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Regime sírio e rebeldes firmam cessar-fogo em parte antiga de Homs

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O regime sírio e rebeldes islamitas firmaram um cessar-fogo em bairros da parte antiga de Homs, no centro do país, que deve ser aplicado nas próximas 24 horas, informou nesta sexta-feira (2) o Observatório Sírio de Direitos Humanos.

A ONG explicou que o acordo, que entrou em vigor ao meio-dia (hora local), estipula que os insurgentes devem deixar a parte velha ao norte da cidade, enquanto as forças governamentais devem assumir o controle do centro velho.

Em fevereiro, com mediação das Nações Unidas, ambos os lados já haviam pactuado uma trégua humanitária para permitir a evacuação de cerca de 1,4 mil civis na região.

A parte antiga está sendo atacada pelo Exército há 20 meses, o que causou uma grave deterioração das condições humanitárias em seu interior.

Na última terça-feira (29), pelo menos 55 pessoas morreram e 111 ficaram feridas, segundo os dados oficiais, em um duplo atentado perpetrado com dois carros-bomba em um bairro de maioria alauita, seita à qual pertence o presidente Bashar al Assad, em Homs.

No entanto, ativistas elevam o número de vítimas desse ataque, registrado no distrito de Al Zahra, para 100. A ação foi reivindicada pelo Frente al Nusra, filial da Al Qaeda na Síria.

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Publicado por em 2 de maio de 2014 em Brasil

 

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China admite que uma parte de seu solo está poluído

A poluição do solo da China afeta uma superfície comparável com a do Peru ou Colômbia, anunciou nesta quinta-feira (17) o governo, ao publicar os resultados de uma pesquisa até então mantida em segredo.

Dos 6,3 milhões de quilômetros quadrados estudados – cerca de dois terços da superfície da China -, calcula-se que 16,1% estejam contaminados, o equivalente a uma superfície que ultrapassa um milhão de quilômetros, segundo o ministério da Proteção do Meio Ambiente.

‘A situação do solo no âmbito nacional não é positiva’, admitiu o ministério em seu site, mencionando que as indústrias mineradoras e a agricultura são os principais responsáveis por este problema.

Mais de 80% dos agentes contaminantes detectados no solo é de origem biológica, segundo esta pesquisa realizada durante oito anos, de 2005 a 2013.

O estudo, cuja existência era conhecida há muito tempo, provocou muitos rumores porque as autoridades até o ano passado se negavam a torná-lo público, alegando segredo de Estado.

A deterioração da natureza é motivo de preocupação crescente da população chinesa, cada vez menos disposta a aceitar que o meio ambiente seja sacrificado em nome do crescimento.

Grande parte das águas na China estão média ou gravemente poluídas e os escândalos de contaminação das camadas freáticas são frequentes.

Isso sem mencionar as controvérsias em torno da deterioração da qualidade do ar, que afeta regiões inteiras da segunda economia mundial.

A ONG Greenpeace alertou nos últimos anos, entre outras coisas, sobre os efeitos das cinzas de carvão no país.

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Publicado por em 30 de abril de 2014 em Tecnologia

 

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Suposto incêndio criminoso deixa parte da capital venezuelana sem luz

Um suposto incêndio criminoso no maciço montanhoso que separa Caracas do Mar Caribe afetou o serviço elétrico e de transporte subterrâneo em diversas zonas da capital venezuelana, Caracas, informaram nesta terça-feira (25) fontes oficiais.

“O incêndio no Parque Nacional Waraira Repano (o antigo Ávila) afetou as linhas 1 e 2 do sistema elétrico Tacoa-Boyacá” e deixou sem abastecimento as regiões de La Candelaria, San Bernardino, San Agostinho, Sabana Grande e El Bosque, no norte da cidade, precisou o ministro da Energia Elétrica, Jesse Chacón.

Já o ministro de Ambiente, Miguel Rodríguez, assegurou ontem à noite à emissora estatal ‘VTV’ que o incêndio tinha sido “um ato provocado” com fins políticos, embora tenha evitado a especificar sua acusação.

Segundo Rodríguez, as chamas consumiram na segunda-feira (24) à noite cerca de 25 hectares de terra, enquanto as brigadas terrestres trabalham em sua extinção e a Guarda Nacional (polícia militar) aguarda para atuar com helicópteros.

O ministro de Energia Elétrica da Venezuela afirmou que o fornecimento de energia será estabilizado antes do entardecer, quando, segundo ele, os funcionários dos corpos de Bombeiros, Defesa Civil e da estatal Corporação Elétrica (Corpoelec) já terão controlado as chamas.

O ministro venezuelano de Transporte, Haiman El Troudi, revelou que o serviço do Metrô de Caracas ‘apresentou problemas’ em decorrência do incêndio e das conseguintes falhas, ‘o que impediu sua abertura no horário habitual’ (05h30 locais).

Troldi acrescentou que o incêndio ‘foi provocado intencionalmente para gerar falhas e paralisações dos serviços’ elétrico e de transporte subterrâneo, embora também não tenha oferecido mais detalhes.

Fonte G1

 
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Publicado por em 26 de março de 2014 em Brasil

 

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Segunda parte de relatório do IPCC adverte sobre futuro sombrio do clima

Secas, inundações, conflitos, perdas econômicas cada vez mais profundas. Este é o cenário que aguarda o planeta caso não se reduzam as emissões de dióxido de carbono (CO2), advertem cientistas da ONU em seu próximo relatório sobre o aquecimento global.

O rascunho do próximo informe do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC, na sigla em inglês), ao qual a AFP teve acesso, faz parte de um amplo estudo que contribuirá para determinar políticas e orientar negociações nos próximos anos.

Os cientistas e representantes dos governos se reunirão na cidade japonesa de Yokohama a partir da terça-feira para redigir um resumo de 29 páginas, que será publicado juntamente com o relatório completo em 31 de março.

“Temos uma imagem mais clara do impacto e das consequências, inclusive as consequências para a segurança”, disse Chris Field, da americana Carnegie Institution, que chefia a pesquisa.

O trabalho vem a público seis meses depois do primeiro volume do V Relatório de Avaliação, no qual os cientistas deixaram claro sua certeza irrefutável de que o aquecimento global tem a mão do homem.

Primeira parte foi divulgada ano passado
No informe era previsto um aumento das temperaturas entre 0,3ºC e 4,8ºC neste século, 0,7ºC acima da média desde a Revolução Industrial. O nível dos oceanos aumentará entre 26 e 82 centímetros até 2100, segundo suas estimativas.

De acordo com o novo rascunho, os danos serão disparados a cada grau adicional, embora seja difícil quantificá-los. Um aumento nas temperaturas de 2,5ºC com relação à era pré-industrial – 0,5ºC a mais que a meta fixada pela ONU – reduzirá os ganhos mundiais anuais entre 0,2% e 2,0%, o que corresponde a centenas de bilhões de dólares.

“É certo que as avaliações que podemos fazer atualmente ainda subestimam o impacto real da mudança climática futura”, disse Jacob Schewe, do Instituto Postdam para a pesquisa das Mudanças Climáticas (PIK) na Alemanha, que não participou da elaboração do rascunho do IPCC.

O relatório destaca alguns perigos:
Inundações: as emissões crescentes de gases de efeito estufa aumentarão “significativamente” o risco de inundações, às quais Europa e Ásia estarão particularmente expostas. Se confirmado o aumento extremo de temperaturas, três vezes mais pessoas ficarão expostas a inundações devastadoras.

Seca: a cada primeiro adicional na temperatura, outros 7% da população mundial terão reduzidas em um quinto as fontes de água renováveis.

Aumento do nível dos mares: se nada for feito, em 2100 “centenas de milhões” de habitantes das regiões costeiras serão levados a se deslocar. Os pequenos países insulares do leste, sudeste e sul da Ásia verão suas terras reduzidas.

Fome: os cultivos de trigo, arroz e milho perderão em média 2% por década, enquanto a demanda de cultivos aumentará 14% em 2050, devido ao aumento da população mundial. Os mais prejudicados serão os países tropicais mais pobres.

Desaparecimento de espécies: “grande parte” das espécies terrestres e de água doce correrá risco de extinção, pois as mudanças climáticas destruirão seu hábitat.

Ameaça para segurança
“As mudanças climáticas no século 21 empurrarão os Estados a novos desafios e determinarão de forma crescente as políticas de segurança nacional”, adverte o esboço de resumo. Ainda assim, algumas repercussões transfronteiriças das mudanças climáticas – a redução das zonas geladas do planeta, as fontes de água compartilhadas ou a migração dos bancos de peixes – “têm o potencial de aumentar a rivalidade entre os países”, diz o informe.

A redução das emissões de gases de efeito estufa ‘nas próximas décadas’ permitirá desativar algumas das piores consequências das mudanças climáticas até o final do século, destacou o informe.

Em 13 de abril, o IPCC divulgará, em Berlim, seu terceiro volume sobre estratégias para fazer frente às emissões de gases de efeito estufa.

Em seus 25 anos de História, o IPCC publicou quatro “‘relatórios de avaliação”, e cada um fez um alerta sobre as gigatoneladas de dióxido de carbono emitidas pelo tráfego, as centrais energéticas e os combustíveis de origem fóssil, assim como o metano, gerado pelo desmatamento e pela pecuária.

O volume de Yokohama vai além dos anteriores, ao oferecer em detalhes o impacto regional das mudanças climáticas, assim como os riscos de conflito e o aumento do nível dos mares.

O último grande relatório publicado do IPCC, de 2007, contribuiu para criar um momento político propício que levou à convocação da cúpula do clima de Copenhague de 2009, mas sua reputação foi abalada por alguns erros que os céticos aproveitaram para demonstrar a existência de uma visão tendenciosa sobre esta ameaça.

IPCC - arte (Foto: G1)

Fonte G1

 
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Publicado por em 24 de março de 2014 em Tecnologia

 

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UE assina parte política de acordo de associação com a Ucrânia

Os chefes de Estado e de governo da União Europeia (UE) assinaram nesta sexta-feira (21) com o primeiro-ministro da Ucrânia, Arseni Yatseniuk, os capítulos políticos do acordo de associação que foi oferecido ao governo anterior de Kiev, cuja rejeição em novembro do ano passado desencadeou os protestos no país.

“A assinatura da parte política do acordo UE-Ucrânia simboliza a importância que damos às relações e que seguiremos em frente”, disse o presidente do Conselho Europeu, Herman Van Rompuy.

Com este gesto político com um governo interino, os 28 membros da UE manifestam seu apoio à Ucrânia, que vacila diante de seu vizinho, que acaba de anexar um território que até então pertencia a Kiev.

A UE, no entanto, já advertiu que este acordo não significa que a Ucrânia, que nesta semana abandonou a Comunidade de Estados Independentes (CEI, herdeira da URSS), vá se incorporar no médio prazo ao bloco.

Após a assinatura do acordo, o primeiro-ministro ucraniano Arseni Yatseniuk pediu que a UE  imponha sanções econômicas para frear as ambições da Rússia.

“A melhor maneira de conter a Rússia é impor uma verdadeira pressão econômica”, declarou Yatseniuk ante os jornalistas reunidos em Bruxelas, ao ser indagado se a “Rússia decidiu impor uma nova ordem mundial”.

“Todos temos de pagar o preço, pela paz, pela estabilidade, pela segurança e pelos valores”, acrescentou o chefe de governo ucraniano.

arte crimeia 17.03 (Foto: Arte/G1)

Os líderes europeus pretendem enviar assim um sinal a Moscou, que anunciou que formalizará nesta semana a incorporação da Crimeia e do porto de Sebastopol à Federação Russa.

O acordo foi assinado no segundo e último dia da cúpula de chefes de Estado e de governo da UE, que decidiu na quinta-feira (20) aplicar medidas punitivas contra outras 12 personalidades russas vinculadas ao referendo de secessão da península autônoma ucraniana da Crimeia e a sua anexação à Rússia.

Os europeus esperam poder assinar os outros capítulos deste acordo de 1.200 páginas, essencialmente as disposições comercial, econômica, financeira e judicial, antes do fim do ano, sem que isso implique o início de negociações de adesão no médio prazo da Ucrânia ao bloco.

A assinatura ocorre cinco dias após o referendo mediante o qual os habitantes da península da Crimeia decidiram por esmagadora maioria se separar da Ucrânia para se integrar à Rússia, em meio ao maior confronto entre o Leste e o Oeste desde o desmembramento da URSS, no início dos anos 90.

A UE prometeu no dia 5 de março um pacote de ajuda de 11 bilhões de euros às novas autoridades da Ucrânia, dos quais pode desembolsar o primeiro 1,6 bilhão após a assinatura deste acordo, desde que Kiev também alcance um compromisso com o Fundo Monetário Internacional (FMI).

A UE também decidiu nesta cúpula adiantar para junho, no mais tardar, a assinatura de outro acordo similar destinado a reforçar a associação política e a integração econômica da Geórgia e da Moldávia, outras ex-repúblicas soviéticas.

Rússia
A Rússia criticou nesta sexta-feira a assinatura da parte política do Acordo de Associação entre Ucrânia e a União Europeia (UE), ao considerar que não responde aos interesses do povo ucraniano.

“Este não é um passo ditado pelos interesses da economia e do povo ucraniano em seu conjunto, mas uma nova tentativa de ganhar pontos na parte geopolítica”, afirmou Sergei Lavrov, ministro russo das Relações Exteriores.

Lavrov destacou que a assinatura do acordo ocorre “quando o Estado ucraniano está imerso em uma profunda crise e quando aqueles que se autoproclamaram governantes não contam nem com apoio e nem com legitimidade de uma grande parte de seu próprio povo.”

Acordo
O acordo de associação deverá “promover a aproximação gradual” entre UE e Ucrânia sobre os valores comuns e vínculos privilegiados que são compartilhados pelas partes, e também para fomentar a participação da Ucrânia nas políticas comunitárias e em seus programas e agências.

Além disso, oferece um marco apropriado para o diálogo político em todas as áreas de interesse mútuo e serve para “promover, preservar e reforçar a paz e a estabilidade”.

É também o ponto de partida para fortalecer as condições econômicas e comerciais que levem a Ucrânia para uma integração gradual no mercado interno da UE, inclusive o estabelecimento de uma área de livre-comércio.

Também deverá facilitar a cooperação em matéria de Justiça, Liberdade e Segurança com o objetivo de fortalecer o Estado de Direito e o respeito aos direitos humanos e às liberdades fundamentais.

A assinatura do pacto não estabelece nenhuma data concreta para a conclusão do processo de aproximação entre UE e Ucrânia. Entretanto, está prevista uma revisão do mesmo no prazo de cinco anos, ou antes, se for de comum acordo entre as partes.

Os capítulos assinados hoje se limitam a determinar as bases políticas da relação bilateral e a criar uma série de órgãos que serão responsáveis pelo acompanhamento do processo de aproximação da Ucrânia com a UE.

Incluem também o compromisso de realizar cúpulas bilaterais no mais alto nível pelo menos uma vez por ano, assim como outros encontros ministeriais de caráter social e setorial com mais frequência.

Fonte G1

 
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Publicado por em 21 de março de 2014 em Brasil

 

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França suspende maior parte de sua cooperação militar com a Rússia

A França suspendeu a maior parte de suas atividades de cooperação militar com a Rússia, especialmente a o intercâmbio de visitas e exercícios conjuntos, indicou nesta sexta-feira (21) o ministro da Defesa, Jean-Yves Le Drian.

A Europa e os Estados Unidos estão implantando retaliações econômicas à Rússia após a anexação pelo governo de Vladimir Putin da região ucraniana da Crimeia, de maioria russa.

“A França suspendeu a maior parte de suas atividades de cooperação militar com a Rússia”, afirmou o ministro, em visita a Tallin, Estônia, dentro de um rápido giro pelos países bálticos e a Polônia, no contexto da crise ucraniana.

Segundo fontes ligadas ao ministro, os contatos entre os dois Estados-Maiores da França e da Rússia foram cancelados.

Um exercício militar entre Estados Unidos, Grã-Bretanha, França e Rússia, previsto para abril, também foi anulado, segundo a mesma fonte.

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Fonte G1

 
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Publicado por em 21 de março de 2014 em Brasil

 

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Presidente sul-africano deve reembolsar parte de obra em sua casa

O presidente sul-africano Jacob Zuma deverá reembolsar parte das obras efetuadas com dinheiro público em sua residência privada de Nkandla (leste) sem que houvesse relação com a segurança do chefe de Estado.

Entre as reformas realizadas na casa, avaliadas em 246 milhões de rands (16,5 milhões de euros), estão um centro de visitantes, um anfiteatro, um galinheiro, um curral para gado e uma piscina, afirmou uma das mediadoras na luta contra a corrupção no país, Thuli Madonsela.

O anúncio acontece a sete semanas das eleições gerais de 7 de maio.

Foto de 21 de janeiro mostra a casa de Jacob Zuma em Nkandla; reforma feita com dinheiro público custou US$ 23 milhões (Foto: Marco Longari/AFP)Foto de 21 de janeiro mostra a casa de Jacob Zuma em Nkandla; reforma feita com dinheiro público custou US$ 23 milhões (Foto: Marco Longari/AFP)

Os gastos assumidos pelo Estado ultrapassam o que era razoavelmente necessário para a segurança do presidente, foram inconscientemente excessivos e provocaram o desvio de fundos, criticou a funcionário no relatório “Segurança com todo conforto”.

“Uma das medidas podem ser consideradas ilegais e os atos investigados representam condutas censuráveis e má gestão”, escreveu Madonsela.

“O presidente deve reembolsar um percentual razoável dos custos”, disse.

O valor deve ser determinado pelo serviços fiscal.

No relatório, ela também pede que o presidente “puna os ministérios pela forma espantosa como o projeto Nkandla foi administrado”, o que chama de ‘malversação de recursos públicos’.

“Os fundos foram desviados do projeto de reforma do centro da cidade de Durban e do programa do ministério de Obras Públicas de gestão de riscos”, destaca o documento.

Fonte G1

 
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Publicado por em 19 de março de 2014 em Brasil

 

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