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Crise da Ucrânia pode afetar pacto de arma atômica, diz secretário da ONU

O secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-moon, alertou nesta segunda-feira (24) que a crise na Ucrânia pode ter profundas implicações para a integridade de um tratado mundial concebido para evitar a disseminação de armas nucleares.

A Ucrânia desistiu de seu arsenal nuclear da era soviética em 1994, conforme os termos do Memorando de Budapeste, assinado em conjunto com Grã-Bretanha, Estados Unidos e Rússia. O tratado deu garantias à soberania e integridade da Ucrânia em troca do compromisso, uma vez cumprido, de desistir das armas nucleares do país.

No entanto, a Rússia se apoderou da região ucraniana da Crimeia, cuja população é majoritariamente de origem russa, depois da queda em fevereiro do presidente pró-russo da Ucrânia e de meses de protestos em massa contra o governo.

Nesta segunda-feira, a Ucrânia ordenou que suas tropas remanescentes deixem a Crimeia, depois que as forças russas invadiram uma das últimas bases ucranianas nessa região do Mar Negro.

Os comentários de Ban sugerem a preocupação de que os acontecimentos na Ucrânia possam fazer com que alguns países se tornem mais relutantes em desistir de qualquer capacidade que possuam no âmbito das armas nucleares, ou levar outros a buscar produzi-las.

Em um pronunciamento em uma cúpula sobre segurança nuclear, em Haia, Ban disse que as garantias de segurança foram uma condição essencial para a posterior adesão da Ucrânia ao Tratado de Não-Proliferação Nuclear (TNP), de 1970 – o pacto antiarmas nucleares firmado por 189 nações.

“No entanto, a credibilidade das garantias dadas à Ucrânia no Memorando de Budapeste de 1994 foi seriamente abalada pelos últimos acontecimentos”, disse ele à cúpula, da qual participam líderes de 53 países, incluindo o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama.

Fonte G1

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Publicado por em 26 de março de 2014 em Brasil

 

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Ucrânia e UE podem assinar pacto que fortalece laços políticos

A Ucrânia e a União Europeia podem assinar ainda neste mês a parte política de um acordo de associação para aprofundar os laços, disse o ministro interino das Relações Exteriores do país nesta segunda-feira (10).

“Nossa visão é que, se houver vontade política e preparação, a data de 21 de março é possível”, afirmou Andriy Deshchytsia observando que uma reunião de cúpula de líderes da União Europeia foi planejada para aquele dia.

O presidente deposto Viktor Yanukovich recuou de um pacto semelhante em novembro, provocando semanas de protestos que levaram à sua remoção do cargo.

Deshchytsia também disse que a Ucrânia poderia apresentar reclamações sobre as ações russas na Crimeia, que é controlada por forças russas, aos tribunais internacionais.

Rússia
Os Estados Unidos pediram que a Rússia forneça provas de que está disposta a agir em relação a uma série de propostas de Washington destinadas a colocar fim à crise na Ucrânia.

O secretário americano de Estado, John Kerry, compartilhou uma série de ideias com seu colega russo, Serguei Lavrov, e está disposto a continuar com o diálogo “quando tivermos evidências concretas de que a Rússia está disposta a avançar sobre estas propostas”, declarou a porta-voz do departamento de Estado, Jen Psaki.

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Fonte G1

 
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Publicado por em 10 de março de 2014 em Brasil

 

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Justiça italiana fala de ‘pacto’ entre a máfia e Berlusconi

A justiça italiana mencionou a existência de um “pacto” de quase 20 anos entre Silvio Berlusconi e a máfia siciliana, na publicação da condenação de uma pessoa ligada ao Cavaliere nesta quinta-feira (5).

Segundo o Tribunal de Apelação de Palermo, o ex-senador Marcello Dell’Utri, condenado em março a sete anos de prisão por cumplicidade com a máfia, serviu como “mediador no pacto entre Silvio Berlusconi e a máfia”, que forneceu proteção ao Cavaliere entre 1974 e 1992 em troca de dinheiro.

O Tribunal citou uma reunião organizada em maio de 1974 em Milão por Dell’Utri com Berlusconi e vários chefes da máfia, que “marcou o início desse pacto vinculativo entre Berlusconi, Dell’Utri e a Cosa Nostra (a máfia siciliana) até 1992”.

Sob este acordo, “o empresário milanese” Berlusconi “abandonou qualquer ideia de ser protegido pelas instituições, e se colocou sob o guarda-chuva da proteção da máfia”, “sem nunca fugir a obrigação de pagar grandes somas para a máfia”, de acordo com o esperado publicado pela imprensa italiana.

Em função disso, Berlusconi chegou a contratar um cuidador de cavalos em Arcore, sua mansão perto de Milão, “não tanto pela sua paixão por cavalos”, mas apenas “para garantir a presença da máfia na mansão”, indicou o Tribunal.

Além do pagamento em dinheiro de Silvio Berlusconi a Cosa Nostra através de Dell’Utri, o pacto permitiu que a “associação mafiosa fortalecesse e consolidasse seu próprio poder”, assegura o Tribunal.

Durante o julgamento do recurso apresentado por Dell’Utri em setembro de 2012, Silvio Berlusconi foi ouvido como testemunha por três horas sobre a denúncia de extorsão pela máfia de cerca de 40 milhões euros em troca de proteção.

Berlusconi rejeitou a acusação, dizendo que simplesmente queria “ajudar um amigo”.

Silvio Berlusconi acena para simpatizantes do lado de fora de sua residência em Roma. O ex-primeiro ministro afirmou que finalmente a Itália teria um governo, pouco antes do anúncio feito por Enrico Letta (Foto: AP)Silvio Berlusconi acena para simpatizantes do lado de fora de sua residência em Roma no mês de abril(Foto: AP)

Fonte G1

 
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Publicado por em 6 de setembro de 2013 em Brasil

 

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