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Google recebeu 12 mil pedidos de ‘direito ao esquecimento’ em um dia

Novo serviço foi criado após decisão do Tribunal Europeu de Justiça (Foto: AP)Novo serviço foi criado após decisão do Tribunal Europeu de Justiça (Foto: AP)

Só nesta sexta-feira (30), o Google recebeu 12 mil pedidos de internautas europeus para que seus nomes desapareçam de seu motor de busca, informou neste sábado (31) à AFP um porta-voz do grupo.

A declaração oficial confirma dados revelados pelo jornal Der Spiegel.

O gigante americano, principal motor de busca na internet, criou um formulário online acessível a todos os europeus para solicitar a remoção de links, em conformidade com a decisão emitida pela justiça europeia em meados de maio.

O Tribunal de Justiça da União Europeia considerou que os indivíduos têm o direito de exigir a exclusão de páginas encontradas através do motor de busca e que contenham informações pessoais sobre eles, especialmente se estão desatualizadas ou imprecisas.

Os pedidos serão examinados individualmente, afirmou o Google.

A empresa não se manifestou sobre o tempo que levará para retirar os links, pois dependerá de cada pedido.

A criação deste mecanismo de esquecimento digital responde a um temor crescente dos usuários da internet de controlar a sua reputação online, e que na Europa se soma a preocupações com a proteção de informações pessoais.

Neste sentido, trata-se de um desafio para os Estados Unidos em geral, e do Google, em particular.

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Publicado por em 31 de maio de 2014 em Tecnologia

 

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Empresas da internet revelam os pedidos do serviço secreto dos EUA

Facebook, Microsoft, Yahoo!, Google e LinkedIn começaram nesta segunda-feira (3) a publicar detalhes sobre o número dos pedidos secretos de informações que eles receberam do governo dos Estados Unidos, na esperança de mostrar que tiveram envolvimento restrito nas ações de espionagem norte-americana.

O setor de tecnologia pressionou por maior transparência nos pedidos de informação feitos pelo governo, para se livrar das suspeitos de estar relacionado a programas de vigilância amplos e clandestinos, revelados no ano passado pelo ex-técnico Edward Snowden.

Em janeiro, os EUA flexibilizaram as normas que restringem o que as empresas podem revelar sobre os pedidos de informações de usuários com base na Lei de Inteligência e Vigilância Estrangeira (Fisa) e em ordens judiciais, que elas recebem. Várias empresas, como Google e a Microsoft, processaram o governo em 2013 para revelarem mais sobre isso.

O conselheiro geral da Microsoft, Brad Smith, disse que os últimos dados mostraram que a informação pedida pelos EUA às empresas não foi tão vasta como se temia.

“Nós não recebemos o tipo de solicitação de dados em massa que se costuma discutir em público, relacionado aos registros telefônicos”, disse Smith.

“Esse é um ponto que temos frisado de modo geral desde o semestre passado, e é bom finalmente ter a capacidade de compartilhar dados concretos.”

Microsoft
Segundo a empresa, de 15 mil a 15.999 contas de usuários da Microsoft foram alvo de ordens judiciais, atendendo ao setor de inteligência, de requisição de conteúdo durante os seis primeiros meses de 2013.

Smith citou reportagens baseadas nos documentos vazados por Snowden que mostram como o governo pode ter interceptado informações dos usuários sem o conhecimento ou cooperação das empresas de tecnologia, por meio do grampos em cabos de comunicação que conectam centros de dados do Google e Yahoo!.

“Apesar dos esforços de reforma do presidente [Barack Obama] e nossa capacidade de publicar mais informação, não houve ainda nenhum compromisso público dos Estados Unidos ou outros governos de renunciarem à tentativa de ter acesso a dados de empresas de Internet”, disse ele no blog da Microsoft.

“Acreditamos que a Constituição requer que nosso governo busque informações de empresas americanas dentro das normas legais.”

Google e Yahoo!
Várias empresas de internet haviam revelado anteriormente um certo número de cartas de segurança nacional, que requeriam dados de clientes sem aprovação legal. Agora, elas têm maior margem de manobra para divulgar detalhes relacionados às ordens recebidas com base na Fisa.

O Google disse que de 9 mil a 9.999 contas de seus usuários foram alvo de tais pedidos durante o período, enquanto o Facebook informou ter recebido requisições de conteúdo pelo Fisa para um número entre 5 mil e 5.999 usuários.

Já o Yahoo! informou que de 30 mil a 30.999 contas receberam pedidos de conteúdo do Fisa, os quais poderiam incluir palavras em um e-mail ou mensagem de SMS, fotos no seu serviço do Flickr e endereços ou entradas de calendário.

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Publicado por em 5 de fevereiro de 2014 em Tecnologia

 

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Empresas da internet revelam os pedidos do serviço secreto dos EUA

Facebook, Microsoft, Yahoo!, Google e LinkedIn começaram nesta segunda-feira (3) a publicar detalhes sobre o número dos pedidos secretos de informações que eles receberam do governo dos Estados Unidos, na esperança de mostrar que tiveram envolvimento restrito nas ações de espionagem norte-americana.

O setor de tecnologia pressionou por maior transparência nos pedidos de informação feitos pelo governo, para se livrar das suspeitos de estar relacionado a programas de vigilância amplos e clandestinos, revelados no ano passado pelo ex-técnico Edward Snowden.

Em janeiro, os EUA flexibilizaram as normas que restringem o que as empresas podem revelar sobre os pedidos de informações de usuários com base na Lei de Inteligência e Vigilância Estrangeira (Fisa) e em ordens judiciais, que elas recebem. Várias empresas, como Google e a Microsoft, processaram o governo em 2013 para revelarem mais sobre isso.

O conselheiro geral da Microsoft, Brad Smith, disse que os últimos dados mostraram que a informação pedida pelos EUA às empresas não foi tão vasta como se temia.

“Nós não recebemos o tipo de solicitação de dados em massa que se costuma discutir em público, relacionado aos registros telefônicos”, disse Smith.

“Esse é um ponto que temos frisado de modo geral desde o semestre passado, e é bom finalmente ter a capacidade de compartilhar dados concretos.”

Microsoft
Segundo a empresa, de 15 mil a 15.999 contas de usuários da Microsoft foram alvo de ordens judiciais, atendendo ao setor de inteligência, de requisição de conteúdo durante os seis primeiros meses de 2013.

Smith citou reportagens baseadas nos documentos vazados por Snowden que mostram como o governo pode ter interceptado informações dos usuários sem o conhecimento ou cooperação das empresas de tecnologia, por meio do grampos em cabos de comunicação que conectam centros de dados do Google e Yahoo!.

“Apesar dos esforços de reforma do presidente [Barack Obama] e nossa capacidade de publicar mais informação, não houve ainda nenhum compromisso público dos Estados Unidos ou outros governos de renunciarem à tentativa de ter acesso a dados de empresas de Internet”, disse ele no blog da Microsoft.

“Acreditamos que a Constituição requer que nosso governo busque informações de empresas americanas dentro das normas legais.”

Google e Yahoo!
Várias empresas de internet haviam revelado anteriormente um certo número de cartas de segurança nacional, que requeriam dados de clientes sem aprovação legal. Agora, elas têm maior margem de manobra para divulgar detalhes relacionados às ordens recebidas com base na Fisa.

O Google disse que de 9 mil a 9.999 contas de seus usuários foram alvo de tais pedidos durante o período, enquanto o Facebook informou ter recebido requisições de conteúdo pelo Fisa para um número entre 5 mil e 5.999 usuários.

Já o Yahoo! informou que de 30 mil a 30.999 contas receberam pedidos de conteúdo do Fisa, os quais poderiam incluir palavras em um e-mail ou mensagem de SMS, fotos no seu serviço do Flickr e endereços ou entradas de calendário.

Fonte G1

 
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Publicado por em 5 de fevereiro de 2014 em Brasil

 

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Setor de tecnologia lidera lista mundial de pedidos de patentes

Solicitações de patentes de design de produto também estão crescendo – e a Apple, apesar de envolvida na maioria das brigas, está longe de ser a líder nesse quesito

A tecnologia da computação é o setor responsável pelo maior número de pedidos de patentes nos últimos anos, mais do que qualquer outro setor da indústria monitorado pela Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI) – embora o número de pedidos de patentes de comunicação digital tenha crescido rápido.

O número de pedidos de patentes em todo o mundo bateu a marca de 2 milhões pela primeira vez em 2011, disse a OMPI, em um relatório sobre registros mundiais de propriedade intelectual, divulgado na terça-feira (11/12). A organização observou que os pedidos de registros de direitos de desenhos industriais também aumentou bastante durante o ano – e enquanto a Apple defente seus direitos sobre designs em tribunais, a gigante de Cupertino não representa a maioria dos pedidos para esse tipo de patente.

A OMPI reuniu dados de pedidos de patentes feitos por escritórios e marcas em todo o mundo, separados por setor da indústria e país. Uma fonte, o banco de dados do Escritório Europeu de Patentes PATSTAT, não havia separado os dados de 2011 por setor quando realizou sua última atualização, em abril, então a análise da OMPI por indústria termina com o ano de 2010.

Segundo o relatório da organização, pedidos de patentes de tecnologia da computação aumentaram cerca de 2% ao ano, entre 2006 e 2010, atingindo um pico de 129.952 em 2009, antes de cair para 126.897 em 2010. Pedidos de patentes sobre tecnologias de comunicação digital cresceram mais rápido (8%), subindo para 71.499 solicitações em 2010.

Além de pedidos de patentes, a OMPI também também analisou os pedidos de patentes de desenhos industriais feitos por empresas de tecnologia. Os direitos sobre o design estão intimamente ligados a patentes e foram tema de numerosos processos em 2012, disse a OMPI.

“Muitas vezes, essas disputas se concentram em violação de patentes e as invenções tecnológicas subjacentes. No entanto, alguns dos conflitos de maior destaque relacionados a smartphones e tablets têm como foco principal o design dos produtos”, disse a organização.

Os tribunais em todo o mundo estão realizando julgamentos decisivos em que o design pode ser protegido e o que constitui a violação de um direito de design, acrescentou.

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Publicado por em 11 de fevereiro de 2013 em Tecnologia

 

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Setor de tecnologia lidera lista mundial de pedidos de patentes

Solicitações de patentes de design de produto também estão crescendo – e a Apple, apesar de envolvida na maioria das brigas, está longe de ser a líder nesse quesito

A tecnologia da computação é o setor responsável pelo maior número de pedidos de patentes nos últimos anos, mais do que qualquer outro setor da indústria monitorado pela Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI) – embora o número de pedidos de patentes de comunicação digital tenha crescido rápido.

O número de pedidos de patentes em todo o mundo bateu a marca de 2 milhões pela primeira vez em 2011, disse a OMPI, em um relatório sobre registros mundiais de propriedade intelectual, divulgado na terça-feira (11/12). A organização observou que os pedidos de registros de direitos de desenhos industriais também aumentou bastante durante o ano – e enquanto a Apple defente seus direitos sobre designs em tribunais, a gigante de Cupertino não representa a maioria dos pedidos para esse tipo de patente.

A OMPI reuniu dados de pedidos de patentes feitos por escritórios e marcas em todo o mundo, separados por setor da indústria e país. Uma fonte, o banco de dados do Escritório Europeu de Patentes PATSTAT, não havia separado os dados de 2011 por setor quando realizou sua última atualização, em abril, então a análise da OMPI por indústria termina com o ano de 2010.

Segundo o relatório da organização, pedidos de patentes de tecnologia da computação aumentaram cerca de 2% ao ano, entre 2006 e 2010, atingindo um pico de 129.952 em 2009, antes de cair para 126.897 em 2010. Pedidos de patentes sobre tecnologias de comunicação digital cresceram mais rápido (8%), subindo para 71.499 solicitações em 2010.

Além de pedidos de patentes, a OMPI também também analisou os pedidos de patentes de desenhos industriais feitos por empresas de tecnologia. Os direitos sobre o design estão intimamente ligados a patentes e foram tema de numerosos processos em 2012, disse a OMPI.

“Muitas vezes, essas disputas se concentram em violação de patentes e as invenções tecnológicas subjacentes. No entanto, alguns dos conflitos de maior destaque relacionados a smartphones e tablets têm como foco principal o design dos produtos”, disse a organização.

Os tribunais em todo o mundo estão realizando julgamentos decisivos em que o design pode ser protegido e o que constitui a violação de um direito de design, acrescentou.

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Publicado por em 25 de janeiro de 2013 em Tecnologia

 

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Falhas levam indústrias de TI a aumentar pedidos de desculpas em 2012

Empresas como Apple, Google, Microsoft, Cisco, Motorola e Amazon foram obrigadas a se retratar publicamente e lamentar prejuízos aos clientes por problemas em produtos e serviços.

12 de novembro de 2012 – 07h30

Os fornecedores são bombástico na apresentação de novidades ao mercado como os surpreendentes smartphones, serviços de computação em nuvem e equipamentos de rede capazes de fazer mágica. Mas quando algo não vai bem nem sempre os problemas são conhecidos.

Porém, este ano muitas das indústrias tiveram que se retratar publicamente e pedir desculpas aos clientes por falhas e prejuízos causados por suas tecnologias. A seguir você acompanha algumas situações em que gigantes como Apple, Microsoft, Google, Cisco tiveram que pedir desculpas ao mercado.

Apple – Mapas viram alvo de críticas 
A Apple não tem muito o hábito de pedir desculpas aos seus clientes ou comentar sobre assuntos polêmicos. Mas desde a chegada dos primeiros iPhones em 2007, a companhia tem sido obrigada a mudar o seu comportamento e se retratar várias vezes. A última vez, Tim Cook se justificar pela frustração dos usuários com o lançamento do serviços de mapas no iOS 6, apresentado em setembro.

“Na Apple, nós nos esforçamos para fazer produtos de classe mundial que ofereçam a melhor experiência aos nossos clientes. (…). Estamos extremamente tristes com a frustração que o produto causou aos clientes e estamos fazendo tudo que podemos para tornar o Maps melhor”, afirmou a companhia em comunicado.

Cisco – Confusão dos termos de serviço em nuvem
A Cisco foi obrigada a dar um passo atrás em seu serviço Cisco Cloud Connect, removendo-o como configuração padrão para a gestão dos roteadores Linksys EA Series após uma série de reclamações de clientes sobre atualizações de firmware automáticas e condições confusas de uso do serviço.

Quando a empresa colocou o serviço Cisco Connect Cloud no ar em julho, convidou os usuários de modelos avançados de roteadores Linksys para efetuar login no novo serviço. No entanto, os consumidores reclamaram que a atualização os obrigavam a migrar para o modelo baseado na nuvem.

Intrigados com as mudanças, os usuários leram os termos do serviço e constataram que a Cisco poderia coletar informações sobre o consumo de internet e que elas poderiam ser compartilhadas com terceiros. Muitos dos usuários disseram que cancelariam o serviço. Em comunicado, Cisco se desculpou repetidamente vezes e tentou extinguir preocupações dos clientes sobre privacidade e atualizações de firmware automáticas.

 “Acreditamos que a falta de clareza em nossos termos de serviço contribuiu para muitas das preocupações de nossos clientes, e pedimos desculpas pela confusão e inconveniência que isso causou”, escreveu Brett Wingo, vice-presidente e gerente-geral da Cisco Networking Home.

Motorola – Expõe dados sensíveis de clientes
A Motorola Mobility pediu desculpas aos clientes de tablets Xoom baseados Android por ter vendido os equipamentos recondicionados com dados sensíveis dos ex-proprietários. A fabricante informou que cerca de 100 de um lote de 6,2 mil tablets reciclados não tiveram os dados apagados antes da revenda. Os tablets foram revendidos pelo site Woot entre outubro e dezembro de 2011.

Os equipamentos continham fotos e informações pessoais como nomes de usuário, senhas para as mídias sociais, e-mail e outras contas, reconheceu a Motorola. A empresa emitiu um comunicado lamentando o inconveniente e se comprometeu adotar medidas para proteger os clientes afetados.

Google – Balanço antes da hora
O CEO do Google, Larry Page foi obrigado a pedir desculpas aos analistas pela empresa ter divulgado acidetalmente, em outubro, o balanço dos resultados do terceiro trimestre, antes do fechamento do pregão da Nasdaq, em Nova York.

Os documento não estavam concluídos e traziam inclusive uma anotação deixando espaço para as aspas de Page. O erro fez o Google solicitar a suspensão das negociações de suas ações naquela tarde.

Este ano, o Google já havia emitido um comunicado lamentando as interrupções do Gmail. Em abril, pediu desculpas pelo inconveniente e agradeceu aos usuários do serviço pela paciência e apoio. Informou que estava continuamente fazendo melhorias para aumentar a confiabilidade do Gmail, que está no topo das prioridades da companhia. No entanto, muitos dos 4,8 milhões de usuários do Gmail foram afetados por outra falha em junho.

Em julho, o Google se desculpar novamente por falhas do Google Talk.

Microsoft – Termo ofensivo em código de Linux
Além dos desafios com o desenvolvimento das novas versões de Office e Windows, a Microsoft tem dor de cabeça com outros produtos.

Desenvolvedores da companhias cometeram o deslize de usar o termo “big boobs”, ou “peitos grandes” para identificar um código que conecta o kernel do Linux com a produto de virtualização Hyper-V da companhia. A palavra ficou econdida, mas a brincadeira machista foi descoberta e gerou polêmica.

A Microsoft teve que pedir desculpas. Em nota, a companhia agradeceu à comunidade de desenvolvedores por ter reportado problema e retirou a ofensiva frase do código escrito por seus funcionários.

A gigante de software também se desculpou ao mercado pelas interrupções de seu serviço Azure. Em comunicado, a Microsoft prometeu fazer ajustes para prevenir falhas que possam prejudicar seus clientes.

Amazon – queda da nuvem
As pessoas tendem a perceber quando a nuvem da Amazon Web Service (AWS) entra em colapso. Muitas empresas de sites dependem da prestadora de serviços para operar e quando ficam fora do ar acabam pedindo desculpas aos seus clientes, tornando o problema público.

Foi isso o que aconteceu em outubro, quando a AWS sofreu sua terceira grande queda em dois anos, após a instalação de hardware novo e um de seus data center no Norte da Virginia (EUA). Sites como Reddit e Imgur deixaram de fazer transações, prejudicanto o atendimento a seus clientes. A AWS prometeu resolver o problema e incluir em seus contratos política sobre estrangulamento de tráfego.

A AWS também pediu desculpas, publicando nota no seu site de suporte aviso lamentando o inconveniente causado e afirmou que sabia que seus serviços eram críticos para os negócios dos clientes. A companhia informou que aprendeu com as falhas e prometeu investir mais na resiliência de seus serviços.

A AWS já tinha sido forçada a pedir desculpas publicamente em junho pela interrupção de seus serviços Elastic Compute Cloud, culpando a falta de energia causada pelas tempestades.

LinkedIn – Vazamento de passwords
Em junho, o LinkedIn alertou chamou a atenção dos membros para os cuidados com suas senhas. O aviso ocorreu após relatos de que cerca de 6,5 milhões de senhas foram atacadas e publicadas online em um fórum hacker russo.

O vazamento teria ocorrido, em parte, porque LinkedIn estava usando um algoritmo de hash fraco. Executivos da rede social pediram sinceras desculpas pelo inconveniente causado e solicitaram que os sócios alterassem suas senhas.

RIM – BlackBerry mudo
A Research in Motion (RIM) vem enfrentando um 2012 difícil. Além da queda de receita, a rede do BlackBerry ficou fora do ar por três horas em setembro na Europa e África. O problema afetou cerca de 6% dos clientes e levou o CEO Heins Thorsten CEO a se desculpar pelo impacto em sua qualidade do serviço.

Em comunicado, Thorsten prometeu melhorias de seus serviços para evitar que os usuários dos smartphone  fiquem sem rede.

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Publicado por em 23 de janeiro de 2013 em Tecnologia

 

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