviam recebido a acusação de crime de pirataria marítima, incluindo a brasileira Ana Paula Maciel, 31 anos, detida em setembro durante ação no Mar do Norte, no Ártico.

Os denunciados que receberam a acusação podem cumprir penas de até 15 anos de prisão. A bióloga brasileira e 29 ambientalistas da ONG foram presos em 18 de setembro após uma ação de protesto contra exploração de petróleo no Ártico.

Advogados do Greenpeace entraram com recursos contra a recusa do estabelecimento de fiança para os 30 acusados, mas todos os 30 recursos foram arquivados, segundo a organização.

A embarcação Arctic Sunrise foi interceptada pela guarda costeira russa no mar ao norte do país. Eles ficaram detidos no navio, sendo conduzidos posteriormente a um tribunal de Murmansk. Lá, foram colocados dentro de celas provisórias.

Os ativistas condenados procedem de 19 países: Brasil, Rússia, EUA, Argentina, Reino Unido, Canadá, Itália, Ucrânia, Nova Zelândia, Holanda, Dinamarca, Austrália, República Tcheca, Polônia, Turquia, Dinamarca, Finlândia, Suécia e França.

De acordo com o diretor-executivo da ONG, Kumi Naidoo, a acusação de pirataria está sendo lançada “contra homens e mulheres cujo único crime é a posse da consciência”. “Isso é ultrajante e representa nada menos do que um ataque ao direito fundamental de protesto pacífico”, explicou, complementando que o Greenpeace não se intimidará com a ação.

Bióloga brasileira Ana Paula Maciel aguarda sua audiência no tribunal russo neste domingo (29). (Foto: AFP Photo/Greenpeace/Dmitri Sharomov)Bióloga brasileira Ana Paula Maciel faz parte dos
30 ativistas acusados de pirataria. (Foto: AFP Photo/
Greenpeace/Dmitri Sharomov)

Segundo a “AFP”, na manhã desta quinta-feira (3), os dezesseis outros detidos a bordo do Artic Sunrise foram levados ao Comitê de Investigação de Murmansk. No início da tarde, quatro pessoas, a dinamarquesa Anne Mie Roer Jensen, o neozelandês Jonathan Beauchamp, o fotógrafo russo Denis Siniakov, e um porta-voz russo da ONG, Andre Allakhverdov, foram acusados formalmente, segundo a conta do Twitter do Greenpeace.

A detenção de Siniakov, um fotografo free-lance que trabalhava no momento da operação do Greenpeace, provocou comoção na Rússia. A imprensa russa expressou sua solidariedade com o fotojornalista que já trabalhou para a AFP e a Reuters.

Segundo a ONG, cerca de 800.000 pessoas, mais de 100 ONGs e personalidades como o ator britânico Ewan MacGregor e o cantor russo Iuri Chevtchuk, assinaram um pedido para a libertação dos ativistas.

Itamaraty tenta ajudar
Nesta terça-feira (1º), o Ministério das Relações Exteriores divulgou que o embaixador do Brasil na Rússia, Fernando de Mello Barreto, deve assinar uma “carta de garantia” destinada aos advogados de defesa da brasileira Ana Paula Maciel.

Segundo o Itamaraty, o instrumento fornecido pela diplomacia brasileira atende a um pedido dos advogados de Ana Paula, que tem o intuito de garantir ao governo russo que a a brasileira vai comparecer a todas as audiências solicitadas.

A carta poderá ser utilizada pela defesa para pedir que a ativista responda ao processo em liberdade. De acordo com o Itamaraty, a instrução para a elaboração da carta foi dada pelo ministro brasileiro, Luiz Alberto Figueiredo Machado. Dez advogados, todos da Rússia, trabalham na defesa dos ativistas detidos.

Bandeira do Greenpeace pedindo a liberação dos 30 detidos e que acusa a petroleira Gazprom de poluir o Ártico é vista em 1º de outubro no estádio da Basileia, na Suíça, durante partida da Liga dos Campeões da Europa (Foto: Divulgação/Greenpeace)Bandeira do Greenpeace pedindo a liberação dos 30 detidos e que acusa a petroleira Gazprom de poluir o Ártico é vista em 1º de outubro no estádio da Basileia, na Suíça, durante partida da Liga dos Campeões da Europa (Foto: Divulgação/Greenpeace)

Fonte G1

 
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Publicado por em 4 de outubro de 2013 em Brasil

 

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Rússia acusa formalmente brasileira de pirataria

Bióloga brasileira Ana Paula Maciel aguarda sua audiência no tribunal russo neste domingo (29). (Foto: AFP Photo/Greenpeace/Dmitri Sharomov)Bióloga brasileira Ana Paula Maciel, no tribunal russo no domingo (29). (Foto: AFP Photo / Greenpeace / Dmitri Sharomov)

Dois dos 30 ativistas do Greenpeace detidos na Rússia por organizar um protesto em uma plataforma petrolífera russa no Ártico foram acusados formalmente, nesta quarta-feira (2), de pirataria, segundo informou o advogado da ONG, Mijail Kreindlin, citado pela agência “Interfax”. Entre eles está a bióloga brasileira Ana Paula Alminhana Maciel, de 31 anos.

Ana Paula e um cinegrafista britânico foram, por enquanto, os únicos acusados pelas autoridades russas de pirataria. A pena é pesada e eles podem, se condenados, pegar até 15 anos de prisão.

A bióloga brasileira foi presa no dia 18 de setembro com outros 29 ambientalistas. Foram detidos quatro russos e 26 estrangeiros dos Estados Unidos, Argentina, Reino Unido, Canadá, Itália, Ucrânia, Nova Zelândia, Holanda, Dinamarca, Austrália, República Tcheca, Polônia, Turquia, Finlândia, Suécia e França.

Eles tentaram invadir uma plataforma de petróleo no Oceano Ártico, a partir de um barco do Greenpeace.

No último domingo (29), a Justiça russa havia anunciado que todo o grupo ficaria preso preventivamente por pelo menos dois meses.

O comitê de instrução russo ainda apresentará as acusações aos demais ativistas presos na cidade portuária de Murmansk.

“É uma carga extrema e desproporcional”, disse o diretor-executivo do Greenpeace Internacional, Kumi Naidoo à agências de notícias. “A acusação de pirataria está sendo colocada contra homens e mulheres cujo único crime é ser dotado de uma consciência. Isso é um ultraje e representa nada menos do que um ataque ao próprio princípio do protesto pacífico”, acrescentou. “Nossos ativistas não tinham nenhuma intenção de apoderar-se da propriedade de ninguém. Não havia nenhum ato criminoso”, emendou.

O grupo ambientalista diz que o protesto foi pacífico e não representava nenhuma ameaça, e que as acusações de pirataria contra os manifestantes não têm mérito no direito internacional ou russo.

A plataforma Prirazlomnaya, alvo do Greenpeace, tem previsão para entrar em operação no primeiro trimestre de 2014.

Ativistas do Greenpeace escalam a plataforma de óleo russa Prirazlomnaya, da estatal russa Gazprom, na costa do Mar de Pechora. A guarda costeira chegou a dar um tiro de alerta para conter o ato, que visava impedir a exploração da área sensível do Ártico. (Foto: Denis Sinyakov/Greenpeace/AFP)Ativistas do Greenpeace escalam a plataforma de óleo russa Prirazlomnaya, da estatal russa Gazprom, na costa do Mar de Pechora. A guarda costeira chegou a dar um tiro de alerta para conter o ato, que visava impedir a exploração da área sensível do Ártico. (Foto: Denis Sinyakov / Greenpeace / AFP)

Fonte G1

 
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Publicado por em 3 de outubro de 2013 em Tecnologia

 

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Todos os 30 ativistas presos na Rússia foram acusados por pirataria

Imagens divulgadas nesta quarta pelo Greenpeace mostram momento em que ativistas são detidos por autoridades russas em 18 de setembro, durante ação realizada no Mar do Norte. As imagens foram feitas com a ajuda de um aparelho celular e o Greenpeace não in (Foto: Divulgação/Greenpeace)Imagens divulgadas nesta quarta pelo Greenpeace mostram momento em que ativistas são detidos por autoridades russas em 18 de setembro, durante ação realizada no Mar do Norte. As imagens foram feitas com a ajuda de um aparelho celular e o Greenpeace não in (Foto: Divulgação/Greenpeace)

Todos os 30 ativistas do Greenpeace presos na Rússia foram acusados formalmente por pirataria, de acordo com a “Reuters”. Nesta quarta-feira (2), 14 membros da organização já haviam recebido a acusação de crime de pirataria marítima, incluindo a brasileira Ana Paula Maciel, 31 anos, detida em setembro durante ação no Mar do Norte, no Ártico.

Os denunciados que receberam a acusação podem cumprir penas de até 15 anos de prisão. A bióloga brasileira e 29 ambientalistas da ONG foram presos em 18 de setembro após uma ação de protesto contra exploração de petróleo no Ártico.

Advogados do Greenpeace entraram com recursos contra a recusa do estabelecimento de fiança para os 30 acusados, mas todos os 30 recursos foram arquivados, segundo a organização.

A embarcação Arctic Sunrise foi interceptada pela guarda costeira russa no mar ao norte do país. Eles ficaram detidos no navio, sendo conduzidos posteriormente a um tribunal de Murmansk. Lá, foram colocados dentro de celas provisórias.

Os ativistas condenados procedem de 19 países: Brasil, Rússia, EUA, Argentina, Reino Unido, Canadá, Itália, Ucrânia, Nova Zelândia, Holanda, Dinamarca, Austrália, República Tcheca, Polônia, Turquia, Dinamarca, Finlândia, Suécia e França.

De acordo com o diretor-executivo da ONG, Kumi Naidoo, a acusação de pirataria está sendo lançada “contra homens e mulheres cujo único crime é a posse da consciência”. “Isso é ultrajante e representa nada menos do que um ataque ao direito fundamental de protesto pacífico”, explicou, complementando que o Greenpeace não se intimidará com a ação.

Bióloga brasileira Ana Paula Maciel aguarda sua audiência no tribunal russo neste domingo (29). (Foto: AFP Photo/Greenpeace/Dmitri Sharomov)Bióloga brasileira Ana Paula Maciel faz parte dos
30 ativistas acusados de pirataria. (Foto: AFP Photo/
Greenpeace/Dmitri Sharomov)

Segundo a “AFP”, na manhã desta quinta-feira (3), os dezesseis outros detidos a bordo do Artic Sunrise foram levados ao Comitê de Investigação de Murmansk. No início da tarde, quatro pessoas, a dinamarquesa Anne Mie Roer Jensen, o neozelandês Jonathan Beauchamp, o fotógrafo russo Denis Siniakov, e um porta-voz russo da ONG, Andre Allakhverdov, foram acusados formalmente, segundo a conta do Twitter do Greenpeace.

A detenção de Siniakov, um fotografo free-lance que trabalhava no momento da operação do Greenpeace, provocou comoção na Rússia. A imprensa russa expressou sua solidariedade com o fotojornalista que já trabalhou para a AFP e a Reuters.

Segundo a ONG, cerca de 800.000 pessoas, mais de 100 ONGs e personalidades como o ator britânico Ewan MacGregor e o cantor russo Iuri Chevtchuk, assinaram um pedido para a libertação dos ativistas.

Itamaraty tenta ajudar
Nesta terça-feira (1º), o Ministério das Relações Exteriores divulgou que o embaixador do Brasil na Rússia, Fernando de Mello Barreto, deve assinar uma “carta de garantia” destinada aos advogados de defesa da brasileira Ana Paula Maciel.

Segundo o Itamaraty, o instrumento fornecido pela diplomacia brasileira atende a um pedido dos advogados de Ana Paula, que tem o intuito de garantir ao governo russo que a a brasileira vai comparecer a todas as audiências solicitadas.

A carta poderá ser utilizada pela defesa para pedir que a ativista responda ao processo em liberdade. De acordo com o Itamaraty, a instrução para a elaboração da carta foi dada pelo ministro brasileiro, Luiz Alberto Figueiredo Machado. Dez advogados, todos da Rússia, trabalham na defesa dos ativistas detidos.

Bandeira do Greenpeace pedindo a liberação dos 30 detidos e que acusa a petroleira Gazprom de poluir o Ártico é vista em 1º de outubro no estádio da Basileia, na Suíça, durante partida da Liga dos Campeões da Europa (Foto: Divulgação/Greenpeace)Bandeira do Greenpeace pedindo a liberação dos 30 detidos e que acusa a petroleira Gazprom de poluir o Ártico é vista em 1º de outubro no estádio da Basileia, na Suíça, durante partida da Liga dos Campeões da Europa (Foto: Divulgação/Greenpeace)

Fonte G1

 
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Publicado por em 3 de outubro de 2013 em Tecnologia

 

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Grupo do Greenpeace no Ártico vai responder por pirataria, diz Rússia

Navio do Greenpeace ‘Arctic Sunrise’ é escoltado por um barco da guarda costeira russa em Kola Bay, na base naval de Severomorsk, na Península de Kola, no extremo norte da Rússia, nesta terça (24) (Foto: Efrem Lukatsky/AP)Navio do Greenpeace ‘Arctic Sunrise’ (centro) é escoltado por barco da guarda costeira russa em Kola Bay, na base naval de Severomorsk, Península de Kola, norte da Rússia, nesta terça (24) (Foto: Efrem Lukatsky/AP)

Ativistas do Greenpeace que protestaram na semana passada em uma plataforma de petróleo russa no Ártico serão processados e podem ser acusados de pirataria, crime cuja pena chega até 15 anos de prisão, disseram investigadores do país nesta terça-feira (24).

As autoridades informaram que o “ataque” – no qual os ambientalistas tentaram entrar na plataforma Prirazlomnaya, a primeira base russa de exploração de petróleo no Polo Norte – violou a soberania da Rússia.

“Quando um navio estrangeiro cheio de equipamentos eletrônicos destinados a propósitos desconhecidos e um grupo de pessoas que se autodeclaram ativistas ambientais tentam invadir uma plataforma de perfuração, há legítimas suspeitas a respeito de suas intenções”, disseram os investigadores em comunicado.

Os protestos resultaram na prisão de 30 ativistas, incluindo a brasileira Ana Paula Alminhama Maciel, de 31 anos, integrante do Greenpeace desde 2006, segundo a página da organização não governamental (ONG) na internet. O quebra-gelo Arctic Sunrise, de bandeira holandesa, também foi apreendido e rebocado, informou o Greenpeace, e se encontra ancorado em frente ao porto da cidade de Murmansk, 200 km a norte do Círculo Polar Ártico.

Resposta do Greenpeace
O Greenpeace, que afirma ter o objetivo de chamar atenção para a ameaça que a exploração de petróleo representa ao frágil ecossistema do Polo Norte, negou as acusações de pirataria, alegando que seus protestos são pacíficos e que a Rússia violou as leis internacionais.

O Greenpeace afirma que, por quatro dias, os ativistas tiveram negado o acesso a advogados e autoridades consulares. A porta-voz Maria Favorskaya afirmou que eles não receberam nenhuma acusação formal.

O grupo de defesa do meio ambiente também diz ter assinado, junto com outras 50 ONGs, uma declaração pedindo a libertação dos ativistas.

Um porta-voz das autoridades de fronteira disse que diplomatas dos países de origem dos ativistas teriam permissão de embarcar no navio para encontrar os manifestantes nesta terça.

Imagem divulgada pelo Greenpeace, feita no início desta terça(24), mostra membros da tripulação a bordo do navio ‘Arctic Sunrise’ enquanto são rebocados pela guarda costeira russa (Foto: Greenpeace/AP)Imagem divulgada pelo Greenpeace, feita no início desta terça-feira (24), mostra membros da tripulação a bordo do navio ‘Arctic Sunrise’ enquanto são rebocados pela guarda costeira russa (Foto: Greenpeace/AP)Integrantes da tripulação a bordo do navio ‘Arctic Sunrise’ exibem a faixa 'Salvem o Ártico' enquanto são rebocados pela guarda costeira russa nesta terça (24) (Foto: Greenpeace/AP)Integrantes da tripulação a bordo do navio do Greenpeace ‘Arctic Sunrise’ exibem a faixa ‘Salvem o Ártico’ enquanto são rebocados pela guarda costeira russa nesta terça-feira (24) (Foto: Greenpeace/AP)

Fonte G1

 
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Publicado por em 24 de setembro de 2013 em Tecnologia

 

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Pirate Bay processa organização de direitos autorais por pirataria

Site de paródia imita a aparência do Pirate Bay, fornecendo links para dois diretórios de sites de download legal

O site The Pirate Bay denunciou uma organização anti-pirataria à polícia finlandesa na segunda-feira (18/2) por supostamente infringir direitos autorais do site de compartilhamento de arquivos.

O Centro de Antipirataria e Violação de Copyright (CIAPC – The Copyright Information and Anti-Piracy Center) recentemente lançou uma página online que imita a aparência do The Pirate Bay – mas ao invés do tradicional logo do barco pirata, a imagem foi substituída por um barco naufragando. Além disso, os torrents normalmente pesquisados foram substituídos por links de dois diretórios de serviços de download legais.

Embora o site de compartilhamento de arquivos explicitamente permita que organizações utilizem o seu conteúdo para “evidente uso legítimo, como por exemplo distribuição de trabalhos de benefício cultural para o usuário final”, ele continuará com o processo contra a CIAPC.

“O CIAPC copiou os arquivos de onde o Pirate Bay é construído para produzir uma paródia fraudulenta do site”, disse o The Pirate Bay, acrescentando que, em muitos países isso poderia constituir uso justo para fins de paródia – mas não sob a lei finlandesa.

“Enquanto o Pirate Bay pode ter uma visão positiva sobre a cópia, ele não irá sentar e assistir as agências de aplicação da lei desrespeitando os direitos autorais”, diz um comunicado do site.

O The Pirate Bay foi lançado em 2003 e é mantido por dezenas de pessoas ao redor do mundo. Depois de uma decisão do tribunal sueco em 2009 condenar os fundadores do site, os organizadores atuais preferem permanecer anônimos.

O CIAPC visa “impedir a produção, distribuição e importação de cópias e gravações não autorizadas e colocar um fim a outros atos que infrinjam a legislação de direitos autorais”. E o diretor administrativo do Centro, Antti Kotilainen, disse à mídia local que um desafio legal seria uma boa coisa, se forçasse os proprietários do The Pirate Bay a se identificarem.

O The Pirate Bay acrescentou que qualquer dinheiro que possa ser concedido pelos tribunais será revertido na compra de um novo computador para uma menina de nove anos finlandesa, que teve seu laptop do Ursinho Pooh confiscado após uma batida policial iniciada pelo CIAPC.

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Publicado por em 23 de junho de 2013 em Tecnologia

 

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