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Brasil é um dos países que menos respeita professor, diz estudo

O Brasil ficou em penúltimo lugar em um índice divulgado nesta quinta-feira (3) pela fundação internacional Varkey Gems que mostra, pela primeira vez, o status que os professores têm em seu país. Segundo o estudo, que fez uma pesquisa quantitativa com mil entrevistados por país analisado, o Brasil só fica atrás de Israel na pior valorização do professor. Leia a íntegra da pesquisa aqui, em inglês.

O estudo analisou a questão em 21 países – escolhidos pela sua melhor participação no Terceiro Estudo Internacional de Matemática e Ciências e no Programa Internacional de Avaliação de Estudantes – e apresenta resultados sobre o status do professor, a percepção de recompensa recebida pelo profissional e o controle e organização do setor de ensino. 

De acordo com a pesquisa, China, Coreia do Sul, Turquia, Egito e Grécia respeitam mais seus professores do que todos os outros países europeus e anglo-saxões analisados. No Brasil, menos 20% dos entrevistados responderam que encorajariam seus filhos a serem professores. Já na Coreia do Sul, a porcentagem é superior a 40%.

Já em relação a confiança de que o professor é capacitado para dar uma boa educação aos alunos, o Brasil foi o que mais respondeu que sim, seguido da Finlândia.

Em relação à comparação de profissões, Estados Unidos, Brasil e Turquia pensam que ensinar lembra o ofício de um bibliotecário. Já na China, a profissão é mais comparada a de médico.

Sobre o salário, em 95% dos países analisados as pessoas acham que os professores deveriam ganhar mais do que o tanto que acreditam que eles recebem por mês.

Fonte G1

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Publicado por em 3 de outubro de 2013 em Brasil

 

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Projeto on-line permite comparações entre as Constituições de 160 países

Apoiado pelo Google, site 'Constitute' permite a comparação entre as Constituições de 160 países (Foto: Reprodução)Apoiado pelo Google, site ‘Constitute’ permite a comparação entre as Constituições de 160 países (Foto: Reprodução)

Você sabia que, pelo menos, 66 países no mundo trazem em suas Constituições algum dispositivo que trata da liberdade de os cidadãos terem acesso a informações governamental e o Brasil faz parte desse grupo? Esse tipo de informação pode ser conferido por meio do Constitute Project, lançado nesta segunda-feira (23).

A iniciativa conta com o apoio do Google, por meio do Google Ideas, braço da companhia voltado a apoiar projetos que criem melhores formas de visualizar dados.

A compilação foi realizada pelo Comparative Constitutions Project, organização que digitaliza os textos de Constituições em todo o mundo.

Podem ser buscadas as Constituições de 160 países. É possível compará-las ao buscar termos comuns, restringir as pesquisas a um continente específico ou limitá-las a textos que foram elaborados ou emendados a partir de uma determinada data. Foram catalogados 350 termos.

Por exemplo, a maior parte dos países que trata da questão do acesso a dados governamentais está na Europa (20). São 18 os países africanos cujas Cartas tratam do assunto, 12, os americanos, e 16, os americanos.

“Nosso objetivo é armar os redatores [das Constituições] com uma melhor ferramenta para o design e escrita de Constituições. Nós também esperamos que os cidadãos utilizem o ‘Constitute’ para aprender mais sobre suas próprias constituições, e sobre a de outros países ao redor do mundo”, afirmou Sara Sinclair Brody, diretor do Google Ideas, em nota.

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Publicado por em 24 de setembro de 2013 em Tecnologia

 

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UE propõe limitar preço de telefonemas entre países do bloco

O custo de telefonemas entre países da Europa será limitado ao preço de uma ligação doméstica de longa distância, propôs a Comissão Europeia nesta quarta-feira (11), como parte de um plano para harmonizar o mercado das telecomunicações na União Europeia e incentivar o investimento em redes de alta velocidade.

A proposta, que também sugere limitar preço para usuários que recebam ligações em celulares durante viagens na Europa, sugere garantir à UE o poder de veto sobre vendas de espectro móvel por países-membros.

A proposta terá de ser aprovada pelos 28 países da UE e legisladores europeus, e é planejada para encorajar empresas de telecom a investir mais em infraestrutura de banda larga, assegurando que cidadãos europeus baixem dados na internet com a mesma rapidez vista na Ásia e na América do Norte.

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Publicado por em 13 de setembro de 2013 em Tecnologia

 

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Países decidem restringir pesca de atum ameaçado no Pacífico em 2014

Os países da região do Pacífico decidiram nesta quinta-feira (5) reduzir em 15% o volume de pesca de exemplares de atum-rabilho (Thunnus thynnus) na região, um acordo que a organização não-governamental Greenpeace considera insuficiente para proteger esta espécie ameaçada.

Nove países e territórios, entre eles Japão, Estados Unidos, China, Coréia do Sul e Taiwan, concluíram o acordo ao final de uma reunião da Comissão de Pesca do Pacífico Ocidental e Central, realizada durante quatro dias na cidade japonesa de Fukuoka.

Todos os governos participantes decidiram reduzir em 15% em 2014 suas capturas de exemplares de atum-vermelho com idade de até três anos. A medida vale em relação às capturas efetuadas entre 2002 e 2004, informou a Agência Pesqueira japonesa.

O acordo ainda tem que ser validado pela Assembleia Anual da Comissão, prevista para acontecer em dezembro, na Austrália.

O Greenpeace considerou insuficiente o recorte e pediu pela proibição total da pesca desta espécie. A ONG ressalta que a pesca em escala industrial mata muitos exemplares jovens antes que eles possam se reproduzir, oferecendo risco a esta espécie.

Em risco
Relatório apresentado pela União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN da sigla em inglês), afirma que mais da metade das espécies de atuns está ameaçada de extinção.

Segundo o estudo, publicado pelo jornal “Science” em 2011, cinco em cada oito tipos de atuns estão em situação grave de sobrevivência, sendo que três sofrem risco de desaparecer em todo planeta e outras duas espécies estão sob ameaça e não há como agir para ajudar.

O atum é um dos peixes mais procurados pelo mercado de pesca principalmente na Ásia. No Japão, sua carne é utilizada na produção de sushis e sashimis.

O atum vermelho de 445 km é mostrado pouco antes do leilão desta sexta-feira (16) em Tóquio. (Foto: AP)Exemplar de atum que foi capturado e é comercializado em mercado do Japão (Foto: AP)

Fonte G1

 
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Publicado por em 9 de setembro de 2013 em Tecnologia

 

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Países do Golfo pedem intervenção imediata para ‘libertar’ a Síria

O Conselho de Cooperação do Golfo (CCG) pediu neste sábado (7) à comunidade internacional uma intervenção imediata na Síria para “libertar” o povo da “tirania” de seu governo.

“O genocídio e as graves violações dos direitos humanos contra o povo sírio exigem uma intervenção imediata da comunidade internacional”, afirmou o secretário-geral do CCG, Abdellatif al-Zayani.

A intervenção deveria ter como objetivo “libertar o povo irmão da Síria da tirania de seu regime e acabar com seu sofrimento”, completa em um comunicado.

O pedido do CCG foi divulgado no momento em que o presidente americano Barack Obama espera um votação no Congresso a favor de uma intervenção militar contra o regime sírio, o qual acusa de ter utilizado armas químicas em 21 de agosto perto de Damasco.

“O regime sírio é completamente responsável pelo que acontece na Síria, por ter rejeitado todas as tentativas de solucionar a crise e seguir matando e destruindo, e ter usado armas químicas”, afirma Zayani.

Os países do Golfo apoiam as medidas destinadas a “dissuadir o regime sírio de cometer atos desumanos”, destaca.

O CCG é integrado por Bahrein, Kuwait, Omã, Emirados Árabes Unidos, Qatar e Arábia Saudita.

arte síria 3/9 (Foto: 1)

Fonte G1

 
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Publicado por em 8 de setembro de 2013 em Brasil

 

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Secretário dos EUA diz ter apoio de países europeus para ação na Síria

O secretário de Estado dos EUA John Kerry após participar de reunião com países da União Europeia (Foto: AFP/Pool/Susan Walsh)O secretário de Estado dos EUA John Kerry após participar de reunião com países da União Europeia (Foto: AFP/Pool/Susan Walsh)

O secretário de Estado americano John Kerry elogiou neste sábado (7) a declaração da União Europeia pedindo uma resposta forte ao suposto ataque químico na Síria.

“Fiquei encorajado pela declaração que a UE deu”, afirmou Kerry em uma coletiva de imprensa conjunta com seu colega francês Laurent Fabius.

Ele acrescentou que vários países – “uma cifra de dois dígitos” – estão preparados para fazer parte de uma ação militar. “Contamos com mais países dispostos a participar em uma ação militar do que poderíamos, hoje, utilizar no tipo de ação que contemplamos”, disse ainda.

Fabius, por sua vez, também elogiou o apoio crescente à ideia de uma ação na Síria. “Existe um apoio amplo e crescente. Agora, sete dos oito países do G8 compartilham desta ideia”, afirmou.

O chanceler francês desmentiu que a França e os Estados Unidos estejam isolados no cenário internacional ante sua vontade de realizar uma ação militar contra Damasco. “É o contrário”, afirmou Fabius.

Paris e Washington estão a favor de uma ação “curta e com objetivos precisos”, afirmou o chanceler francês.

‘Solução pacífica’
Kerry participou mais cedo de uma reunião de chanceleres do continente europeu em busca de apoios para uma provável ação liderada pelos EUA contra o regime de Assad, acusado de matar pelo menos 1.429 pessoas em um provável ataque com gás sarin nos subúrbios de Damasco em 21 de agosto.

Após o encontro, Catherine Ashton, chefe da diplomacia da União Europeia, afirmou que os países do bloco querem uma “resposta clara e forte” aos ataques químicos na Síria. Mas eles pediram cautela e insistiram na solução política.

Ashton disse que os 28 países da UE concordaram em uma avaliação de que a informação disponível parece mostrar sólidas provas de que o governo sírio realizou um ataque químico em agosto. Mas vários ministros afirmaram que é importante esperar o resultado do relatório dos inspetores da ONU sobre os ataques químicos antes de um pronunciamento.

arte síria 3/9 (Foto: 1)

Fonte G1

 
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Publicado por em 8 de setembro de 2013 em Brasil

 

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Países decidem restringir pesca de atum ameaçado no Pacífico em 2014

Os países da região do Pacífico decidiram nesta quinta-feira (5) reduzir em 15% o volume de pesca de exemplares de atum-rabilho (Thunnus thynnus) na região, um acordo que a organização não-governamental Greenpeace considera insuficiente para proteger esta espécie ameaçada.

Nove países e territórios, entre eles Japão, Estados Unidos, China, Coréia do Sul e Taiwan, concluíram o acordo ao final de uma reunião da Comissão de Pesca do Pacífico Ocidental e Central, realizada durante quatro dias na cidade japonesa de Fukuoka.

Todos os governos participantes decidiram reduzir em 15% em 2014 suas capturas de exemplares de atum-vermelho com idade de até três anos. A medida vale em relação às capturas efetuadas entre 2002 e 2004, informou a Agência Pesqueira japonesa.

O acordo ainda tem que ser validado pela Assembleia Anual da Comissão, prevista para acontecer em dezembro, na Austrália.

O Greenpeace considerou insuficiente o recorte e pediu pela proibição total da pesca desta espécie. A ONG ressalta que a pesca em escala industrial mata muitos exemplares jovens antes que eles possam se reproduzir, oferecendo risco a esta espécie.

Em risco
Relatório apresentado pela União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN da sigla em inglês), afirma que mais da metade das espécies de atuns está ameaçada de extinção.

Segundo o estudo, publicado pelo jornal “Science” em 2011, cinco em cada oito tipos de atuns estão em situação grave de sobrevivência, sendo que três sofrem risco de desaparecer em todo planeta e outras duas espécies estão sob ameaça e não há como agir para ajudar.

O atum é um dos peixes mais procurados pelo mercado de pesca principalmente na Ásia. No Japão, sua carne é utilizada na produção de sushis e sashimis.

O atum vermelho de 445 km é mostrado pouco antes do leilão desta sexta-feira (16) em Tóquio. (Foto: AP)Exemplar de atum que foi capturado e é comercializado em mercado do Japão (Foto: AP)

Fonte G1

 
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Publicado por em 6 de setembro de 2013 em Brasil

 

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