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EUA pedem ação urgente para combater a mudança climática

O governo dos Estados Unidos pediu uma ação urgente para combater a mudança climática, ao divulgar nesta terça-feira (6) o impacto dos efeitos deste fenômeno nos Estados Unidos.

O relatório – que aponta residências e infraestruturas ameaçadas, ecossistemas alterados, setores inteiros da economia forçados a uma adaptação – é o resultado de quatro anos de trabalho entre centenas de climatologistas e outros cientistas.

O documento pretende ser uma ferramenta pedagógica para ajudar os americanos a reagir ante as mudanças, afirma a Casa Branca em um comunicado.

O presidente Barack Obama, que se comprometeu durante a campanha eleitoral a agir contra o aquecimento global antes de esbarrar na intransigência do Congresso, deve falar sobre o tema nesta terça durante uma série de entrevistas para a TV, segundo o governo.

Um resumo de cem páginas do relatório antecipa as críticas dos céticos da mudança climática com vários exemplos, argumentados e ilustrados, sobre a realidade do fenômeno e, em especial, sua origem na atividade humana.

O inventário compila dados publicados anteriormente, em particular sobre o aumento da concentração de gases de efeito estufa na atmosfera, a violência cada vez maior dos fenômenos meteorológicos e o aumento do nível dos oceanos que, caso medidas não sejam adotadas, provocarão a longo prazo a perda inexorável de áreas de baixa altitude como a Flórida ou o delta do Mississippi na Louisiana.

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Publicado por em 14 de maio de 2014 em Tecnologia

 

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Manifestantes pedem formação de novo governo na Tailândia

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Policiais disparam canhão de água contra manifestantes na Tailândia (Foto: Kerek Wongsa/Reuters)Policiais disparam canhão de água contra manifestantes na Tailândia (Foto: Kerek Wongsa/Reuters)

Pelo menos quatro pessoas ficaram feridas nesta sexta-feira (9) quando manifestantes tentaram invadir o Centro de Administração da Paz e da Ordem em um dos protestos organizados em Bangcoc contra a situação no governo da Tailândia.

Os agentes policiais que protegem o edifício governamental utilizaram canhões com jatos d’água e bombas de gás para expulsar os manifestantes que abriram caminho entre as barreiras de arame farpado.

O serviço médico de urgências Erawan informou que duas mulheres e dois homens com ferimentos deram entrada no hospital Vibhavadi.

Segundo o jornal local “Bangcoc Post”, uma das vítimas é o monge Laung Pu Buddha Issara, líder de uma das facções que participam dos protestos desde outubro do ano passado.

Milhares de tailandeses saíram nesta sexta às ruas de Bangcoc para pedir a formação de um governo provisório não eleito após a destituição da primeira-ministra interina, Yingluck Shinawatra, acusada de negligência na condução do programa de subsídios ao arroz e retirada do cargo.

A marcha, que inicialmente foi convocada para o dia 14, acabou sendo antecipada após a decisão do Tribunal Constitucional na última quarta-feira, que opinou que a ex-primeira-ministra cometeu abuso de poder e violou a Carta Magna durante a troca de um alto funcionário.

Além disso, a Comissão Anticorrupção acusou ontem, formalmente, Yingluck de negligência na condução do programa de subsídios ao arroz, o que pode deixá-la inelegível em qualquer cargo político por cinco anos.

O líder dos protestos, o ex-parlamentar Suthep Thaugsuban, classificou as marchas que ocorrem na capital como ‘a batalha final’ contra o Executivo de Yingluck.

A principal reivindicação dos manifestantes é invocar o artigo 7º da Constituição para que o rei da Tailândia, o octogenário Bhumibol Adulyadej, designe o próximo chefe de governo sem eleições.

Um ‘conselho popular’, liderado pelo primeiro-ministro designado pelo rei e não eleito, ficaria responsável por fazer uma série de reformas políticas, como a descentralização do poder do Estado e a reformulação da polícia, entre outras, antes de convocar um referendo que devolvesse a iniciativa à soberania popular.

A Tailândia vive uma grave crise política desde o golpe militar que derrubou Thaksin Shinawatra – irmão mais velho de Yingluck – em 2006 e, desde então, manifestações e protestos populares vêm ocorrendo sucessivamente com a intenção de paralisar o governo da vez.

O ministro interino do Comércio, Niwattumrong Boonsongpaisan, foi escolhido para ocupar a chefia do Executivo enquanto são organizadas as eleições gerais para o dia 20 de julho, das quais Yingluck não poderá concorrer se for inabilitada pela Comissão Anticorrupção.

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Publicado por em 10 de maio de 2014 em Brasil

 

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EUA pedem ação urgente para combater a mudança climática

O governo dos Estados Unidos pediu uma ação urgente para combater a mudança climática, ao divulgar nesta terça-feira (6) o impacto dos efeitos deste fenômeno nos Estados Unidos.

O relatório – que aponta residências e infraestruturas ameaçadas, ecossistemas alterados, setores inteiros da economia forçados a uma adaptação – é o resultado de quatro anos de trabalho entre centenas de climatologistas e outros cientistas.

O documento pretende ser uma ferramenta pedagógica para ajudar os americanos a reagir ante as mudanças, afirma a Casa Branca em um comunicado.

O presidente Barack Obama, que se comprometeu durante a campanha eleitoral a agir contra o aquecimento global antes de esbarrar na intransigência do Congresso, deve falar sobre o tema nesta terça durante uma série de entrevistas para a TV, segundo o governo.

Um resumo de cem páginas do relatório antecipa as críticas dos céticos da mudança climática com vários exemplos, argumentados e ilustrados, sobre a realidade do fenômeno e, em especial, sua origem na atividade humana.

O inventário compila dados publicados anteriormente, em particular sobre o aumento da concentração de gases de efeito estufa na atmosfera, a violência cada vez maior dos fenômenos meteorológicos e o aumento do nível dos oceanos que, caso medidas não sejam adotadas, provocarão a longo prazo a perda inexorável de áreas de baixa altitude como a Flórida ou o delta do Mississippi na Louisiana.

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Publicado por em 9 de maio de 2014 em Tecnologia

 

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EUA pedem que empresas não participem de fórum na Rússia

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Os Estados Unidos pediram aos diretores das maiores empresas do país que não compareçam a um importante fórum econômico na Rússia no final deste mês, como uma forma de represália ao Kremlin pela crise provocada por sua intervenção e posterior anexação da península ucraniana da Crimeia, informou na noite desta segunda-feira (5) o jornal “The New York Times”.

“Obviamente as empresas terão que tomar suas próprias decisões, mas nós acreditamos que o fato de os diretores mais importantes (dos EUA) viajarem até a Rússia e aparecerem ao lado de membros do governo russo em eventos como este passaria uma mensagem inadequada”, disse ao jornal a porta-voz da Casa Branca, Laura Lucas Magnuson.

Segundo antecipou ao “NYT”, entre as empresas que foram solicitadas pelo governo a recusarem o convite para o fórum estão gigantes como Alcoa, Goldman Sachs, PepsiCo, Morgan Stanley, ConocoPhillips e outras multinacionais com grande volume de negócios na Rússia.

A crise na Ucrânia, um dos maiores desafios internacionais enfrentados por Barack Obama em sua Presidência, provocou um cenário completamente oposto ao do ano passado, quando sua Administração encorajou às empresas americanas a participar desse mesmo fórum para fortalecer os laços comerciais com a Rússia.

Fontes empresariais consultadas pelo jornal nova-iorquino garantiram que muitas das companhias já comunicaram que não estarão presentes no evento e outras planejam fazer o mesmo, de modo que “quase todos” os diretores americanos evitarão participar do fórum econômico de São Petersburgo, que será realizado entre os dias 22 e 24 deste mês.

Algumas poucas empresas, que temem colocar em risco suas operações na Rússia, optarão por enviar executivos de perfil baixo, de seus escritórios em Moscou e na Europa, conforme detalharam as mesmas fontes.

Entre os membros do governo que telefonaram para os diretores das empresas, segundo o “NYT”, estão a assessora de Obama, Valerie Jarrett; o secretário do Tesouro, Jacob J. Lew; a secretária de comércio, Penny Pritzker, e o assessor em economia nacional Jeffrey D. Zients.

“Basicamente disseram: ‘não estamos dizendo o que vocês têm que fazer, mas não ficaria bem (comparecer ao fórum)'”, explicou ao jornal um dos diretores que receberam os telefonemas do governo, que preferiu manter o anonimato.

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Publicado por em 7 de maio de 2014 em Brasil

 

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Cinco prêmios Nobel pedem o fim da guerra contra as drogas

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Cinco vencedores do prêmio Nobel, um ex-secretário de Estado americano, dois ministros latino-americanos e outras personalidades pediram o fim da guerra contra as drogas em um relatório da London School of Economics publicado nesta terça-feira (6).

“Ending the Drug Wars” (Acabando com a guerra das drogas) é o nome do documento da instituição universitária britânica, que tem um prefácio assinado por várias personalidades.

“É hora de acabar com a ‘guerra contra a droga’ e destinar os recursos em massa para políticas efetivas baseadas em evidências e apoiadas em análises econômicas rigorosas”, afirma o prólogo.

O texto está assinado por George Shultz (chefe da diplomacia americana entre 1982 e 1989, no governo de Ronald Reagan), pelo espanhol Javier Solana (chefe da diplomacia europeia de 1999 a 2009) e por cinco vencedores do Nobel de Economia: Kenneth Arrow (1972), Christopher Pissarides (2010), Thomas Schelling (2005) Vernon Smith (2002) e Oliver Williamson (2009).

A lista de signatários inclui autoridades como o vice-primeiro-ministro britânico Nick Clegg, o presidente da Polônia, Aleksander Kwasniewski, o chanceler guatemalteco, Luis Fernando Carrera Castro, e o ministro da Saúde colombiano, Alejandro Gaviria.

“A insistência na estratégia militarizada e policial de ‘guerra contra as drogas’ mundial deu resultados muito negativos e provocou danos colaterais”, afirma o prefácio em forma de manifesto.

Os resultados negativos são as “detenções em massa nos Estados Unidos, políticas altamente repressivas na Ásia, uma enorme corrupção e desestabilização política no Afeganistão e oeste da África, uma imensa violência na América Latina (…) e a propagação de abusos sistemáticos aos direitos humanos em todo o mundo”.

É necessária uma nova estratégia mundial, afirmam as personalidades, baseada em “princípios de saúde pública, contenção de danos, redução do impacto do mercado ilegal, acesso ampliado a medidas essenciais, minimização do consumo problemático, experimentação regulatória rigorosamente monitorada, e um compromisso inflexível com os princípios dos direitos humanos”.

O governo dos Estados Unidos, país que é o principal consumidor mundial das drogas, é o que mais estimula a repressão ao consumo e comércio das substâncias, uma estratégia iniciada nos anos 1960.

América Central, Colômbia e México recebem ajuda americana para combater o tráfico, mas ao custo de muitas mortes – 28.000 no México desde 2006. Nos últimos anos os pedidos de mudança de estratégia aumentaram consideravelmente.

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Publicado por em 7 de maio de 2014 em Brasil

 

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EUA pedem à Rússia disposição para buscar fim para a crise na Ucrânia

Os Estados Unidos pediram nesta segunda-feira (10) que a Rússia forneça provas de que está disposta a agir em relação a uma série de propostas de Washington destinadas a colocar fim à crise na Ucrânia.

O secretário americano de Estado, John Kerry, compartilhou uma série de ideias com seu colega russo, Serguei Lavrov, e está disposto a continuar com o diálogo “quando tivermos evidências concretas de que a Rússia está disposta a avançar sobre estas propostas”, declarou a porta-voz do departamento de Estado, Jen Psaki.

Segundo a agência Reuters, Kerry pode inclusive encontrar Lavrov nesta semana para negociar as propostas, mas quer que a Rússia se engage com seriedade no caso.

Nesta segunda-feira, o primeiro-ministro ucraniano, Arseni Yatseniuk, disse que participará da sessão do Conselho de Segurança da ONU que o abordará a crise na Ucrânia, ao mesmo tempo em que pediu a Moscou que faça tudo para anular o referendo com o qual a Crimeia que se unir à Rússia.

Com relação à consulta que foi convocada para 16 de março pelo Governo pró-russo da Crimeia, Yatseniuk assinalou que “a Federação Russa deve anular urgentemente o referendo que vai ocorrer no território da República Autônoma da Crimeia, que é uma parte inalienável da Ucrânia”.

“Não há nenhum poder legítimo na Crimeia: são um grupo de criminosos que chegaram ao poder por meios anticonstitucionais e com a proteção de 18 mil soldados russos”, acrescentou.

Fonte G1

 
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Publicado por em 11 de março de 2014 em Brasil

 

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Relatores da ONU pedem investigação sobre crise na Venezuela

Cinco autoridades da ONU exigiram das autoridades da Venezuela que os casos de agressão contras manifestantes e jornalistas sejam investigados, e pediram a libertação de ‘qualquer pessoa que permaneça detida arbitrariamente’.

‘Os recentes episódios de violência ocorridos nos protestos na Venezuela devem ser investigados urgentemente, e os responsáveis devem responder por seus atos na justiça’, indicaram, em um comunicado conjunto.

O texto também alerta contra as denúncias de violência contra jornalistas e o fechamento de meios de comunicação. ‘O país necessita de mais informações sobre os atuais protestos, e não menos’, afirma.

Assinaram o documento os relatores da ONU para diversos setores, como liberdade de opinião e expressão, Frank La Rue; direito de liberdade de reunião e associação pacífica, Maina Kiai; tortura, Juan Méndez; situação dos defensores de Direitos Humanos, Margaret Sekaggya; e o presidente e relator do grupo de trabalho sobre detenções arbitrárias, Mads Andenas.

Os cinco expressaram sua ‘consternação pela morte de ao menos 18 pessoas nas manifestações’.

Há um mês protestos estudantis, apoiados pela oposição, ocorrem em diversas partes da Venezuela, deixando até agora 18 mortos e 260 feridos, e tendo sido classificados pelo governo de Nicolás Maduro como uma tentativa de golpe de Estado.

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Fonte G1

 
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Publicado por em 7 de março de 2014 em Brasil

 

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