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‘HearthStone’, game de cartas da Blizzard, é lançado oficialmente

Tela de combate do game 'HearthStone', da Blizzard (Foto: Divulgação/Blizzard)Tela de combate do game ‘HearthStone’, da
Blizzard (Foto: Divulgação/Blizzard)

Após meses em fase de testes, a Blizzard lançou oficialmente nesta terça-feira (11) o game de cartas gratuito “HearthStone” para PC e Mac. O game terá versão para iPad e deve ser lançada ainda em 2014. Versões para iPhone, dispositivos Android e Windows Phone estão em desenvolvimento.

Uma atualização marcou o lançamento do game, trazendo novas cartas, melhor balanceamento das partidas, novos heróis dourados e outros elementos vistos nos testes que foram melhorados ou corrigidos.

Em tom de brincadeira, Mike Morhaime, presidente da Blizzard, disse: “Vimos algumas previsões de que ‘Hearthstone’ poderia destruir o mundo. “Estamos felizes em saber que o jogo foi lançado e o planeta segue intacto. Entretanto, pedimos desculpas desde já por uma eminente queda de produtividade global.”

O game gratuito e traduzido para o português pode ser baixado no site oficial (acesse aqui) e é necessário ter uma conta da rede Battle.net para poder jogar.

Primeiro game gratuito da Blizzard, “Hearthstone” é um título de estratégia inspirado no jogo de cartas “Magic: The Gathering” que usa os personagens e cenários do universo de “Warcraft”. Os jogadores devem colecionar e montar baralhos com cards de heróis, magias e habilidades e usá-los para derrotar seus adversários em partidas pela internet.

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Publicado por em 13 de março de 2014 em Tecnologia

 

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Tunísia adota oficialmente nova Constituição

Membros da Assembleia Constituinte aprovaram a Constituição da Tunísia neste domingo (26) (Foto: Fethi Belaid/AFP)Membros da Assembleia Constituinte aprovaram a
Constituição da Tunísia neste domingo (26) (Foto:
Fethi Belaid/AFP)

A principal autoridades políticas da Tunísia assinaram nesta segunda-feira (7) a nova Constituição o país, adotada no domingo (26) após duras negociações, três anos depois do triunfo da revolução.

A cerimônia oficial será realizada na sede da Assembleia Constituinte, onde o presidente Moncef Marzuki, o presidente da Assembleia, Mustapha Ben Jaafar, e o primeiro-ministro islâmico Ali Yarayedh promulgaram a nova Constituição, que entrará em vigor gradualmente.

A Carta Magna obteve uma ampla maioria de 200 votos a seu favor. Doze deputados votaram contra e quatro se abstiveram.

A adoção da nova Constituição foi possível porque o partido islâmico Ennahda concordou em deixar o poder para que o ministro da Indústria, Mehdi Jomaa, formasse um governo de independentes, cuja principal tarefa será organizar eleições legislativas e presidenciais antes do final do ano.

“Em seis semanas, votaremos a lei eleitoral. A visibilidade é clara até as eleições, que provavelmente serão realizadas em outubro de 2014”, disse à AFP Ameur Larayedh, líder do Ennahda.

As datas oficiais das eleições devem ser definidas pela Instância Superior Independente para as Eleições (Isie) criada no início de janeiro.

“As eleições serão realizadas antes de 2015”, conforme previsto na nova Constituição, insistiu à AFP Chafik Sarsar, presidente do Isie.

Fonte G1

 
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Publicado por em 28 de janeiro de 2014 em Brasil

 

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Putin inclui oficialmente a crise da Síria na agenda do G20

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, que preside a cúpula dos chefes de Estado do G20 em São Petersburgo, propôs durante seu discurso de abertura nesta quinta-feira (5) incluir a crise da Síria na agenda do encontro e sugeriu que o tema seja discutido durante um jantar de trabalho. Aliado da Síria, Putin tenta pressionar o presidente dos EUA, Barack Obama, a desistir de atacar o país em guerra civil.

Acompanhe a cobertura em tempo real.

“Alguns participantes me pediram um tempo e a possibilidade de discutirmos outros… temas urgentes da política internacional”, afirmou em seu discurso. “Sugiro que façamos isso durante o jantar”, acrescentou o presidente, que é firmemente contrário a qualquer ação militar na Síria.

Oficialmente, a reunião entre os líderes mundiais é para discutir a situação econômica dos países, como a crise na Europa e Estados Unidos e a o panorama dos países emergentes.

Mas a crise síria será discutida porque  Obama tenta obter apoio para um ataque militar ao país, cujo regime é acusado de ter usado armas químicas contra civis.

O governo do presidente Bashar al-Assad nega as acusações e afirma que é alvo de “terroristas” ligados à Al-Qaeda, que tentam desestabilizar o país.

Rússia e China, com poder de veto no Conselho de Segurança da ONU, vêm barrando a resolução que autoriza um ataque à Síria, o que levou Obama a buscar o aval do Congresso dos EUA para atacar.

 Pressão
O presidente americano enfrenta crescente pressão de líderes mundiais para que não lance ataques.

Putin quer aproveitar o encontro, realizado num palácio czarista à beira-mar, para convencer Obama a desistir da ação.

A primeira rodada da cúpula favoreceu Putin, já que a China, a União Europeia e o Papa Francisco –em uma carta aos líderes do G20– se alinharam mais estreitamente com ele do que com Obama sobre a possibilidade e a legitimidade de uma intervenção armada.

“Uma ação militar teria um impacto negativo sobre a economia global, especialmente sobre o preço do petróleo –vai causar um aumento no preço do petróleo”, disse o vice-ministro das Finanças da China, Zhu Guangyao, antes do início das negociações dos líderes do G20.

O Papa Francisco disse em carta ao presidente russo, Vladimir Putin, por ocasião da cúpula do G20, que os líderes mundiais deveriam “deixar de lado a busca inútil por uma solução militar” na Síria.

Líderes da União Europeia, normalmente forte aliados dos EUA, descreveram o ataque de 21 de agosto, perto de Damasco e no qual se estima terem morrido mais de 1.400 civis, como “abominável”, mas acrescentaram: “Não há solução militar para o conflito sírio”.

Os líderes do grupo de economias emergentes Brics –Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul– expressaram, durante reunião na cúpula do G20, preocupação de que um ataque militar contra a Síria possa prejudicar a economia mundial, segundo um porta-voz de Putin.

“Foi notório em meio ao diálogo dos Brics que entre os fatores que podem afetar negativamente a situação da economia mundial estão as consequências de uma eventual intervenção externa nos assuntos sírios. Tais consequências podem ter um efeito extremamente negativo sobre a economia mundial”, disse o porta-voz Dmitry Peskov.

Putin, o mais importante aliado de Assad, ficou isolado em junho na questão síria durante a reunião do Grupo dos Oito, o último grande encontro de potências mundiais.

Ele poderia agora virar a mesa contra Obama, que recentemente o comparou a “um aluno entediado no fundo da sala de aula”.

Somente a França, que se prepara para se unir aos EUA na ação militar, se posicionou ao lado de Obama.

“Nós estamos convencidos de que se não houver nenhuma punição para Assad, não haverá nenhuma negociação”, declarou o ministro de Relações Exteriores da França, Laurent Fabius, antes de partir para São Petersburgo.

Putin diz que forças rebeldes podem ter realizado o ataque com gás venenoso e qualquer ataque militar sem a aprovação do Conselho de Segurança violaria o direito internacional, um ponto de vista que conta com crescente apoio.

Não está prevista uma conversa direta entre Putin e Obama, mas o líder russo espera discutir a questão síria em um jantar com todos os líderes. O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, e o enviado especial da organização, Lakhdar Brahimi, também estão em São Petersburgo, esperando obter um acordo para a realização de uma conferência internacional de paz sobre a Síria.

Nenhuma decisão do G20 sobre a Síria teria caráter de cumprimento obrigatório, mas Putin gostaria de chegar a um consenso para evitar uma ação militar, o que seria um triunfo pessoal significativo, embora improvável.

Presidente russo Vladimir Putin discursa na de abertura da cúpula do G20 (Foto: Pablo Martinez Monsivais/ Reuters)Presidente russo Vladimir Putin discursa na de abertura da cúpula do G20 (Foto: Pablo Martinez Monsivais/ Reuters)Presidente da Rússia Vladimir Putin espera que os chefes de Estado no início da cúpula do G20 (Foto: Alexey Kudenko/ G20Rússia/ AFP)Presidente da Rússia Vladimir Putin espera que os chefes de Estado no início da cúpula do G20 (Foto: Alexey Kudenko/ G20Rússia/ AFP)arte síria 3/9 (Foto: 1)

Fonte G1

 
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Publicado por em 6 de setembro de 2013 em Brasil

 

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Microsoft reconhece oficialmente Windows Blue, atualização do Win8

Os rumores sobre o Windows Blue começaram meses atrás, estimulados por deslizes em entrevistas e publicações de vagas de emprego na MS que mencionaram a atualização pelo nome

A Microsoft finalmente quebrou seu silêncio sobre o Windows Blue, a atualização nunca anunciada para o Windows 8, mas que já possui vários rumores.

Os rumores sobre o Windows Blue começaram meses atrás, estimulados por deslizes em entrevistas e publicações de vagas de emprego na Microsoft que mencionaram a atualização pelo nome. A especulação chegou ao ápice no fim de semana passado, quando uma parte completa do sistema foi vazada em sites de compartilhamento de arquivos, com novas funcionalidades que fazem a tela inicial do estilo moderno mais divertida e fácil de mexer do que nunca.

Na terça-feira (26), Frank X. Shaw, vice-presidente de comunicações corporativas da Microsoft, fez a primeira menção oficial ao Windows Blue em um post no blog TechNet: “Agora, olhemos para a frente. Com uma base notável de produtos no mercado e uma visão clara de como evoluiremos como empresa, os líderes de produtos na Microsoft estão trabalhando juntos em planos para avançar nossos dispositivos e serviços, um conjunto de planos referidos internamente como “‘Blue’”.

Apesar de Shaw não ter divulgado exatamente quais serviços receberão uma atualização “Blue” – scuttlebutt diz que o Windows 8, Windows RT, Windows Phone 8, Windows Server, e vários serviços online são alvos de atualizações coordenadas – ou mesmo o que realmente é o Blue, ele diz que um “ciclo de desenvolvimento contínuo é o novo ‘normal’ em toda a Microsoft.

Ainda curioso sobre os detalhes do Windows Blue? Fique atento à recém-anunciada Microsoft Build 2013 Developer Conference, que acontecerá de 26 a 28 de junho, no Moscone Center, em São Francisco. “Nossos grupos de produtos são também uma abordagem de planejamento unificado para que as pessoas consigam o que querem – todos os seus dispositivos, aplicativos e serviços trabalhando em conjunto onde quer que estejam, não importa o que estejam fazendo”, Shaw escreveu. De fato, um dos principais rumores sobre o Windows Blue é que ele tornará o desenvolvimento de aplicativos multiplataforma mais fácil de alguma maneira. 

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Publicado por em 18 de junho de 2013 em Tecnologia

 

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