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Paquistanesa é apedrejada pela família após casar sem permissão

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Mohammad Iqbal acompanha o corpo da mulher no necrotério, após ela ser apedrejada por membros da família (Foto: Mohsin Raza/Reuters)Mohammad Iqbal acompanha o corpo da mulher no necrotério, após ela ser apedrejada por membros da família em Lahore, Paquistão (Foto: Mohsin Raza/Reuters)

Uma mulher de 25 anos foi apedrejada até a morte por sua família do lado de fora de um dos principais tribunais do Paquistão nesta terça-feira (27), em uma chamada sentença de morte por “honra”, cujo motivo foi ter se casado com o homem que amava, disse a polícia.

Farzana Iqbal estava esperando a abertura da Alta Corte na cidade de Lahore, leste do país, quando um grupo de dezenas de homens a atacou com tijolos, disse o policial Umer Cheema.

O pai dela, dois irmãos e um ex-noivo estavam entre os agressores, disse ele. Farzana sofreu severos danos na cabeça e morreu no hospital, segundo a polícia.

Todos os suspeitos, exceto o pai, escaparam. Ele admitiu ter matado a filha, de acordo com Cheema, e afirmou que era uma questão de honra. Muitas famílias paquistanesas consideram que uma mulher se casar com alguém de sua própria escolha traz desonra à família.

Farzana havia sido noiva de um primo, mas casou-se com outro homem, disse o policial. Sua família registrou uma acusação de sequestro contra ele, mas Farzana havia ido à corte para argumentar que havia casado com ele por vontade própria.

Cerca de 1.000 paquistanesas são mortas todos os anos por suas famílias em nome da honra, de acordo com o grupo de direitos Aurat Foundation. Mas o número real é provavelmente muitas vezes maior, considerando que a fundação apenas registra dados baseados em registros de jornais. O governo não compila estatísticas nacionais.

imagem forte (Foto: 1)Polícia inspeciona local do apedrejamento de Farzana Iqbal, em Lahore, Paquistão (Foto: Mohammad Tahir/Reuters)Polícia inspeciona local do apedrejamento de Farzana Iqbal, em Lahore, Paquistão (Foto: Mohammad Tahir/Reuters)

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Publicado por em 27 de maio de 2014 em Brasil

 

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Forças sírias podem ter usado gás sem permissão de Assad, diz jornal

Forças do governo da Síria podem ter realizado o ataque com armas químicas próximo a Damasco, em 21 de agosto, sem a permissão do presidente Bashar al-Assad, segundo reportagem publicada neste domingo (8) pelo jornal alemão “Bild”, citando a inteligência nacional.

Acompanhe a cobertura em tempo real.

As forças sírias haviam pedido ao governo permissão para usar armas químicas nos últimos meses, de acordo com mensagens de rádio interceptadas por agentes alemães, mas tal permissão tinha sido sempre negada, diz o jornal.

Assim, segundo agentes de inteligência sugeriram, isso pode significar que Assad talvez não tenha pessoalmente aprovado o ataque perto de Damasco no dia 21 de agosto, no qual estima-se que mais de 1.429 pessoas morreram, segundo os EUA.

A agência de inteligência alemã não estava disponível para comentar a reportagem.

O “Bild” diz que a transmissão de rádio foi interceptada por um navio de reconhecimento, que navegava perto da costa síria.

Na semana passada, o chefe da inteligência da Alemanha, Gerhard Schindler, se reuniu de forma confidencial com os comitês de defesa e relações exteriores do Parlamento alemão.

Segundo o “Bild”, Schindler disse que a guerra civil na Síria poderia continuar por anos. O general Volker Wieker, comandante das Forças Armadas, também em conversa com os legisladores, afirmou que a influência de forças ligadas à rede terrorista da Al-Qaeda tem ficado cada vez mais forte no lado rebelde.

Integrantes do comitê de relacões exteriores presentes durante o relato de Schindler afirmaram à Reuters que o chefe da inteligência havia dito que, apesar de não ter certeza absoluta de que o governo da Síria era o responsável, a agência tinha muita evidência para apontar que sim.

arte síria 3/9 (Foto: 1)

Fonte G1

 
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Publicado por em 9 de setembro de 2013 em Brasil

 

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Após polêmica, Apple exigirá que apps peçam permissão para armazenar dados de usuários

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A Apple anunciou que um futuro update do iOS vai exigir que o app receba permissão dos usuários antes de acessar os conteúdos na sua agenda de contatos.

“Os apps que coletam ou transmitem os dados de contato de um usuário sem sua permissão prévia estão violando nossas diretrizes. Estamos trabalhando para tornar isso ainda melhor para os nossos consumidores, e assim como fizemos com os serviços de localização, qualquer aplicativo que quiser acessar dados de contato precisará pedir aprovação explícita do usuário em um futuro lançamento de software”, afirmou um porta-voz da Apple.

A questão de privacidade quanto a lista de contatos de usuários ganhou notoriedade quando um desenvolvedor descobriu que o app social Path fazia upload de conteúdos completos das listas de contatos dos usuários no iPhone para os servidores da companhia – sem a permissão do usuário. Depois disso, o Path lançou uma versão atualizada do app que pede permissão antes de mexer nos seus contatos. No entanto, o Path estava longe de ser o único app a fazer upload de dados pessoais dos usuários sem permissão – o Twitter e o Hipster são outros exemplos recente que admitiram a prática.

Agora, como acontece antes de qualquer app poder acessar sua localização atual, a Apple vai introduzir um nível de intervalo exigindo sua aprovação.

A declaração da Apple sobre o futuro update do iOS pode ajudar a acalmar as preocupações dos congressistas norte-americanos Henry A. Waxman (Democrata, Califórnia) e G.K. Butterfield (Democrata, Carolina do Norte). Na última quarta-feira, 15/2, os políticos exigiram respostas da Apple sobre o que chamaram de “preocupações de privacidade da Lista de Contatos do iPhone”.

Na verdade, em sua carta endereçada ao CEO da Apple, Tim Cook, os congressistas escreveram: “Vocês construíram nos seus aparelhos a habilidade de desabilitar em um lugar a transmissão de informações de localização de modo completo ou em uma base de app para app. Por favor, nos explique a razão pela qual ainda não fizeram o mesmo com as informações das listas de contatos.”

Uma vez que a atualização do iOS estiver disponível, essa resposta ao menos deve tornar-se um pouco mais fácil.

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Publicado por em 6 de março de 2012 em Tecnologia

 

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Após polêmica, Apple exigirá que apps peçam permissão para armazenar dados de usuários

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A Apple anunciou que um futuro update do iOS vai exigir que o app receba permissão dos usuários antes de acessar os conteúdos na sua agenda de contatos.

“Os apps que coletam ou transmitem os dados de contato de um usuário sem sua permissão prévia estão violando nossas diretrizes. Estamos trabalhando para tornar isso ainda melhor para os nossos consumidores, e assim como fizemos com os serviços de localização, qualquer aplicativo que quiser acessar dados de contato precisará pedir aprovação explícita do usuário em um futuro lançamento de software”, afirmou um porta-voz da Apple.

A questão de privacidade quanto a lista de contatos de usuários ganhou notoriedade quando um desenvolvedor descobriu que o app social Path fazia upload de conteúdos completos das listas de contatos dos usuários no iPhone para os servidores da companhia – sem a permissão do usuário. Depois disso, o Path lançou uma versão atualizada do app que pede permissão antes de mexer nos seus contatos. No entanto, o Path estava longe de ser o único app a fazer upload de dados pessoais dos usuários sem permissão – o Twitter e o Hipster são outros exemplos recente que admitiram a prática.

Agora, como acontece antes de qualquer app poder acessar sua localização atual, a Apple vai introduzir um nível de intervalo exigindo sua aprovação.

A declaração da Apple sobre o futuro update do iOS pode ajudar a acalmar as preocupações dos congressistas norte-americanos Henry A. Waxman (Democrata, Califórnia) e G.K. Butterfield (Democrata, Carolina do Norte). Na última quarta-feira, 15/2, os políticos exigiram respostas da Apple sobre o que chamaram de “preocupações de privacidade da Lista de Contatos do iPhone”.

Na verdade, em sua carta endereçada ao CEO da Apple, Tim Cook, os congressistas escreveram: “Vocês construíram nos seus aparelhos a habilidade de desabilitar em um lugar a transmissão de informações de localização de modo completo ou em uma base de app para app. Por favor, nos explique a razão pela qual ainda não fizeram o mesmo com as informações das listas de contatos.”

Uma vez que a atualização do iOS estiver disponível, essa resposta ao menos deve tornar-se um pouco mais fácil.

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Publicado por em 5 de março de 2012 em Tecnologia

 

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Apps para iPhone capturam dados pessoais sem permissão de usuários

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Um aplicativo para iPhone que alega te ajudar a “compartilhar sua vida com as pessoas que ama” está compartilhando informações demais, um desenvolvedor descobriu.

O software Path é descrito como um “diário inteligente” e pode ser baixado gratuitamente na App Store. No entanto, a versão atual do aplicativo faz upload de todo o conteúdo da sua agenda de contatos e locais que está nos seus servidores, afirma o desenvolvedor de iOS que mora em Cingapura, Arun Thampi. 

Thampi escreveu em seu blog que descobriu o problema por acidente enquanto implementava um aplicativo do Path para Mac OS X como parte de uma maratona hacker (hackathon) normalmente realizada pela Anideo, companhia para a qual trabalha.

“Percebi que minha agenda inteira de contatos (incluindo nomes completos, e-mails e número de telefone) estava sendo enviada como uma lista para o Path”, escreveu. 

“Agora eu não me lembro de ter dado autorização para o Path acessar minha agenda de contatos e enviar seu conteúdo para seus próprios servidores, por isso criei um ‘Path’ completamente novo e repeti a experiência e tive o mesmo resultado – minha agenda de contatos estava nas mãos do Path.” 

Em resposta, o CEO e confudador do Path, Dave Morin, publicou um post no próprio blog da empresa. Apesar de aceitar que as alegações eram verdadeiras, ele disse que não havia nenhuma razão desleal ou secreta para isso e que as futuras versões do app para iOS tornariam esse recurso opcional.

“Na verdade nós pensamos que essa é uma conversa importante e levamos muito a sério. Nós fazemos upload da agenda de contatos como uma forma de ajudar o usuário a encontrar e se conectar com seus amigos e familiares no Path de maneira rápida e eficiente assim como notificá-los quando seus amigos e familiares começam a usar o Path. Nada além disso”, disse Morin, que ainda lembrou que a empresa tornou esse recurso opcional na versão do app para Android há algumas semanas.

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No entanto, outras pessoas comentaram no blog e não se mostraram felizes com a situação, apontando que as diretrizes da App Store aparentemente foram violadas com a prática. “Eu diria que as diretrizes 17.1 e 17.2 de aprovação especificamente proíbem o que vocês estão fazendo”, escreveu David Smith, que se descreve como um desenvolvedor independente de iOS. 

Segundo a diretriz 17.1, “os apps não podem transmitir dados sobre um usuário sem obter permissão prévia e fornecer ao usuário acesso as informações sobre como e onde os dados serão armazenados”. Já a 17.2 diz que “apps que exigem que os usuários compartilhem informações pessoais, como endereços de e-mail e data de nascimento, para funcionar serão rejeitados.”

Apesar de não responder diretamente a esse tópico, Morin voltou a dizer que a companhia estava trabalhando em uma atualização (agora disponível na App Store) para mudar isso e oferece até um endereço de e-mail (service@path.com) para os usuários que quiserem que seus dados sejam apagados dos servidores da empesa.

A atualização 2.0.6 do app já está disponível na App Store, aparentemente com as correções prometidas. Nos diga o que achou da nova versão nos comentários abaixo.

Path não está sozinho

Além do Path, o aplicativo Hipster (que te permite compartilhar onde está e o que está fazendo) foi acusado nessa semana de enviar as listas de contatos dos usuários para seus servidores também sem pedir permissão prévia. O autor da descoberta é o desenvolvedor Mark Chang, que acusa o app de enviar os dados sem nem mesmo usar um HTTP seguro. “O app Hipster, em um pedido inseguro HTTP GET, envia uma grande parte da sua agenda de contatos do iPhone na forma de um e-mail que inclui uma lista separada por vírgulas dos seus endereços de e-mail”, escreveu Chang em seu blog.

O especialista em segurança da Sophos, Chester Wisniewski, acusou a Apple de ser falha em casos desse tipo. “Onde estava a Apple quando o app original foi lançado? O lento processo de aprovação da sua loja deveria cuidar dos seus clientes, não simplesmente ficar de olho se o app permite tethering ou não”, afirmou, em referência ao caso do Path. Wisniewski afirmou ainda que essa prática não quer dizer que as empresas em questão realizaram uso inapropriado dos dados dos usuários, mas lembrou que elas não deveriam fazer isso sem a autorização prévia dos usuários.

Após as acusações, os criadores do Hipster entraram em contato com a nossa redação para comentar o assunto: “Estamos sabendo disso. Os e-mails nunca são salvos e atualizações do app estarão disponíveis o mais rápido possível com informações explícitas e seguras sobre tornar o recurso algo opcional”, disse Carl Rice, um dos membros da equipe do aplicativo. Até o fechamento dessa reportagem, o Hipster ainda não tinha recebido uma atualização com as mudanças prometidas.

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Publicado por em 5 de março de 2012 em Tecnologia

 

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Apps para iPhone capturam dados pessoais sem permissão de usuários

Um aplicativo para iPhone que alega te ajudar a “compartilhar sua vida com as pessoas que ama” está compartilhando informações demais, um desenvolvedor descobriu.

O software Path é descrito como um “diário inteligente” e pode ser baixado gratuitamente na App Store. No entanto, a versão atual do aplicativo faz upload de todo o conteúdo da sua agenda de contatos e locais que está nos seus servidores, afirma o desenvolvedor de iOS que mora em Cingapura, Arun Thampi.

Thampi escreveu em seu blog que descobriu o problema por acidente enquanto implementava um aplicativo do Path para Mac OS X como parte de uma maratona hacker (hackathon) normalmente realizada pela Anideo, companhia para a qual trabalha.

“Percebi que minha agenda inteira de contatos (incluindo nomes completos, e-mails e número de telefone) estava sendo enviada como uma lista para o Path”, escreveu.

“Agora eu não me lembro de ter dado autorização para o Path acessar minha agenda de contatos e enviar seu conteúdo para seus próprios servidores, por isso criei um ‘Path’ completamente novo e repeti a experiência e tive o mesmo resultado – minha agenda de contatos estava nas mãos do Path.”

Em resposta, o CEO e confudador do Path, Dave Morin, publicou um post no próprio blog da empresa. Apesar de aceitar que as alegações eram verdadeiras, ele disse que não havia nenhuma razão desleal ou secreta para isso e que as futuras versões do app para iOS tornariam esse recurso opcional.

“Na verdade nós pensamos que essa é uma conversa importante e levamos muito a sério. Nós fazemos upload da agenda de contatos como uma forma de ajudar o usuário a encontrar e se conectar com seus amigos e familiares no Path de maneira rápida e eficiente assim como notificá-los quando seus amigos e familiares começam a usar o Path. Nada além disso”, disse Morin, que ainda lembrou que a empresa tornou esse recurso opcional na versão do app para Android há algumas semanas.

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No entanto, outras pessoas comentaram no blog e não se mostraram felizes com a situação, apontando que as diretrizes da App Store aparentemente foram violadas com a prática. “Eu diria que as diretrizes 17.1 e 17.2 de aprovação especificamente proíbem o que vocês estão fazendo”, escreveu David Smith, que se descreve como um desenvolvedor independente de iOS.

Segundo a diretriz 17.1, “os apps não podem transmitir dados sobre um usuário sem obter permissão prévia e fornecer ao usuário acesso as informações sobre como e onde os dados serão armazenados”. Já a 17.2 diz que “apps que exigem que os usuários compartilhem informações pessoais, como endereços de e-mail e data de nascimento, para funcionar serão rejeitados.”

Apesar de não responder diretamente a esse tópico, Morin voltou a dizer que a companhia estava trabalhando em uma atualização (agora disponível na App Store) para mudar isso e oferece até um endereço de e-mail (service@path.com) para os usuários que quiserem que seus dados sejam apagados dos servidores da empesa.

A atualização 2.0.6 do app já está disponível na App Store, aparentemente com as correções prometidas. Nos diga o que achou da nova versão nos comentários abaixo.

Path não está sozinho

Além do Path, o aplicativo Hipster (que te permite compartilhar onde está e o que está fazendo) foi acusado nessa semana de enviar as listas de contatos dos usuários para seus servidores também sem pedir permissão prévia. O autor da descoberta é o desenvolvedor Mark Chang, que acusa o app de enviar os dados sem nem mesmo usar um HTTP seguro. “O app Hipster, em um pedido inseguro HTTP GET, envia uma grande parte da sua agenda de contatos do iPhone na forma de um e-mail que inclui uma lista separada por vírgulas dos seus endereços de e-mail”, escreveu Chang em seu blog.

O especialista em segurança da Sophos, Chester Wisniewski, acusou a Apple de ser falha em casos desse tipo. “Onde estava a Apple quando o app original foi lançado? O lento processo de aprovação da sua loja deveria cuidar dos seus clientes, não simplesmente ficar de olho se o app permite tethering ou não”, afirmou, em referência ao caso do Path. Wisniewski afirmou ainda que essa prática não quer dizer que as empresas em questão realizaram uso inapropriado dos dados dos usuários, mas lembrou que elas não deveriam fazer isso sem a autorização prévia dos usuários.

Após as acusações, os criadores do Hipster entraram em contato com a nossa redação para comentar o assunto: “Estamos sabendo disso. Os e-mails nunca são salvos e atualizações do app estarão disponíveis o mais rápido possível com informações explícitas e seguras sobre tornar o recurso algo opcional”, disse Carl Rice, um dos membros da equipe do aplicativo. Até o fechamento dessa reportagem, o Hipster ainda não tinha recebido uma atualização com as mudanças prometidas.

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Publicado por em 4 de março de 2012 em Tecnologia

 

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