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Gates perde o posto de maior acionista individual da Microsoft

Fortuna de Bill Gates está avaliada pela Bloomberg em US$ 72,7 bilhões (Foto: Reuters)Fortuna de Bill Gates está avaliada pela Bloomberg em
mais de US$ 79 bilhões (Foto: Reuters)

O norte-americano Bill Gates, homem mais rico do mundo, deixou de ser o maior acionista individual da Microsoft, empresa fundada em 1975 por ele e seu colega de escola Paul Allen. O título de maior acionista pertence agora ao ex-presidente da companhia, Steve Ballmer, que se aposentou em fevereiro.

Segundo a Forbes, Gates perdeu o posto após ter vendido no dia 30 de abril 4,6 milhões de ações. Com a alienação, Gates agora detém em torno de 330 milhões de ações da Microsoft, já Ballmer tem 333 milhões de ações.

Em entrevista à Bloomberg, o analista da FBR Capital Markets & Co., Daniel Ives, avaliou que o evento é “simbólico” diante do que tem ocorrido no Microsoft ao longo dos últimos 10 anos”, num momento em que a empresa tenta se adaptar à era pós-PC.

Ballmer se juntou à Microsoft como empregado nº 30, em 1980, depois de ter sido convencido por Gates a abandonar a escola de negócios da Universidade de Stanford.

Gates começoiu a reduzir sua representatividade na companhia em 2000 ao entregar o cargo de CEO a Steve Ballmer, e em 2008 deixou de exercer o seu trabalho diário na Microsoft para se concentrar na Fundação Bill & Melinda Gates.

Segundo o ranking de bilionários da Bloomberg, Gates se mantém na 1ª posição com uma fortuna estimada em mais de US$ 79 bilhões. Ballmer aparece na 39ª posição, com US$ 18,9 bilhões.

Segundo a Forbes, Gates possui agora cerca de 4% da empresa, avaliada atualmente em US$ 327 bilhões.

Gates vendeu 20 milhões de ações da Microsoft a cada trimestre pela maior parte dos últimos 12 anos, destaca a Reuters. Caso não haja mudanças no padrão, ele não terá participação direta na companhia daqui a quatro anos.

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Publicado por em 7 de maio de 2014 em Tecnologia

 

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Angela Merkel perde 10kg em 4 meses e chama a atenção

AppId is over the quota
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Angela Merkel aparece em foto em janeiro, após sofrer acidente de esqui na Suíça, e em maio, durnte cerimônia em Berlim (Foto: Reuters/Tobias Schwarz)Angela Merkel aparece em foto em janeiro, após sofrer acidente de esqui na Suíça, e em maio, durante cerimônia em Berlim (Foto: Reuters/Tobias Schwarz)

O jornal “Bild” revelou nesta terça-feira (6) o segredo da evidente perda de peso da chanceler alemã, Angela Merkel: uma dieta restrita de frutas e verduras que segue desde que caiu esquiando no final do ano passado e que já a fez perder 10 kg.

Vários meios de comunicação alemães divulgaram a dieta da chanceler, acompanhadas por imagens de “antes e depois” que demonstram, como ressaltou “Bild”, que Merkel está seguindo os conselhos de seus médicos ao pé da letra.

A primeira regra da dieta é se afastar das bolachas onipresentes em todas as reuniões políticas de Berlim, que a chanceler substituiu por frutas.

Os pãezinhos com linguiça e queijo, frequentes nos encontros da direção de seu partido, a União Democrata -Cristã, são substituídos por bastões de cenoura, pimentão e alho-poró.

“É muito disciplinada”, disseram fontes ao jornal, que chegou a ressaltar que a chanceler pediu aos responsáveis do partido que os pãezinhos não sejam colocado ao seu alcance.

Quem não está tendo tanto sucesso na dieta parece ser o ministro da Chancelaria, Peter Altamaier, que pesa cerca de 140 kg e pôs suas esperanças na bicicleta.

O ministro, no entanto, carrega o sobrepeso com humor e garantiu que ele e seu corpo assinaram um “armistício”.

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Publicado por em 7 de maio de 2014 em Brasil

 

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Em dez anos, Brasil perde um terço de seus orelhões

Orelhões (Foto: Arte/G1)

Todos os dias, 120 orelhões, em média, desaparecem das ruas do país. Levantamento feito pelo G1 com base nos dados da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) mostra que em dez anos o Brasil perdeu um terço dos aparelhos. Eram 1,3 milhão em 2004. Hoje, existem 875 mil.

Isso significa que há 4,3 orelhões para cada mil habitantes, perto do mínimo exigido pelo último plano geral de metas para universalização (4 a cada mil), em vigor desde 2011 e válido até 2015.

O número de orelhões, no entanto, deve despencar ainda mais. Isso porque há uma pressão das teles para que a meta do próximo plano para o período 2016-2020 seja de apenas um aparelho para cada mil habitantes no país.

Orelhão pichado e fora de funcionamento na Vila Mariana, em São Paulo (Foto: Thiago Reis/G1)Orelhão pichado e fora de funcionamento na Vila
Mariana, em São Paulo (Foto: Thiago Reis/G1)

O plano de universalização é um conjunto de obrigações a que estão sujeitas as concessionárias do serviço de telefonia fixa prestado em regime público, que têm como objetivo dar a qualquer pessoa acesso ao serviço de telecomunicações, independentemente da localização e da condição socioeconômica.

O edital do novo plano deve ser colocado em consulta pública no final de junho, de acordo com a Anatel. A agência diz que a quantidade (e a densidade) de orelhões, entretanto, ainda está em estudo.

Entidades de defesa do consumidor criticam a intenção de se reduzir os aparelhos. “Os orelhões são essenciais, principalmente para a camada da população que pouco acesso tem à telefonia fixa. O problema é que, como estão em péssimo estado, essa parcela acaba contratando planos de telefonia pré-paga, que são muito mais caros, para poder se comunicar”, afirma a coordenadora institucional do Proteste, Maria Inês Dolci. “O intrigante é que os orelhões foram pensados para trazer qualidade para o serviço público. Ao reduzir o número de aparelhos, essa responsabilidade das empresas, que deviam estar cuidando, mantendo-os ativos e repondo os quebrados, é retirada.”

Orelhões - arte (Foto: Arte/G1)

O ex-ministro das Comunicações e consultor da empresa de consultoria de comunicações Órion, Juarez Quadros, também considera a possibilidade de redução de um a cada mil “ousada demais”. “Que haja alguma redução, mas não nesse nível, que eu acho muito acentuada”, diz. “Em certos momentos, trata-se de um serviço que ainda supre uma necessidade. Na hora em que a pessoa quer falar e não tem crédito acaba recorrendo a um orelhão. Uma pessoa que teve o celular roubado, o que é muito comum de acontecer, se não tiver algum conhecido próximo, também acaba correndo para um orelhão. E, às vezes, não vai encontrar, ou quando encontra ele está com defeito.”

De acordo com dados atualizados da própria Anatel, cerca de 15% dos orelhões estão em manutenção e, portanto, fora de funcionamento.

Segundo Maria Inês, “as empresas têm o dever de cuidar do patrimônio e não têm feito isso”. Quadros concorda e diz que o alto custo é um dos motivos para a pressão pela redução. “O orelhão tem um ônus de manutenção muito alto em função do vandalismo. As empresas têm que fazer uma manutenção adequada em grande parte dos terminais. Isso faz com que haja uma despesa acentuada e a relação custo-benefício não é propícia para manter a planta instalada nas vias públicas”, afirma.

Para o analista da consultoria Teleco Eduardo Tude, os custos da manutenção se somam ao magro faturamento obtido com a baixa utilização dos orelhões. “A receita líquida mensal de um orelhão, que há uns três anos estava na faixa de R$ 40, R$ 50, hoje caiu para R$ 4. Passou a ser um décimo do que era antes. Isso tornou o orelhão altamente deficitário.”

Para o novo plano que está em discussão, uma das propostas da área técnica da Anatel é que a redução na planta não seja linear em todo o país, como ocorreu nas revisões de 2003, 2006 e 2011. Locais em que o uso dos orelhões é maior, por exemplo, poderão perder menos aparelhos, enquanto as localidades com baixo uso, onde normalmente há uma oferta maior de operadoras de telefonia móvel, deverão sofrer uma diminuição mais acentuada.

A coordenadora institucional do Proteste diz que o ideal é que áreas com urbanização mais precária tenham pelo menos sete telefones públicos para cada mil pessoas e próximos um do outro. “A telefonia fixa, no geral, foi negligenciada. Não há interesse das empresas em manter os serviços, que não são lucrativos.”

A área técnica da Anatel também deve propor no próximo plano geral de metas que, como contrapartida à redução dos orelhões, as empresas reduzam a tarifa básica do telefone fixo.

Orelhão depredado e sem linha em bairro nobre de SP (Foto: Thiago Reis/G1)Orelhão depredado e sem linha em bairro nobre de SP (Foto: Thiago Reis/G1)

Desinteresse x desserviço
A agência diz que 50% dos orelhões no Brasil hoje realizam apenas duas chamadas por dia. “Como resultado de avanços tecnológicos, como o surgimento da internet, da maciça utilização dos celulares e de novas necessidades de comunicação da população, os orelhões têm apresentando, há alguns anos, declínio em sua utilização – situação semelhante à registrada em outros países”, afirma a Anatel.

Se você vai a um orelhão duas, três vezes e vê que não funciona, você não volta”Maria Inês Dolci, coordenadora institucional da Proteste

Para Maria Inês, a queda das chamadas não é resultado de um mero desinteresse dos consumidores. “Parte disso é possível atribuir à falta de manutenção dos aparelhos. Se eles estão obsoletos, é porque não trocaram. Se não estão adequados, é porque não houve investimento”, diz. “Se você vai a um orelhão duas, três vezes e vê que não funciona, você não volta. E o problema é que não há fiscalização.”

O ex-ministro das Comunicações também acredita que o sucateamento de parte dos aparelhos é decorrente de uma omissão por parte da autarquia federal. “Eu entendo que a Anatel está falhando na obrigação de fiscalizar, porque os telefones que estão mantidos na planta deviam estar em funcionamento. Eu sei que há indicadores para isso, prazos para recuperação, mas aí o que se nota é que falta fiscalização.”

Em nota, a Anatel rebate as críticas e afirma que acompanha e fiscaliza de perto o funcionamento dos terminais. A agência diz que conduziu, entre 2011 e 2012, o Plano Pró-Melhoria da Telefonia de Uso Público, que definiu a garantia de manutenção de ao menos 90% da planta ativa em cada unidade da federação.

“Nos estados em que os patamares mínimos de disponibilidade pactuados não foram alcançados, no prazo estipulado, foi definida compensação aos usuários com condição de gratuidade no uso dos orelhões”, afirma a agência.

A gente chegou a fazer 50 mil por mês em três turnos de trabalho. Trabalhávamos 24 horas, já que as empresas precisavam cumprir as metas. Hoje, elas ficam sem pedir por muito tempo. No ano passado, a gente deve ter produzido 30 mil. Já passamos de seis a oito meses sem produzir nenhum orelhão”Francisco Matulovic, gerente de projetos especiais da Icatel

Segundo a Anatel, em função do plano, “puderam ser observadas mudanças organizacionais e operacionais por parte da concessionária na administração da planta”. “A introdução do acompanhamento da disponibilidade da planta com criação e aperfeiçoamento de instrumentos que proporcionassem seu monitoramento, a adoção de procedimento de vistoria periódica proativa e mais abrangente, melhor gestão dada à logística de sobressalentes e ao deslocamento das equipes e tratativas com uma visão mais crítica dos processos e do tratamento das falhas possibilitaram um ganho na eficiência operacional. A melhora dos índices de disponibilidade da planta refletiu na queda no número de reclamações de reparo”, informa.

Procuradas, Oi e Telefonica-Vivo, responsáveis pela maioria dos orelhões do país, dizem que fazem um acompanhamento dos aparelhos e que realizam reparos assim que são solicitadas.

Celulares
Enquanto o número de orelhões não para de despencar no país, dispara o de celulares. O número de linhas móveis passou de 65 milhões, em 2004, para 272 milhões hoje – mais de uma para cada habitante.

“Nos anos de 2002 e 2003, a Icatel chegou a ser a maior fabricante de orelhões do mundo. A gente chegou a fazer 50 mil por mês em três turnos de trabalho. Trabalhávamos 24 horas, já que as empresas precisavam cumprir as metas. Hoje, elas ficam sem pedir por muito tempo. No ano passado, a gente deve ter produzido 30 mil. Já passamos de seis a oito meses sem produzir nenhum orelhão”, afirma o gerente de projetos especiais da fabricante de orelhões Icatel, Francisco Matulovic.

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Publicado por em 6 de maio de 2014 em Tecnologia

 

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Médico condenado por morte de Michael Jackson perde novo recurso

O médico Conrad Murray, que é acusado pela morte de Michael Jackson (Foto: Reuters)O médico Conrad Murray (Foto: Reuters)

A Suprema Corte da Califórnia rejeitou na quarta-feira (23) o recurso apresentado pelo médico Conrad Murray, condenado pelo homicídio culposo do cantor Michael Jackson. Murray foi libertado em outubro, após cumprir dois anos de prisão em Los Angeles, e agora deseja limpar seu nome.

Seu advogado havia solicitado à corte que revogasse a condenação de 2011, alegando que a intensa cobertura midiática do caso pode ter influenciado o júri.

Valerie Mass, advogada do cardiologista, disse que ele agora provavelmente recorrerá a um tribunal federal. A Suprema Corte da Califórnia não chegou nem a avaliar o mérito do recurso, rejeitando-o em princípio.

Contratado para acompanhar Michael Jackson numa temporada de ensaios, Murray administrou a dose de analgésicos que acabou por matar o artista, em 2009, aos 50 anos.

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Publicado por em 30 de abril de 2014 em Música

 

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Americano perde aliança em privada de avião em voo para lua de mel

O americano Stephen Marcotte de Nashua, no estado de Nova Hampshire (EUA), passou por uma verdadeira turbulência durante o voo para sua lua de mel ao perder sua aliança de casamento, ao deixar a joia cair no banheiro da aeronave.

Marcotte contou à emissora “WMUR” (veja o vídeo, em inglês) que no voo com a mulher para Aruba, ele sentiu que o anel estava apertado e, por não estar acostumado a usar o objeto, foi até o banheiro para ajeitá-lo. “Consegui tirá-lo, mas não contava com ele escorregando e caindo na privada”, revelou o passageiro.

Na viagem de lua de mel com a esposa Natalie, Stephen Marcotte perdeu a aliança de casamento ao deixá-la cair no banheiro do avião (Foto: Reprodução/YouTube/WMUR)Na viagem de lua de mel com a esposa Natalie, Stephen Marcotte perdeu a aliança de casamento ao deixá-la cair no banheiro do avião (Foto: Reprodução/YouTube/WMUR)

Natalie, a esposa de Stephen, contou que ficou arrasada com a noticia, já que aquele era o anel com o qual o casal havia feito os votos. A dupla imediatamente procurou funcionários da companhia, que isolaram o banheiro e fizeram de tudo para recuperar a aliança – o copiloto da aeronave chegou até a pegar uma planta do banheiro para ver se qual seria a melhor forma de encontrar o objeto.

Infelizmente os esforços não trouxeram resultado, e a aliança não foi encontrada. Stephen acabou comprando outra joia na volta da lua de mel, e prometeu à esposa que não perderia o anel de novo.

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Publicado por em 26 de março de 2014 em Tecnologia

 

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Jovem perde iPhone na neve e acha 1 semana depois com detector de metal

O jovem Chris Wong, que havia perdido o iPhone enquanto esquiava com os amigos, mostrou que um pouco de teimosia vale a pena ao encontrar o aparelho enterrado na neve uma semana depois, com a ajuda de um detector de metais (assista ao vídeo).

Chris Wong deixou celular cair enquanto esquiava com os amigos (Foto: Reprodução/YouTube/Chris Wong)Chris Wong deixou celular cair enquanto esquiava com os amigos (Foto: Reprodução/YouTube/Chris Wong)

Na gravação, Wong explica que o celular caiu do bolso da jaqueta durante uma descida, e que ele só teria percebido depois. Ao voltar para casa, o rapaz teve a ideia de comprar um detector de metais para voltar ao mesmo lugar no fim de semana seguinte para tentar encontrar o aparelho, mesmo com os amigos afirmando que isso seria impossível.

Após algum tempo de busca, o detector começou a apitar e, para a surpresa de Chris, o celular estava ali, enterrado em poucos centímetros de neve. Toda a aventura foi gravada em primeira pessoa, com a ajuda de uma câmera acoplada à cabeça de Chris.

Depois de reencontrar o amigo e colocar o smartphone em uma embalagem com arroz por algumas horas (o que ajuda a retirar a água de dentro do aparelho, caso ele tenha sido molhado), Chris liga o celular na tomada e, para sua surpresa de todos, ele estava funcionando sem problemas.

O vídeo que registra a “missão impossível” de Chris Wong atrás de seu celular fez bastante sucesso na rede, e foi assistido mais de 100 mil vezes.

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Publicado por em 7 de março de 2014 em Tecnologia

 

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Bill Gates perde para campeão de xadrez em 1 minuto e 20 segundos

Bill Gates desafia campeão de xadrez e perde em pouco mais de 1 minuto de partida (Foto: Reprodução/TV Globo)Bill Gates desafia campeão de xadrez e perde em
pouco mais de 1 minuto de partida
(Foto: Reprodução/TV Globo)

O norueguês Magnus Carlsen, novo campeão mundial de xadrez, precisou de apenas nove jogadas para aplicar um xeque-mate em Bill Gates numa partida que será transmitida pela TV nesta sexta-feira (24).

Desafiado para uma partida no programa de TV do famoso apresentador norueguês Fredrik Skavlan, que será transmitido na Noruega, Dinamarca e Suécia, o fundador da Microsoft disse antes de iniciar o jogo que o desafio tinha “resultado predeterminado”.

Gates, de 58 anos, que segundo a revista “Forbes” é o segundo homem mais rico do mundo, atrás apenas do mexicano Carlos Slim, tinha 2 minutos para fazer suas jogadas, contra apenas 30 segundos para Carlsen. Ainda assim, ele perdeu para o adversário de 23 anos em 1 minuto e 20 segundos.

“Uau, foi rápido”, disse Gates a Carlsen, cujo estilo de astro pop lhe rendeu o apelido de “Justin Bieber do xadrez”.

O programa de TV, que teve partes obtidas pela Reuters com antecedência, foi gravado na quarta-feira (22) em Londres, de acordo com a emissora de TV “NRK”.

Perguntado por Skavlan sob quais circunstâncias ele se sentia inadequado intelectualmente, Gates respondeu: “Quando jogo xadrez com ele (Carlsen)”.

Carlsen, mestre de xadrez desde os 13 anos, virou celebridade na Noruega após vencer o então campeão mundial Viswanathan Anand, da Índia, em novembro de 2013.

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Publicado por em 28 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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