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Pesquisa aponta que seca ameaça técnica do fracking nos EUA

Os dois anos de seca que castigam o centro dos Estados Unidos pressionam a indústria de fratura hidráulica (fracking) para gás e petróleo, de grande demanda hídrica, segundo um novo estudo publicado esta semana.

O fracking é utilizado para aumentar a extração no subsolo a partir da injeção de material, geralmente água ou areia, sob pressão, provocando fraturas no subsolo. A técnica é considerada muito poluente por serem utilizados fluidos químicos que contaminam o solo e os lençóis freáticos.

Quase 50% dos poços perfurados desde 2011 por este método, com o objetivo de explorar depósitos de petróleo e gás, ficam em áreas com “estresse hídrico alto ou extremamente alto”, segundo a pesquisa feita pelo grupo Ceres, organização sem fins lucrativos que promove a sustentabilidade nos negócios.

Isso poderia colocar o fracking em conflito com outros usuários ou com recursos hídricos subterrâneos crescentemente pressionados, incluindo fazendeiros no meio-oeste e no oeste dos Estados Unidos.

As maiores pressões ocorrem no Texas, onde tem havido um crescente “boom” nos últimos três anos. Nessa região, as empresas que usam água para suas operações são afetadas pela recente seca.

Seca na Califórnia
Quem também enfrenta grandes problemas são os exploradores da técnica na Califórnia, que sofrem com a pior seca em um século. Os poços de fratura podem usar seis vezes mais água, em média, do que a perfuração convencional.

Além disso, a fratura para a exploração de gás natural usa muito mais água do que os poços de exploração de petróleo, aumentando o estresse hídrico em regiões como Eagle Ford, no Texas,

O estudo advertiu que autoridades locais terão o desafio de administrar os recursos hídricos que podem afetar empresas que recorrem à fratura hidráulica. “A demanda futura de água para fratura hidráulica só vai crescer com a perfuração de dezenas de milhares de poços adicionais”, advertiu o estudo.

Fonte G1

 
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Publicado por em 9 de fevereiro de 2014 em Tecnologia

 

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Hillary Clinton venceria com folga primárias democratas, diz pesquisa

Ex-secretária de Estado dos EUA, Hillary Clinton, discursa sobre a Síria durante evento na Casa Branca, Washington. Hillary reconheceu neste domingo (22) que considera concorrer à Presidência dos Estados Unidos em 2016. (Foto: Carolyn Kaster/AP)Ex-secretária de Estado  Hillary Clinton em foto de
setembro de 2013 (Foto: Carolyn Kaster/AP)

A ex-secretária de Estado americano, Hillary Clinton, venceria com folga a disputa interna do Partido Democrata à candidatura à presidência de 2016, enquanto as primárias no lado republicano estão mais abertas, segundo uma pesquisa divulgada nesta quinta-feira (30).

A pesquisa encomendada pela ABC e publicada no The Washington Post indica que Clinton acumula 73% das intenções de voto, seguida a distância pelo vice-presidente Joe Biden (12%) e da senadora de Massachusetts (nordeste) Elizabeth Warren (8%).

A diferença entre Clinton e seus potenciais concorrentes “é a maior já registrada em uma sondagem sobre as primárias em 30 anos”, segundo o Post.

A pesquisa também confirma que o favorito dos conservadores, o governador de Nova Jersey Chris Christie, sofreu as consequências dos vários escândalos em que esteve envolvido.

O “Bridgegate” consiste em várias denúncias sobre o fechamento de uma ponte por Christie, com a intenção de causar um grande engarrafamento e desacreditar um prefeito democrata.

O governador, que segundo as pesquisas estava à frente das intenções de votos, caiu para o terceiro lugar, com 13%, de acordo com a nova pesquisa.

A primeira posição é ocupada agora por Paul Ryan (20%), jovem representante de Wisconsin (norte) e candidato a vice-presidente nas eleições de 2011. Atrás está Jeb Bush (18%), o ex-governador da Flórida e irmão mais novo do ex-presidente George W. Bush.

Fonte G1

 
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Publicado por em 30 de janeiro de 2014 em Brasil

 

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Pesquisa mostrará como capturar teclas digitadas em smartphones

Uma pesquisa que será apresentada no final de fevereiro deve demonstrar um nova meio para capturar a digitação em dispositivos Android e iOS, recriando a ameaça dos “keyloggers” que capturam a digitação nos PCs. Desenvolvida por Neal Hindocha, consultor sênior em segurança da Trustwave, a técnica possui algumas limitações, mas mostra que o risco da captura de dados ainda existe nos celulares.

Sistemas usados em smartphones aplicam um isolamento que impede que um aplicativo tenha acesso aos dados de outro. Isso inclui as informações digitadas. Para burlar essa limitação, pesquisadores já apontaram possibilidades como a captura dos movimentos do celular resultantes do toque e a instalação de um “teclado alternativo”. A primeira técnica tem uma alta taxa de erros e é difícil de ser desenvolvida para diversos modelos de celular, já que tamanho, peso e formato modificam os cálculos de movimento; já a segunda técnica requer bastante interação do usuário.

A técnica criada pelo pesquisador da Trustwave é nova e apresenta uma terceira possibilidade para a captura de dados. Hindocha desenvolveu um método que permite a um app capturar fotos da tela (screenshots) enquanto o usuário digita, bem como as coordenadas dos toques feitos na tela. Dessa forma, embora o app não tenha acesso aos dados digitados em si, é possível ver em que local da tela está o teclado e mapear os toques a cada tecla.

O truque pode ser aplicado em celulares iPhone ou iPads desbloqueados, em dispositivos Android desbloqueados (com “root”) e na configuração de fábrica. Nesse último caso, porém, o app malicioso precisa ser instalado por um computador quando o usuário conectar o celular via USB. Hindocha observa que esse último método já está em uso por hackers para instalar pragas digitais com outras finalidades. Sistemas iOS com o bloqueio de fábrica estavam fora do escopo da pesquisa.

“Isso não explora vulnerabilidades, mas abusa de funcionalidades existentes”, explicou Hindocha em entrevista ao G1. Ele conta que analisou a forma como os sistemas lidam com os eventos de toque e que combinou diversos truques para conseguir ler as coordenadas.

O especialista não quis opinar se os responsáveis pelos sistemas – o Google e a Apple – deverão modificar o software para impedir a técnica de funcionar. “Se isso deve ser modificado ou não cabe aos desenvolvedores do sistema, e como sempre envolve um equilíbrio entre funcionalidade e segurança”, diz.

Hindocha conta que teve vontade de analisar a possibilidade de captura da digitação em celulares porque a Trustwave tem diversos clientes na indústria financeira. Durante um teste de vulnerabilidade, ele identificou o que parecia ser uma maneira de capturar os dados, e decidiu realizar a pesquisa. Ele chamou esse mecanismo de “touchloggin”, ou “registro de toques”. Em computadores, a captura de teclas tem o nome de “keylogging”.

Os detalhes técnicos completos do ataque serão revelados durante a conferência de segurança RSA em São Francisco, nos Estados Unidos. A apresentação está marcada para o dia 26 de fevereiro.

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Publicado por em 30 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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Telefônica anuncia parceria com FEI para criar centro de pesquisa

A Telefônica e o Centro Universitário da FEI, em São Paulo, acabam de fechar uma parceria para desenvolver tecnologias digitais na área de telecomunicações.

A operadora e a instituição de ensino também vão criar um centro de pesquisa, equipado com computadores e celulares, para estimular estudantes a desenvolver aplicativos que permitam a conexão máquina a máquina (M2M) e outras aplicações de internet das coisas.

O centro universitário da FEI vai dispor de um professor para auxiliar os estudantes no novo centro. A Telefônica vai oferecer duas bolsas de estudo, uma para mestrado e outra para doutorado, para incentivar participantes do projeto.

A expectativa é que o centro comece a operar até o fim deste semestre.

Serviço
Campus Party Brasil 2014
Quando: de 27 de janeiro a 2 de fevereiro
Onde: Anhembi Parque – Avenida Olavo Fontoura, 1.209, São Paulo/SP
Quanto: Os ingressos para participar do evento estão esgotados. A entrada para o pavilhão de exposições é gratuita.
Horário da área gratuita: das 10h às 21h.

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Publicado por em 28 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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Pesquisa revela que poluição do ar intensificou ciclones no Pacífico

Tempestade tropical Darby é a quarta 'batizada' da temporada 2010 de ciclones no Pacífico (Foto: MODIS Rapid Response Team / NASA GSFC)Imagem de satélite mostra a tempestade tropical Darby, ciclone que atingiu a região do Pacífico em 2010 (Foto: MODIS Rapid Response Team / NASA GSFC)

A crescente poluição do ar na China e em outros países asiáticos de rápido crescimento intensificaram os ciclones de inverno no noroeste do Pacífico, anunciaram cientistas esta semana. Segundo os especialistas, os ciclones de inverno em latitudes que incluem o noroeste da China, Coreia e Japão trouxeram ventos mais potentes e mais chuvas, como resultado dos níveis crescentes de poluição por particulados.

As partículas de poeira afetam a forma como a unidade se desenvolve nas nuvens e como o calor se distribui em sistemas de tempestades, disse Yuan Wang, do prestigioso Laboratório de Propulsão a Jato do Instituto de Tecnologia da Califórnia. “Segundo estimativas, a mudança significativa na intensidade das tempestades no Pacífico deve ter começado em meados dos anos 1990”, disse Wang.

“(Foi) quando indústrias, usinas de energia e carros lançaram grandes quantidades de poluentes do ar, juntamente com uma economia florescente em muitos países asiáticos como a China”, acrescentou.

O estudo, publicado no periódico “Nature Communications”, é a mais recente pesquisa sobre os perigos ambientais dos particulados, que são, sobretudo, resíduos de fuligem derivados da queima de combustíveis fósseis. Segundo o estudo de Wang, os aerossóis aceleram a formação de gotículas porque contêm um núcleo onde o vapor d’água se condensa.

Chaminés liberam fumaça de um planta de aquecimento em Jilin, na China; estudo mostra que poluição chinesa chega até os Estados Unidos (Foto: Reuters/Stringer)Chaminés liberam fumaça de um planta de aquecimento
em Jilin, na China (Foto: Reuters/Stringer)

Mais partículas, mais tempestades
As nuvens, influenciadas por aerossóis, carregam quatro vezes mais gotículas, provocando um aumento de, aproximadamente, 7% nas precipitações em toda a região.

Também é provável que os aerossóis encorajem a formação de nuvens cirrus e de “bigorna”, mais brilhantes e de alta altitude.

Estas são nuvens que ajudam a aquecer a superfície do mar, dando assim calor para alimentar os ciclones. O aquecimento adicional pode ser de 11%.

Os cientistas criaram um modelo de computador para simular o fluxo de poluição por aerossóis do leste da Ásia para a região de formação dos ciclones, no leste da Ásia, em janeiro e fevereiro, uma região situada ao norte da latitude 30º.

Eles descobriram uma relação com duas décadas de dados de satélite: 1979-1988 – antes do “boom” que a economia asiática viveu, e 2002-2011, quando o crescimento deu um salto, especialmente na China.

No período mais recente, houve um aumento claro da intensidade de ciclones, mas nenhuma alteração na frequência ou na localização das tempestades, disse Wang.

Em 16 de janeiro, um estudo realizado por Chang-Hoi Ho, da Universidade Nacional de Seul, na Coreia do Sul, demonstrou que China, Coreia e Japão tinham sido atingidos por ciclones mais potentes entre 1977 e 2010, devido ao aquecimento da água no Pacífico oeste. As duas pesquisas não são comparáveis, disse Wang.

A primeira se concentrou em ciclones que se formam durante o inverno em latitudes médias no noroeste do oceano e a segunda examinou ciclones no verão e no outono, que se formam em latitudes tropicais.

Pesquisas realizadas sobre o efeito dos aerossóis nas nuvens resultam em descobertas altamente variáveis. De fato, esta é considerada uma das maiores áreas de incerteza da ciência climática.

Fonte G1

 
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Publicado por em 28 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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Pesquisa revela a curiosa relação entre o bicho-preguiça e a traça

 Preguiça-de-três-dedos é fotografada na Fundação Aiunau, em Caldas, na Colômbia (Foto: AFP Photo/Raul Arboleda) Preguiça-de-três-dedos é fotografada na Fundação
Aiunau, em Caldas, na Colômbia (Foto: AFP Photo/
Raul Arboleda)

Imagine uma criatura tão preguiçosa que busca alimentos no próprio pelo e só se move uma vez por semana para defecar. Bom, esta criatura existe e é um tipo de bicho-preguiça que, como nas fábulas infantis, se beneficia de uma relação muito próxima com as traças.

Depois de estudar o comportamento ocioso deste mamífero arborícola de três dedos, a preguiça-de-bentinho (Bradypus tridactylus), natural das bacias dos rios Amazonas e Orinoco, uma equipe de biólogos americanos revelou nesta quarta-feira (22) até que ponto esses pequenos animais chegam para honrar seu nome.

Esses bichos-preguiça aperfeiçoaram em particular a arte da inércia através de uma lenta dança, cuidadosamente coreografada com uma variedade específica de traça, revelou um estudo publicado nas “Atas da Real Sociedade B.”, revista dedicada à biologia.

As preguiças habitam o chamado dossel florestal, formado pelas copas das árvores, onde se alimentam principalmente de folhas.

Mas, segundo este estudo, uma vez por semana, os animais descem para defecar no chão, o que os deixa particularmente vulneráveis aos predadores. Além disso, o esforço lhes custa “ao redor de 8% da energia que ingerem em um dia”.

Por que, então, as preguiças se incomodam em descer?

Os cientistas descobriram que, ao descer, as traças que vivem nos pelos da preguiça, põem seus ovos nas fezes do mamífero, onde as larvas se desenvolvem antes de emergir como adultos e voar para a copa da árvore para se unir ao resto da colônia.

As traças atuam como um tipo de fertilizante, potencializando os níveis de nitrogênio na pele da preguiça que, por sua vez, estimula o crescimento de algas.

A estrutura única do pelo da preguiça-de-bentinho, cujas ranhuras abrigam grande quantidade de água da chuva, permite que estas algas se reproduzam.

Estas verdadeiras hortas de algas, “especialmente ricas em carboidratos e gorduras digeríveis”, complementam a dieta da preguiça, à base de folhas muito pouco nutritivas, afirmaram os cientistas.

Essa “complexa” simbiose “reforça os aspectos fundamentais da conduta da preguiça e seu histórico de vida, e pode fomentar (sua) ociosidade”, destacou um resumo da pesquisa.

“Esta fonte até agora desconhecida de alimentos poderia explicar porque as preguiças-de-dentinho têm tanta dificuldade em se alimentar bem em cativeiro”, destacaram os pesquisadores.

“Além da ingestão de nutrientes, também é possível que esses cultivos de algas aumentem as chances de sobrevivência das preguiças ao se camuflarem de predadores aéreos” no meio da vegetação, acrescentaram.

Fonte G1

 
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Publicado por em 27 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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‘Crossfire’ é game gratuito que mais faturou em 2013, diz pesquisa

'Crossfire', game F2P que faturou US$ 957 milhões em 2013 (Foto: Divulgação/Crossfire)‘Crossfire’, game F2P que faturou US$ 957 milhões
em 2013 (Foto: Divulgação/Crossfire)

O game gratuito para jogar (“free-to-play”, ou F2P) “Crossfire” foi o título do gênero que mais faturou em 2013, segundo um levantamento da companhia Superdata, com uma receita bruta mundial de US$ 957 milhões.

Títulos F2P podem ser baixados de graça, mas costumam oferecer benefícios por meio de microtransações dentro do jogo. No caso do game sul-coreano de tiro em primeira pessoa “Crossfire”, as vantagens pagas são armas e itens melhores.

Na pesquisa da Superdata, o game de ação on-line (ou MOBA) “League of Legends” está em segundo lugar com US$ 624 milhões de faturamento. Já o ex-líder de audiência “World of Warcraft”, da Blizzard, em declínio desde 2010, aparece em sétimo na lista, com US$ 213 milhões arrecadados.

O MMORPG (RPG on-line massivo) “Star Wars: The Old Republic”, que em 2012 adotou o F2P e as microtransações como uma opção de monetização, fica com a oitava posição, enquanto que a Valve aparece em nono e décimo lugares com “Team Fortress 2” e “Counter-Strike Online”.

Veja o ranking de games F2P que mais faturaram em 2013, segundo a Superdata:

01- “Crossfire” (Tencent/SmileGate): US$ 957 milhões
02- “League of Legends” (Tencent/Riot Games): US$ 624 milhões
03- “Dungeon Fighter Online” (Nexon): US$ 426 milhões
04- “World of Tanks” (Wargaming.net): US$ 372 milhões
05- “Maplestory” (Nexon): US$ 326 milhões
06- “Lineage I” (NCSoft): US$ 257 milhões
07- “World of Warcraft” (Activision/Blizzard): US$ 213 milhões
08- “Star Wars: The Old Republic” (Electronic Arts): US$ 139 milhões
09- “Team Fortress 2” (Valve): US$ 139 milhões
10- “Counter-Strike Online” (Valve/Nexon): US$ 121 milhões

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Publicado por em 22 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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