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Google libera ferramenta de planilha do Drive para edição off-line

O Google começou a liberar uma atualização da ferramenta de edição de planilhas do Drive que passará a poder ser utilizada mesmo quando o aparelho não estiver conectado à internet. A nova versão do aplicativo foi anunciada em dezembro, mas somente nesta quinta-feira (20) o Google anunciou sua liberação.

A edição off-line permitirá trabalhar com tabelas e planilhas sem acesso à web e, quando o computador, tablet e smartphone estiverem conectados, os trabalhos serão sincronizados e poderão ser acessados via Drive. Essa função, porém, só funciona se o Drive for acessado pelo Chrome.

Outras ferramentas do Drive, Docs (edição de texto) e Slides (de apresentações de slides) já permitiam alterações off-line.

Além da edição sem acesso à internet, a atualização da ferramenta de planilhas suporte de milhões de células sem deixar de contemplar formatos antigos. Também é possível compartilhar trabalhos mais facilmente. Uma nova função auxilia ainda a fazer cálculos e a resolver erros em operações.

Outra característica já comum em outras ferramentas de edição, o sistema de completar células com texto agora é incorporado ao serviço.

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Publicado por em 21 de março de 2014 em Tecnologia

 

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Criadora de ‘SimCity’ confirma que jogo ganhará modo off-line

No 1º mês, fundações da cidade foram feitas em 'SimCity' (Foto: Reprodução/G1)Cena de ‘SimCity’, que agora terá um modo off-line
(Foto: Reprodução/G1)

Após várias falhas e reclamações dos fãs, a desenvolvedora Maxis confirmou no domingo (12) que o game de construção de cidades “SimCity” irá ganhar um modo off-line, que não exige uma conexão à internet para jogar.

A novidade já havia sido sugerida pelo estúdio em outubro de 2013 e estará disponível na décima atualização do jogo, ainda sem data de lançamento.

Quando chegou às lojas em março de 2013, “SimCity” teve uma série de problemas em seus servidores. Como uma conexão à internet é obrigatória para rodar o game, muitos jogadores ficaram sem conseguir administrar suas metrópoles virtuais. O caso foi tão grave na época que a loja on-line Amazon suspendeu as vendas do título até que a situação fosse normalizada. Na ocasião, a Maxis afirmou que seria inviável implementar um modo off-line.

“Estamos nas fases finais de seu desenvolvimento e, apesar de querermos que você ponha suas mãos nele o mais rápido possível, nossa prioridade é ter certeza que [o modo off-line] estará o mais polido possível antes de lançá-lo”, afirma Patrick Buechner, diretor-geral da Maxis, em uma postagem no blog oficial de “SimCity”.

De acordo com Buechner, o modo off-line do game irá salvar o progresso do jogador na própria máquina, e não na nuvem, o que permite jogar sem acessar a internet. Buechner diz ainda que todo o conteúdo de “SimCity” já baixado no computador ficará disponível sem precisar de uma conexão à rede.

Ao gosto do freguês
Buechner aproveitou o espaço para anunciar que a Maxis passará a oferecer suporte a “mods” de “SimCity”, os chamados conjuntos de personalizações e alterações em um game feitos pelos próprios jogadores.

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Publicado por em 13 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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Após falhas e reclamações, game ‘SimCity’ pode ganhar modo off-line

'SimCity' é a nova versão do game de criação e administração de cidades virtuais (Foto: Reprodução/G1)‘SimCity’ é a nova versão do game de criação e
administração de cidades virtuais
(Foto: Reprodução/G1)

Após um lançamento turbulento em março, com várias falhas e reclamações, o game de construção de cidades “SimCity” enfim pode ganhar um modo off-line, que não exige conexão à internet.

Quando chegou às lojas, uma série de problemas nos servidores do jogo impediu que os jogadores administrassem suas metrópoles virtuais. O caso foi tão grave na época que a loja on-line Amazon suspendeu as vendas do game até que a situação fosse corrigida.

Em postagem no blog oficial de “SimCity”, Patrick Buechner, diretor-geral da Maxis, afirma que uma equipe do estúdio está focada em explorar a possibilidade de implementação de um modo off-line.

“Não posso fazer nenhuma promessa sobre quando teremos mais informações, mas sabemos que isso é algo que os jogadores pedem. Apesar dos problemas de conexão [em ‘SimCity’] terem sido resolvidos, queremos dar a possibilidade de jogar mesmo sem estar conectado”, diz Buechner.

Cidades maiores
O diretor-geral da Maxis também comentou que, apesar dos pedidos dos fãs, o game “SimCity” não terá cidades de tamanho maior.

“O design original do game era focado na densidade de um ambiente urbano. Era sobre a conexão entre municípios e o desafio de administrar uma região de cidades ao invés de uma única metrópole”, afirma Buechner. “Após meses de testes, posso confirmar que não iremos provir cidades maiores”.

Segundo Buechner, a vasta maioria dos jogadores não conseguiria carregar e muito menos jogar “SimCity” em mapas grandes. “Tentamos uma série de abordagens diferentes para trazer a performance a um nível aceitável, mas simplesmente não conseguimos. Por isso, decidimos encerrar o trabalho em cidades maiores e focar nosso esforço em evoluir o jogo e e explorar o modo off-line”, comenta o diretor-geral.

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Publicado por em 9 de outubro de 2013 em Tecnologia

 

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Startups e estratégias de presença offline

Publicada em 13/03/2013 9:29

Analisar a “presença digital” de uma startup siginifica avaliar o quanto tal marca possui um bom  trabalho de branding e reputação em canais online como as mídias sociais, anúncios em rede de displays ou nos mecanismos de busca. Observamos que quando se fala em estratégias de comunicação e marketing para uma startup o foco fica no digital, deixando-se de lado, por vezes, do meio offline.

Startups bem sucedidas não restringem seu “footprint” ao universo online. Também se mostram presentes e frequentes no âmbito físico, participando em eventos, feiras, ganhando páginas e espaço na imprensa e principalmente conhecendo seus clientes nas ruas; entendo seu comportamento psicográfico.

Um exemplo interessante é o Google Street View. Mais do que prestar um serviço online, a ferramenta prova ao usuário que a empresa esteve ou está nas ruas, dando uma ideia de proximidade e torna cada um dos usuários que vê uma foto de sua rua na internet importante e relevante. A partir daí, a ideia de anunciar em um sistema como o AdWords se torna imediatamente mais atraente – sua publicidade será vista por todos, em qualquer lugar. Não importa onde você está, o Google vai te achar.

Para quem se lembra, a Rovio, finlandesa do aclamado jogo Angry Birds, realizou diversas ações publicitárias físicas, levando o jogo às ruas e mostrando criativas brincadeiras para fidelizar público, mesmo após a explosão de vendas do aplicativo, uma destas ações foi a realizada em Barcelona.

A estratégia de presença para uma Startup, assim sendo, possui seu viés digital: redes e mídias sociais, SEO, mecanismos de busca, otimização e geração de conteúdo e estratégias utilizando-se de novas tecnologias como RFID, QR Codes, Reconhecimento Facial e Murais Interativos. A Coca-Cola vem promovendo diversos eventos utilizando-se de maneira criativa das novas tecnologias.

Empresas digitais surgidas nos dias de hoje seguem, em geral, dois grandes grupos: o de comércio de bens e o de prestação de serviços. No segmento de bens, encontram-se todos os subgrupos e modelos de e-commerce, desde a tradicional loja online, passando por compras coletivas, demanda coletiva, lojas de nichos, assinaturas, cupons e tudo mais. Na prestação de serviços, os diversos modelos de softwares SaaS, ferramentas, APPs, redes sociais e até games.

O primeiro desses grupos está em geral mais voltado ao consumidor e ao usuário final. O alvo das ações e estratégias offline deverá ser a pessoa física e a empresa pode lançar mão de situações e contextos imediatamente relacionados a compras para promover sua marca e seu offline “footprint”. Ao contrário do que ocorre na internet, ações offline estão atreladas a um timing e um contexto geográfico muito mais limitados, mas tendem a oferecer acesso a um público muito mais propenso ao consumo.

Para startups, o custo e as despesas relacionadas a ações próprias de marketing offline podem ser proibitivos, mas algumas alternativas tecnológicas que podem ser consideradas “híbridas” certamente auxiliam na missão:

1 – Uso mais extensivo de QR codes – o uso dos códigos em cartões de visita já se tornou comum, mas startups podem ir além para promover seus produtos. O uso de QR codes em panfletos e folhetos para distribuição em feiras, estabelecimentos parceiros e mesmo nas ruas pode estar relacionado a ofertas específicas, hot pages e promoções;2 – Correio tradicional – a mala direta não morreu e ainda funciona bem. Para startups, vale separar grupos específicos de usuários dentro do mailing list, para envio de promoções e ofertas personalizadas – não um milhão de correspondências, mas apenas algumas centenas ou milhares, diretamente para aqueles clientes mais recorrentes, que efetuam compras mais vultosas e frequentes em seu site;3 – Feiras – startups atualmente participam ativamente em eventos. Apenas um problema: parecem só comparecer em eventos sobre startups e tecnologia. Aqui cabe a pergunta: será mesmo que seu público está nesses eventos? Procure conhecer a fundo o calendário de feiras relacionado aos produtos que você comercializa e atue junto a um consumidor menos aleatório. Não interessa se sua loja é online ou offline: se você vende roupas, deve participar de feiras de moda e vestuário, por exemplo;4 – Parcerias com outras marcas – algumas marcas e lojas não possuem presença digital marcante, ou canais de e-commerce estabelecidos. Eis aqui uma excelente oportunidade para a troca de favores – você os leva para o mundo das vendas online, enquanto que eles promovem seu site junto ao público nas ruas;5 – Venda direta – lembra das “consultoras” da Avon que frequentavam os salões de beleza e traziam livrinhos com ofertas para o escritório? Porque não utilizar a mesma ferramenta para promover as ofertas de seu site? Recrute vendedores que trabalham por produção oferecendo comissões ou permutas e vantagens, em troca de indicações e divulgação direta ao consumidor;

O ideal é integrar ações offline e online por meio do conceito conhecido como crossmedia. Lembrando de típicas métricas digitais, como a taxa de conversão, vale lembrar que as vendas físicas ainda possuem uma taxa de retorno maior em ações de divulgação, embora seu alcance e proliferação sejam inferiores. Novamente: não se trata de uma opção e o uso de ferramentas offline não exclui absolutamente nenhuma das estratégias que já vêm sendo levadas a cabo por sua startup.

No segundo grande tomo, temos os serviços e softwares vendidos por startups como “soluções” em geral. Hoje em dia, esse segmento congrega a grande maioria das novas empresas que são criadas. A propagação da marca e de modelos “fremium” e “trial” tem sido a tônica na estratégia de marketing dessas empresas, as quais muitas vezes deixam de prever o comportamento de seu público-alvo mais importante: outras empresas.

Embora os serviços prestados por essas startups atinjam os usuários e criem boas bases de registros, resultam em taxas de conversão muito baixas, ainda que previstas. A grande maioria dos softwares em modelo SaaS vem sendo vendida em planos – o usuário individual, ou seja, o grosso dos registrados, não paga pelo uso, mas usuários corporativos e grupos passam a incidir em planos com valores e benefícios progressivos, geralmente orientados pelo número de usuários que irá utilizar a solução.

Problema: as redes sociais estão lotadas de potenciais usuários individuais, mas não necessariamente de usuários pagos e corporativos. Esperar que o usuário individual de redes sociais seja um decisor nos processos de compras da empresa em que trabalha é, basicamente, depender da sorte. E no mundo dos negócios, ao menos no que tange à estratégia, sorte não é um dos fatores que deve ser esperado.

Mas como garantir maior taxa de retorno para seu produto ou serviço “premium”? Se considerarmos que grande parte das startups que operam sob o modelo “freemium”, oferecendo soluções de segurança, armazenamento, compartilhamento, CRM e outros, só começam a faturar com empresas acima de 5 ou 10 funcionários, a melhor abordagem é provavelmente presencial. Visitar empresa por empresa em determinado setor pode ser frustrante, porém é possível recorrer a algumas estratégias utilizadas há décadas:

1 – Associações e entidades de classe – é prática comum oferecer comissões por indicações ou recomendações no empreendedorismo digital, então porque não oferecer tal vantagem a entidades de classe, responsáveis por segmentos inteiros da economia, e com bases de dados de associados que são um filé para startups?2 – Contratos de longo prazo – a tabela de preços no site não é a voz de Deus e certamente pode ser flexibilizada quando se tem em vista um contrato de longo prazo, com vultosas somas envolvidas. Não seja refém do seu modelo de negócio;3 – Certificações e certidões – algumas empresas exigem certificações e certidões negativas e de outra natureza de todos os seus fornecedores. Informe-se a respeito de possíveis certificações e padrões existentes para o produto ou serviço que você presta e passe a concorrer em processos de grande grupos empresariais;

A prestação de serviços para grandes empresas e entidades, ainda por cima, concede uma certa titulação à sua startup. Uma empresa que fornece uma solução boa o suficiente para ser utilizada pela Microsoft, por exemplo, passará certamente pelo crivo da maioria de seus potenciais clientes.

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This post was made using the Auto Blogging Software from WebMagnates.org This line will not appear when posts are made after activating the software to full version.

 
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Publicado por em 20 de junho de 2013 em Tecnologia

 

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Startups e estratégias de presença offline

Publicada em 13/03/2013 9:29

Analisar a “presença digital” de uma startup siginifica avaliar o quanto tal marca possui um bom  trabalho de branding e reputação em canais online como as mídias sociais, anúncios em rede de displays ou nos mecanismos de busca. Observamos que quando se fala em estratégias de comunicação e marketing para uma startup o foco fica no digital, deixando-se de lado, por vezes, do meio offline.

Startups bem sucedidas não restringem seu “footprint” ao universo online. Também se mostram presentes e frequentes no âmbito físico, participando em eventos, feiras, ganhando páginas e espaço na imprensa e principalmente conhecendo seus clientes nas ruas; entendo seu comportamento psicográfico.

Um exemplo interessante é o Google Street View. Mais do que prestar um serviço online, a ferramenta prova ao usuário que a empresa esteve ou está nas ruas, dando uma ideia de proximidade e torna cada um dos usuários que vê uma foto de sua rua na internet importante e relevante. A partir daí, a ideia de anunciar em um sistema como o AdWords se torna imediatamente mais atraente – sua publicidade será vista por todos, em qualquer lugar. Não importa onde você está, o Google vai te achar.

Para quem se lembra, a Rovio, finlandesa do aclamado jogo Angry Birds, realizou diversas ações publicitárias físicas, levando o jogo às ruas e mostrando criativas brincadeiras para fidelizar público, mesmo após a explosão de vendas do aplicativo, uma destas ações foi a realizada em Barcelona.

A estratégia de presença para uma Startup, assim sendo, possui seu viés digital: redes e mídias sociais, SEO, mecanismos de busca, otimização e geração de conteúdo e estratégias utilizando-se de novas tecnologias como RFID, QR Codes, Reconhecimento Facial e Murais Interativos. A Coca-Cola vem promovendo diversos eventos utilizando-se de maneira criativa das novas tecnologias.

Empresas digitais surgidas nos dias de hoje seguem, em geral, dois grandes grupos: o de comércio de bens e o de prestação de serviços. No segmento de bens, encontram-se todos os subgrupos e modelos de e-commerce, desde a tradicional loja online, passando por compras coletivas, demanda coletiva, lojas de nichos, assinaturas, cupons e tudo mais. Na prestação de serviços, os diversos modelos de softwares SaaS, ferramentas, APPs, redes sociais e até games.

O primeiro desses grupos está em geral mais voltado ao consumidor e ao usuário final. O alvo das ações e estratégias offline deverá ser a pessoa física e a empresa pode lançar mão de situações e contextos imediatamente relacionados a compras para promover sua marca e seu offline “footprint”. Ao contrário do que ocorre na internet, ações offline estão atreladas a um timing e um contexto geográfico muito mais limitados, mas tendem a oferecer acesso a um público muito mais propenso ao consumo.

Para startups, o custo e as despesas relacionadas a ações próprias de marketing offline podem ser proibitivos, mas algumas alternativas tecnológicas que podem ser consideradas “híbridas” certamente auxiliam na missão:

1 – Uso mais extensivo de QR codes – o uso dos códigos em cartões de visita já se tornou comum, mas startups podem ir além para promover seus produtos. O uso de QR codes em panfletos e folhetos para distribuição em feiras, estabelecimentos parceiros e mesmo nas ruas pode estar relacionado a ofertas específicas, hot pages e promoções;2 – Correio tradicional – a mala direta não morreu e ainda funciona bem. Para startups, vale separar grupos específicos de usuários dentro do mailing list, para envio de promoções e ofertas personalizadas – não um milhão de correspondências, mas apenas algumas centenas ou milhares, diretamente para aqueles clientes mais recorrentes, que efetuam compras mais vultosas e frequentes em seu site;3 – Feiras – startups atualmente participam ativamente em eventos. Apenas um problema: parecem só comparecer em eventos sobre startups e tecnologia. Aqui cabe a pergunta: será mesmo que seu público está nesses eventos? Procure conhecer a fundo o calendário de feiras relacionado aos produtos que você comercializa e atue junto a um consumidor menos aleatório. Não interessa se sua loja é online ou offline: se você vende roupas, deve participar de feiras de moda e vestuário, por exemplo;4 – Parcerias com outras marcas – algumas marcas e lojas não possuem presença digital marcante, ou canais de e-commerce estabelecidos. Eis aqui uma excelente oportunidade para a troca de favores – você os leva para o mundo das vendas online, enquanto que eles promovem seu site junto ao público nas ruas;5 – Venda direta – lembra das “consultoras” da Avon que frequentavam os salões de beleza e traziam livrinhos com ofertas para o escritório? Porque não utilizar a mesma ferramenta para promover as ofertas de seu site? Recrute vendedores que trabalham por produção oferecendo comissões ou permutas e vantagens, em troca de indicações e divulgação direta ao consumidor;

O ideal é integrar ações offline e online por meio do conceito conhecido como crossmedia. Lembrando de típicas métricas digitais, como a taxa de conversão, vale lembrar que as vendas físicas ainda possuem uma taxa de retorno maior em ações de divulgação, embora seu alcance e proliferação sejam inferiores. Novamente: não se trata de uma opção e o uso de ferramentas offline não exclui absolutamente nenhuma das estratégias que já vêm sendo levadas a cabo por sua startup.

No segundo grande tomo, temos os serviços e softwares vendidos por startups como “soluções” em geral. Hoje em dia, esse segmento congrega a grande maioria das novas empresas que são criadas. A propagação da marca e de modelos “fremium” e “trial” tem sido a tônica na estratégia de marketing dessas empresas, as quais muitas vezes deixam de prever o comportamento de seu público-alvo mais importante: outras empresas.

Embora os serviços prestados por essas startups atinjam os usuários e criem boas bases de registros, resultam em taxas de conversão muito baixas, ainda que previstas. A grande maioria dos softwares em modelo SaaS vem sendo vendida em planos – o usuário individual, ou seja, o grosso dos registrados, não paga pelo uso, mas usuários corporativos e grupos passam a incidir em planos com valores e benefícios progressivos, geralmente orientados pelo número de usuários que irá utilizar a solução.

Problema: as redes sociais estão lotadas de potenciais usuários individuais, mas não necessariamente de usuários pagos e corporativos. Esperar que o usuário individual de redes sociais seja um decisor nos processos de compras da empresa em que trabalha é, basicamente, depender da sorte. E no mundo dos negócios, ao menos no que tange à estratégia, sorte não é um dos fatores que deve ser esperado.

Mas como garantir maior taxa de retorno para seu produto ou serviço “premium”? Se considerarmos que grande parte das startups que operam sob o modelo “freemium”, oferecendo soluções de segurança, armazenamento, compartilhamento, CRM e outros, só começam a faturar com empresas acima de 5 ou 10 funcionários, a melhor abordagem é provavelmente presencial. Visitar empresa por empresa em determinado setor pode ser frustrante, porém é possível recorrer a algumas estratégias utilizadas há décadas:

1 – Associações e entidades de classe – é prática comum oferecer comissões por indicações ou recomendações no empreendedorismo digital, então porque não oferecer tal vantagem a entidades de classe, responsáveis por segmentos inteiros da economia, e com bases de dados de associados que são um filé para startups?2 – Contratos de longo prazo – a tabela de preços no site não é a voz de Deus e certamente pode ser flexibilizada quando se tem em vista um contrato de longo prazo, com vultosas somas envolvidas. Não seja refém do seu modelo de negócio;3 – Certificações e certidões – algumas empresas exigem certificações e certidões negativas e de outra natureza de todos os seus fornecedores. Informe-se a respeito de possíveis certificações e padrões existentes para o produto ou serviço que você presta e passe a concorrer em processos de grande grupos empresariais;

A prestação de serviços para grandes empresas e entidades, ainda por cima, concede uma certa titulação à sua startup. Uma empresa que fornece uma solução boa o suficiente para ser utilizada pela Microsoft, por exemplo, passará certamente pelo crivo da maioria de seus potenciais clientes.

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Publicado por em 30 de maio de 2013 em Tecnologia

 

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Google Drive chega aos aparelhos iOS e Docs ganha edição offline

A Google divulgou mais duas novidades no segundo dia da conferência I/O: edição offline no Google Docs e uma versão do Google Drive para iOS. Também anunciou uma versão do Chrome para o sistema operacional da Apple, e demonstrou como o software roda em um iPad e no iPhone.

Em fevereiro, a empresa havia anunciado que documentos podiam ser visualizados offline. Agora, também é possível a edição.

A edição de texto offline já está disponível no Google Docs e a gigante está trabalhando em edições offline para suas planilhas e apresentações de slides, afirmou a empresa em seu segundo dia de evento.

As atualizações significam que usuários do Google Docs poderão editar documentos em um plano, por exemplo, e depois sincronizar as mudanças com a nuvem quando eles reconectarem.

A capacidade offline irá acirrar a competição entre a Google e a Microsoft. A companhia de Mountain View enfatizou que o Docs é um produto viável tanto para empresas quanto para consumidores: 5 milhões de empresas estão utilizando suas aplicações em nuvem.

Segundo a gigante, o app do Google Drive para iPhone, iPad e iPod Touch serão liberados na App Store ao final desta quinta-feira (28/6).

Já no Chrome, o Google Drive opera como um sistema de arquivos local, afirmou o diretor de gestão de produtos para Google Drive, Clay Bavor. Ele mostrou como um usuário pode procurar por uma pasta de recibos digitalizados e encontrar um recibo em particular, utilizando uma palavra-chave. Os recibos estavam armazenados como arquivos de imagem, mas o app do Drive utiliza reconhecimento óptico para classificar textos.

Ele também pode classificar imagens. Bavor mostrou como um usuário pode armazenar fotos de uma viagem ao Egito no Google Drive, por exemplo, e depois procurar por “pirâmide” e localizar fotos que contém pirâmides, mesmo que as fotos não estejam marcadas com essa palavra.

A Google também mostrou como o Google Docs e o Google Drive podem trabalhar em conjunto para proporcionar uma “colaboração em tempo real”. A companhia mostrou como três usuários podem editar um documento de texto simultaneamente, em três dispositivos diferentes, e depois todas as modificações salvas aparecerem em cada uma das três diferentes telas.

Referindo-se à tendência cada vez maior de usuários utilizando múltiplos dispositivos, Sundar Pichai, vice-presidente sênior do Google Chrome e apps, disse “não é somente em casa, é a mesma pessoa que deixa sua residência e aparece no trabalho, e exige a mesma experiência.”

A empresa anunciou ainda um serviço de computação chamado de Google Compute Engine, o qual irá competir com a Amazon Web Services.

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Publicado por em 20 de julho de 2012 em Tecnologia

 

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Google Drive chega aos aparelhos iOS e Docs ganha edição offline

A Google divulgou mais duas novidades no segundo dia da conferência I/O: edição offline no Google Docs e uma versão do Google Drive para iOS. Também anunciou uma versão do Chrome para o sistema operacional da Apple, e demonstrou como o software roda em um iPad e no iPhone.

Em fevereiro, a empresa havia anunciado que documentos podiam ser visualizados offline. Agora, também é possível a edição.

A edição de texto offline já está disponível no Google Docs e a gigante está trabalhando em edições offline para suas planilhas e apresentações de slides, afirmou a empresa em seu segundo dia de evento.

As atualizações significam que usuários do Google Docs poderão editar documentos em um plano, por exemplo, e depois sincronizar as mudanças com a nuvem quando eles reconectarem.

A capacidade offline irá acirrar a competição entre a Google e a Microsoft. A companhia de Mountain View enfatizou que o Docs é um produto viável tanto para empresas quanto para consumidores: 5 milhões de empresas estão utilizando suas aplicações em nuvem.

Segundo a gigante, o app do Google Drive para iPhone, iPad e iPod Touch serão liberados na App Store ao final desta quinta-feira (28/6).

Já no Chrome, o Google Drive opera como um sistema de arquivos local, afirmou o diretor de gestão de produtos para Google Drive, Clay Bavor. Ele mostrou como um usuário pode procurar por uma pasta de recibos digitalizados e encontrar um recibo em particular, utilizando uma palavra-chave. Os recibos estavam armazenados como arquivos de imagem, mas o app do Drive utiliza reconhecimento óptico para classificar textos.

Ele também pode classificar imagens. Bavor mostrou como um usuário pode armazenar fotos de uma viagem ao Egito no Google Drive, por exemplo, e depois procurar por “pirâmide” e localizar fotos que contém pirâmides, mesmo que as fotos não estejam marcadas com essa palavra.

A Google também mostrou como o Google Docs e o Google Drive podem trabalhar em conjunto para proporcionar uma “colaboração em tempo real”. A companhia mostrou como três usuários podem editar um documento de texto simultaneamente, em três dispositivos diferentes, e depois todas as modificações salvas aparecerem em cada uma das três diferentes telas.

Referindo-se à tendência cada vez maior de usuários utilizando múltiplos dispositivos, Sundar Pichai, vice-presidente sênior do Google Chrome e apps, disse “não é somente em casa, é a mesma pessoa que deixa sua residência e aparece no trabalho, e exige a mesma experiência.”

A empresa anunciou ainda um serviço de computação chamado de Google Compute Engine, o qual irá competir com a Amazon Web Services.

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Publicado por em 19 de julho de 2012 em Tecnologia

 

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