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Reuniões com governo venezuelano são suspensas, afirma oposição

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A aliança de oposição venezuelana Mesa de la Unidad Democrática (MUD, mesa da unidade democrática) informou nesta segunda-feira (12) sobre a ‘paralisação’ das reuniões técnicas de trabalho com o governo dentro do processo de diálogo até a próxima quinta-feira (15), quando é esperada a chegada dos chanceleres da União das Nações Sul-americanas (Unasul) no país.

“As reuniões foram paralisadas até a chegada dos chanceleres da Unasul para poder fazer assim um balanço de tudo o que aconteceu na presença dos mesmos”, disse à Agência EFE um dos representantes da MUD no processo de diálogo, o presidente do partido Copei, Roberto Henríquez.

Além disso, o secretário-executivo adjunto da MUD, Ramón José Medina, divulgou no Twitter uma publicação do site ‘La Patilla’ que recolhe suas próprias declarações afirmando que as reuniões estão suspensas como forma de rejeição “à repressão injustificada contra estudantes e manifestantes”.

Segundo a publicação, as reuniões dos grupos de trabalho das Comissões de Anistia, da Verdade, Descentralização e de Designação dos Membros dos Poderes Públicos foram suspensas.

Espera-se que a quarta reunião no processo de diálogo entre governo e oposição, que começou no dia 10 de abril, aconteça na próxima quinta-feira com a presença dos três chanceleres da Unasul que se comprometeram a acompanhar as conversas que têm como objetivo amenizar a crise política na Venezuela.

A chanceler da Colômbia, María Ángela Holguín, que integra a comissão de chanceleres junto com seus colegas do Equador, Ricardo Patiño, e do Brasil, Luiz Alberto Figueiredo, confirmou nesta segunda em Bogotá que na quinta-feira será realizada essa reunião entre as partes em conflito.

A Venezuela continua vivendo um clima de protestos e nesta segunda aconteceram novos conflitos entre grupos de mascarados e a polícia, que impediu a passagem de uma manifestação em direção ao centro de Caracas que pedia a libertação de 11 pessoas detidas na quinta-feira passada após a remoção dos acampamentos de manifestantes.

Os protestos antigovernamentais vêm acontecendo durante os últimos três meses, a maioria de maneira pacífica, mas os incidentes violentos ocorridos em alguns deles deixaram um saldo de 42 mortos, o último deles no dia da remoção dos acampamentos, e mais de 800 feridos.

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Publicado por em 14 de maio de 2014 em Brasil

 

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Oposição síria busca assento na Liga Árabe e quer assumir embaixadas

O líder da oposição síria Ahmad Jarba fez um apelo a líderes da Liga Árabe em reunião no Kuweit nesta terça-feira para dar o assento sírio na entidade, atualmente vago, para a oposicionista Coalizão Nacional, além de deixar que o grupo assuma embaixadas sírias no exterior.

“Deixar o assento sírio vago envia uma mensagem ao (presidente sírio Bashar) al-Assad… ‘Mate, mate, o assento está esperando você assim que a batalha estiver resolvida'”, disse Jarba na sessão de abertura da reunião da Liga Árabe.

“A realidade exige que as embaixadas sírias também sejam entregues à Coalizão Nacional”, acrescentou ele.

Em 9 de março, o secretário-geral da organização, Nabil al-Arabi, disse que a cadeira da Síria na Liga permanecerá vacante enquanto a oposição não concluir a formação de suas instituições.

O líder da coalizão opositora também pediu ajuda aos líderes dos países árabes para que a comunidade internacional forneça armas “sofisticadas”. Jarba pediu aos líderes regionais “que pressionem a comunidade internacional para que cumpra a promessa de entregar armas sofisticadas a nossos revolucionários”.

Dirigindo-se à cúpula da Liga Árabe, Jarba pediu aos líderes regionais “que pressionem a comunidade internacional para que cumpra sua promessa de entregar armas sofisticadas aos nossos revolucionários”. Pouco antes, o príncipe herdeiro da Arábia Saudita acusou a comunidade internacional de ter traído a rebelião síria, carente de armas suficientes para se impor em sua guerra contra o regime do presidente Bashar al-Assad.

arte síria versão 18.02 (Foto: Arte/G1)

Fonte G1

 
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Publicado por em 26 de março de 2014 em Brasil

 

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Ofensiva judicial chavista mobiliza a oposição nas ruas de Caracas

A ofensiva judicial chavista contra uma deputada e dois prefeitos da oposição elevou a tensão na Venezuela, onde foram convocados novos protestos para esta quinta-feira (20) contra o governo de Nicolás Maduro.

O prefeito de San Cristóbal – capital do estado de Táchira e foco da onda de protestos que sacode a Venezuela – foi detido na quarta-feira pelo Serviço Bolivariano de Inteligência (Sebin) por fomentar uma “rebelião civil” e instigar à violência, informou o ministro do Interior, Miguel Rodríguez.

“O I Tribunal do estado de Táchira, através do Ministério Público, decretou a captura do prefeito Daniel Ceballos (…), o que já foi efetuado pelo Serviço Bolivariano de Inteligência”, disse Rodríguez ao canal estatal VTV.

Manifestante anti-governo protesta em Caracas nesta quarta-feira (19) (Foto: Esteban Félix/AP)Manifestante anti-governo protesta em Caracas nesta quarta-feira (19) (Foto: Esteban Félix/AP)

“Isto é um ato de justiça ante um prefeito que não apenas deixou de cumprir as obrigações que a lei e a Constituição impõem, mas que facilitou e apoiou toda a violência irracional que se desatou na cidade de San Cristóbal”, afirmou o ministro.

Mais tarde, o Tribunal Supremo de Justiça (TSJ) informou que o prefeito de San Diego (estado de Carabono, norte), Enzo Scarano, foi condenado a 10 meses de prisão e foi destituído de suas funções por “desacato” durante os protestos da oposição.

O TSJ informou através de seu site que foram decretadas punições contra Scarano e o chefe da polícia municipal, Salvatore Lucchese, “dez meses e 15 dias de prisão, mais os agravantes” por “desacato ao mandamento de liminar ditada pela sentença N° 136 do dia 12 de março”.

“Além disso, Vicencio Scarano Spisso está destituído de suas funções no cargo de prefeito do município San Diego do estado de Carabobo”, afirmou o tribunal em uma nota de imprensa.

O TSJ disse que “os dois cidadãos ficaram às ordens do Serviço Bolivariano de Inteligência Nacional (Sebin) e se estabeleceu como lugar de reclusão a sede do mencionado órgão situado em Caracas” até que se determine o lugar definitivo de cumprimento da sentença.

A reação não demorou entre os líderes da oposição.

Henrique Capriles acusou Maduro de colocar fogo na situação e disse que o presidente “será responsável pelo que acontecer no país”.

“Com a detenção fascista do Prefeito de SC Daniel Ceballos, Nicolás tomou a decisão de aumentar o conflito em Táchira e na Venezuela”, escreveu Capriles no Twitter, onde também questionou se o governo quer “paz ou guerra?”.

Em outra mensagem, o governador do estado Miranda e ex-candidato presidencial disse diretamente ao chefe de Estado: “É claro, Nicolás, que você quer mais confronto e promover a violência em todo o país”.

Vários líderes estudantis convocaram novas passeatas nesta quinta-feira em muitas cidades do país em “solidariedade ao atropelo contra os prefeitos”.

Ofensiva judicial
As duas detenções são parte da ofensiva judicial do chavismo contra os opositores.

Maduro acusa os líderes opositores de promover ‘um golpe de Estado’ com os protestos contra a insegurança, a falta de produtos e a inflação.

Em um mês e meio, 30 pessoas morreram nos protestos na Venezuela.

Na terça-feira, a maioria chavista da Assembleia Nacional aprovou um pedido de investigação da Procuradoria contra a deputada opositora María Corina Machado, também acusada de promover a violência na onda de protestos.

Líderes opositores detidos Daniel Ceballos é o segundo dirigente da Vontade Popular a ser detido por promover a violência na onda de protestos contra o governo do presidente Nicolás Maduro, iniciada em San Cristóbal no dia 4 de fevereiro.

Leopoldo López, máximo líder da Vontade Popular, está em uma prisão militar desde 18 de fevereiro, também por promover a violência ligada aos protestos.

Rodríguez explicou que o Sebin realizará a “respectiva apresentação (de Ceballos) ao tribunal”.

María Machado e Leopoldo López são os principais promotores da “Saída”, a estratégia de ocupar as ruas da Venezuela para obter o fim do governo de Nicolás Maduro.

López, acusado inicialmente de homicídio e terrorismo, foi detido por ordem da Procuradoria sob a acusação de “incêndio intencional, instigação pública, dano à propriedade pública e formação de quadrilha”.

Machado é acusada pelos deputados chavistas de “instigação ao crime, traição à pátria e homicídio”.

A Venezuela vive desde o início de fevereiro um período de agitação social que já deixou 30 mortos e 400 feridos. As manifestações contra o governo de Maduro apontam diretamente para a inflação fora de controle, a falta de produtos básicos e a alta criminalidade no país.

Na quarta-feira, dezenas de moradores do distrito de Chacao – foco da oposição no leste de Caracas – protestaram contra a presença da Guarda Nacional na região, determinada diretamente por Maduro para acabar com as manifestações.

Com a chegada da noite, a Praça Altamira de Chacao foi ocupada por cerca de 500 pessoas, que fizeram uma corrente humana e lembraram os mortos nos protestos.

“Não acredito que o povo esteja cansado de protestar. Vou permanecer nas ruas por meses se for preciso (…). Acredito que as manifestações estão tomando outra projeção e outras pessoas estão vindo (…), gente que não é estudante”, disse à AFP Vilma Molina, uma pedagoga de 53 anos.

Fonte G1

 
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Publicado por em 21 de março de 2014 em Brasil

 

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Oposição e governo denunciam mais duas mortes na Venezuela

Um funcionário público municipal morreu em Caracas e um estudante perdeu a vida no estado de Táchira em incidentes supostamente relacionados com os protestos que há mais de um mês ocorrem Venezuela, informaram nesta quarta-feira (19) as autoridades.

O prefeito do município caraquenho Distrito Libertador, o chavista Jorge Rodríguez, denunciou pelo Twitter que o funcionário Francisco Rosendo Marín foi “assassinado por terroristas” em Montalbán, no oeste de Caracas, quando estava desfazendo uma barricada.

“Francisco cumpria com seu trabalho de manter a paz quando foi emboscado por animais. Vamos encontrá-los ainda que se escondam sob as pedras”, afirmou Rodríguez.

Além disso, na cidade de San Cristóbal, capital do estado de Táchira, as autoridades confirmaram hoje a morte do estudante Anthony Rojas após ser baleado por grupos armados que tentavam dispersar um protesto no município.

Rojas, de 18 anos, encontrava-se ontem à noite perto de uma barricada com um grupo de amigos quando um grupo armados em motos, supostamente ligados ao chavismo e conhecidos no país como coletivos, abriram fogo, disse à Agência Efe um porta-voz do prefeito de San Cristóbal, o opositor Daniel Ceballos.

Desde que em 12 de fevereiro uma marcha em Caracas terminou em incidentes que deixaram três mortos, a Venezuela vem sendo cenário de manifestações diárias contra o governo, algumas pacíficas e outras que terminam em episódios violentos.

O balanço oficial é até agora de 29 mortos e centenas de feridos. O governo acusa a oposição pela violência, que por sua vem denuncia excessos na repressão às manifestações e ações dos “coletivos”.

Fonte G1

 
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Publicado por em 20 de março de 2014 em Brasil

 

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Justiça da Venezuela intima prefeito da oposição por desobediência

O Tribunal Superior de Justiça (TSJ) da Venezuela anunciou nesta segunda-feira a intimação para uma audiência oral e pública do prefeito do município de San Diego, no estado de Carabobo, por supostamente desobedecer a uma decisão que ordenava que ele removesse as barricadas com as quais setores da oposição protestam contra o governo de Nicolás Maduro.

A intimação feita pela Sala Constitucional da instância máxima da Justiça do país também inclui o diretor de polícia do município, para que ambos expliquem o suposto descumprimento de uma resolução ordenando que evitassem a colocação de obstáculos impedindo a circulação nas ruas.

De acordo com uma decisão judicial de 12 de março, o prefeito Vicencio Scarano Spisso, da oposição, e o diretor da polícia municipal, Salvatore Lucchese Scaletta, devem agir imediatamente para remover os obstáculos que foram colocados nas vias do município.

Em segundo lugar, a Sala Constitucional do TSJ ampliou para mais municípios a ordem de proibir as “guarimbas” (barricadas), que se transformaram no principal método dos opositores radicais ao chavismo desde a explosão dos protestos contra o governo há um mês.

À decisão de 12 de março, que ordenava os prefeitos dos municípios caraquenhos de Baruta e El Hatillo a eliminar os obstáculos nas ruas, o TSJ incluiu o município de Chacao, também em Caracas, e as cidades de Maracaibo, no estado de Zulia, San Cristóbal (Táchira) e Lechería, no estado de Anzoátegui, todos governados pela oposição.

“Os prefeitos citados são dos municípios onde supostamente foram cometidos o maior número de incidentes criminosos como homicídios, destruição de órgãos públicos e privados, incêndio de veículos e fechamento de vias, desde que as manifestações violentas começaram”, disse o TSJ.

A Venezuela está imersa em uma onda de protestos em que muitos deles derivaram em incidentes violentos com um saldo de aproximadamente 30 mortes, centenas de feridos e mais de mil detidos.

Desde o dia 12 de fevereiro, quando uma manifestação de estudantes e opositores terminou em violência, os municípios de Caracas governados pela oposição não deixaram de protestar contra o governo com “guarimbas”, panelaços e cartazes.

Em algumas ocasiões, as barricadas deixaram municípios isolados com a interrupção do trânsito nas vias de entrada e de saída dos mesmos.

Os prefeitos dos municípios de Baruta, Gerardo Blyde, e El Hatillo, David Smolansky, disseram na semana passada após conhecerem a decisão judicial que não vão reprimir as reivindicações dos moradores.

Fonte G1

 
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Publicado por em 19 de março de 2014 em Brasil

 

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