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Entenda as diferenças entre as várias versões do novo Office

Office 2013, 365, On Demand, RT… mergulhamos nessa “sopa” de números e letrinhas para explicar quais os recursos de cada versão do pacote de aplicativos

Há muito, muito tempo atrás, grandes caixas com o Microsoft Office disputavam sua atenção nas prateleiras das lojas. Agora, assim como aconteceu com os CDs e livros, ele chega via internet. Com o lançamento da mais nova versão, nesta terça-feira, a Microsoft está posicionando o Office como um serviço por assinatura, em vez de um “produto” em uma caixinha numa prateleira de loja.

Isso significa que há ainda mais versões do Office a escolher. Confuso? Não se preocupe: vamos explicar o que é cada versão, e o que ela faz.

Leia também
» Veja o que há de novo no Office 2013

Um “Novo Office”

“Novo Office” é como a Microsoft descreve o lançamento simultâneo de uma série de produtos relacionados, que inclui o Office 2013, Office 365 e mais, reduzindo a distância entre o software em seu computador e serviços e dados “na nuvem”. Em vez de deixá-lo dependente de software e documentos “amarrados” ao seu PC do trabalho, a Microsoft quer que o Office esteja à disposição onde quer que você precise dele: no trabalho, em casa, em seu PC, em seu smartphone, em seu tablet, seja online ou offline. Para ter esta experiência, você precisa fazer login com sua Conta da Microsoft, que o acompanha onde quer que você use o Office.

Office 2013

O que você tradicionalmente imagina como sendo o “Microsoft Office” (o conjunto de Word, Excel, PowerPoint e cia.) é agora apenas o componente desktop do pacote. Ele está disponível em três versões em “caixinhas” nas lojas, com licenças para apenas um PC:

Office Home & Student por R$ 239 (inclui Word, Excel, PowerPoint e OneNote)
Office Home & Business por R$ 589 (inclui também o Outlook)
Office Professional por R$ 1.079 (inclui também o  Publisher e o Access)

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As versões “na caixinha” do Office 2013

Se você não se importa com os serviços online e quer manter os seus documentos e aplicativos apenas em seu PC, estas são as versões para você. Mas para a maioria dos usuários, que não vivem desconectados da Internet, o Office 365 oferece mais opções e, no geral, um custo-benefício muito melhor.

Office 365

Office 365 é uma marca que engloba os aplicativos do Office 2013 e as ferramentas e serviços online relacionados, e é constantemente atualizado. Por padrão seus dados são salvos na nuvem: usuários domésticos usam o SkyDrive, e usuários corporativos podem usar um servidor SharePoint.

Todo mundo na sua casa usa o Office? Então esta é a versão para você: o Office 365 inclui licença de uso para 5 PCs ou Macs (ou seja, você pode instalar os programas em cinco máquinas), além de dispositivos móveis. Inclui o Word, Excel, PowerPoint, OneNote, Outlook, Publisher e Access, 20 GB de espaço para seus arquivos no SkyDrive e uma hora mensal de chamadas via Skype para telefones fixos ou celulares. Tudo isso por R$ 179.

O detalhe é que este é o preço de uma assinatura que tem de ser renovada a cada ano, enquanto as “caixinhas” são licenças perpétuas. Em compensação, os aplicativos do Office 365 são constantemente atualizados: você sempre terá acesso à versão mais recente disponível enquanto sua assinatura estiver ativa, em vez de ter de comprar um upgrade para uma nova versão daqui a dois ou três anos.

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Office 365 Home Premium: assinatura anual pode ser um melhor negócio

Para os universitários a Microsoft oferece o Office 365 University. Contém os mesmos programas e serviços do Office 365 Home Premium, mas a licença de uso é válida para apenas duas máquinas. Em compensação, uma assinatura é válida por quatro anos, e ele custa os mesmos R$ 179 do pacote doméstico. Para adquirir esta versão, é necessário comprovar que você é um estudante universitário, ou então professor ou membro do corpo docente de uma universidade.

E o que acontece quando a assinatura vence e não é renovada? Segundo a ZDNet, os aplicativos entram em um modo de “funcionalidade reduzida”: o usuário ainda conseguirá abrir documentos já criados, mas não poderá editá-los, nem criar novos documentos. Documentos armazenados no SkyDrive ainda poderão ser baixados para o PC, e os usuários continuam tendo acesso às Office Web Apps, com ferramentas para edição básica. Mas a Microsoft não quer que isso aconteça: antes da assinatura expirar o usuário será avisado através de pop-ups nos aplicativos, para que possa fazer a renovação a tempo e não perca nenhum recurso.

Office para Mac

O Office para Mac continua existindo: os aplicativos (Word, Excel, PowerPoint) ainda não foram atualizados, mas quem adquirir uma licença do Office 365 Home Premium poderá baixar a versão 2011 do pacote, e também terá acesso aos mesmos serviços (SkyDrive, Skype) que os usuários de PCs. É uma boa notícia para quem vive em um ambiente híbrido e trabalha em um PC, mas tem um Mac em casa. Agora uma única licença do Office cobre as duas plataformas.

Office RT

O tablet Surface RT da Microsoft, que roda uma versão do Windows chamada Windows RT, inclui versões especializadas do Word, Excel, PowerPoint e OneOne 2013, otimizadas para uso com telas sensíveis ao toque. Os programas tem menos recursos que o Office 2013 em um PC (não há, por exemplo, o suporte a Macros), porém mais recursos que o Office no Windows Phone 8 ou as Office Web Apps. Já o Surface Pro e outros tablets Windows 8 equipados com processadores Intel ou AMD podem rodar a mesma versão do Office que os PCs, com os mesmos recursos.

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Tablet Surface RT, da Microsoft, vem com uma versão especializada do Office

Office para Windows Phone 8

Smartphones com o Windows Phone 8 incluem versões “de bolso” do Word, Excel e PowerPoint, integradas ao “Office Hub”, além do aplicativo para anotações OneNote. Os documentos são exibidos com perfeição, e é fácil abrir um documento recebido via e-mail, ou anexar um documento a uma nova mensagem. E como eles são armazenados no SkyDrive, mostram sempre as mudanças mais recentes, não importa se você trabalhou com eles pela última vez em um PC, um tablet ou mesmo no próprio smartphone.

Office Web Apps

São versões reduzidas do Word, Excel, PowerPoint e OneNote que rodam dentro de um navegador, e a resposta da Microsoft ao Google Docs. As Web Apps não foram criadas para ser seu principal aplicativo no dia-a-dia: em vez disso, foram pensadas para permitir que você possa ler e fazer mudanças rápidas em documentos do Office onde quer que esteja.

Office on Demand

Precisa usar um computador que não tem o Office instalado, e de mais recursos que os disponíveis nas Web Apps? O Microsoft Office On Demand (Office sob Demanda) foi feito sob medida para esta situação. Através da mágica da virtualização é possível rodar cópias completas e personalizadas dos aplicativos do Office mesmo em PCs onde eles não estejam instalados. Você só precisa de um PC com o Windows 7 ou 8, uma assinatura do Office 365 e conexão à internet. Entre os programas disponíveis estão o Word, Excel, PowerPoint, Access, Publisher, Visio e Project. Este vídeo (em inglês) explica como tudo funciona.

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Publicado por em 21 de março de 2013 em Tecnologia

 

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Microsoft lança no Brasil pacote Office 2013

Suite estará disponível em duas versões, com licença tradicional ou através de um sistema de assinatura anual.

A Microsoft anuncia nesta terça-feira o lançamento de uma nova versão de seu pacote de aplicativos de escritório, o Microsoft Office. Além dos tradicionais novos recursos os programas tiveram a interface redesenhada, para que seja mais “limpa” e fácil de usar em sistemas com telas sensíveis ao toque, e ganharam melhor integração com serviços online. 

O software estará disponível em duas versões: o Microsoft Office Home & Student 2013 custa R$ 239, inclui Word, Excel, PowerPoint e OneNote e pode ser instalado em um computador. Já o Microsoft Office 365 Home Premium parece um melhor negócio: por R$ 179 você pode instalar o software em até 5 computadores e leva, além do Word, Excel, PowerPoint e OneNote, o Outlook, Publisher, Access, 60 minutos de chamadas via Skype para qualquer lugar do mundo e 20 GB de armazenamento online no SkyDrive.

A diferença de preço, que pode confundir o consumidor, representa uma mudança na estratégia da Microsoft. A versão Home & Student é uma “licença perpétua”, ou seja, você pode usar o software por quanto tempo quiser, como nas versões anteriores do Office. Já a versão Home Premium é uma assinatura anual, que tem que ser renovada (por mais R$ 179) a cada 12 meses, como a assinatura de um antivírus. Em compensação, a Microsoft promete o acesso contínuo a novas versões do programa enquanto a assinatura for válida.

A nova versão do Word é capaz de editar documentos PDF, tem um modo dedicado para leitura e um sistema de controle de revisões aprimorado, entre outros recursos. O Excel ganhou novas ferramentas para facilitar a entrada, análise e apresentação de dados, e o PowerPoint tem compatibilidade com mais formatos de vídeo, além de novas ferramentas de design e apresentação. Já o Outlook ganhou uma interface mais simples, com recursos que facilitam a consulta de informações como a agenda ou lista de contatos sem que seja necessário trocar o modo de visualização. Leia nossa análise do novo pacote para ficar por dentro de todas as novidades.

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Publicado por em 21 de março de 2013 em Tecnologia

 

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Office Web Apps vs. Google Docs: qual a melhor suíte de produtividade online?

Microsoft e Google oferecem aplicativos gratuitos que rodam dentro do navegador e permitem criar e editar documentos, planilhas e apresentações

Durante anos, quem procurava um processador de textos, planilha de cálculo e editor de apresentações gratuito recorria ao Google Docs. Mas a Microsoft lançou recentemente um conjunto atualizado de Office Web Apps, que usuários individuais podem acessar através de suas contas no SkyDrive, e usuários corporativos através do Office 365 e servidores SharePoint.

Os aplicativos da Microsoft agora tem suporte a impressão, tablets com telas sensíveis ao toque e outros recursos anteriormente ausentes. Embora, no geral, o pacote da Google ofereça mais recursos, as Office Web Apps parecem promissoras, especialmente para empresas que já estão integradas ao ecossistema da Microsoft, já que tornam fácil abrir documentos da web na versão desktop do Office, e vice-versa.

Entretanto, as Office Web Apps ainda não tem alguns componentes essenciais no dia-a-dia. A versão online do Word, por exemplo, não tem o recurso de AutoSave, e o Excel não é capaz de “congelar” uma coluna.

Só para esclarecer, as Office Web Apps não são a mesma coisa que o Office on Demand, que é um serviço de streaming que permite rodar o Office 2013 completo em um computador mesmo que o software não esteja instalado nele, e é parte de uma assinatura do serviço Office 365. Este nosso artigo explica melhor as diferenças entre as várias “versões” do Office disponíveis.

Tanto as plataformas da Microsoft quanto da Google permitem enviar, importar e editar documentos do Office, criar novos documentos e salvá-los nos formatos mais populares (incluindo .doc, .xls, .ppt, etc). Ambos oferecem ferramentas para colaboração online, e acesso aos documentos a partir de dispositivos móveis. A seguir, comparamos os principais pontos das duas plataformas, para que você possa escolher qual a mais adequada para você.

Preço: empate

As Office Web Apps da Microsoft são gratuitas para uso pessoal. Empresas podem assinar um plano do Office 365, que custa a partir de US$ 6 mensais por usuário, para até 50 usuários, e incluem e-mail e calendários compartilhados online, além das Office Web Apps. Entretanto, este plano básico não inclui suporte por telefone. Para isso é necessário um upgrade para um plano que custa US$ 8 por mês, e também inclui uma estrutura de intranet baseada na tecnologia SharePoint. Se a sua empresa já usa o SharePoint, o Web Apps exige a aquisição de uma licença adicional.

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Os planos da MS variam de US$ 6 a US$ 20 mensais por funcionário

A versão básica do Google Docs era gratuita para todos, incluindo usuários corporativos, mas em Dezembro a Google mudou a estrutura de preços. Ainda é grátis para uso pessoal, e se mantém gratuita para usuários corporativos aderiram ao plano básico antes da mudança. Mas novos usuários corporativos precisam de um plano que custa US$ 5 mensais, ou US$ 50 anuais, por usuário. Recursos extras como segurança avançada e e-discovery exigem um outro plano, que custa US$ 10 mensais ou US$ 120 anuais por usuário.

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A Google oferece apenas dois planos: US$ 5 ou US$ 10 mensais por funcionário

Armazenamento: vantagem da Microsoft

As Office Web Apps são integradas ao serviço de armazenamento online SkyDrive, que atualmente oferece gratuitamente 7 GB de espaço para seus arquivos, além de espaço ilimitado para uma conta do GMail ou Hotmail associada. Cada 100 GB de espaço extra custam US$ 50 por ano.

O Google Docs é integrado ao Google Drive, que atualmente oferece gratuitamente 5 GB de espaço para seus arquivos, mais 10 GB para uma conta do GMail associada e espaço ilimitado para documentos do Google Docs. Cada 100 GB de espaço extra custa US$ 60 anuais.

Tanto o SkyDrive quanto o Google Drive tem software para o PC que permite a sincronia automática de arquivos e pastas com o “disco” online.

Compartilhamento: vantagem do Google

Tanto as Office Web Apps quando o Google Docs permitem que os documentos sejam integrados à páginas web ou compartilhados com colaboradores. Mas no geral, a Google oferece aos usuários uma experiência mais completa e refinada, com painéis de bate-papo integrados e atualizações em tempo real. Cada usuário de um documento vê imediatamente as mudanças que estão sendo feitas por outros usuários, à medida em que acontecem. Além disso o Google Docs permite que qualquer documento seja enviado via e-mail, direto de seu aplicativo, em uma variedade de formatos, incluindo os do Office, texto puro e até PDF.

As Office Web Apps prometem melhor integração com a versão desktop do Microsoft Office, mas as ferramentas são rudimentares, incômodas e inconsistentes entre os aplicativos.

Processamento de textos: vantagem do Google

Na versão web do Word, assim como nas outras Office Web Apps, há o modo de visualização (preview), que é bastante fiel aos documentos originais. E há também o modo de edição, que mostra uma visão simplificada do documento. Se você estiver trabalhando em um documento que usa recursos que não são suportados pela versão web do Word, estes recursos não estarão visíveis online, mas ainda estarão presentes quando ele for aberto na versão desktop. O resultado pode ser muito confuso, já que o documento terá uma aparência diferente dependendo de onde ele estiver sendo visto.

Mas o recurso mais importante que está ausente na versão online do Word é o AutoSave. Ele é essencial para qualquer aplicativo baseado na web, especialmente se a sua conexão à internet é intermitente. 

O processador de textos do Google Docs existe há mais tempo, tem mais ferramentas de formatação e centenas de fontes. Além disso ele é verdadeiramente “WYSIWYG” (What You See Is What You Get): o que você vê na tela é exatamente o que será impresso, e mesmo que o documento seja salvo em outros formatos o resultado será bastante fiel ao que é mostrado online.

Planilha: empate

Ao contrário da versão web do Word, o Excel é capaz de salvar as mudanças automaticamente, o que é ótimo para pessoas que tem conexões à internet pouco confiáveis. Tanto o Excel quanto a planilha do Google Docs tem todos os recursos mais comuns a uma planilha, incluindo a capacidade de criar gráficos. Ambos também podem ser usados para criar questionários online, chamados de “forms” no Google Docs.

Mas a versão web do Excel tem mais dos recursos do Excel “de mesa” que o Google Docs, portanto é mais fácil lidar com planilhas mais complexas. Mas ela não suporta macros, não permite congelar colunas, e não permite enviar uma cópia da planilha como um anexo diretamente a partir do aplicativo.

A planilha do Google tem suporte a scripts, congela colunas e permite o envio de planilhas via e-mail em formatos como o XLS (do Excel), PDF ou CSV. 

O Google Docs é mais vantajoso para quem trabalha apenas na web, mas quem também precisa de integração com uma planilha no desktop irá preferir a versão online do Excel.

Apresentações: vantagem da Microsoft

A versão web do PowerPoint oferece ao usuário nove modelos para apresentações. O Google oferece 20, mas os modelos da Microsoft são melhores. Ambos tem ferramentas básicas de edição, e são capazes de compartilhar apresentações com o público e embutí-las em páginas na web.

Notas: vantagem da Microsoft

A Microsoft tem uma versão web do OneNote que, assim como as outras Office Web Apps, é menos funcional que a original no desktop. O principal recurso ausente é a capacidade de imprimir notas. Ainda assim é melhor do que o oferecido pelo Google: nada, já que a empresa desativou um aplicativo similar cerca de um ano atrás.

Gráficos: vantagem da Google

O Google Docs tem um bom aplicativo para criação colaborativa de gráficos e diagramas simples. A Microsoft não tem um equivalente nas Office Web Apps.

Mobilidade: empate

O app do Google Drive para smartphones e tablets Android permite a edição de documentos de texto, e a visualização de planilhas, apresentações e gráficos. Também há uma opção para abrir os arquivos em outros aplicativos.

O app do SkyDrive exibe documentos, planilhas, arquivos PDF e apresentações, mas não os blocos de notas do OneNote. Assim como no app do Google Drive, há uma opção para abrir os arquivos em outros aplicativos.

Tanto o SkyDrive quanto o Google Drive podem ser acessados através de um navegador em um smartphone, como o Safari, e ambos tem uma interface otimizada para dispositivos móveis. O Docs, entretanto, permite a edição de documentos e planilhas, e é fácil alternar para a versão “desktop” do site, o que permite a edição de gráficos.

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Apps do Skydrive (esquerda) e Google Drive (Direita) em um smartphone Android

Já no SkyDrive não há uma forma fácil de alternar para o modo desktop, e o serviço por padrão permite apenas a visualização de documentos individuais. Mas há um app excelente, e gratuito, do OneNote para iPhone, Android e tablets com o Windows RT.

De acordo com a Microsoft, todos os documentos das Office Web Apps podem ser editados em tablets com iOS ou Windows, e as interfaces são otimizadas para interfaces baseadas no toque. A versão para tablets do Google Drive não tem muitos recursos, mas os documentos podem ser facilmente acessados e editados usando um navegador.

No geral

Se você já usa o Google Docs não há nada – ainda – nas Office Web Apps que justifique uma migração. Pessoas e empresas que já adotam o Office, SharePoint e Office 365 devem ficar de olho nas Office Web Apps, mas aguardar antes de investir em qualquer uma das plataformas.

A Microsoft precisa demonstrar que está levando as Web Apps a sério, cobrir os recursos que faltam e melhorar as ferramentas de colaboração e o suporte a dispositivos móveis, mesmo que isso reduza um pouco a base de usuários do Office no desktop.

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Publicado por em 19 de março de 2013 em Tecnologia

 

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Confira as inovações que a Microsoft adicionou ao Office 2013

Pacote de aplicativos ganha visual mais “limpo”, mais integração com serviços online e melhores ferramentas para criação, edição e compartilhamento

Embora os consumidores e empresas estejam cada vez mais adotando serviços na web e apps para dispositivos móveis, milhões ainda dependem do Microsoft Office para realizar seu trabalho a cada dia. E o pessoal de Redmond quer que você use o Office onde quer que você vá, seja no tablet, no PC ou num smartphone com o Windows Phone. Para isso a Microsoft está promovendo uma profunda integração entre os aplicativos desktop e seus dados, armazenados em servidores da empresa.

> Leia também: Microsoft Office: de pacote de software à solução de produtividade na nuvem

Este review é focado nos aplicativos desktop que compõem o Office 2013, que está sendo lançado hoje. Você poderá comprá-lo separadamente ou como parte do pacote conectado à nuvem Office 365, do qual faremos um review mais tarde. Ambos tem recursos para colaboração e armazenamento de documentos online, a diferença é que o Office 365 é constantemente atualizado e permite rodar o Office mesmo em um PC que não seja o seu através de uma ferramenta de virtualização. O Office 365 também oferece espaço extra para armazenamento de arquivos online e, na versão Small Business, extras como calendários compartilhados e ferramentas para videoconferência em alta-definição.

Além da já mencionada integração à nuvem, os novos aplicativos desktop do Office tem um visual mais refinado e várias melhorias bastante úteis.

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Ícones do Office 2013 na tela Iniciar no Windows 8

Redesenho

O novo Office usa fundos brancos em praticamente todo lugar, e o efeito geral é um visual mais limpo. Uma inovação sutil é o uso de animações que podem fazer com que transições pareçam mais fluidas (os efeitos podem ser desabilitados se você quiser). E a Microsoft tornou várias operações de rotina mais fáceis de realizar.

O Word, Excel e PowerPoint não mais mostram uma página em branco quando abertos. Em vez disso uma tela inicial (landing page) apresenta modelos e outras opções para criar ou abrir documentos. É basicamente a tela que era mostrada nas versões anteriores quando você queria abrir um arquivo ou criar um a partir de um modelo. Esta tela exibe modelos prontos que, de outra forma, você poderia nem notar.

O pacote também oferece integração fácil com os serviços de armazenamento online da Microsoft através do SkyDrive (gratuito) ou, em ambientes corporativos, através de contas em servidores SharePoint. Este arranjo faz com que os documento estejam disponíveis onde quer que você precise deles. A Microsoft também trabalhou para deixar o Office mais amigável ao uso em tablets ou PCs com telas sensíveis ao toque.

Word também é para ler

Uma das inovações mais visíveis no Word é o novo modo de leitura (Read Mode) que oculta a barra de ferramentas (Ribbon) e exibe os documentos como se fossem um livro impresso. Nesse modo não é possível editar o documento, mas é possível usar ferramentas de busca. É possível clicar em elementos gráficos para ampliá-los (a Microsoft chama este recurso de “Object Zoom”), e clicar novamente para retornar ao layout original. Outro novo modo exibe um painel de navegação, útil para lidar com documentos longos.

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Modo de leitura no Word esconde a “Ribbon” e coloca o documento em tela cheia

O Word também cria um marcador automático da página onde você estava quando o documento é fechado, e permite retornar a ele quando o documento for aberto novamente. O marcador no documento, o que significa que se você salvá-lo no SkyDrive outras cópias do Office 2013 também poderão abrí-lo na página marcada.

Se você está usando um PC ou dispositivo conectado à internet, pode ver vídeo embutido em um documento sem sair do Word. Também pode fazer buscas em sites de compartilhamento de imagens populares e adicionar as que mais gostar aos seus documentos diretamente de dentro do Word, sem necessidade de usar um navegador e salvar manualmente as imagens no computador. A mesma coisa vale para screenshots: o novo comando Insert Screenshot gera miniaturas de todos os aplicativos abertos no computador, e então insere uma imagem do aplicativo escolhido no documento (você pode recortá-la a seu gosto). Quando você insere uma imagem ou outro objeto, o Word faz dinamicamente o refluxo do texto para que você veja o resultado imediatamente.

A nova aba Design agrupa estilos e outras opções de formatação em um só lugar, para que você possa facilmente experimentar um novo visual para seu documento. O Word também tem suporte a edição de arquivos PDF (eles são convertidos para documentos do Word, e depois salvos novamente como PDF). Infelizmente, em meus testes o Word danificou a formatação de um PDF completo, mas se saiu muito melhor em documentos mais simples.

O Word oferece algumas opções de compartilhamento inovadoras, além do SkyDrive. Por exemplo, você pode criar e enviar um link de compartilhamento (com ou sem privilégios de edição) para mostrar um documento a quem não tem o aplicativo instalado. Com isso o documento pode ser visto (ou editado) em um navegador. Também é possível postar o mesmo link em redes sociais sem sair do Word.

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Novo meio para mostrar mudanças e comentários no arquivo reduz a poluição visual

A Microsoft também modificou as ferramentas de revisão. A nova visualização “Simple Markup” remove muito da “poluição visual” de exclusões e comentários em um documento muito editado. O Word agora tem suporte a respostas a comentários, para que as conversas possam ser acompanhadas de forma mais ordenada, e uma vez que um comentário tenha sido respondido você pode marcá-lo como “feito”. Também é possível definir uma senha, que será necessária para desativar o sistema de rastreamento de mudanças. Com isso, ninguém poderá mexer em um documento sem ser detectado.

Excel ganha ferramentas para análise de dados

O Excel 2013 tem alguns dos recursos mais atraentes e potencialmente úteis no Office 2013, já que eles auxiliam na entrada, análise e apresentação de dados de uma planilha. O FlashFill, por exemplo é capaz de detectar padrões (além de padrões numéricos e de data que o Excel reconhece há tempo) e completa automaticamente os campos vazios de forma apropriada.

Por exemplo, se você colar uma lista de endereços de e-mail de formato similar (como nome.sobrenome@dominio.com) em uma coluna, pode digitar os dois primeiros nomes nas duas primeiras células de outra coluna, selecionar a coluna inteira e clicar em Flash Fill para ver o Excel inserir o restante dos primeiros nomes instantâneamente.

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FlashFill facilita a entrada de informações

O Excel também torna mais fácil descobrir como lidar um um punhado de dados em uma planilha. Selecione uma tabela inteira e um pequeno botão de análise rápida (Quick Analysis) aparece no canto inferior direito. Você pode clicar nesse botão para ver amostras de várias opções de gráficos, e clicar em uma delas para aplicar a seleção. Não sabe exatamente como tratar os dados? O Excel também tem botões que geram recomendações de gráficos e tabelas dinâmicas (Pivot Tables). Também ficou mais fácil examinar dados de um determinado período de tempo dentro de um conjunto mais amplo, ou criar “mashups” usando fontes de dados de terceiros.

Uma mudança mais simples, porém também bem-vinda, envolve o ato de manter múltiplas planilhas abertas. No Office 2013 cada workbook tem sua própria janela, o que torna a tarefa de visualizar dois ou mais ao mesmo tempo muito mais fácil. E como no Word, você pode compartilhar suas planilhas com quem não é usuário do Office enviando um link por e-mail, ou criando um post em uma rede social.

PowerPoint: ferramentas para design, colaboração e compartilhamento

Muitas das novidades no PowerPoint 2013 são um espelho daquelas do Word, incluido o modo de leitura, a ferramenta de captura de screenshots, a busca e inserção de imagens em sites de compatilhamento, zoom em objetos, visibilidade imediata de mudanças de formatação, melhores ferramentas para comentários e a aba Design.

Também ficou mais fácil ajustar elementos de design, com opções exibidas em um novo painel de formatação à direita do slide. O painel é chamado através de um menu que aparece ao clicar com o botão direito do mouse em um objeto como uma imagem, forma ou texto.

O PowerPoint agora é capaz de reproduzir mais formatos de vídeo, e há a opção de definir uma trilha de áudio que toca durante toda a apresentação. Para quem tem duas telas à disposição, um modo chamado “Presenter View” (visão do apresentador) torna mais fácil consultar notas e uma amostra dos próximos slides. E se essa informação estiver na tela errada, o comando Swap Display (trocar tela) resolve rapidamente o problema.

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A “Presenter View” no PowerPoint 2013

Co-autores podem colaborar em uma apresentação usando o app web do PowerPoint. E a capacidade de transmitir uma apresentação online enviando um link para os participantes, algo que já existia no Office 2010, mas pode ter passado despercebido por muitos, é um recurso muito útil.

Um Outlook mais “limpo”

Na versão anterior do Office o Outlook ganhou uma nova barra de ferramentas, a Ribbon, mas também ficou mais complexo. A Microsoft resolveu esse problema no Outlook 2013, que quando aberto mostra apenas dois painéis, um com uma lista de mensagens e outro com um preview da mensagem selecionada. É possível responder rapidamente a uma mensagem clicando no botão “Reply” neste segundo painel.

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No Outlook 2013 é possível dar uma “espiada” nos contatos e calendário sem trocar o modo de visualização

Se você quer mais de dois painéis, não há problema: vários layouts estão disponíveis na aba View, incluindo alguns com painéis para seu calendário, sua lista de tarefas ou seus contatos. Neste você também pode ver atualizações de redes sociais configuradas no Outlook Social Connector.

No rodapé da tela você pode clicar em Calendar, People ou Tasks para trocar o modo de visualização, ou parar o cursor do mouse, sem clicar, para ver um pop-up com uma amostra do conteúdo selecionado. Esta “espiadinha” permite que você acesse informações sem ter de trocar completamente o modo de visualização.

Um novo recurso chamado Mailtips alerta sobre erros comuns, como esquecer um anexo ao reenviar uma mensagem. E em ambientes corporativos onde profissionais de TI definem políticas de uso para o e-mail, o Outlook é capaz de apontar violações em potencial.

Uma novidade curiosa: o calendário agora mostra a previsão do tempo dos próximos dias.

OneNote, Publisher e mais

A Microsoft deu a outros apps do Office melhorias no design similares àquelas dos principais programas. O OneNote, por exemplo, compartilha com o Word e PowerPoint a ferramenta de captura de screenshots. Também tem melhores ferramentas para modificar tabelas, e pode atualizar automaticamente arquivos do Excel e Vision embutidos, assim que seu conteúdo é modificado. Assim como os outros apps do Office, você pode compartilhar um bloco de notas do OneNote enviando um link para os outros usuários, que podem até editar o documento usando o navegador, se você permitir.

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OneNote tem novas ferramentas de compartilhamento

O Publisher 2013 tem as mesmas ferramentas de design e formatação do Word e PowerPoint. Ele também permite coletar imagens em uma área ao lado de um documento, e experimentar uma de cada vez usando um botão chamado Swap Image (trocar imagem).

O Visio 2013, ferramenta para diagramas de negócios, ganhou novos modelos e estilos, além de ferramentas de colaboração, embora elas só estejam disponíveis para usuários do SharePoint e assinantes do Office 365. Um novo assistente permite ligar elementos gráficos em seus diagramas a fontes de dados, de forma que se os dados mudarem, o diagrama também muda. Entre as fontes suportadas estão o Excel, servidores SQL e listas externas (External Lists) do SharePoint.

Veredito

O Office 2013 é uma atualização imperdível? Não necessariamente. Usuários que interagem principalmente com os quatro principais aplicativos (Word, Excel, PowerPoint, Outlook) em PCs desktop irão encontrar mais opções de formatação do que nunca, além de alguns novos modos de visualização, incluindo opções para reduzir ou esconder a onipresente Ribbon apresentada no Office 2007.

No geral estou satisfeita com as mudanças introduzidas no Office 2013. Vários dos recursos do Office 2010 foram refinados, e se o investimento em uma assinatura do Office 365 faz sentido para você, não há motivo para não atualizar.

Mas para pessoas que trabalham em um único desktop, ou que estão satisfeitas com serviços online de terceiros como o Dropbox ou o Google Drive o upgrade – especialmente a partir do Office 2010 – é menos atraente. A Microsoft fez um trabalho, mas o Office 2013 não é “essencial”.

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Publicado por em 19 de março de 2013 em Tecnologia

 

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Office para Windows RT chegará até janeiro, diz Microsoft

Dispositivos com o sistema operacional já virão das lojas com versão preview, que será substituída posteriormente pela final via Windows Update

Os compradores de computadores com o Windows RT –  a versão do Windows 8 para dispositivos baseados em ARM – irão receber, sem custo adicional, uma versão do Office, que estará disponível em vários idiomas. Isso deve acontecer entre novembro e janeiro.

Os dispositivos, que deverão ser principalmente tablets e serão lançados no fim de outubro, irão conter uma versão preview do Office Home & Student 2013 RT, que será substituído via download por uma versão completa por meio do Windows Update assim que a versão para o idioma do usuário ficar disponível.

O Office Home & Student 2013 RT só funcionará em máquinas com Windows RT e não será vendido como um produto autônomo, disse a Microsoft. A empresa também detalhou elementos desta versão.

A versão para Windows RT inclui Word, Excel, PowerPoint e OneNote, e foi projetado para oferecer o que a MS chama de “uma experiência Office completa”. A variante também está sendo otimizada para tablets de telas sensíveis ao toque e baixo consumo de bateria.

O Office para Windows RT inclui “a maioria” dos recursos disponíveis no Office Home & Student 2013 para PCs, segundo a Microsoft. Ele oferece um “conjunto completo de recursos Office, bem como fidelidade e paridade de serviço”, incluindo a capacidade de salvar arquivos para o serviço de armazenamento online “SkyDrive” e configurações do aplicativo para sincronização por meio da nuvem entre dispositivos diferentes.

Algumas das características ausentes incluem macros, add-ins, e recursos que dependem de controles ActiveX ou código de terceiros, tais quais recursos de legado como a capacidade de reproduzir os formatos mais antigos de mídia no PowerPoint e editar equações escritas no Equation Editor 3.0, utilizado em versões mais antigas do Office.

Para prolongar a vida da bateria, o Microsoft Office para Windows RT foi produzido de um modo que reduz o número de vezes que ele “acorda” a CPU, especialmente quando o usuário não está ativamente interagindo com o dispositivo. A suíte também tira proveito dos recursos de economia de bateria dos dispositivos com arquitetura ARM. 

Para usar a memória de forma eficiente, o Office para Windows RT faz uso conservador de caches de informações temporárias, liberando-os quando o sistema não está sendo usado ativamente.

Assim como o Windows RT, a versão do Office para o sistema operacional também está ciente de quando o dispositivo está conectado à Internet através de uma rede celular, e gera alertas sobre questões como limites de dados e custos de roaming.

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Publicado por em 23 de janeiro de 2013 em Tecnologia

 

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Office para Windows RT chegará até janeiro, diz Microsoft

Dispositivos com o sistema operacional já virão das lojas com versão preview, que será substituída posteriormente pela final via Windows Update

Os compradores de computadores com o Windows RT –  a versão do Windows 8 para dispositivos baseados em ARM – irão receber, sem custo adicional, uma versão do Office, que estará disponível em vários idiomas. Isso deve acontecer entre novembro e janeiro.

Os dispositivos, que deverão ser principalmente tablets e serão lançados no fim de outubro, irão conter uma versão preview do Office Home & Student 2013 RT, que será substituído via download por uma versão completa por meio do Windows Update assim que a versão para o idioma do usuário ficar disponível.

O Office Home & Student 2013 RT só funcionará em máquinas com Windows RT e não será vendido como um produto autônomo, disse a Microsoft. A empresa também detalhou elementos desta versão.

A versão para Windows RT inclui Word, Excel, PowerPoint e OneNote, e foi projetado para oferecer o que a MS chama de “uma experiência Office completa”. A variante também está sendo otimizada para tablets de telas sensíveis ao toque e baixo consumo de bateria.

O Office para Windows RT inclui “a maioria” dos recursos disponíveis no Office Home & Student 2013 para PCs, segundo a Microsoft. Ele oferece um “conjunto completo de recursos Office, bem como fidelidade e paridade de serviço”, incluindo a capacidade de salvar arquivos para o serviço de armazenamento online “SkyDrive” e configurações do aplicativo para sincronização por meio da nuvem entre dispositivos diferentes.

Algumas das características ausentes incluem macros, add-ins, e recursos que dependem de controles ActiveX ou código de terceiros, tais quais recursos de legado como a capacidade de reproduzir os formatos mais antigos de mídia no PowerPoint e editar equações escritas no Equation Editor 3.0, utilizado em versões mais antigas do Office.

Para prolongar a vida da bateria, o Microsoft Office para Windows RT foi produzido de um modo que reduz o número de vezes que ele “acorda” a CPU, especialmente quando o usuário não está ativamente interagindo com o dispositivo. A suíte também tira proveito dos recursos de economia de bateria dos dispositivos com arquitetura ARM. 

Para usar a memória de forma eficiente, o Office para Windows RT faz uso conservador de caches de informações temporárias, liberando-os quando o sistema não está sendo usado ativamente.

Assim como o Windows RT, a versão do Office para o sistema operacional também está ciente de quando o dispositivo está conectado à Internet através de uma rede celular, e gera alertas sobre questões como limites de dados e custos de roaming.

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Publicado por em 10 de novembro de 2012 em Tecnologia

 

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Aplicativo do Office terá recursos removidos nos tablets Surface

John P. Mello Jr., PC World/EUA

O aplicativo do Office, da Microsoft, para seus tablets Surface, terá alguns de seus recursos removidos para oferecer ao sistema operacional melhor desempenho, bem como aumentar a vida útil da bateria.

Macros, add-ins terceirizados e apoio VBA (Virtual Basic for Applications) serão retirados do Office RT, de acordo com reportagem do The Verge. O site também relatou um “pequeno número” de outros recursos que serão desativados na versão RT do software.

A expectativa é de que tablets executando o Windows RT, a versão do sistema operacional da MS desenvolvida para processadores baseados em ARM, estarão disponíveis a partir de 26 de outubro, mesmo dia em que a empresa está programando lançar a próxima versão de seu sistema operacional, o Windows 8.

São esperadas que essas unidades iniciais incluam um “preview” do Office 2013 RT, que poderá ser atualizado para uma versão final em algum momento de 2013, relatou o Verge.  A Microsoft já anunciou que todos os seus tablets RT serão vendidos com o Office Home and Student 2013 RT, que inclui novas versões do Word, Excel, PowerPoint e OneNote.

Além da companhia de Redmond, a fabricante de computadores Acer anunciou planos para lançar um dispositivo com Windows RT em 2013. Porém seu formato – tablet, Ultrabook ou outro aparelho completamente diferente – é algo incerto.

Apesar das intenções de apresentar um produto com WinRT, a Acer tem sido sincera sobre a MS entrando no mercado de tablets. “Por um lado a Microsoft é nossa parceira, mas por outro, a mudança os torna competidores não apenas conosco, mas com todos os fabricantes de PCs”, disse um porta-voz da Acer ao Bloomberg. “Nós achamos que o lançamento de produtos de marca própria da Microsot é negativo para a indústria de PCs como um todo”, acrescentou.

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Publicado por em 16 de outubro de 2012 em Tecnologia

 

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