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Grupo de pescadores pesca peixe ‘gigante’ em Ilhabela, SP

Peixe Gigante Ilhabela (Foto: Arquivo Pessoal/Rafael Mariano)Seis homens participaram da captura do peixe no litoral norte de SP. (Foto: Arquivo Pessoal/Rafael Mariano)

Um peixe ‘gigante’ – com quase dois metros de comprimento – pescado em alto mar. Parece história de pescador, mas as fotos comprovam o feito inusitado. A pesca foi feita por um grupo de pescadores em Ilhabela, no litoral norte de São Paulo.

O peixe, que tem cerca de 1,70 metro, é da espécie cherne e foi pescado no dia 12 de abril, na região costeira do município. Para pescá-lo, foi necessário um grupo de seis homens com equipamentos específicos, como carretilha elétrica, linhas grossas e quatro anzóis. “O equipamento ainda não era à altura porque era muito leve. Demoramos mais de uma hora para tirar o peixe do mar, a briga foi boa”, afirmou o guia de pesca Rafael Mariano, de 37 anos.

Acostumado a guiar equipes de pesca no litoral norte, Mariano ajudou o grupo no dia da captura e acabou se surpreendendo ao ver o animal fora da água. “Ele era bem largo e parrudo, deve pesar uns 80 quilos ou mais, mas não conseguimos pesá-lo. Nunca vi um peixe tão grande nessa região”, afirma.

Segundo o guia, durante a pesca o peixe acabou ficando debilitado e sem chances de sobreviver novamente no mar. “Pela dificuldade em pegá-lo, ele já chegou lá em cima [da embarcação] com os olhos arregalados e com a bexiga natatória muito inchada”, explicou. Após a pesca, o animal virou refeição do grupo.

Espécie
Segundo o oceanógrafo Hugo Galo, do Aquário de Ubatuba, a espécie pode pesar até 200 kg e vive em regiões mais profundas do mar. “Ele costuma ficar em regiões de cascalho, longe da costa, por isso não é tão pego. Para a pessoa pegar, tem que ter sorte”, afirma.

O especialista também destaca que a espécie não está ameaçada de extinção, mas é considerada vulnerável pela perda de habitat. A pesca da espécie não é proibida pela legislação.

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Publicado por em 30 de abril de 2014 em Tecnologia

 

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Piranhas atacam tilápias e destroem redes de pesca em Linhares, ES

Um grupo de pescadores da Lagoa Juparanã em Linhares, Norte do Espírito Santo, reclama dos prejuízos causados por piranhas que atacam os peixes criados na lagoa e destroem as redes de pesca. O biólogo Fabrício Borghi explicou que as piranhas atacam outros peixes por falta de um predador natural.

A Associação de Piscicultores do Guaxe (Apiguá), que produz, em tanques, cerca de 12 toneladas de tilápias por mês, destinadas à merenda escolar e ao comércio, precisou fazer novos investimentos na pesca para não sofrer os prejuízos. Os pescadores relataram que a espécie está atacando os outros peixes e estragando o material usado na pesca.

“Tivemos que atracar os tubos com arames. Antes fazíamos com cordas, mas a corda corta e as gaiolas afundam, e acabamos perdendo os peixes por causa dos cortes que as piranhas fazem”, disse o administrador da associação, Reginaldo Messias Lima Viana.

O pescador Guilherme Pinto do Nascimento disse que já foi mordido por uma piranha. “Fui retirar um peixe morto da rede e uma piranha mordeu o meu dedo. A gente bota uma rede e no outro dia ela está toda cortada. Além disso, as piranhas comem os peixes. Robalo está difícil, tucunaré sumiu. Está muito difícil”, contou.

Reginaldo disse ainda que a alimentação das tilápias é feita três vezes por dia, e são nesses momentos que as piranhas sobem para a superfície. “Elas são atraídas pelo cheiro da ração. Às vezes a ração escapa da gaiola e elas aparecem para comer, e se escapar a tilápia elas comem também”, contou.

Piranhas atacam tilápias e destroem redes de pesca em Linhares, Espírito Santo. (Foto: Reprodução/TV Gazeta)Piranhas atacam tilápias e destroem redes de
pesca em Linhares (Foto: Reprodução/TV Gazeta)

Predador
O biólogo Fabrício Borghi acredita que as piranhas atacam outros peixes pela falta de um predador natural. “As piranhas não têm competição para sobrevivência, e pela falta de um predador natural, elas acabam se alimentando de insetos e de outros peixes”, explicou.

O biólogo disse, ainda, que as pessoas devem tomar alguns cuidados para evitar ataques. “É importante que as pessoas não joguem alimentos dentro da água para não atrair as piranhas. Os ataques a humanos não são comuns, mas se a pessoa souber que existem esses animais em determinado lugar é melhor evitá-los”, orientou.

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Fonte G1

 
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Publicado por em 24 de março de 2014 em Tecnologia

 

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Placa proibindo a pesca é flagrada em lago seco em Cingapura

13/03/2014 08h22 – Atualizado em 13/03/2014 08h22

Placa de proibido pescar foi vista diante de viveiro de peixes seco em parque em Cingapura. Em fevereiro, país viveu mês mais seco desde 1869 (Foto: Tim Wimborne/Reuters)Placa de proibido pescar foi vista diante de viveiro de peixes seco em parque em Cingapura. Em fevereiro, país viveu mês mais seco desde 1869 (Foto: Tim Wimborne/Reuters)

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Publicado por em 15 de março de 2014 em Tecnologia

 

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Americano pesca câmera fotográfica em lago e consegue devolvê-la à dona

Câmera fotográfica 'pescada' no Lago Tahoe (Foto: AP/The Salt Lake Tribune, Jamie Clark)Câmera fotográfica e cartão e memória ‘pescados’ no Lago Tahoe (Foto: AP/The Salt Lake Tribune, Jamie Clark)

O pescador Stephen Garnett, de Salt Lake City, literalmente pescou uma câmera fotográfica no Lago Tahoe, em 19 de janeiro.

Garnett tirou a câmera da água achando que era um peixe, mas ficou surpreso ao ver a cãmera Pentax à prova d’água..

Ele viu que o cartão de memória estava intacto e, com a ajuda do Facebook, encontrou a dona.

Jana LeVitre havia perdido a câmera durante uma excursão de barco em setembro de 2011.

Ela tinha mais de mil fotos e vídeos na câmera, feitos ao longo dos cinco anos anteriores.

“Eu nunca esperava ver essas fotos de novo”, disse ela.

Mas, em janeiro deste ano, uma das fotos perdidas foi postada por um desconhecido em sua página do Facebook.

“É você? Ou alguém muito parecido?”, perguntava Garnett no post, que acabou provocando o reencontro de Jana com seu acervo de imagens.

O pescador Stephen Garnett mostra a câmera pescada (Foto: AP/The Salt Lake Tribune, Jamie Clark)O pescador Stephen Garnett mostra a câmera pescada (Foto: AP/The Salt Lake Tribune, Jamie Clark)

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Publicado por em 9 de fevereiro de 2014 em Tecnologia

 

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Palau proibirá pesca comercial e será declarado santuário marinho

A República de Palau, um pequeno país insular da Oceania, proibirá a pesca comercial em suas águas territoriais, que serão declaradas como santuário marinho, informou nesta quinta-feira (6) a imprensa australiana.

O presidente de Palau, Tommy Remengesau, disse que a medida afetará à totalidade da Zona Econômica Exclusiva do país, de cerca de 370 quilômetros, durante uma conferência da ONU sobre os oceanos.

Lago Jellyfish fica em Palau, no Oceano Pacífico (Foto: BBC)Lago Jellyfish em Palau, no Oceano Pacífico (Foto: BBC)

“Não temos outra opção, nosso oceano é o nosso modo de vida. Nossa economia é o nosso meio ambiente e o nosso meio ambiente é nossa economia”, disse Remengesau, em declarações citadas pela emissora australiana ‘ABC’.

“Isto é algo que ultrapassa as perdas econômicas nas receitas de empresas e de outros países. Estamos falando de um modo de vida que será dizimado se não tomarmos ações responsáveis”, acrescentou o presidente de Palau.

Palau, que em 2009 se transformou na primeira nação do mundo a criar um santuário para tubarões, tem atualmente contratos de pesca comercial com Japão e Taiwan, além de outras empresas privadas.

A proibição da pesca comercial não impedirá que moradores e turistas continuem pescando nas águas de Palau, que promoverá atividades vinculadas com o ecoturismo como o mergulho submarino, entre outras.

Cavernas perto de Palau, no Pacífico (Foto: BBC)Cavernas perto de Palau, no Pacífico (Foto: BBC)

Fonte G1

 
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Publicado por em 8 de fevereiro de 2014 em Tecnologia

 

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Após críticas, Japão defende pesca e matança de golfinhos em vilarejo

Imagem divulgada pela Reuters mostra pescadores capturando golfinhos no vilarejo de Taiji, no Japão. Governo se posicionou favorável à prática, considerada tradicional (Foto: Adrian Mylne/Reuters)Imagem divulgada pela Reuters mostra pescadores capturando golfinhos no vilarejo de Taiji, no Japão. Governo se posicionou favorável à prática, considerada tradicional (Foto: Adrian Mylne/Reuters)

Um porta-voz do governo do Japão defendeu no início desta semana a pesca anual de golfinhos realizada no vilarejo de Taiji, após críticas de ambientalistas e da embaixadora americana no país asiático, Caroline Kennedy, à prática, que consiste na captura e morte de exemplares desses mamíferos para comercialização de sua carne.

Nos últimos dias, novas imagens divulgadas mostram pescadores cercando golfinhos em uma enseada com a ajuda de redes. De acordo com a organização não-governamental Sea Shepherd, desde setembro já foram mortos aproximadamente 250 espécimes. Os ativistas afirmam que é uma das maiores matanças registradas nos últimos quatro anos.

De acordo com o Yoshihide Suga, porta-voz do governo japonês, a captura desses mamíferos acontece de forma apropriada e dentro da lei. “A pesca [de golfinhos] é uma cultura tradicional em nosso país. Vamos explicar nossa posição aos americanos”, disse ele, em resposta à embaixadora.

No último sábado (18), Caroline Kennedy escreveu em sua conta no Twitter que estava profundamente preocupada com os atos desumanos cometidos contra os animais durante a caçada. Ela acrescentou ainda que os EUA se opõem à prática.

A pesca de golfinhos em Taiji é alvo de críticas há anos e já foi tema do documentário  “The cove” (A enseada, na tradução do inglês), produzido em 2009 e que ganhou o Oscar em 2010.

Os pescadores afirmam que a prática é parte de sua tradição e chamam os críticos estrangeiros de hipócritas, alegando que eles consomem outros tipos de carne.

Em outra fotografia é possível ver a rede de pesca e exemplares de golfinho se debatendo. Ao fundo a água já vermelha, que seria o sangue desses mamíferos, que são mortos para o consumo de sua carne (Foto: Adrian Mylne/Reuters)Em outra fotografia é possível ver a rede de pesca e exemplares de golfinho se debatendo. Ao fundo a água já vermelha, que seria o sangue desses mamíferos, que são mortos para o consumo de sua carne (Foto: Adrian Mylne/Reuters)

Fonte G1

 
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Publicado por em 28 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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Premiê japonês defende a pesca de golfinhos

O primeiro-ministro japonês Shinzo Abe defendeu neste sábado (25) a pesca de golfinhos pedindo que o mundo compreenda que esta controvertida tradição faz parte da cultura de seu país e ajuda economicamente as comunidades pesqueiras.

A pesca anual da aldeia de Taiji (oeste) provocou reações indignadas, principalmente da embaixadora dos Estados Unidos no Japão, Caroline Kennedy, que denunciou no Twitter “a falta de humanidade” desta prática.

No entanto, Abe defendeu a tradição japonesa e uma entrevista à CNN.

Imagem divulgada pela Reuters mostra pescadores capturando golfinhos no vilarejo de Taiji, no Japão. Governo se posicionou favorável à prática, considerada tradicional (Foto: Adrian Mylne/Reuters)Imagem divulgada pela Reuters mostra pescadores capturando golfinhos no vilarejo de Taiji, no Japão. Governo se posicionou favorável à prática, considerada tradicional (Foto: Adrian Mylne/Reuters)

Os caçadores deste pequeno porto atraem os golfinhos pasra uma baía, matam alguns para vender sua carne e vendem outros para parques aquáticos.

Segundo Melissa Sehgal, chefe dos guardiões da baía de Taiji, braço da ONG americana Sea Sepherd, “mais de 600 golfinhos dos 1.200 que foram pescados na baía foram mortos desde 1º de setembro”.

Dezenas de ativistas, a maioria japoneses, se reuniram esta semana em frente à Agência de Pesca, com cartazes e fotos, pedindo ao governo que proíba a caça destes animais.

“A maior parte do povo japonês não sabe nada sobre a pesca de golfinhos”, disse Noriko Ikeda, que organizou a marcha e um membro da Ação por Mamíferos Marinhos.

“O governo argumenta que a prática faz parte da tradição e da cultura alimentar japonesa”, acrescentou.

“Mas a realidade é que é extremamente raro encontrar japoneses que queiram comer golfinhos. O problema na verdade é que a caça é motivada pela demanda dos aquários por golfinhos vivos que participam de shows”, continuou.

A embaixadora americana Caroline Kennedy tuitou sua preocupação a respeito da questão.

“Profundamente preocupada com a desumanidade da pesca de golfinhos por ‘drive hunt’. O governo americano se opõem a pescas por ‘drive hunt'”, destacou no post, em alusão à prática de pesca em que os golfinhos são conduzidos e encurralados para uma área onde são mortos.

Ativistas do Sea Shepherd divulgaram vídeos ao vivo da captura de golfinhos em Taiji, uma prática que chamou a atenção do mundo em 2010, ao se tornar tema de um premiado documentário, intitulado “A Enseada” (The Cove).

Defensores da pesca alegam que ela é uma tradição e afirmam que os animais visados não estão ameaçados de extinção, uma versão repetida pelo governo japonês.

Eles afirmam que as objeções ocidentais são hipócritas e ignoram o número imensamente maior de bovinos, suínos e ovinos que são sacrificados para satisfazer a demanda em outros países.

Fonte G1

 
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Publicado por em 28 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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