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Dono recupera US$ 500 devorados por cão ao recolher pedaços em fezes

O americano Wayne Klinkel conseguiu o reembolso de cinco cédulas de US$ 100 que seu cão de estimação chamado “Sundance” havia devorado em abril deste ano. O dinheiro foi devolvido pelo Departamento do Tesouro norte-americano na terça-feira (1º).

Na época, para tentar recuperar o dinheiro devorado por seu cão, Klinkel recolheu as fezes do animal e, depois de lavar os restos das notas, colou os pedaços e enviou o material para o setor de impressões do Departamento do Tesouro norte-americano.

Americano recolheu pedaços de cédulas em fezes para tentar reembolso (Foto: Eliza Wiley/The Independent Record/AP)Americano recolheu pedaços de cédulas em fezes para tentar reembolso (Foto: Eliza Wiley/The Independent Record/AP)

Segundo Klinkel, seu cachorro, um golden retriever de 12 anos, comeu cinco cédulas de US$ 100 durante uma viagem da família. Wayne Klinkel contou que o cão Sundance abocanhou as notas enquanto ele e sua mulher estavam na estrada para visitar a filha.

Cão 'Sundance' com o cheque do reembolso feito pelo departamento de tesouro (Foto: Eliza Wiley/The Independent Record/AP)Cão ‘Sundance’ com o cheque do reembolso feito pelo departamento de tesouro (Foto: Eliza Wiley/The Independent Record/AP)Cão Sundance devorou cinco cédulas de US$ 100 (Foto: Eliza Wiley/The Independent Record/AP)Cão Sundance devorou cinco cédulas de US$ 100 (Foto: Eliza Wiley/The Independent Record/AP)

O departamento decidiu fazer o reembolso após um examinador analisar as notas mutiladas. O processo, às vezes, chega a demorar até 2 anos.

Wayne Klinkel recolheu pedaços das notas nas fezes de seu cão (Foto: Eliza Wiley/The Independent Record/AP)Wayne Klinkel recolheu pedaços das notas nas fezes de seu cão (Foto: Eliza Wiley/The Independent Record/AP)

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Publicado por em 3 de outubro de 2013 em Tecnologia

 

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Em pedaços: Veja o novo MacBook Pro Retina por dentro

Mal o novo MacBook Pro com tela Retina, anunciado pela Apple na última segunda-feira (11) durante a WWDC, chegou às lojas e a equipe do iFixit já colocou as mãos na máquina e a deixou em pedaços, como é de costume.

Contudo, se você esperava fazer upgrades no computador, como SSD de maior capacidade ou mais RAM, pode esquecer. De acordo com o iFixit, esse é o MacBook com menor possibilidade de reparo ou modificação pelo usuário – em uma escala de 1 a 10, o site deu nota 1 ao novo laptop da Apple.

Leia mais: Primeiras impressões: testamos o MacBook Pro com tela Retina

Ao que tudo indica, a Apple não quer mesmo que seus consumidores mexam no notebook – ao começar pelos parafusos proprietários, que precisam de uma chave especial para serem removidos. A memória RAM é soldada na placa, o que não possibilita um upgrade futuro, e o SSD é proprietário, o que não permite que seja substituído – seu computador fica do mesmo jeito que você o tirou da loja.

Por fim,  bateria do notebook é colada à parte inferior do chassis, cobrindo alguns cabos. Já a tela Retina, grande destaque do equipamento, é completamente selada, ou seja, caso você tenha algum problema será preciso trocar todo o conjunto tela + tampa superior (algo que não sai nada barato). No site do iFixit, você pode acompanhar todo o procedimento passo a passo.

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Dispositivo ganhou nota 1 em possibilidade de upgrade feito pelo usuário

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Publicado por em 23 de junho de 2012 em Tecnologia

 

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Eca! O chocolate que comemos tem pedaços de barata?

Será verdade que o chocolate que comemos possui, em média, 8 pedaços de barata? Texto que circula pela web afirma que sim.

Dias antes da páscoa de 2012, uma notícia afirmando que o chocolate vem contaminado com pedaços de barata começou a se espalhar pela internet. De acordo com o texto, uma barra de chocolate possui, em média, 8 fragmentos do inseto que acabava entrando na mistura do produto [meio sem querer] durante sua fabricação.

barata Todo chocolate contém pedaços de barata! Verdade ou mentira?

Mas será que essa notícia nojenta é verdadeira ou farsa?

É verdadeira! Mas antes que você sai pela casa vomitando aquela barra de chocolate[bb]que você comeu há poucas horas, é bom que fique bem claro que a notícia se refere ao chocolate dos EUA.

Tudo parece ter começado com uma reportagem publicada no dia 26 de março de 2012, no site de notícias da rede americana ABC. Segundo a jornalista Lauren Torrisi, grande parte dos consumidores americanos que são alérgicos ao chocolate tem alergia, na verdade, aos fragmentos de insetos[bb]presentes na guloseima.

A matéria explica que as baratas transitam livremente nos galpões onde a matéria prima do chocolate descansa e, quando esse cacau segue para a refinaria é moído e as bichinhas vão junto! Eca…

Lauren também explica que, de acordo com a determinação da FDA (órgão que controla remédios e alimentos nos EUA), o chocolate pode conter até 60 fragmentos de insetos em cada 100g.

A mesma reportagem também acalma os leitores. Com a ajuda do médico alergista Dr. Morton M. Teich, a ABC explica que o chocolate não é o único produto culpado pela contaminação e/ou alergia dos consumidores, outros alimentos[bb]como a manteiga de amendoim, macarrão, frutas, queijo, pipoca, trigo também podem conter este material. Dr. Teich diz que não há razão para que o americano tire o chocolate de sua alimentação.

Aqui, também temos um órgão que fiscaliza e controla o que comemos e bebemos. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária – ANVISA.

Em 2 de março de 2011, a ANVISA publicou uma atualização determindo, conforme Anexo 1 (página 7) que os chocolates podem conter até 10 fragmentos de insetos em 100g do alimento. No caso de pelo de roedor, a ANVISA permite “apenas” 1 em cada 100g.

Reprodução ANVISA Reprodução de um trecho do ANEXO 1 – ANVISA

O Inmetro fez alguns testes com ovos de páscoa em 2007 para verificar se as principais empresas do ramo estavam fazendo tudo direito. O resultado desse teste está no site do Instituto.

Notícia real!

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Publicado por em 11 de junho de 2012 em Tecnologia

 

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