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G1 ouviu: ‘Barbie rapper’, Iggy Azalea exalta dinheiro e desdenha do amor

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Iggy Azalea (Foto: Divulgação)Iggy Azalea (Foto: Divulgação)

Uma boneca Barbie está entre as 17 coisas com as quais a rapper Iggy Azalea se parece. A cantora também lembra o personagem animado Doug Funnie de peruca loira e até uma cumbuca de sopa de mariscos. A lista de semelhanças feita por um site dos EUA é um dos sinais da atual obsessão dos norte-americanos pela australiana de 23 anos.

Iggy exalta o dinheiro e dispensa romance no LP de estreia, “The new classic”. “Fuck love, give me diamonds” (foda-se o amor, me dê diamantes) é um dos melhores refrãos. O maior hit é “Fancy”. A parceria com Charlie XCX está em 2º lugar na “Billboard”. A revista aposta em “Fancy” como hit do verão (no hemisfério norte). “Problem”, com Ariana Grande, também está em alta, mas não está no CD.

O que põe “Fancy” acima do disco mediano é o refrão matador da parceira. A inglesa, outra revelação pop, dá um alívio de diversão ao falatório egocêntrico. Charlie XCX é a desconhecida mais ouvida da música atual. Além do provável hit do verão deste ano, ela também colaborou com um dos sucessos do ano passado, “I love it”, do Icona Pop.

De ‘popozuda’ a glamourosa
“The new classic” começa morno, com faixas que não justificam a atenção dada à cantora. “Walk the line” e “Don’t need y’all” batem na mesma tecla: “Ninguém me deu bola, e agora que sou ‘hot’, não vou dar moleza”. Algo como o “você não acreditou, nem sequer notou” de “Baba baby”, de Kelly Key.

Parece exagero abrir o álbum declarando vitória, mas o discurso faz sentido. Iggy Azalea saiu da Austrália aos 16 anos para ser rapper nos EUA. Em 2011, teve algum destaque com o single “Pu$$y”, de letra sexualmente explícita, entre outras faixas. A cintura fina e quadril avantajado levaram alguns críticos a tratá-la como só mais uma “popozuda” no concorrido mercado do rap. Iggy se mostrou mais que isso.

Foram três anos entre chamar atenção e lançar o álbum. Ela provou o talento em “Work”, ótimo single de 2013. A faixa resume sua trajetória em narrativa esperta (“Sem família, sem dinheiro, 16 anos no meio de Miami”). Lançar o disco já é uma vitória. Apesar da sensualidade de “Bounce”, ela quer mesmo é parecer vencedora e glamourosa. E, assim como a brasileira Valesca, é do alto da área VIP que vê os detratores.

A “Barbie rapper” não precisa de um Ken ou outro homem para se dar bem na vida. Ela tem boas ideias, apesar de desperdiçar parte delas exaltando as supostas virtudes.

Iggy Azalea no clipe de ‘Bounce’ (Foto: Divulgação)Iggy Azalea no clipe de ‘Bounce’ (Foto: Divulgação)

Romantismo financeiro
Nas poucas vezes em que fala de amor, Iggy Azalea mostra visão peculiar. “Vamos formar uma joint venture, ser parceiros até nossas ações se valorizarem”, propõe em “Change your life”. Em “Fuck love”, o argumento para rejeitar a nova paixão é irrefutável: “Já estou apaixonada por mim mesma”. Ela cita a referência óbvia: “Material girl”, de Madonna.

A autoestima rompe limites em “Goddess”, em que a aspirante a estrela se declara deusa. Pelo menos a faixa mostra mais verve que o início de “The new classic”. É um dos momentos que vale o álbum. Solo saturado de guitarra e tensão crescente à Kanye West sustentam autoelogios.

Azalea volta a derrapar no fim. “Rolex” reforça o romantismo financeiro. A lógica é: “se tempo é dinheiro e você me fez perder tempo, devolva a grana”. Ela faz referência ao fim de namoro com um rapper. O nome do ex é apropriado para a garota que ama cifrões: A$ap Rocky. No encerramento, volta a aludir ao término, com discurso choroso que contradiz o resto do disco.

Controvérsia
“O hip hop é comandado por uma mulher branca, loira e australiana”, disse a revista “Forbes”. A reportagem foi ironizada por Nicki Minaj, atual rapper mais poderosa dos EUA, ameaçada pela estrangeira. Outros fãs e críticos também consideraram o artigo exagerado e racista. A revista mudou a frase. Não é o primeiro nem o último tumulto causado por Iggy Azalea.

Iggy Azalea se apresenta no festival 'The Sound of Change' no estádio Twickenham, em Londres, neste sábado (1º). O show faz parte de uma campanha em defesa da mulher organizada pela Chime for Change, fundada por Salma Hayek, Frida Giannini e Beyoncé. (Foto: REUTERS/Neil Hall)Iggy Azalea se apresenta no festival ‘The Sound of Change’, em Londres (Foto: Reuters /Neil Hall)

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Publicado por em 28 de maio de 2014 em Música

 

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G1 ouviu: 2º CD póstumo de Michael Jackson é menos ‘fake’, mas é ruim

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Capa do disco 'Xscape', de Michael Jackson (Foto: Divulgação)Capa do disco ‘Xscape’, de Michael Jackson
(Foto: Divulgação)

Sempre que algum executivo da Epic Records e da Sony Music fala sobre o segundo CD póstumo de Michael Jackson (1958-2009), a “defesa” tem um argumento. O disco “deixaria Michael orgulhoso”. A garantia é de L.A. Reid, produtor executivo do disco, presidente da Epic e parceiro da nata do pop e R&B.

O G1 ouviu as oito inéditas de “Xscape” em evento para jornalistas, em São Paulo. O disco será lançado no dia 13 de maio e está em pré-venda no iTunes. Uma edição deluxe terá as gravações originais.

Liberar as versões pré-produzidas do 12º trabalho do rei do pop, sucessor do detonadíssimo “Michael” (2010), é mais uma tentativa de mostrar que houve mais cuidado desta vez com as sobras de estúdio que Michael deixou. É fácil constatar que “Xscape” é melhor do que o primeiro CD póstumo. O trabalho é mais cuidadoso, mas ainda assim o CD fica em um espaço nada nobre da discografia do cantor. No geral, é um disco bem ruim.

Veja abaixo o faixa a faixa de ‘Xscape’, novo disco de Michael Jackson:

‘Love never felt so good’
O disco começa com uma batida animada, levemente dançante. Depois, piano e falsetes ganham força. É a mais conhecida: vazou nos anos 2000 e foi composta nos anos 80 por Michael com Paul Anka. Nunca foi lançada, mas quem é fã do cantor já deve ter ouvido. Há trecho que faz lembrar vagamente “Levon”, de Elton John.

‘Chicago’
Com batidas mais graves e pesadas, ele canta de forma menos suave. Os vocais são gritados, em estilo “They don’t care about us”. O Michael de voz meio raivosa duela com um Michael de voz doce e anasalada. Mas o confronto entre tipos de vozes do rei do pop não dá liga. É o pior momento de “Xscape”. As primeiras versões da música foram gravadas em 1987. Houve uma segunda tentativa de recauchutar os versos em 2009, para o CD “Invincible”, de 2001. Sim, esta foi a terceira tentativa de botar a música em um disco.

Michael Jackson durante show em dezembro de 1996 (Foto: AP Photo/Pat Roque, File)Michael Jackson em 1996 (Foto: AP/Pat Roque)

‘Loving you’
É uma faixa simples, um pouco menos agitada. Poderia facilmente ser um lado B de algum disco de Michael Jackson nos anos 90. Ele canta que se sente triste, mas que vai se encontrar com ajuda do amor. Nada tem a ver com “Who’s lovin’ You”, faixa de Smokey Robinson regravada com sucesso pelo Jackson 5.

‘A place with no name’
Irritante no começo, ela melhora do meio para o fim. Tem o refrão mais cantarolável do disco. O “na na na” repetido no último minuto de canção até que funciona, mas tem sonoridade um bocado artificial. Foi a primeira música a vazar após a morte de Michael Jackson. Um trecho de 24 segundos foi divulgado pelo site TMZ, em julho de 2009.

‘Slave to the rhythm
Tem um clima épico no início, mas depois descamba para um eletrônico de dar dor de cabeça em quem não curte arranjos muito poluídos, cheios de camadas. Michael conta a história de uma mulher que dança e se diz “escrava do ritmo”. É uma canção ok, com produção de Timbaland (já requisitado por Madonna, Justin Timberlake e Nelly Furtado). É outra que já é bem conhecida de quem se interessa por sobras de Michael. Os primeiros esboços da então “Slave 2 the rhythm” são do comecinho dos anos 90. Em 2013, uma versão em dueto com Justin Bieber foi tocada em rádios e postada no YouTube. Saiu do ar.

“Ela escreveu que está cansada de ser usada por seu padrasto / Dizendo que ele vai lhe comprar coisas, enquanto abusa sexualmente dela”‘Do you know where your children are?’,
de Michael Jackson

‘Do you know where your children are?’
Sintetizadores dividem espaço com os famosos gritinhos de Michael Jackson. É “u-hu” para lá, “i-ih” para cá… O arranjo é frenético. “Ela escreveu que está cansada de ser usada por seu padrasto / Dizendo que ele vai lhe comprar coisas, enquanto abusa sexualmente dela”, canta Michael. O cantor foi acusado duas vezes de abusar sexualmente de crianças. Ele negou com veemência as acusações.

‘Blue gangsta’
“O que você vai fazer?”, pergunta inúmeras vezes Michael, em R&B muito repetitivo. O vocal oscila entre o mais sussurrado e o “revolts”. “Estou encantado com o que você disse e com as coisas que você fez para mim”, declara-se. A letra até ganha pontos por ser emotiva, direta. Mas a parte musical é bem aquém do que se espera do rei do pop. “Blue gangsta” parece sobra de estúdio do Black Eyed Peas, não de Michael Jackson.

‘Xscape’
A faixa-título é uma das melhores do CD. Bem acabada, ela tem um Michael de voz às vezes irreconhecível e isso não prejudica a música. Trata-se de uma colagem de vozes, batidas e levadas que faz qualquer um se mexer. É mais uma que ficou de fora de “Invincible”.

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Publicado por em 1 de maio de 2014 em Música

 

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Você ouviu falar desse aparelhinho espião?

Adaptador colocado antes do conector do teclado pode ser usado para roubar dados do usuário do computador! Mas será que esse aparelho existe mesmo?

O alerta não é novo! Circula pela web há vários anos e sempre volta a aparecer nas redes sociais e em blogs. De acordo com o texto, é preciso tomar muito cuidado ao usar computadores em lan houses, hotéis ou em cybercafés, pois pode haver um pequeno dispositivo conectado entre o teclado e o desktop.

O dispositivo, segundo o texto, é usado por criminosos para capturar os dados digitados pelo usuário para, posteriormente, poder usa-los para roubar dados da vítima.

Ao final do texto, o alerta pede – em letras maiúsculas – para que o alerta seja repassado ao maior numero de pessoas.

Abaixo, uma reprodução do aviso que se espalhou pela internet:

Texto adverte para o uso de um aparelho espião! Será verdade? (foto: Reprodução/Internet)

É verdadeiro! Apesar do texto possuir várias características de um boato virtual, o aparelhinho existe mesmo!

O Keylogger ou Espião de Teclado é um pequeno dispositivo que consegue gravar tudo o que é digitado através do teclado. Depois, com ajuda de algum software específico, o “espião” pode acessar os dados ali gravados.

Pode ser usado tanto para roubar dados pessoais (como senhas bancárias e/ou de e-mails), quanto para monitorar os filhos e/ou empregados de uma empresa.

Keylogger. Aparelho usado para capturar o que está sendo digitado no teclado! (foto: Reprodução/Wikipédia)

Existem vários modelos de keyloggers à venda por aí. No Mercado Livre, por exemplo, podemos comprar o aparelho com bastante facilidade.

Há, inclusive, modelos sem fio que podem enviar as informações por uma rede wireless.

Abaixo, um keylogger para conexão USB:

Versão USB (foto: Divulgação)

É preciso que fique bem claro que a existência de um adaptador no teclado do computador não significa necessariamente que aquele equipamento está sendo monitorado!

Muitas vezes são usados adaptadores normais que convertem a conexão PS2 para USB ou de PS2 para Serial:

Adaptadores de PS2 para Serial para Teclado (Esses não gravam nada!)

Podemos encontrar versões de Keyloggers que não necessitam de instalação física no hardware do computador. Nesse caso, o usuário instala um programa na máquina que deseja monitorar para que ele lhe envie tudo o que está sendo digitado por e-mail ou salve num arquivinho de texto. Basta dar uma busca por “keylogger software” no Google.

Evite entrar em sites como os de bancos em computadores públicos;Ao acessar sites bancários em locais públicos, evite inserir sua senha através do teclado (prefira o teclado virtual).Conheça a reputação do local de onde está acessando;Exija que seus dados de navegação sejam apagados da memória do equipamento;Não forneça a suas senhas a terceiros (às vezes, o usuário fica tão preocupado com a sua senha, mas se esquece de que alguém pode estar vendo o que está sendo digitado por cima dos seus ombros)

O tal aparelho existe mesmo! No entanto, o fato de haver um adaptador de teclado atrás do computador não significa que se trata de um espião. Ah! É bom saber também que existem keyloggers em forma de softwares que são difíceis de serem identificados!

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Publicado por em 31 de maio de 2013 em Tecnologia

 

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Já ouviu a trilha sonora da campanha de Obama?

Dependendo de seu gosto por música ou de sua tolerância para o gosto dos outros, a última jogada social de Barack Obama pode parecer demais. Na última quinta-feira (9/02) ele divulgou a trilha sonora de sua campanha à reeleição: a playlist, publicada no serviço de streaming Spotify é eclética, e conta com músicas de Ricky Martin, REO Speedwagon e James Taylor.

Além de ter compartilhar a lista pelo próprio portal de straming, a equipe do atual presidente dos Estados Unidos também utilizou as redes sociais Facebook e Twitter. “Um pouco de Wilco, uma pitada de No Doubt – veja o que mais entrou para a nova playlist oficial da campanha #Obama2012”, diz a mensagem no microblogging.

Há mais de vinte músicas entre as escolhidas. Bruce Springsteen entra com “We Take Care of Our Own”, U2 tem a “Even Better Than the Real Thing” e cantora de soul Aretha Franklin aparece com “The Weight”. É melhor deixar para especialista em política ou para os assessores de Obama a tarefa de explicar como as canções se harmonizam com suas propostas.

Leia mais: Twitter será fundamental nas eleições este ano, diz CEO da rede

O atual chefe da Casa Branca é reconhecido como um dos políticos mais familiarizados com tecnologia já eleitos nos EUA. Muito se falou, por exemplo, de seu apego ao BlackBerry – agora, provavelmente, o mais seguro do mundo – e da feira de ciências organizada na própria sede do executivo. Ainda assim, uma análise recente mostrou que os portais dos candidatos republicanos são bem mais rápidos e sofisticados.

Desde que chegou aos Estados Unidos, há pouco mais de seis meses, o Spotify tem feito uma série de anúncios, incentivando os consumidores a integrar seus recursos ao smartphone ou aos perfis nas redes sociais.

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Publicado por em 5 de março de 2012 em Tecnologia

 

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Já ouviu a trilha sonora da campanha de Obama?

Dependendo de seu gosto por música ou de sua tolerância para o gosto dos outros, a última jogada social de Barack Obama pode parecer demais. Na última quinta-feira (9/02) ele divulgou a trilha sonora de sua campanha à reeleição: a playlist, publicada no serviço de streaming Spotify é eclética, e conta com músicas de Ricky Martin, REO Speedwagon e James Taylor.

Além de ter compartilhar a lista pelo próprio portal de straming, a equipe do atual presidente dos Estados Unidos também utilizou as redes sociais Facebook e Twitter. “Um pouco de Wilco, uma pitada de No Doubt – veja o que mais entrou para a nova playlist oficial da campanha #Obama2012”, diz a mensagem no microblogging.

Há mais de vinte músicas entre as escolhidas. Bruce Springsteen entra com “We Take Care of Our Own”, U2 tem a “Even Better Than the Real Thing” e cantora de soul Aretha Franklin aparece com “The Weight”. É melhor deixar para especialista em política ou para os assessores de Obama a tarefa de explicar como as canções se harmonizam com suas propostas.

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Desde que chegou aos Estados Unidos, há pouco mais de seis meses, o Spotify tem feito uma série de anúncios, incentivando os consumidores a integrar seus recursos ao smartphone ou aos perfis nas redes sociais.

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Publicado por em 4 de março de 2012 em Tecnologia

 

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