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Arquivo da tag: Olimpadas

Comitê da Áustria recebe carta com ameaça para Olimpíadas de Inverno

Pista de esqui que será usada nos jogos de Sochi é vista nesta terça-feira (21) em Krasnaya Polyana (Foto: Alexander Demianchuk/Reuters)Pista de esqui que será usada nos jogos de Sochi
(Foto: Alexander Demianchuk/Reuters)

O Comitê Olímpico da Áustria recebeu uma carta com ameaças de sequestro contra dois atletas que representarão o país na Olimpíada de Inverno que começa nesta semana em Sochi, na Rússia, disse o dirigente Peter Mennel à agência de notícias APA na terça-feira (4).

Ele confirmava assim uma notícia divulgada pelo jornal Krone, segundo o qual a carta, aparentemente procedente da Rússia, fazia ameaças contra Marlies Schild, estrela do esqui slalom, e Janine Flock, que disputa a prova do skeleton.

Uma porta-voz do comitê confirmou à Reuters que a carta foi recebida, mas não citou nomes.

Militantes islâmicos têm feito ameaças de cometer atentados durante a Olimpíada em Sochi, que fica no oeste do Cáucaso Norte, região russa de maioria muçulmana.

Vários comitês olímpicos da Europa e os Estados Unidos receberam no último mês cartas em russo fazendo “ameaças terroristas”, mas os organizadores do evento dizem não haver perigo.

Segundo o governo norte-americano, cerca de 100 mil militares, policiais e agentes da inteligência vigiarão os Jogos Olímpicos de Sochi, que começam no dia 7 de fevereiro e terminam no dia 23.

Os EUA, preocupados com a segurança, ofereceram seu colaboração à Rússia em várias ocasiões, sobretudo depois que dois atentados suicidas ocorreram com menos de 24 horas de diferença e faltando dois dias para o Ano Novo na cidade russa de Volgogrado, também no sul do país.

Fonte G1

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Publicado por em 4 de fevereiro de 2014 em Brasil

 

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Campanha na web quer custear ida da Jamaica às Olimpíadas de Inverno

Perfil no Twitter das Olimpíadas de Inverno de Sochi, na Rússia, tuíta classificação do time de bobsled da Jamaica para a competição. (Foto: Divulgação/Twitter.com)Perfil no Twitter das Olimpíadas de Inverno de Sochi, na Rússia, tuíta classificação do time de bobsled da Jamaica para a competição. (Foto: Divulgação/Twitter.com)

Internautas de todo o mundo se uniram em uma campanha virtual para arrecadar dinheiro suficiente para levar às Olimpíadas de Inverno, em Sochi, na Rússia, o time de bobsled da Jamaica, imortalizado pelo filme “Jamaica abaixo de zero”.

Depois de 12 anos ausente, a equipe jamaicana do esporte conseguiu voltar a se classificar para a competição no sábado (18). O bobsled é uma corrida contra o tempo em que as equipes deslizam em uma espécie de trenó por uma pista sinuosa de gelo. A categoria em que os caribenhos se classificaram é a de dois participantes por trenó.

Há, pelo menos, três frentes de mobilização para levar os jamaicanos aos Jogos de Sochi. Como a equipe não possui fundos, resolveu abrir duas campanhas nos sites de financiamento coletivo Indiegogo e Crowdtilt (Veja aqui e aqui). O objetivo é levantar US$ 80 mil em cada. No primeiro, já recebeu mais de US$ 21 mil e no segundo, mais US$ 34 mil, até a publicação dessa reportagem.

Sensibilizados com o esforço dos jamaicanos, participantes do fórum de discussão Reddit também resolveram ajudar, por meio do tópico “Vamos mandar os time de Bobsleb da Jamaica à Olimpíada de inverno” (Veja aqui).

Os “redditores” começaram a fazer doações com Dogecoins, uma moeda virtual surgida a partir de um “meme” que já superou o Bitcoin em número de transações. Ainda assim, o valor do Dogecoin (US$ 0,00009547) é irrisório perto da cotação do Bitcoin (US$ 880).

Entusiastas da moeda, os “redditores” que participam dessa campanha querem popularizá-la. As doações estão sendo convertidas para Bitcoin e também para dólar. Segundo eles, já arrecadaram 35 BTC, aproximadamente US$ 30 mil.

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Publicado por em 22 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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Tóquio amanhece em festa após ser eleita sede das Olimpíadas de 2020

A cidade de Tóquio, no Japão, amanheceu em festa neste domingo (8), após vencer a disputa para sediar os Jogos Olímpicos de 2020, durante a durante a 125ª Assembleia do Comitê Olímpico Internacional, realizada no sábado (7) em Buenos Aires, na Argentina.

Tóquio venceu Istambul, na Turquia, e Madri, na Espanha. Nem mesmo as preocupações com o vazamento em Fukushima abalaram a candidatura da cidade japonesa. Na apresentação do projeto, o primeiro ministro Shinzo Abe garantiu que a radiação nunca foi um problema para a capital.

A cidade alcançou o maior número de votos na primeira votação, com 42 votos, enquanto Istambul e Madri ficaram empatadas com 26. No desempate, a cidade turca venceu a espanhola por 49 a 45. Na última votação, Tóquio obteve 60 votos, ante 36 da rival Istambul.

É a segunda vez que a capital japonesa recebe os jogos olímpicos. A primeira foi em 1964.

Cidadãos de Tóquio comemoram escolha da capital japonesa para sediar jogos olímpicos de 2020. (Foto: Greg Baker/AP)Em praça, grupo comemora a escolha da capital japonesa para sediar os jogos de 2020. (Foto: Greg Baker/AP)Cidadãos de Tóquio comemoram escolha da capital japonesa para sediar jogos olímpicos de 2020. (Foto: Greg Baker/AP)Cidadãos de Tóquio comemoram escolha da capital japonesa para sediar jogos olímpicos de 2020. (Foto: Greg Baker/AP)Cidadãos de Tóquio comemoram escolha da capital japonesa para sediar jogos olímpicos de 2020. (Foto: Greg Baker/AP)Crianças lêem jornal que ressalta escolha de Tóquio como sede dos jogos olímpicos. (Foto: Greg Baker/AP)

Fonte G1

 
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Publicado por em 8 de setembro de 2013 em Brasil

 

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Governo aprova política cibernética de defesa para Copa e Olimpíadas

Medida define estratégias contra crimes virtuais durante as competições do mundial de futebol e Jogos de 2016

O Ministério da Defesa aprovou a política que define estratégias de defesa cibernética nos níveis operacional e tático e que deve ser aplicada nos grandes eventos que serão sediados no País, a Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016. A Portaria que estabelece a nova medida foi publicada hoje (27/12) no Diário Oficial da União.

De acordo com o documento, caberá ao ministério, em conjunto com as Forças Armadas, impedir ou dificultar a utilização criminosa da rede. Para isso, a política prevê a implantação do Sistema Militar de Defesa Cibernética, composto por militares e civis, e o fornecimento da estrutura e infraestrutura para que as atividades de defesa sejam desempenhadas.

Deverão ser criados e normatizados processos de segurança cibernética para padronizar os procedimentos de defesa da rede. Serão estabelecidos também programas e projetos para assegurar a capacidade de atuar em rede com segurança. A política integrará as ações já em curso de defesa cibernética no País.

Em agosto de 2011, foi criada, por meio do Decreto 7.538, a Secretaria Extraordinária de Segurança para Grandes Eventos, responsável por planejar, definir, coordenar, implementar, acompanhar e avaliar as ações de segurança para esse tipo de evento. A pasta promove a integração entre os órgãos de segurança pública federais, estaduais, distrital e municipais envolvidos com a questão.

Já em agosto deste ano, portaria do Ministério da Defesa estabeleceu as diretrizes que vão nortear a atuação dos militares do Exército, da Marinha e Aeronáutica durante os grandes eventos.

A portaria também autoriza o Ministério da Defesa a empregar, temporariamente, as Forças Armadas para atuar na segurança e defesa cibernética, defesa contra terrorismo, fiscalização de explosivos, contingência e defesa contra agentes químicos, biológicos, radiológicos ou nucleares; e em outras atribuições constitucionais das Forças Armadas, em todas as cidades-sede, durante a Copa e as Olimpíadas.

Crimes virtuais

Apesar de não ter sofrido nenhum grande atentado virtual, o Brasil é um dos países com maior ocorrência de crimes cibernéticos. Em pesquisa realizada pela empresa norte-americana Norton, especializada em antivírus, o Brasil estava, em 2011, em quarto lugar em uma lista de 24 países com maior quantidade de crimes cibernéticos aplicados, abaixo da China, África do Sul e México.

Segundo a pesquisa, 80% dos adultos brasileiros já foram vítimas desse tipo de crime. A cada 11 dias, uma nova vítima de crime cibernético é registrada no país. Calcula-se que, em 2011, o prejuízo tenha chegado a 15 bilhões de reais.

*Com informações da Agência Brasil

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Publicado por em 11 de fevereiro de 2013 em Tecnologia

 

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Governo aprova política cibernética de defesa para Copa e Olimpíadas

Medida define estratégias contra crimes virtuais durante as competições do mundial de futebol e Jogos de 2016

O Ministério da Defesa aprovou a política que define estratégias de defesa cibernética nos níveis operacional e tático e que deve ser aplicada nos grandes eventos que serão sediados no País, a Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016. A Portaria que estabelece a nova medida foi publicada hoje (27/12) no Diário Oficial da União.

De acordo com o documento, caberá ao ministério, em conjunto com as Forças Armadas, impedir ou dificultar a utilização criminosa da rede. Para isso, a política prevê a implantação do Sistema Militar de Defesa Cibernética, composto por militares e civis, e o fornecimento da estrutura e infraestrutura para que as atividades de defesa sejam desempenhadas.

Deverão ser criados e normatizados processos de segurança cibernética para padronizar os procedimentos de defesa da rede. Serão estabelecidos também programas e projetos para assegurar a capacidade de atuar em rede com segurança. A política integrará as ações já em curso de defesa cibernética no País.

Em agosto de 2011, foi criada, por meio do Decreto 7.538, a Secretaria Extraordinária de Segurança para Grandes Eventos, responsável por planejar, definir, coordenar, implementar, acompanhar e avaliar as ações de segurança para esse tipo de evento. A pasta promove a integração entre os órgãos de segurança pública federais, estaduais, distrital e municipais envolvidos com a questão.

Já em agosto deste ano, portaria do Ministério da Defesa estabeleceu as diretrizes que vão nortear a atuação dos militares do Exército, da Marinha e Aeronáutica durante os grandes eventos.

A portaria também autoriza o Ministério da Defesa a empregar, temporariamente, as Forças Armadas para atuar na segurança e defesa cibernética, defesa contra terrorismo, fiscalização de explosivos, contingência e defesa contra agentes químicos, biológicos, radiológicos ou nucleares; e em outras atribuições constitucionais das Forças Armadas, em todas as cidades-sede, durante a Copa e as Olimpíadas.

Crimes virtuais

Apesar de não ter sofrido nenhum grande atentado virtual, o Brasil é um dos países com maior ocorrência de crimes cibernéticos. Em pesquisa realizada pela empresa norte-americana Norton, especializada em antivírus, o Brasil estava, em 2011, em quarto lugar em uma lista de 24 países com maior quantidade de crimes cibernéticos aplicados, abaixo da China, África do Sul e México.

Segundo a pesquisa, 80% dos adultos brasileiros já foram vítimas desse tipo de crime. A cada 11 dias, uma nova vítima de crime cibernético é registrada no país. Calcula-se que, em 2011, o prejuízo tenha chegado a 15 bilhões de reais.

*Com informações da Agência Brasil

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Publicado por em 10 de fevereiro de 2013 em Tecnologia

 

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Quase 25% da população mundial pretende ver as Olimpíadas via web

Estudo da Ipso diz que as mídias preferidas serão a televisão (65%), Internet (23%), smartphones (6%) e tablets (4%)

Pesquisa divulgada pela consultoria Ipsos nesta sexta (27) revela que 72% da população de 24 países pretende assistir pelo menos alguma parte das Olimpíadas 2012, em Londres. O estudo diz que as mídias preferidas serão a televisão (65%), Internet (23%), smartphones (6%) e tablets (4%). 

Entre os esportes mais citados, aparecem o atletismo (20%) e futebol (20%). As modalidades são seguidas de perto por natação (16%), ginástica olímpica (14%), vôlei (5%), basquete (4%), boxe (3%) e ciclismo (2%).

“Como sempre, as atenções estão voltadas para as Olimpíadas. O que está mudando é a forma como ela será vista, devido à evolução na distribuição digital de conteúdo”, diz Odmar Almeida Filho, CEO da Ipsos no Brasil. A enquete foi feita com 18,6 habitantes de diversos países. 

Mais de seis em cada dez pessoas (62%) afirmaram ter interesse (22% fortemente, 40% algum interesse) nos Jogos – apenas 37% declaram que não pretendem assistir nada (24% não muito interessados e 13% nenhum interesse). 

As Olimpíadas serão assistidas em plataformas variadas. A TV (65%) lidera, mas as novas tecnologias já aparecem com vigor. Quase um quarto dsa pessoas usará a Internet (23%) e um em cada dez, celulares (6%) ou tablets (4%). A TV tem presença fortíssima no México, com 82% de preferência, seguido pela Coréia do Sul (80%), Brasil (79%) e índia (75%). Já na Bélgica (48%), Arábia Saudita (49%), Alemanha (50%) e França (52%) o uso da TV é menos provável.

Os chineses são os mais propensos a utilizar tecnologias menos tradicionais. Na verdade, quase toda a base respondente (94%) da China indicou: 67% vai assistir pela Internet, 16% em telefones celulares e 15% em tablets. 

Na Índia, uma maioria similar irá utilizar as novas tecnologias: 50% online, 24% via celulares e 15% em tablets. Os próximos países da lista a utilizar novas tecnologias ainda mantêm alguma distância em relação à China e à Índia: Coréia do Sul (58% online, celular e tablets combinados), Arábia Saudita (54%) e Turquia (43%). 

Menos de um em cada cinco dos entrevistados da Bélgica (14%), Itália (14%), Alemanha (15%), Austrália (16%) e França (16%) vão utilizar as tecnologias não convencionais. Um dado interessante é que um em cada vinte fortemente concorda em baixar algum aplicativo de smartphone para assistir os jogos ao vivo (5%) e receber as atualizações sobre as competições (5%). Um em cada sete pode fazer: 15% “concorda um pouco” em baixar algum aplicativo para assistir aos jogos enquanto 16% “concorda um pouco” em buscar aplicativo para receber as atualizações.

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Publicado por em 19 de outubro de 2012 em Tecnologia

 

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Streaming de vídeo das Olimpíadas são desafio para TI

Funcionários tentam acompanhar os jogos pelos dispositivos móveis. BYOD pode ganhar o ouro olímpico no controle dos custos de telecom

Os gerentes de TI em empresas e governos estão tomando medidas para assegurar que os Jogos Olímpicos, que acontecem até agosto em Londres, não causem problemas em redes ou orçamentos. A Olimpíada será transmitida ao vivo por meio da internet, e a diferença de horário da capital londrina para o Brasil significa que muitos esportes vão ocorrer durante a jornada de trabalho.

As organização dizem que, no mínimo, vão monitorar as redes e estão preparadas para cortar o acesso de streaming se necessário for. Alguns gestores de TI estão lembrando os funcionários sobre as políticas de uso da rede corporativa.

Outro problema é o potencial aumento dos custos de comunicação móvel. Muitos empregadores realizaram a gestão de dispositivos e têm mais capacidade de streaming hoje do que tiveram durante a Olimpíada de 2008, em Pequim, e esse é um prato cheio para o usuário.

Na época, o iPhone tinha apenas um ano de idade e iPad e smartphones Android haviam acabado de chegar ao mercado. Todos esses dispositivos incentivam streaming com a ajuda de aplicativos. E as operadoras têm respondido à demanda com pacotes de planos de dados.

Para as companhias que fornecem equipamentos móveis e pagam as contas diretamente, há o risco de que funcionários excedam os limites de uso e contribuam para aumentar os orçamentos móveis. Mas algumas políticas do traga seu próprio dispositivo (BYOD) ajudam a driblar esse desafio, possibilitando que os empregadores ofereçam reembolso até um certo valor gasto com telefonia.

Gestão de gastos

Tom Amburgey, CIO da cidade de Wellington, na Flórida, nos Estados Unidos, afirma que implementou recentemente um programa de reembolso para usuários móveis. “Com isso, não estamos pagando diretamente as taxas de dados, e se os usuários ultrapassam o limite, o pagamento será por conta de cada um”, um benefício de BYOD, observa.

“Com isso em mente, estamos enviando avisos sobre o uso de vídeo e as implicações que podem ocorrer. Trata-se de um lembrete amigável”, afirma Amburgey.

Da mesma forma, Deborah Gash, vice-presidente e CIO do Sistema de Saúde São Lucas, em Kansas City, nos Estados Unidos, disse que o hospital adotou um sistema de bolsa para dispositivos inteligentes “por isso não se preocupa com custos adicionais”, observa.

Uma empresa que tem uma visão de contas de celular em toda a sua base de clientes é a Tangoe, empresa de gestão de despesa de telecom. A Tangoe vê problemas potenciais para as empresas que pagam as contas diretamente, especialmente com as que suportam planos de dados.

Daniel Rudich, vice-presidente sênior de gestão de gasto em tempo real da Tangoe, disse que a Olimpíada poderia ter um impacto de 5% a 10% nos orçamentos globais móveis das empresas se os usuários não estiverem preparados.

Grandes problemas podem vir de funcionários que viajam para o exterior, disse Rudich. Um cliente Tangoe, por exemplo, identificou um empregado que acumulou mais de 30 mil dólares em despesas, graças ao aplicativo Final Four, que mostra as pontuações de um campeonato norte-americano de basquete, atualizando-as em tempo real.

Outro empregado gastou 175 mil em tarifas de roaming, depois de baixar a primeira temporada completa da série Seinfeld em um país que não tinha TV em inglês.

Monitoramento das redes

Em termos de redes, sete gerentes de TI entrevistados disseram que vão monitorar redes para transmissão de uso, e estão prontos para tomar medidas, se necessário for.

“Tenho algumas preocupações”, revela Eric Lindgren, CIO da PerkinElmer, fabricante de dispositivos médicos. De acordo com ele, o tráfego de rede da empresa já está equipada com tecnologias de qualidade de serviço (QoS). “Assim, o tráfego da internet sempre terá prioridade mais baixa e não vai impactar em nossas aplicações críticas de negócios, como o SAP”, comenta.

Brandon Jackson, CIO da Gaston County, Carolina do Norte, no Estados Unidos, disse que a empresa deverá “bloquear sites de streaming de mídia para a maioria dos nossos 1,2 mil usuários”. No entanto, ele disse que exceções são feitas para os profissionais que têm “um caso de negócio documentado” para acessar streaming.

Os fabricantes também estão esperando um aumento do tráfego. Ramsey McGrory, CEO do AddThis, plataforma de mídia social que permite aos usuários compartilhar facilmente conteúdo, disse que a empresa espera que essa atividade cresça 30% mais do que o registrado em outros grandes eventos, como o Super Bowl [compeonato de futebol americano].

A empresa, que tem cerca de mil servidores, com chips da AMD em hardware da Hewlett-Packard em seus centros de dados, planeja ter equipe extra para verificar a atividade de rede em tempo real. “Esperamos um aumento na atividade social”, assinala Stewart Allen, CTO da AddThis.

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Publicado por em 19 de outubro de 2012 em Tecnologia

 

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