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Ibama solta 13 animais silvestres recolhidos em Passo Fundo, RS

Gavião é solto por servidora do Ibama em Passo Fundo, RS (Foto: Reprodução/RBS TV)Gavião é solto por servidora do Ibama em Passo Fundo, RS (Foto: Reprodução/RBS TV)

O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) soltou 13 animais silvestres na tarde desta sexta-feira (2) em Passo Fundo, no norte do Rio Grande do Sul. Seis cobras, entre cruzeiras e jararacas; três cágados, dois gaviões, uma tartaruga e um jacaré do papo amarelo haviam sido recolhidos por estarem expostos a situações de risco à sobrevivência.

Os animais estavam no Hospital Veterinário da cidade, onde foram tratados e passaram por uma triagem antes de retornar à natureza. Parte deles foi apreendida, e outra havia sido encontrada por moradores perto das residências, e por isso foi recolhida.

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Publicado por em 9 de maio de 2014 em Tecnologia

 

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Conferência de Genebra é ‘primeiro passo’ para a paz, diz sírio em SP

Mahmoud Al Zouhby está no Brasil há três anos (Foto: Caio Kenji/G1)Mahmoud Al Zouhby está no Brasil há três anos e falou ao G1 na sede da Cáritas, em São Paulo (Foto: Caio Kenji/G1)

A primeira vez que Mahmoud Al Zouhby contrariou o governo de seu país foi aos 18 anos, quando se recusou a prestar o serviço militar obrigatório no exército sírio. Ele achava que a instituição não servia para proteger a nação, mas apenas a família do então presidente Hafez al-Assad, pai do atual, Bashar. Hoje, vivendo em São Paulo como refugiado, ele tem outros mil motivos para criticar o clã que está no poder há 44 anos na Siria. Mahmoud perdeu amigos, viu seus irmãos deixarem o país e recebe diariamente relatos trágicos de uma guerra macabra. “Tem que acabar. Precisa acabar. Ninguém aguenta mais, nem os radicais. É uma das piores coisas que já vi e estudei”, disse ele em entrevista ao G1.

Em meio a uma verdadeira aula de geopolítica – Mahmoud é formado em economia, tem mestrado em economia política e cursa agora doutorado na USP em relações internacionais -, ele conta como recebe as notícias da guerra em sua terra natal. “As fotos que aparecem no meu Facebook são inacreditáveis. Há relatos de uma mãe com cinco filhos que foi encontrada por soldados em uma casa. Os soldados mataram todas as crianças e fizeram ela nadar no sangue do chão. As pessoas estão morrendo de fome, comendo gato, cachorro, é terrível.”

Após três anos de guerra, iniciada com a repressão a manifestações antiregime, o governo e a oposição sírios estão reunidos em Genebra, na Suíça, para tentar negociar – pela segunda vez – uma resolução pacífica para o conflito. Durante a conferência, a mediadora ONU também tenta conseguir passagem para um comboio de ajuda humanitária destinado a 2.500 pessoas cercadas e famintas na cidade velha de Homs.

O refugiado sírio diz que gosta do Brasil. 'Aqui tenho minha liberdade', diz ele (Foto: Caio Kenji/G1)O refugiado sírio diz que gosta do Brasil. ‘Aqui tenho minha liberdade’, diz ele (Foto: Caio Kenji/G1)

“É um jogo político complexo. Há muitos atores, é preciso olhar para os vizinhos”, diz Mahmoud, apontando para o grande mapa mundi na parede da Cáritas, instituição que ajuda refugiados e onde ele falou com o G1. “Por que o Irã protege Assad, por exemplo? É importante para o governo xiita exportar sua revolução, controlar a região ao seu redor. Já Arábia Saudita e Jordânia temem que qualquer grande mudança se aproxime de seus frágeis reinados. Ao passo que na Síria, 80% do território não está sob controle do governo e nem do [opositor] Exército Livre da Síria – há grupos radicais muitíssimo perigosos, como a ramificação da Al-Qaeda, o Estado Islâmico do Iraque e do Levante.”

Para Mahmoud, quando no ano passado os Estados Unidos ameaçaram atacar o regime de Assad após um ataque com armas químicas, um acordo foi logo conseguido, dando uma “chance para Assad tentar ficar e vencer a guerra”.

Ele acredita que a Conferência de Paz é um primeiro passo para uma possível paz, mas também um aviso de que o tempo de Assad está acabando. “A América ainda dará algum tempo a Assad, mas não muito. O problema é quem entrará no lugar dele, quem poderá dar segurança e estabilidade para a região. Porque ninguém aguenta mais. É preciso acabar, todo mundo precisa que acabe, os países vizinhos estão cheios de problemas.”

Com esse cenário nada otimista, Mahmoud não pretende sair do Brasil. Aqui ele estuda e trabalha como analista político para alguns jornais internacionais. Segundo suas projeções, se a guerra acabasse agora, a Síria ainda levaria uns 10 anos para voltar a ter segurança, uns 15 para se recuperar economicamente, e ao menos três gerações para ter alguma estabilidade social. “Aqui tenho minha liberdade. Eu gosto do Brasil, dos brasileiros. Vocês gostam de fazer amizade com estrangeiros, isso não acontece na Europa. Ah, e tem o Corinthians!”

arte síria versão 24.01 (Foto: Arte/G1)

Fonte G1

 
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Publicado por em 3 de fevereiro de 2014 em Brasil

 

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EUA e britânicos dão passo atrás sobre ação na Síria

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Apesar das indicações de que Estados Unidos, Reino Unido e França se moviam para iniciar uma ofensiva militar na Síria neste fim de semana, resistências internas e externas enfrentadas por esses países podem forçá-los a recuar – ao menos, momentaneamente.

Na noite de quarta-feira, o premiê britânico, David Cameron, sinalizou que deixaria de propor uma votação no Parlamento do país nesta quinta que autorizasse uma ação militar na Síria, após opositores do Partido Trabalhista pedirem mais tempo para colher provas sobre a autoria de um possível ataque com armas químicas na nação árabe.

Cameron busca apoio doméstico para embasar sua posição favorável ao ataque.

Também nesta quarta, o presidente dos EUA, Barack Obama, disse em entrevista à emissora pública americana PBS que ainda não havia tomado uma decisão sobre um ataque militar na Síria.

Obama, porém, responsabilizou o governo sírio pelo ataque e disse que ‘as normas internacionais contra o uso de armas químicas devem ser cumpridas’. Não está claro se Obama pretende pedir apoio do Congresso americano caso opte por uma intervenção na Síria.

Inspetores da ONU investigam o ataque, ocorrido em 21 de agosto a leste da capital Damasco , quando forças do governo promoviam um bombardeio para tentar expulsar rebeldes da região.

Grupos de oposição dizem que, durante esse ataque, foguetes com agentes tóxicos foram lançados em áreas civis na região de Ghouta.

Eles dizem que mais de 300 pessoas morreram, muitas delas mulheres e crianças. Organizações independentes, como os Médicos Sem Fronteiras (MSF), divulgaram números semelhantes. Para alguns ativistas da oposição, as mortes podem ser ainda mais numerosas.

O Exército sírio nega o uso de armas químicas e diz que as acusações são uma ‘tentativa desesperada’ dos rebeldes de encobrir suas derrotas na região e parte de uma ‘propaganda suja de guerra’.

‘Provas contundentes’
Segundo o líder do Partido Trabalhista britânico, Ed Miliband, são necessárias ‘provas contundentes’ de que o governo sírio conduziu o ataque para que a sigla apoie uma intervenção.

Ele disse que é preciso ‘aprender as lições do Iraque’. Em 2003, os Estados Unidos lideraram uma ofensiva – apoiada pela Grã-Bretanha – contra o Iraque baseada no argumento de que o país, então liderado por Saddam Hussein, tinha armas de destruição em massa que punham em risco a segurança regional. A acusação, porém, jamais foi confirmada.

Na quarta, segundo o jornal ‘New York Times’, funcionários do governo americano disseram a jornalistas que não há ‘arma fumegante’ que ligue diretamente Assad ao ataque. O jornal diz que os documentos do governo americano a serem apresentados não contêm interceptações de comunicações entre comandantes sírios nem relatos detalhados de fontes no local.

A ONU também tem desencorajado uma intervenção na Síria. O secretário-geral da entidade, Ban Ki-moon, disse que a investigação sobre o ataque só deve se encerrar na sexta-feira. Depois disso, o grupo iniciará análises científicas – que não têm prazo para serem concluídas – e, só então, relatará seus achados para o Conselho de Segurança da ONU.

Na última reunião do conselho, na quarta à noite, o Reino Unido insistiu para que os membros permanentes do órgão adotassem uma resolução autorizando medidas para proteger os civis na Síria.

Mas a Rússia, aliada da Síria, se recusou a concordar com a resolução. Moscou tem poder de veto no conselho.

De acordo com o Ministro do Exterior russo, Sergei Lavrov, o uso da força sem a sanção do conselho seria uma ‘violação brutal ‘ do direito internacional e ‘levaria à desestabilização a longo prazo da situação no país e na região’.

Mas, mesmo sem o apoio da ONU, os Estados Unidos e seus aliados têm sinalizado que a ação militar ainda é uma opção.

‘Este é o primeiro uso de armas químicas no século 21’, disse o ministro do Exterior britânico, William Hague. ‘Tem que ser inaceitável … ou vamos enfrentar ainda maiores crimes de guerra no futuro.’

Estima-se que mais de 100 mil pessoas já morreram desde que o conflito eclodiu na Síria, em março de 2011, e pelo menos 1,7 milhão de sírios estão refugiados .

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Publicado por em 1 de setembro de 2013 em Brasil

 

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Business Intelligence é próximo passo de programas de BPM

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Gartner diz que busca por inteligência impulsiona novo modelo empresarial, que é considerado o próximo estágio do gerenciamento de processos de negócios.

As organizações estão estruturando suas operações comerciais de forma cada vez mais inteligente por meio de processos de integração de aplicações de análise, tecnologias e mobilidade. Essa é a conclusão de um estudo realizado pelo instituto de pesquisas Gartner, que destaca ainda o conceito revolucionário de “operações de negócios inteligentes” (IBO), que aparece como o próximo estágio no desenvolvimento de programas de gerenciamento de processos de negócios (BPM).

A próxima geração de ferramentas para administrar processos de negócios terá de ir além da economia de custos e aumento da eficiência, tornando-se mais flexível diante da dinâmica do mercado em constante mudança e pela demanda crescente dos clientes.

“As operações dos negócios do futuro irão integrar inteligência em tempo real”, diz Janelle Hill, vice-presidente e analista do Gartner. “Isso vai exigir uma nova abordagem de IBO. Um estilo de trabalhar com análise em tempo real com tudo integrado às atividades de transações ou os livros de contabilidade que são executados na empresa, por exemplo”, acrescenta.

Assim, a integração da análise de processos de negócios, em contraste com as antigas abordagens que separavam o trabalho analítico do transacional, vai ajudar a aprimorar e a agilizar as tomadas de decisão, orientando, assim, a empresa para melhores resultados.

“O impacto da integração de análise em tempo real com as operações empresariais é óbvia para as pessoas de negócios, porque muda a forma como elas executam seu trabalho”, conclui a analista.

Para atender às necessidades do IBO, o mercado está evoluindo para a próxima geração de Business Process Management Suites (iBPMS). Ao incorporar mais recursos de análise e outras tecnologias, como processamento de eventos, mídias sociais e dispositivos móveis, novos iBPMS possibilitarão uma visão mais consciente da situação da empresa em tempo real e, com ele, a capacidade de adaptar as respostas de forma adequada diante de ameaças e oportunidades.

Tendências globais contribuem para o crescimento da abordagem para IBO, aponta o Gartner. Elas incluem o reconhecimento crescente pelas empresas sobre o potencial de padrões de interação social em suas cadeias de valor, a necessidade de aumentar a produtividade dos profissionais e o movimento em direção ao Big Data e às análises em memória. 

Os principais inibidores do crescimento desse mercado são o pequeno número de organizações com maturidade em BPM suficiente para aplicar essas tecnologias sofisticadas e o conhecimento sobre a tecnologia.

No entanto, “as organizações não devem selecionar um fornecedor só porque iBPMS representam a próxima geração de BPM”, observa Janelle. “Companhias que desejam promover a maturidade de BPM e melhorar os resultados dos negócios por meio da otimização de processos devem considerar investir em iBPMS”, finaliza.

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Publicado por em 16 de junho de 2012 em Tecnologia

 

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Business Intelligence é próximo passo de programas de BPM

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Gartner diz que busca por inteligência impulsiona novo modelo empresarial, que é considerado o próximo estágio do gerenciamento de processos de negócios.

As organizações estão estruturando suas operações comerciais de forma cada vez mais inteligente por meio de processos de integração de aplicações de análise, tecnologias e mobilidade. Essa é a conclusão de um estudo realizado pelo instituto de pesquisas Gartner, que destaca ainda o conceito revolucionário de “operações de negócios inteligentes” (IBO), que aparece como o próximo estágio no desenvolvimento de programas de gerenciamento de processos de negócios (BPM).

A próxima geração de ferramentas para administrar processos de negócios terá de ir além da economia de custos e aumento da eficiência, tornando-se mais flexível diante da dinâmica do mercado em constante mudança e pela demanda crescente dos clientes.

“As operações dos negócios do futuro irão integrar inteligência em tempo real”, diz Janelle Hill, vice-presidente e analista do Gartner. “Isso vai exigir uma nova abordagem de IBO. Um estilo de trabalhar com análise em tempo real com tudo integrado às atividades de transações ou os livros de contabilidade que são executados na empresa, por exemplo”, acrescenta.

Assim, a integração da análise de processos de negócios, em contraste com as antigas abordagens que separavam o trabalho analítico do transacional, vai ajudar a aprimorar e a agilizar as tomadas de decisão, orientando, assim, a empresa para melhores resultados.

“O impacto da integração de análise em tempo real com as operações empresariais é óbvia para as pessoas de negócios, porque muda a forma como elas executam seu trabalho”, conclui a analista.

Para atender às necessidades do IBO, o mercado está evoluindo para a próxima geração de Business Process Management Suites (iBPMS). Ao incorporar mais recursos de análise e outras tecnologias, como processamento de eventos, mídias sociais e dispositivos móveis, novos iBPMS possibilitarão uma visão mais consciente da situação da empresa em tempo real e, com ele, a capacidade de adaptar as respostas de forma adequada diante de ameaças e oportunidades.

Tendências globais contribuem para o crescimento da abordagem para IBO, aponta o Gartner. Elas incluem o reconhecimento crescente pelas empresas sobre o potencial de padrões de interação social em suas cadeias de valor, a necessidade de aumentar a produtividade dos profissionais e o movimento em direção ao Big Data e às análises em memória. 

Os principais inibidores do crescimento desse mercado são o pequeno número de organizações com maturidade em BPM suficiente para aplicar essas tecnologias sofisticadas e o conhecimento sobre a tecnologia.

No entanto, “as organizações não devem selecionar um fornecedor só porque iBPMS representam a próxima geração de BPM”, observa Janelle. “Companhias que desejam promover a maturidade de BPM e melhorar os resultados dos negócios por meio da otimização de processos devem considerar investir em iBPMS”, finaliza.

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Publicado por em 13 de junho de 2012 em Tecnologia

 

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