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Assinaturas do Office 365 são 4% da receita do Microsoft Office

A divisão de negócios da Microsoft que administra o Office registrou um aumento na receita de 5% no primeiro trimestre em relação ao mesmo período em 2012. O crescimento foi impulsionado por uma onda de empresas assinando contratos de licenciamento de longo prazo.

O Office 365, programa de assinatura expandido da Microsoft promovido para empresas e consumidores – no qual a gigante está depositando suas esperanças para impulsionar a renda – será responsável ??por cerca de 4% da receita da divisão para o ano fiscal, segundo a Microsoft.

A receita para a Microsoft Business Division (MBD) no primeiro trimestre foi de 6,1 bilhões de dólares, 5% acima do primeiro trimestre de 2012, quando foram excluídos os ajustes para o programa de upgrade gratuito do Office. Isso contrastou com o quarto trimestre, ano sobre ano, para a Divisão Windows, que foi atingida por uma grave recessão nas vendas de PCs.

O aumento na receita da MBD resultou de vendas para empresas, que cresceram 10% com relação ao ano passado, disse Chris Suh, gerente-geral de relações com investidores. “Isso foi impulsionado pelo crescimento de 16% no licenciamento de vários anos”, disse Suh.

A Microsoft há muito conta com acordos de licenciamento com empresas para atingir a maior parte de sua receita do Office. As empresas não só compram essas licenças, mas também se inscrevem (e pagam mais) para o Software Assurance, anuidade que dá aos clientes o direito de futuras atualizações.

Recentemente, no entanto, a Microsoft lançou o Office 365 como uma alternativa, promovendo planos de assinatura como cinco instalações-por-usuário do Office 2103 e outros benefícios, na tentativa de seduzir os clientes a abandonarem as tradicionais licenças “perpétuas” – aquelas pagas uma única vez, para usar o tempo que desejar – e aderir aos programas de assinatura mensal ou anual.

Os clientes empresariais pagam entre 13 e 20 dólares por mês por usuário – ou entre 150 e 240 dólares por ano por usuário – no Office 365. Se uma assinatura expira, o Office 2013 localmente instalado muda para um modo reduzido, que não permite aos usuários criar novos documentos ou editar os já existentes.

Na semana passada, o CFO da Microsoft (que já está de saída da empresa), Peter Klein, salientou a importânciado Office 365 para a estratégia de receita da Microsoft e elogiou o seu sucesso. “Este trimestre foi o nosso mais forte para o Office 365, como nunca antes visto, com adições líquidas de até cinco vezes mais em relação ao ano anterior”, disse Klein. “Um em cada quatro dos nossos clientes corporativos agora tem Office 365, e o negócio está em uma taxa de execução de receita anual de 1 bilhão de dólares.”

Esses números podem soar impressionantes à primeira vista.

Mas Klein acrescentou que um quarto dos clientes corporativos da Microsoft se inscreverem para usar o Office 365 não significa que 25% de todas as licenças do Office vendidas para as empresas, de fato, foram substituídas por assinaturas.

Como observou o analista Wes Miller, da Directions on Microsoft, em uma entrevista na semana passada, poucas empresas estão adotando por completo a nova estrutura de pagamento do Office 365. A maior parte delas continua – e continuará por algum tempo – a depender de uma abordagem híbrida, onde compra mais licenças definitivas  do Office e se inscrevem para o Office 365 para o restante.

Ao longo dos últimos quatro trimestres – de 1 de abril de 2012 a 31 de março de 2013 – a receita da MBD foi de 23,8 bilhões de dólares. Usando esse número, o 1 bilhão do Office 365 representaria 4,2% do total.

Ainda assim, Klein destacou a esperança da Microsoft no Office 365, como ele mesmo avisou os analistas do Wall Street que ele iria impactar na receita no curto prazo. “Esperamos aumentar nossa base de clientes, aumentar a satisfação do cliente por meio de atualizações contínuas, e reduzir a pirataria”, disse Klein, acrescentando que os custos da Microsoft para apoiar os serviços de assinatura cairão ao longo do tempo.

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Publicado por em 26 de junho de 2013 em Tecnologia

 

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Microsoft aumenta em 25% preços do Office para Mac

Valores subiram nas duas versões do pacote, que agora pode custar até R$750. Medida pode ajudar novo suite por assinatura Office 365.

19 de fevereiro de 2013 – 12h35

A Microsoft aumentou quietamente os preços do Office para Mac em 25% e parou de vender os pacotes de licenças múltiplas do seu software de produtividade.

A mudança coloca o Office para Mac 2011 na mesma “agenda” de preços do Office 2013 para Windows. Os aumentos nos valores e o fim dos pacotes com licenças múltiplas também tornam o Office 365, uma opção de assinatura do pacote de produtividade que a Microsoft tem “empurrado” com força, mais competitivo em relação às licenças mais tradicionais.

Não está claro exatamente quando a Microsoft aumentou os preços do pacote. Mas a versão inicial, Home & Student, que pode ser usada em três Macs, viu seu valor subir de 200 reais para 250 reais, aumento de 25%. Já a opção Home & Business teve o preço aumentado de 600 reais para 750 reais, mesmo crescimento de 25% nos valores. Nos EUA, os aumentos foram um pouco mais baixos, na casa dos 17%.

Apesar do aumento, que já pode ser visto na loja oficial online da Microsoft, outras revendas autorizadas da empresa de Redmond continuam vendendo o Office para Mac pelos preços antigos por aqui.

O Office 365, que pode ser usados em até cinco computadores por um ano, incluindo Pcs ou Macs, custa 180 reais anualmente e inclui benefícios para outros serviços da Microsoft, como Skype e SkyDrive.

officemac2011390

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Publicado por em 24 de junho de 2013 em Tecnologia

 

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Veja 4 razões pelas quais sua empresa não precisa do novo Microsoft Office

Além de uma nova interface que necessita um novo aprendizado, é possível encontrar versões semelhantes – e grátis – no mercado

06 de fevereiro de 2013 – 11h05

Como você  já deve ter ouvido falar, o Microsoft Office 2013 chegou. E o Microsoft Office 365 também. Alguns argumentam que o último é o melhor negócio, mas eu estou aqui para dizer que você não precisa de nenhum deles.

O Office, é claro, é o conjunto de software que guia o mundo dos negócios. Muitas pequenos empreendimentos contam com ele e seus  três principais aplicativos: Word, Excel e PowerPoint. Com isso em mente, aqui estão quatro razões pelas quais você não precisa do novo Office:

1. Uma nova interface significa um novo aprendizado
Mais uma vez, a Microsoft fez mudanças bastante significativas na interface do Office. Muitas delas são cosméticas (a barra de ferramentas, por exemplo, teve sua cor e profundidade alteradas), mas há também algumas alterações na forma como o conjunto funciona.
Isso não é necessariamente uma coisa ruim (é a menos confusa), mas não apresenta uma curva de aprendizado – e a última coisa que você precisa é gastar tempo e dinheiro aprendendo (tendo que fazer seus funcionários aprenderem) a usar um novo Office.

2. Atualizações podem ser um aborrecimento
Como Yardena Arar, da PC World, observou em suas impressões sobre o Office 2013 depois de testá-lo, você pode ter problemas ao lidar com as versões de 32 e 64 bits do pacote: “A Microsoft diz que uma licença do Office 365 pode cobrir uma mistura de instalações de 32 e 64 bits, mas se você está atualizando do Office 2010, não pode mudar a versão daquela instalação. Em outras palavras, você não pode atualizar a versão de 32 bits do Office 2010 para a versão de 64 bits do Office 365 e vice-versa”. 
Por quê? Parece bastante ridículo a MS não poder acomodar clientes que estão atualmente executando a versão de 32 bits do Office e querem a de 64. 

3. Ainda não há versões Android ou iOS
Embora o Office 365 ofereça suporte a dispositivos móveis, ele suporta apenas aqueles com sistema operacional Windows. Isso significa que você não pode obter os nativos Word, Excel e outros em seu tablet Android ou iPad. Essa opção pode proporcionar aos trabalhadores móveis um incentivo considerável para atualizar, mas até que a Microsoft faça o ajuste para oferecê-lo, não há nenhuma vantagem móvel no Office 2013.

4. Existem alternativas mais baratas ou de graça

Talvez a maior razão de todas para ficar livre do Office 2013 seja o preço. Embora a Microsoft agora ofereça um modelo de assinatura convincente, o fato é que você pode obter uma eficiente suíte de escritório por muito menos – ou até mesmo sem pagar nada.
De fato, como Katherine Noyes, da PC World, informou recentemente, há pelo menos cinco alternativas viáveis de código aberto com custo zero. Será que eles vão te dar todos os recursos do Office 2013? Não. Será que eles vão fornecer entre 90 e 100% do que a maioria das empresas precisa? Sim. E, se você precisar de espaço na nuvem, não se esqueça de opções como Google Docs e Zoho Docs. (Elas são grátis, também.)

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Publicado por em 20 de junho de 2013 em Tecnologia

 

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Quase 70% dos funcionários da Ásia-Pacífico aderiram ao home office

O uso de tecnologia pessoal eliminou os limites entre trabalho e vida pessoal. Funcionários afirmam estar mais felizes e eficientes com a prática

Mais da metade dos funcionários (67%) trabalham de casa, de acordo com o estudo New Way of Life 2013, que mostra que o uso da tecnologia pessoal está eliminando os limites entre trabalho e vida pessoal.

As conclusões do estudo foram baseadas em uma pesquisa conduzida pela Acorn Research, em 12 países/regiões da Ásia-Pacífico. Os entrevistados mostraram que estão mais felizes por trabalharem em casa – e também mais eficientes, por poderem utilizar seus próprios dispositivos para realizarem suas tarefas.

Dos entrevistados, 61% trabalham durante as férias e 80% dos funcionários utilizam seus dispositivos pessoas, ou uma combinação de equipamento profissional-pessoal, enquanto realizam tarefas de modo remoto.

A grande maioria das empresas (97%) tem conhecimento de que os empregados estão trazendo os seus dispositivos pessoais para o serviço (BYOD), e 58% dos respondentes disseram que essa prática não afeta sua capacidade de separar os dois mundos.

“Evidentemente, a alta penetração de dispositivos inteligentes na Ásia-Pacífico está transformando a maneira como as pessoas vivem e trabalham. A conexão entre trabalho e vida pessoal está sendo redefinida e o que uma vez já foi considerado uma intrusão no tempo pessoal, como atender a uma conferência tarde da noite em seu dispositivo pessoal, agora está se tornando uma norma aceita “, disse o vice-presidente sênior e gerente geral da VMware Ásia-Pacífico e Japão, Andrew Dutton.

A eficiência da força de trabalho

Oito em cada 10 entrevistados possuem mais de um aparelho, e tecnologia pessoal fez uma contribuição significativa para a eficiência do trabalho atual.

A maioria dos entrevistados (72%) afirmou que usar dispositivos pessoais os torna mais eficientes na execução de tarefas e 75% disse que essa tecnologia permite que se mantenham produtivos, mesmo quando estão fora do escritório.

Quase dois terços (63%) dos funcionários concordaram que usar seus próprios aplicativos ajudou na resolução de problemas no trabalho e 57% tiveram o estresse reduzido com estas soluções.

Aproximadamente 70% dos funcionários se encarregam de resolver problemas, enquanto 63% recorreram a ferramentas de busca como o Google, em vez de seu departamento de TI.

Essa última conclusão pode representar um problema para as empresas. “O número de funcionários que estão tentando resolver os seus próprios problemas de TI deve ser um motivo de preocupação para empresas, porque isso expõe a empresa a riscos de segurança e conformidade “, disse Dutton. “As empresas devem considerar a implementação de políticas de TI mais flexíveis e implementar uma infraestrutura de TI com ferramentas de gerenciamento de dispositivos que pode permitir que funcionários trabalhem livremente e de forma segura a partir de qualquer dispositivo e em qualquer lugar.”

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Publicado por em 18 de junho de 2013 em Tecnologia

 

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Assinaturas do Office 365 são 4% da receita do Microsoft Office

A divisão de negócios da Microsoft que administra o Office registrou um aumento na receita de 5% no primeiro trimestre em relação ao mesmo período em 2012. O crescimento foi impulsionado por uma onda de empresas assinando contratos de licenciamento de longo prazo.

O Office 365, programa de assinatura expandido da Microsoft promovido para empresas e consumidores – no qual a gigante está depositando suas esperanças para impulsionar a renda – será responsável ??por cerca de 4% da receita da divisão para o ano fiscal, segundo a Microsoft.

A receita para a Microsoft Business Division (MBD) no primeiro trimestre foi de 6,1 bilhões de dólares, 5% acima do primeiro trimestre de 2012, quando foram excluídos os ajustes para o programa de upgrade gratuito do Office. Isso contrastou com o quarto trimestre, ano sobre ano, para a Divisão Windows, que foi atingida por uma grave recessão nas vendas de PCs.

O aumento na receita da MBD resultou de vendas para empresas, que cresceram 10% com relação ao ano passado, disse Chris Suh, gerente-geral de relações com investidores. “Isso foi impulsionado pelo crescimento de 16% no licenciamento de vários anos”, disse Suh.

A Microsoft há muito conta com acordos de licenciamento com empresas para atingir a maior parte de sua receita do Office. As empresas não só compram essas licenças, mas também se inscrevem (e pagam mais) para o Software Assurance, anuidade que dá aos clientes o direito de futuras atualizações.

Recentemente, no entanto, a Microsoft lançou o Office 365 como uma alternativa, promovendo planos de assinatura como cinco instalações-por-usuário do Office 2103 e outros benefícios, na tentativa de seduzir os clientes a abandonarem as tradicionais licenças “perpétuas” – aquelas pagas uma única vez, para usar o tempo que desejar – e aderir aos programas de assinatura mensal ou anual.

Os clientes empresariais pagam entre 13 e 20 dólares por mês por usuário – ou entre 150 e 240 dólares por ano por usuário – no Office 365. Se uma assinatura expira, o Office 2013 localmente instalado muda para um modo reduzido, que não permite aos usuários criar novos documentos ou editar os já existentes.

Na semana passada, o CFO da Microsoft (que já está de saída da empresa), Peter Klein, salientou a importânciado Office 365 para a estratégia de receita da Microsoft e elogiou o seu sucesso. “Este trimestre foi o nosso mais forte para o Office 365, como nunca antes visto, com adições líquidas de até cinco vezes mais em relação ao ano anterior”, disse Klein. “Um em cada quatro dos nossos clientes corporativos agora tem Office 365, e o negócio está em uma taxa de execução de receita anual de 1 bilhão de dólares.”

Esses números podem soar impressionantes à primeira vista.

Mas Klein acrescentou que um quarto dos clientes corporativos da Microsoft se inscreverem para usar o Office 365 não significa que 25% de todas as licenças do Office vendidas para as empresas, de fato, foram substituídas por assinaturas.

Como observou o analista Wes Miller, da Directions on Microsoft, em uma entrevista na semana passada, poucas empresas estão adotando por completo a nova estrutura de pagamento do Office 365. A maior parte delas continua – e continuará por algum tempo – a depender de uma abordagem híbrida, onde compra mais licenças definitivas  do Office e se inscrevem para o Office 365 para o restante.

Ao longo dos últimos quatro trimestres – de 1 de abril de 2012 a 31 de março de 2013 – a receita da MBD foi de 23,8 bilhões de dólares. Usando esse número, o 1 bilhão do Office 365 representaria 4,2% do total.

Ainda assim, Klein destacou a esperança da Microsoft no Office 365, como ele mesmo avisou os analistas do Wall Street que ele iria impactar na receita no curto prazo. “Esperamos aumentar nossa base de clientes, aumentar a satisfação do cliente por meio de atualizações contínuas, e reduzir a pirataria”, disse Klein, acrescentando que os custos da Microsoft para apoiar os serviços de assinatura cairão ao longo do tempo.

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Publicado por em 17 de junho de 2013 em Tecnologia

 

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Office Web Apps vs. Google Docs: qual a melhor suíte de produtividade online?

Microsoft e Google oferecem aplicativos gratuitos que rodam dentro do navegador e permitem criar e editar documentos, planilhas e apresentações

Durante anos, quem procurava um processador de textos, planilha de cálculo e editor de apresentações gratuito recorria ao Google Docs. Mas a Microsoft lançou recentemente um conjunto atualizado de Office Web Apps, que usuários individuais podem acessar através de suas contas no SkyDrive, e usuários corporativos através do Office 365 e servidores SharePoint.

Os aplicativos da Microsoft agora tem suporte a impressão, tablets com telas sensíveis ao toque e outros recursos anteriormente ausentes. Embora, no geral, o pacote da Google ofereça mais recursos, as Office Web Apps parecem promissoras, especialmente para empresas que já estão integradas ao ecossistema da Microsoft, já que tornam fácil abrir documentos da web na versão desktop do Office, e vice-versa.

Entretanto, as Office Web Apps ainda não tem alguns componentes essenciais no dia-a-dia. A versão online do Word, por exemplo, não tem o recurso de AutoSave, e o Excel não é capaz de “congelar” uma coluna.

Só para esclarecer, as Office Web Apps não são a mesma coisa que o Office on Demand, que é um serviço de streaming que permite rodar o Office 2013 completo em um computador mesmo que o software não esteja instalado nele, e é parte de uma assinatura do serviço Office 365. Este nosso artigo explica melhor as diferenças entre as várias “versões” do Office disponíveis.

Tanto as plataformas da Microsoft quanto da Google permitem enviar, importar e editar documentos do Office, criar novos documentos e salvá-los nos formatos mais populares (incluindo .doc, .xls, .ppt, etc). Ambos oferecem ferramentas para colaboração online, e acesso aos documentos a partir de dispositivos móveis. A seguir, comparamos os principais pontos das duas plataformas, para que você possa escolher qual a mais adequada para você.

Preço: empate

As Office Web Apps da Microsoft são gratuitas para uso pessoal. Empresas podem assinar um plano do Office 365, que custa a partir de US$ 6 mensais por usuário, para até 50 usuários, e incluem e-mail e calendários compartilhados online, além das Office Web Apps. Entretanto, este plano básico não inclui suporte por telefone. Para isso é necessário um upgrade para um plano que custa US$ 8 por mês, e também inclui uma estrutura de intranet baseada na tecnologia SharePoint. Se a sua empresa já usa o SharePoint, o Web Apps exige a aquisição de uma licença adicional.

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Os planos da MS variam de US$ 6 a US$ 20 mensais por funcionário

A versão básica do Google Docs era gratuita para todos, incluindo usuários corporativos, mas em Dezembro a Google mudou a estrutura de preços. Ainda é grátis para uso pessoal, e se mantém gratuita para usuários corporativos aderiram ao plano básico antes da mudança. Mas novos usuários corporativos precisam de um plano que custa US$ 5 mensais, ou US$ 50 anuais, por usuário. Recursos extras como segurança avançada e e-discovery exigem um outro plano, que custa US$ 10 mensais ou US$ 120 anuais por usuário.

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A Google oferece apenas dois planos: US$ 5 ou US$ 10 mensais por funcionário

Armazenamento: vantagem da Microsoft

As Office Web Apps são integradas ao serviço de armazenamento online SkyDrive, que atualmente oferece gratuitamente 7 GB de espaço para seus arquivos, além de espaço ilimitado para uma conta do GMail ou Hotmail associada. Cada 100 GB de espaço extra custam US$ 50 por ano.

O Google Docs é integrado ao Google Drive, que atualmente oferece gratuitamente 5 GB de espaço para seus arquivos, mais 10 GB para uma conta do GMail associada e espaço ilimitado para documentos do Google Docs. Cada 100 GB de espaço extra custa US$ 60 anuais.

Tanto o SkyDrive quanto o Google Drive tem software para o PC que permite a sincronia automática de arquivos e pastas com o “disco” online.

Compartilhamento: vantagem do Google

Tanto as Office Web Apps quando o Google Docs permitem que os documentos sejam integrados à páginas web ou compartilhados com colaboradores. Mas no geral, a Google oferece aos usuários uma experiência mais completa e refinada, com painéis de bate-papo integrados e atualizações em tempo real. Cada usuário de um documento vê imediatamente as mudanças que estão sendo feitas por outros usuários, à medida em que acontecem. Além disso o Google Docs permite que qualquer documento seja enviado via e-mail, direto de seu aplicativo, em uma variedade de formatos, incluindo os do Office, texto puro e até PDF.

As Office Web Apps prometem melhor integração com a versão desktop do Microsoft Office, mas as ferramentas são rudimentares, incômodas e inconsistentes entre os aplicativos.

Processamento de textos: vantagem do Google

Na versão web do Word, assim como nas outras Office Web Apps, há o modo de visualização (preview), que é bastante fiel aos documentos originais. E há também o modo de edição, que mostra uma visão simplificada do documento. Se você estiver trabalhando em um documento que usa recursos que não são suportados pela versão web do Word, estes recursos não estarão visíveis online, mas ainda estarão presentes quando ele for aberto na versão desktop. O resultado pode ser muito confuso, já que o documento terá uma aparência diferente dependendo de onde ele estiver sendo visto.

Mas o recurso mais importante que está ausente na versão online do Word é o AutoSave. Ele é essencial para qualquer aplicativo baseado na web, especialmente se a sua conexão à internet é intermitente. 

O processador de textos do Google Docs existe há mais tempo, tem mais ferramentas de formatação e centenas de fontes. Além disso ele é verdadeiramente “WYSIWYG” (What You See Is What You Get): o que você vê na tela é exatamente o que será impresso, e mesmo que o documento seja salvo em outros formatos o resultado será bastante fiel ao que é mostrado online.

Planilha: empate

Ao contrário da versão web do Word, o Excel é capaz de salvar as mudanças automaticamente, o que é ótimo para pessoas que tem conexões à internet pouco confiáveis. Tanto o Excel quanto a planilha do Google Docs tem todos os recursos mais comuns a uma planilha, incluindo a capacidade de criar gráficos. Ambos também podem ser usados para criar questionários online, chamados de “forms” no Google Docs.

Mas a versão web do Excel tem mais dos recursos do Excel “de mesa” que o Google Docs, portanto é mais fácil lidar com planilhas mais complexas. Mas ela não suporta macros, não permite congelar colunas, e não permite enviar uma cópia da planilha como um anexo diretamente a partir do aplicativo.

A planilha do Google tem suporte a scripts, congela colunas e permite o envio de planilhas via e-mail em formatos como o XLS (do Excel), PDF ou CSV. 

O Google Docs é mais vantajoso para quem trabalha apenas na web, mas quem também precisa de integração com uma planilha no desktop irá preferir a versão online do Excel.

Apresentações: vantagem da Microsoft

A versão web do PowerPoint oferece ao usuário nove modelos para apresentações. O Google oferece 20, mas os modelos da Microsoft são melhores. Ambos tem ferramentas básicas de edição, e são capazes de compartilhar apresentações com o público e embutí-las em páginas na web.

Notas: vantagem da Microsoft

A Microsoft tem uma versão web do OneNote que, assim como as outras Office Web Apps, é menos funcional que a original no desktop. O principal recurso ausente é a capacidade de imprimir notas. Ainda assim é melhor do que o oferecido pelo Google: nada, já que a empresa desativou um aplicativo similar cerca de um ano atrás.

Gráficos: vantagem da Google

O Google Docs tem um bom aplicativo para criação colaborativa de gráficos e diagramas simples. A Microsoft não tem um equivalente nas Office Web Apps.

Mobilidade: empate

O app do Google Drive para smartphones e tablets Android permite a edição de documentos de texto, e a visualização de planilhas, apresentações e gráficos. Também há uma opção para abrir os arquivos em outros aplicativos.

O app do SkyDrive exibe documentos, planilhas, arquivos PDF e apresentações, mas não os blocos de notas do OneNote. Assim como no app do Google Drive, há uma opção para abrir os arquivos em outros aplicativos.

Tanto o SkyDrive quanto o Google Drive podem ser acessados através de um navegador em um smartphone, como o Safari, e ambos tem uma interface otimizada para dispositivos móveis. O Docs, entretanto, permite a edição de documentos e planilhas, e é fácil alternar para a versão “desktop” do site, o que permite a edição de gráficos.

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Apps do Skydrive (esquerda) e Google Drive (Direita) em um smartphone Android

Já no SkyDrive não há uma forma fácil de alternar para o modo desktop, e o serviço por padrão permite apenas a visualização de documentos individuais. Mas há um app excelente, e gratuito, do OneNote para iPhone, Android e tablets com o Windows RT.

De acordo com a Microsoft, todos os documentos das Office Web Apps podem ser editados em tablets com iOS ou Windows, e as interfaces são otimizadas para interfaces baseadas no toque. A versão para tablets do Google Drive não tem muitos recursos, mas os documentos podem ser facilmente acessados e editados usando um navegador.

No geral

Se você já usa o Google Docs não há nada – ainda – nas Office Web Apps que justifique uma migração. Pessoas e empresas que já adotam o Office, SharePoint e Office 365 devem ficar de olho nas Office Web Apps, mas aguardar antes de investir em qualquer uma das plataformas.

A Microsoft precisa demonstrar que está levando as Web Apps a sério, cobrir os recursos que faltam e melhorar as ferramentas de colaboração e o suporte a dispositivos móveis, mesmo que isso reduza um pouco a base de usuários do Office no desktop.

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Publicado por em 22 de março de 2013 em Tecnologia

 

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Entenda as diferenças entre as várias versões do novo Office

Office 2013, 365, On Demand, RT… mergulhamos nessa “sopa” de números e letrinhas para explicar quais os recursos de cada versão do pacote de aplicativos

Há muito, muito tempo atrás, grandes caixas com o Microsoft Office disputavam sua atenção nas prateleiras das lojas. Agora, assim como aconteceu com os CDs e livros, ele chega via internet. Com o lançamento da mais nova versão, nesta terça-feira, a Microsoft está posicionando o Office como um serviço por assinatura, em vez de um “produto” em uma caixinha numa prateleira de loja.

Isso significa que há ainda mais versões do Office a escolher. Confuso? Não se preocupe: vamos explicar o que é cada versão, e o que ela faz.

Leia também
» Veja o que há de novo no Office 2013

Um “Novo Office”

“Novo Office” é como a Microsoft descreve o lançamento simultâneo de uma série de produtos relacionados, que inclui o Office 2013, Office 365 e mais, reduzindo a distância entre o software em seu computador e serviços e dados “na nuvem”. Em vez de deixá-lo dependente de software e documentos “amarrados” ao seu PC do trabalho, a Microsoft quer que o Office esteja à disposição onde quer que você precise dele: no trabalho, em casa, em seu PC, em seu smartphone, em seu tablet, seja online ou offline. Para ter esta experiência, você precisa fazer login com sua Conta da Microsoft, que o acompanha onde quer que você use o Office.

Office 2013

O que você tradicionalmente imagina como sendo o “Microsoft Office” (o conjunto de Word, Excel, PowerPoint e cia.) é agora apenas o componente desktop do pacote. Ele está disponível em três versões em “caixinhas” nas lojas, com licenças para apenas um PC:

Office Home & Student por R$ 239 (inclui Word, Excel, PowerPoint e OneNote)
Office Home & Business por R$ 589 (inclui também o Outlook)
Office Professional por R$ 1.079 (inclui também o  Publisher e o Access)

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As versões “na caixinha” do Office 2013

Se você não se importa com os serviços online e quer manter os seus documentos e aplicativos apenas em seu PC, estas são as versões para você. Mas para a maioria dos usuários, que não vivem desconectados da Internet, o Office 365 oferece mais opções e, no geral, um custo-benefício muito melhor.

Office 365

Office 365 é uma marca que engloba os aplicativos do Office 2013 e as ferramentas e serviços online relacionados, e é constantemente atualizado. Por padrão seus dados são salvos na nuvem: usuários domésticos usam o SkyDrive, e usuários corporativos podem usar um servidor SharePoint.

Todo mundo na sua casa usa o Office? Então esta é a versão para você: o Office 365 inclui licença de uso para 5 PCs ou Macs (ou seja, você pode instalar os programas em cinco máquinas), além de dispositivos móveis. Inclui o Word, Excel, PowerPoint, OneNote, Outlook, Publisher e Access, 20 GB de espaço para seus arquivos no SkyDrive e uma hora mensal de chamadas via Skype para telefones fixos ou celulares. Tudo isso por R$ 179.

O detalhe é que este é o preço de uma assinatura que tem de ser renovada a cada ano, enquanto as “caixinhas” são licenças perpétuas. Em compensação, os aplicativos do Office 365 são constantemente atualizados: você sempre terá acesso à versão mais recente disponível enquanto sua assinatura estiver ativa, em vez de ter de comprar um upgrade para uma nova versão daqui a dois ou três anos.

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Office 365 Home Premium: assinatura anual pode ser um melhor negócio

Para os universitários a Microsoft oferece o Office 365 University. Contém os mesmos programas e serviços do Office 365 Home Premium, mas a licença de uso é válida para apenas duas máquinas. Em compensação, uma assinatura é válida por quatro anos, e ele custa os mesmos R$ 179 do pacote doméstico. Para adquirir esta versão, é necessário comprovar que você é um estudante universitário, ou então professor ou membro do corpo docente de uma universidade.

E o que acontece quando a assinatura vence e não é renovada? Segundo a ZDNet, os aplicativos entram em um modo de “funcionalidade reduzida”: o usuário ainda conseguirá abrir documentos já criados, mas não poderá editá-los, nem criar novos documentos. Documentos armazenados no SkyDrive ainda poderão ser baixados para o PC, e os usuários continuam tendo acesso às Office Web Apps, com ferramentas para edição básica. Mas a Microsoft não quer que isso aconteça: antes da assinatura expirar o usuário será avisado através de pop-ups nos aplicativos, para que possa fazer a renovação a tempo e não perca nenhum recurso.

Office para Mac

O Office para Mac continua existindo: os aplicativos (Word, Excel, PowerPoint) ainda não foram atualizados, mas quem adquirir uma licença do Office 365 Home Premium poderá baixar a versão 2011 do pacote, e também terá acesso aos mesmos serviços (SkyDrive, Skype) que os usuários de PCs. É uma boa notícia para quem vive em um ambiente híbrido e trabalha em um PC, mas tem um Mac em casa. Agora uma única licença do Office cobre as duas plataformas.

Office RT

O tablet Surface RT da Microsoft, que roda uma versão do Windows chamada Windows RT, inclui versões especializadas do Word, Excel, PowerPoint e OneOne 2013, otimizadas para uso com telas sensíveis ao toque. Os programas tem menos recursos que o Office 2013 em um PC (não há, por exemplo, o suporte a Macros), porém mais recursos que o Office no Windows Phone 8 ou as Office Web Apps. Já o Surface Pro e outros tablets Windows 8 equipados com processadores Intel ou AMD podem rodar a mesma versão do Office que os PCs, com os mesmos recursos.

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Tablet Surface RT, da Microsoft, vem com uma versão especializada do Office

Office para Windows Phone 8

Smartphones com o Windows Phone 8 incluem versões “de bolso” do Word, Excel e PowerPoint, integradas ao “Office Hub”, além do aplicativo para anotações OneNote. Os documentos são exibidos com perfeição, e é fácil abrir um documento recebido via e-mail, ou anexar um documento a uma nova mensagem. E como eles são armazenados no SkyDrive, mostram sempre as mudanças mais recentes, não importa se você trabalhou com eles pela última vez em um PC, um tablet ou mesmo no próprio smartphone.

Office Web Apps

São versões reduzidas do Word, Excel, PowerPoint e OneNote que rodam dentro de um navegador, e a resposta da Microsoft ao Google Docs. As Web Apps não foram criadas para ser seu principal aplicativo no dia-a-dia: em vez disso, foram pensadas para permitir que você possa ler e fazer mudanças rápidas em documentos do Office onde quer que esteja.

Office on Demand

Precisa usar um computador que não tem o Office instalado, e de mais recursos que os disponíveis nas Web Apps? O Microsoft Office On Demand (Office sob Demanda) foi feito sob medida para esta situação. Através da mágica da virtualização é possível rodar cópias completas e personalizadas dos aplicativos do Office mesmo em PCs onde eles não estejam instalados. Você só precisa de um PC com o Windows 7 ou 8, uma assinatura do Office 365 e conexão à internet. Entre os programas disponíveis estão o Word, Excel, PowerPoint, Access, Publisher, Visio e Project. Este vídeo (em inglês) explica como tudo funciona.

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Publicado por em 21 de março de 2013 em Tecnologia

 

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