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São João da Capitá se espalha por 5 polos, para agradar todos os públicos

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'Nasceu, viveu e morreu com a sanfona', diz Maciel Melo no Viva Dominguinhos' (Foto: Jael Soares/ G1)Maciel Melo é um dos artistas escalados para se apresentar no palco interno (Foto: Jael Soares/ G1)

Para agradar a todos os públicos, o São João da Capitá de 2014 conta com cinco diferentes polos de animação, montados numa megaestrutura. O evento reúne desde o tradicional pé de serra até o badalado forró universitário, e acontece nos dias 6 e 7 de junho, no Chevrolet Hall.

O Palco Externo irá agregar as principais atrações da festa, como Zezé di Camargo e Luciano, Bell Marques e Bruno & Marrone. Ao todo, dez atrações passam pelo pólo, que promete atrair uma multidão durante os dias de festa.

As bandas e os artistas que cantam forró pé-de-serra marcam presença no Palco Interno, entre eles os pernambucanos Maciel Melo e Petrúcio Amorim. O espaço é voltado para aqueles que curtem forrozar ao som do ritmo tradicional.

A nova geração do forró terá espaço reservado na Tenda Universitária. Como não só de forró vive o São João da Capitá, o evento deste ano contará com uma Tenda Eletrônica. A festa terá ainda uma cidade cenográfica que reproduz o clima de uma típica cidade do Interior.

Ingressos
Os ingressos para o São João da Capitá estão no segundo lote, à venda nas lojas Esposende (Rua Nova e shoppings Recife, Boa Vista, Tacaruna, RioMar e Guararapes) e na bilheteria do Chevrolet Hall. A pista custa R$ 60 (casadinha meia entrada), R$ 40 (individual meia entrada) e R$ 80 (individual inteira). Já os ingressos dos camarotes custam R$ 70 (individual meia entrada), R$ 140 (individual inteira) e R$ 120 (casadinha meia entrada).

Os portões serão abertos, nos dois dias, às 19h. Adolescentes de 14 a 17 anos devem ir acompanhados dos pais ou responsáveis (neste último caso, mediante apresentação de autorização com firma reconhecida em cartório).

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Publicado por em 14 de maio de 2014 em Música

 

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Twitter lança programa que fornecerá dados públicos a pesquisadores

O Twitter vai iniciar um programa para fornecer dados públicos e de histórico a pesquisadores e instituições de pesquisa interessados em produzir estudos com base nas informações disseminadas pelo microblog.

Segundo post publicado em seu blog corporativo nesta sexta-feira (7), o Twitter disponibilizará informações públicas e de histórico dos mais de 500 milhões de tuítes publicados diariamente na plataforma.

Chamado “Data Grants”, o programa receberá as inscrições de interessados até 15 de março (Veja aqui o formulário).

“O Twitter tem uma ampla quantidade de dados de que nós podemos tirar insights e aprender sobre uma variedade de tópicos, desde informações relacionadas à saúde como quando e onde vírus da gripes irão se disseminar até eventos globais como o passar do ano novo”, informou a companhia.

O microblog cita o caso dos cientistas da Escola de Medicina da Universidade John Hopkins que criaram um método para identificar a incidência de casos de gripe por meio do mapeamento de mensagens tuitadas no site.

No entanto, compartilhar essas informações com pesquisadores que não atuem na empresa tem sido desafiador, de acordo com o Twitter. Por isso, o programa foi criado.

Nessa primeira vez, o Twitter irá selecionar um pequeno grupo de pesquisadores que receberão de graça os dados de registro do microblog.

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Publicado por em 8 de fevereiro de 2014 em Tecnologia

 

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Israel suspende transferências de recursos públicos às colônias

O ministro israelense das Finanças, Yair Lapid, decidiu suspender todas as transferências de recursos públicos destinados às colônias da Cisjordânia até o fim de uma investigação sobre sua utilização.

“Após as informações divulgadas pelo Channel 2 e as informações adicionais que chegaram ao ministério das Finanças, segundo as quais os recursos destinados às colônias foram transferidos ilegalmente ao Conselho Yesha (principal organização representativa dos colonos), o ministro das Finanças anunciou que decidiu interromper todos os pagamentos às colônias para examinar o tema”, afirma um comunicado da pasta.

“Aparentemente, os fundos não foram utilizados com seu fim original, como a segurança, a manutenção das escolas e creches, mas foram supostamente transferidos de forma ilegal ao Conselho Yesha que os teria utilizado com fins políticos, em particular para atividades contra as políticas do governo”, explica a nota.

As colônias da Cisjordânia receberam recursos públicos para compensar as perdas que sofreram durante o congelamento da colonização em 2009 e 2010, segundo o ministério.

De acordo com o Centro para a Renovação da Democracia Israelense (Molad), o governo transferiu 148 milhões de shekels (102,4 milhões de reais) às autoridades locais das colônias da Cisjordânia como forma de compensação pelos impostos sobre os bens imóveis que não foram recebidos em consequência da suspensão das construções durante nove meses.

Yair Lapid pediu aos funcionários do ministério das Finanças que investiguem a questão e entreguem as conclusões dentro de uma semana.

A decisão do ministro das Finanças acontece em plena campanha internacional contra a colonização. Na quinta-feira (30), a atriz americana Scarlett Johansson renunciou ao posto de embaixadora da ONG britânica Oxfam, considerada “incompatível” com a propaganda que faz para a empresa israelense SodaStream, implantada no território palestino ocupado.

Fonte G1

 
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Publicado por em 3 de fevereiro de 2014 em Brasil

 

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Ausência de Cristina Kirchner de atos públicos provoca rumores

Presidente argentina Cristina Fernández de Kirchner discursa ao lado de ex-presidentes Fernando de La Rua e Adolfo Rodriguez Saa no Museu del Bicentenario (Foto: Juan Mabromata/ AFP)Presidente argentina Cristina Fernández de
Kirchner discursa em foto de dezembro
de 2013 (Foto: Juan Mabromata/ AFP)

No meio de uma inundação de especulações sobre seu silêncio, a presidente argentina, Cristina Kirchner, completa este fim de semana um mês fora da cena política e ausente de qualquer ato público, apesar dos últimos eventos que aconteceram no país.

A última aparição da presidente foi em 19 de dezembro, na cerimônia dos novos altos cargos das Forças Armadas, e desde então nem os saques em nas províncias por causa de uma greve de policiais ou os maciços cortes de luz pela onda de calor a devolveram à cena pública.

“Não temos nem um motivo, e o rumor ganhou a rua, e isso é um luxo que nenhum governo administrando sua comunicação se pode permitir”, disse à agência EFE Orlando D’Adamo, co-diretor do Centro de Opinião Pública da Universidade de Belgrano.

A intensa atividade da presidente sofreu uma freada forte quando ela foi submetida em outubro a uma cirurgia craniana e ao repouso de um mês para recuperação.

Apesar de sua reaparição em novembro, com uma imagem renovada e aparentemente recuperada, seu hermetismo do último mês voltou a disparar as especulações sobre seu estado de saúde.

“O silêncio é preocupante, porque então se tecem muitas alternativas e muitas explicações que vão desde a saúde até as estratégias políticas”, assegurou D’Adamo.

Entre esses dois extremos, segundo o diretor, os cidadãos podem sentir igualmente uma “indiferença diante de seus problemas”, o que afetaria negativamente no futuro a imagem da presidente que, segundo as pesquisas de avaliação, teve uma queda de 10 pontos desde que voltou da licença médica.

A prolongada ausência de Cristina contrasta com a intensa agenda que sempre a caracterizou, com viagens diárias por todo o país para inaugurar obras e apresentar projetos em eventos transmitidos pela televisão, ou liderando reuniões com funcionários e representantes de diferentes setores.

Esse lugar está sendo ocupado agora pelo seu chefe de Gabinete, Jorge Capitanich, a quem ela deu representatividade e quem, como o resto da equipe de Governo, reforça em cada um de seus discursos que a presidente “segue à frente do Executivo e da tomada de decisões” embora não apareça em público.

“Mas a ausência está mal vista pela opinião pública, principalmente quando passamos de um contraste de quase duas aparições diárias ao sumiço da imprensa”, ressaltou D’Adamo.

Esta semana, a imprensa ressaltou as visitas de Cristina a sua mãe, Ofelia Wilhem, que está internada em um hospital de Buenos Aires para se recuperar de uma cirurgia.

Os meios de comunicação também contabilizaram os deslocamentos da presidente da residência oficial de Olivos até a Casa Rosada, onde despacha, mas sem atos programados.

Se não houver mudanças de última hora, Cristina retomará sua agenda internacional no fim de mês, segundo a última informação oficial divulgada, para a Cúpula da Comunidade de Estados Latino-americanos e Caribenhos (Celac), que acontece dias 28 e 29 em Havana e em seguida para Caracas para participar, dia 31, da reunião do Mercosul.

Fonte G1

 
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Publicado por em 21 de janeiro de 2014 em Brasil

 

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Festival em Boston põe 75 pianos em locais públicos

Um festival em Boston, nos EUA, colocou 75 pianos em lugares públicos da região para que eles possam ser tocados livremente pelos passantes.

Os pianos do festival “Play Me, I’m Yours: the Street Pianos Boston Festival” (Toque-me, sou seu – festival de pianos de rua de Boston) foram decorados por vários artistas e vão ficar na rua até 14 de outubro nas cidades de Boston, Cambridge, Somerville e Brookline.

Festival em Boston põe 75 pianos em locais públicos (Foto: Brian Snyder/Reuters)Festival em Boston põe 75 pianos em locais públicos (Foto: Brian Snyder/Reuters)Festival em Boston põe 75 pianos em locais públicos (Foto: Brian Snyder/Reuters)Festival em Boston põe 75 pianos em locais públicos (Foto: Brian Snyder/Reuters)Festival em Boston põe 75 pianos em locais públicos (Foto: Brian Snyder/Reuters)Festival em Boston põe 75 pianos em locais públicos (Foto: Brian Snyder/Reuters)

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Publicado por em 2 de outubro de 2013 em Tecnologia

 

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Funcionários públicos gregos fazem nova greve contra reformas

Manifestantes protestam em frente ao Parlamento grego nesta terça-feira (24) (Foto: Yorgos Karahalis/Reuters)Manifestantes protestam em frente ao Parlamento grego nesta terça-feira (24) (Foto: Yorgos Karahalis/Reuters)

Os funcionários gregos saem novamente às ruas nesta terça-feira (24), pela segunda vez neste mês, para protestar contra uma importante reforma do serviço público imposta ao governo grego por seus credores internacionais.

A greve de 48 horas foi convocada pelo principal sindicato de funcionários, ADEDY, e está prevista uma grande manifestação em Atenas.

Muitos serviços públicos estavam fechados nesta terça-feira. Por sua vez, os professores de ensino médio seguem com uma greve que começou no dia 16 de setembro.

Na segunda-feira, duas instituições de ensino, a Escola Politécnica e a Universidade de Atenas, começaram uma greve e anunciaram que levariam ante os tribunais a reforma do serviço público.

Os sindicatos de funcionários se opõem a este plano, que prevê 4.000 demissões antes do fim de 2013 (2.600 deles na televisão pública) e a mutação de 25.000 funcionários (12.500 deles antes do fim de setembro).

Os representantes da troica de credores internacionais (União Europeia, Banco Central Europeu e Fundo Monetário Internacional) começaram no domingo uma nova análise das contas públicas, determinante para conceder outra parcela de ajuda em forma de um empréstimo de um bilhão de euros.

Fonte G1

 
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Publicado por em 25 de setembro de 2013 em Brasil

 

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EUA devem dar férias coletivas sem remuneração a funcionários públicos

O governo federal americano se prepara para dar férias coletivas sem remuneração a milhares de funcionários em uma semana como aconteceu em 1995, se o Congresso não alcança um acordo sobre o gasto público.

As agências federais receberam na semana passada ordens para se prepararem para o pior.

‘Ainda falta tempo para que o Congresso impeça um rombo no orçamento’, escreveu na terça-feira passada Sylvia Burwell, que ocupa as funções de ministra de orçamento. ‘Contudo, uma gestão prudente obriga as (diferentes) repartições’ do Estado ‘a estarem preparadas para essa possibilidade’, que implicaria cortar cargos temporariamente.

Na segunda-feira, o Pentágono deve informar a seus funcionários civis que podem parar de trabalhar, segundo o porta-voz George Little. Já os militares ‘serão pagos, mas talvez não a tempo’, sustentou.

Em 2011, durante uma situação semelhante causada por um bloqueio no Legislativo, o governo de Barack Obama estimou que 800 mil funcionários de 2,1 milhões tenham sido afetados.

Segundo a lei, o Congresso deve votar para aumentar o teto da dívida antes do final do exercício fiscal 2013, na segunda-feira, 30 de setembro, às 23h59.

O Congresso está dividido entre os republicanos que controlam a Câmara de Representantes, chave em questões de orçamento, e o Senado de maioria democrata.

Em geral, na última hora, chegam a um acordo que evita um calote. Contudo, desta vez os republicanos se negam a financiar o governo, se a reforma da saúde do presidente, à qual se opõem, mantiver seu crédito.

O Senado deveria modificar um projeto de orçamento temporário, que amplia o financiamento público até 15 de dezembro e foi aprovado na sexta-feira pela Câmara, que deverá então voltar a votar.

A situação lembra o outono de 1995, quando outro presidente democrata, Bill Clinton, se opunha a um Congresso então totalmente controlado pelos republicanos.

Parques e museus fechados Republicanos e democratas apostam que o rival cederá primeiro.

Em 13 de novembro de 1995, o presidente Bill Clinton vetou um projeto de orçamento considerado muito austero e cerca de 800.000 funcionários se fossem para casa sem pagamento durante cinco dias, em um procedimento conhecido como ‘shutdown’ ou fechamento.

‘Não sabiam o que aconteceria, mas (os republicanos) pensavam que a opinião pública diria a Casa Branca e Clinton como responsáveis’, disse o historiador Steve Gillon, autor de um livro sobre a era Clinton (‘The Pact: Bill Clinton, Newt Gingrich, and the rivalry that defined a generation’; O pacto: Bill Clinton, Newt Gingrich e a rivalidade que definiu uma geração).

O Congresso votou algumas semanas de financiamento adicional, mas no dia 15 de dezembro, novamente, houve um bloqueio. Durante 21 dias, até 6 de janeiro, 284.000 funcionários ficaram desempregados, segundo relatório dos serviços de investigação do Congresso de 1997. Outros 475.000 continuaram trabalhando sem receber pagamento.

Os serviços essenciais (Exército, FBI, Justiça, Segurança Nacional, controle de tráfego aéreo) não foram incluídos no fechamento, mas os programas considerados não essenciais, foram fechados.

Os Institutos Nacionais de Saúde não aceitaram mais pacientes para seus projetos de pesquisa. Os Centros de Controle e Prevenção de Enfermidades (CDC), vigilância sanitária do país, suspenderam a vigilância de enfermidades.

Alguns projetos de descontaminação foram interrompidos. As forças de ordem suspenderam as contratações. Milhares de pedidos de vistos e passaportes ficaram para trás.

Em Washington, cujo orçamento depende diretamente do Congresso, em novembro, as lixeiras transbordaram e o lixo não foi recolhido durante vários dias.

O efeito mais visível aconteceu sobre o turismo: os 368 locais e parques naturais administrados pelo National Park Service foram fechados imediatamente, assim como todos os museus, em particular em Washington, com impacto sobre sete milhões de turistas, segundo o governo.

O presidente da Câmara, Newt Gingrich, foi considerado responsável pelos americanos e buscou um compromisso com Clinton: só depois de sete anos o orçamento seria reequilibrado.

Segundo Gillon, este episódio ilustra ‘a vantagem institucional do presidente’ neste tipo de luta. Este historiador prevê que ‘os republicanos pagarão um preço político’ se o governo federal for obrigado a uma ‘suspensão parcial’ dos pagamentos em outubro.

Em 1995, os funcionários públicos recuperaram em todos os casos os salários que eram devidos.

Fonte G1

 
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Publicado por em 24 de setembro de 2013 em Brasil

 

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