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Líder mundial no ramo de móveis vai oferecer painel solar no Reino Unido

A líder mundial em vendas de móveis no varejo Ikea informou nesta segunda-feira que começou a vender painéis solares em suas lojas britânicas. “É uma extensão lógica. Você pode comprar tudo o que consome energia (na Ikea), então porque não comprar algo que gere energia?”, afirmou à AFP o diretor de sustentabilidade da empresa, Steve Howard.

“A iniciativa nacional foi iniciada hoje na loja Ikea de Southampton e será levada a todas as 17 lojas Ikea em todo o Reino Unido nos próximos 10 meses”, informou a Ikea em um comunicado. A empresa sueca escolheu a Grã-Bretanha como um mercado de teste e a decisão de se a varejista adicionará outros países será tomada no ano que vem. Howard disse que não houve “uma razão especial” para a Grã-Bretanha ter sido escolhida primeiro.

“Não é o país mais ensolarado do mundo, mas você pode absolutamente conseguir uma boa quantidade de eletricidade” de painéis solares, afirmou. “Você pode ter um belo retorno. Colocar um painel em seu telhado é algo sensato de se fazer”, afirmou, acrescentando que os consumidores verão um bom retorno após sete anos.

Os painéis solares, feitos pela empresa chinesa Hanergy, serão vendidos ao preço de 5.700 libras (aproximadamente R$ 20500). “Muitos de nossos clientes querem viver de forma mais sustentável, mas isso precisa ser fácil, acessível e atraente”, disse Howard.

Fonte G1

 
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Publicado por em 2 de outubro de 2013 em Tecnologia

 

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GVT começa a oferecer banda larga, TV paga e telefone fixo em São Paulo

A empresa de telecomunicações GVT, conhecida por oferecer serviços rápidos e a preços competitivos, anunciou sua chegada a São Paulo nesta quinta-feira (29).

A companhia oferecerá pacotes de banda larga, TV por assinatura e telefone fixo. Os planos de internet terão velocidade a partir de 25 Mbps (Megabit por segundo), mas também há os de 150 Mbps.

Os pacotes de TV paga contarão com canais em alta definição (HD), além de integração com o YouTube e o Facebook.

Além disso, a empresa oferece o IntaGVT, um serviço interativo de exibição de conteúdo sob demanda.

A operação da GVT começará com um bairro em cada uma das regiões Norte, Leste e Sul da capital paulista. Santana, Tatuapé e Santo Amaro serão as primeiras localidades onde os serviços da empresa serão ofertados.

Em Pinheiros, na Zona Oeste, a companhia prevê que começará a atuar no início de 2014. Segundo a empresa, a expansão é demorada, pois seu modelo de negócio prevê levar até a casa de seus clientes cabos de fibra ótica, que possuem tecnologia para transmitir dados mais rapidamente. Para chegar aos três bairros iniciais, a empresa começou as obras em dezembro de 2012.

No site da companhia, é possível conferir se uma residência está localizada está dentro da cobertura, além de cadastrar o endereço domiciliar para ser avisado quando o serviço estiver disponível.

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Publicado por em 31 de agosto de 2013 em Tecnologia

 

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Americano é preso por invadir apartamento e oferecer massagem

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Yanez foi preso por invadir apartamento de mulheres e oferecer massagem (Foto: Boone Police/Divulgação)Yanez foi preso por invadir apartamento de
mulheres e oferecer massagem
(Foto: Boone Police/Divulgação)

Um homem de 29 anos foi preso na última quinta-feira (22) na Carolina do Norte, nos Estados Unidos, depois de invadir vários apartamentos de mulheres e insistir em realizar massagem nas costas.

De acordo com a polícia local, Julio Yanez foi preso pela terceira vez – ele já havia sido detido pelo mesmo motivo nos meses de abril e junho.

Em um dos casos, Yanez invadiu o apartamento de uma mulher e, em seguida, alegou que pensou estar no apartamento de um amigo. Quando a vítima disse para Yanez sair, ele tentou fazer uma massagem nas costas da mulher.

Yanez foi levado para a prisão e acusado de três crimes de invasão de domicílio e quatro acusações de agressão. Ele foi liberado depois de pagar uma fiança de US$ 2 mil e foi convocado para comparecer ao tribunal no dia 17 de setembro.

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Publicado por em 28 de agosto de 2013 em Tecnologia

 

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Sites abrem casas do mundo todo para oferecer comida local a turistas

Integrantes da comunidade on-line 'Meal Sharing' preparando a massa do zero em Minneapolis (EUA). (Foto: Divulgação/Meal Sharing)Integrantes da comunidade on-line ‘Meal Sharing’ preparando a massa do zero em Minneapolis (EUA). (Foto: Divulgação/Meal Sharing)

Provar tapas espanholas em um apartamento, em Barcelona, ou compartilhar histórias e uma massa caseira na casa de uma família italiana, em Roma. Inspirados em momentos como estes, os sites “EatWith” e “Meal Sharing” procuram proporcionar experiências de “vida real” das quais muitos turistas sentem falta. 

Recentemente, o Brasil entrou no circuito destes dois endereços on-line tanto para quem busca experiências gastronômicas no exterior, como para os brasileiros que desejam abrir suas casas e cozinhas a novos visitantes.

Página inicial do 'EatWith' que oferece experiências gastronômicas em 11 países, incluindo o Brasil. (Foto: Reprodução/EatWith)Site do ‘EatWith’ oferece experiências gastronômicas em 20 países, incluindo o Brasil. (Foto: Reprodução/EatWith)

Fazendo uma comparação com sites de hospedagens, o “EatWith” seria um “Air BnB” gastronômico e o “Meal Sharing”, um “Couch Surfing” da cozinha. E foram justamente experiências marcantes à mesa que inspiraram os fundadores de ambos os sites a colocar suas ideias no ar, em 2012.

O “EatWith” surgiu dois anos após seu cofundador Guy Michlin ter sido recebido para jantar no apartamento de uma família grega no subúrbio de Heraklion, principal cidade de Creta. “Eles me deram dicas de lugares para visitar, me falaram de restaurantes onde os locais comem e até me deram uma garrafa da bebida local”, conta Michlin no site da comunidade que fundou ao lado do sócio Shemer Schwartz, em Israel.

Na noite de quarta-feira (21), o site ampliou sua oferta de 11 para 20 países onde pessoas que gostam de cozinhar e têm espaço para receber convidados em casa são selecionadas e cobram uma quantia aos interessados na experiência.

A ideia do ‘Meal Sharing’, cuja comunidade compartilha refeições gratuitamente em 325 cidades do mundo, também partiu de experiências reais. “Tive a oportunidade única de ser recebida por uma família cambojana para uma refeição na casa deles. Foi uma experiência mágica comer pratos típicos do Camboja e contar histórias de nossas terras natais”, conta ao G1 a designer Ainara DelValle, que fundou o ‘Meal Sharing’ ao lado do amigo Jay Savsani.

Perfil da espanhola Ainara DelValle, uma das cofundadoras do 'Meal Sharing' (Foto: Reprodução/Meal Sharing)Perfil da espanhola Ainara DelValle, uma das cofundadoras do ‘Meal Sharing’ (Foto: Reprodução/Meal Sharing)

“Definitivamente eu queria criar um site que ajudasse a facilitar a espontaneidade e a beleza daquela noite no Camboja”, afirma a designer espanhola, que já foi anfitriã de mais de 50 refeições em sua casa, em Berlim, na Alemanha.

Experiência em São Paulo
O G1 acompanhou uma experiência anunciada pelo “EatWith” em São Paulo, no sábado (10). Inicialmente, a degustação de cervejas artesanais harmonizadas com comidas ao preço de R$ 87 por pessoa seria realizada na casa da jornalista e sommelier de cervejas Julia Reis, mas o tamanho do grupo – dez pessoas – superou as expectativas.

Selecionada recentemente para integrar o “EatWith”, Julia adaptou seu primeiro evento para a escola de cervejas artesanais da qual é sócia, no bairro da Pompeia, ao lado do cofundador, Rodrigo Louro, biólogo e doutor em bioquímica.

A sommelier Julia Reis foi a anfitriã de uma degustação de cervejas e comidas para dez americanos, no sábado (10) (Foto: Daniela Braun/G1)A sommelier Julia Reis foi a anfitriã de uma
degustação de cervejas e comidas para dez
americanos, no sábado (10) (Foto: Daniela Braun/G1)

Para definir o preço, Julia explica que procurou estabelecer um valor atrativo para divulgar a experiência – seu ganho por pessoa saiu em torno de R$ 30. “Também não adianta eu querer cobrar o que cobro de honorários para comandar uma degustação. Não tem essa formalidade”, observa.

O menu era composto de três cervejas artesanais – uma delas produzida pela escola – harmonizadas com comidas como ceviche e creme de batata doce com especiarias. Fluente em inglês, Julia fez uma introdução sobre cada cerveja e harmonização aos convidados de forma descontraída. “Não vai ter um propósito tão didático porque as pessoas querem se conhecer, conversar e aproveitar o jantar delas”.

Esta também foi a primeira experiência de um grupo de amigos americanos com o “EatWith”. “Nós vamos a restaurantes o tempo todo, sabe? E os restaurantes aqui são extremamente caros, mas a qualidade nem sempre é ótima para o preço cobrado”, disse Suzana Jones, americana de 31 anos, que veio de San Francisco para o Brasil há três anos e descobriu recentemente que São Paulo estava no circuito do site. “Esta é uma boa alternativa para ter acesso a uma experiência mais pessoal e local. E o preço deste estava muito bom para provar cerveja e comida”, compara.

Suzana Jones (à direita) e a amiga Jana Pearl, que vieram dos EUA para o Brasil há três anos (Foto: Daniela Braun/G1)As americanas Suzana Jones (à direita) e Jana Pearl,
na degustação de cervejas descoberta pelo ‘EatWith’
em São Paulo (Foto: Daniela Braun/G1)

Seleção brasileira
Esta semana,  o “EatWith” contava com mais de dez eventos selecionados e disponíveis no Brasil – a maioria na cidade de São Paulo. A lista de interessados, que preencheram o perfil de ‘host’ no site, supera 200 pessoas informa ao G1 o empresário Fábio Hofnik, que atua como embaixador do serviço no país.

“Procuro ir a um evento de teste, vejo como é o ambiente, como a pessoa se comporta, como é a comida e se o espaço comporta o número de pessoas anunciado”, conta Hofnik. Segundo ele, a seleção também é criteriosa no cardápio. “Não precisa ser nenhum chef famoso, mas se a pessoa já tem tendência de receber gente em casa e cozinhar para os amigos, nos interessa”.

O “EatWith” também está de olho em chefs profissionais que estejam dispostos a receber visitas em casa. O preço do evento por pessoa é estabelecido pelo anfitrião e um percentual da receita (15%) vai para o site. “Apesar de a pessoa ter uma margem, o preço tem que ser convidativo”, afirma o empresário ponderando sobre a relação entre custo e benefício. “Se você tem uma pegada de conhecer gente nova e de estar em um lugar mais tranquilo, nem sempre precisa ser mais barato”.

Gabrielle Oliveira (à esquerda) no apartamento de Ainara DelValle, cofundadora do 'Meal Sharing', em Berlim (Foto: Arquivo Pessoal)Gabrielle Oliveira (à esquerda) e Ainara DelValle, em
Berlim (Foto: Arquivo Pessoal)

Fazendo amigos
Para a brasileira Gabrielle Oliveira, de 26 anos, a rede ‘Meal Sharing’ foi uma forma de fazer amigos e descobrir seu talento na cozinha. A publicitária brasileira conheceu o site em outubro do ano passado quando estava morando sozinha em Berlim, na Alemanha.

“Levei uma sobremesa, mas não precisava. Era mais uma questão de educação nossa, mas o ‘Meal Sharing’ não tem uma proposta de a pessoa levar algo”, conta Gabrielle sobre o primeiro evento do qual participou. O menu foi preparado na casa de Ainara DelValle, cofundadora do site, em Berlim. “Achei a ideia o máximo. Como uma forma de agradecimento acabei fazendo um ‘meal sharing’ na minha casa para ela”, lembra.

Além de gratuita, a proposta do Meal Sharing é mais informal. Basta criar um perfil na rede, contar o que gosta de cozinhar e/ou comer e combinar por mensagens a data para compartilhar uma refeição ou cozinhar com outros integrantes.

“Meu perfil está aberto a solicitações”, diz Gabrielle, que voltou ao Brasil em julho e pretende continuar usando a rede por aqui. “Não necessariamente preciso fazer um evento e convidar pessoas. Acontece muito mais você requisitar uma visita do que criar um evento”, explica.

Em maio deste ano, a brasileira também teve outra experiência marcante com o site quando encontrou uma família disposta a lhe oferecer uma massa italiana, em Roma. “Queria provar uma verdadeira ‘pasta da mamma’. Achei muito legal que o sistema é aberto a conversas”.

Para Gabrielle, a experiência com a família fez toda a diferença na viagem. “Estar na casa de uma pessoa que está disposta a te receber (…), ainda mais na Itália onde as pessoas têm prazer de cozinhar e te contar como é o dia a dia delas, é um contato com pessoas que vivenciam aquela cidade. A experiência foi muito mais intensa do que só conhecer lugares turísticos”, conclui.

Atualmente, o Meal Sharing conta com cerca de 70 usuários no país. “Na verdade, nós não adicionamos o Brasil ao ‘Meal Sharing’. O Brasil se juntou a nós!”, diz o cofundador Jay Savsani, que conheceu o Brasil há alguns anos quando morou em São Paulo. “Entre passear com os locais no Parque do Ibirapuera e ouvir jazz na Rua Teodoro Sampaio aprendi muito sobre o Brasil. São, provavelmente, as pessoas mais amigáveis do planeta!”, conta ao G1.

Savsani se recorda de ter experimentado muitos pratos diferentes feitos pelos brasileiros que o receberam na capital paulista. “A diversidade do país sempre foi muito especial e eu queria dar atenção extra a fazer o trabalho do ‘Meal Sharing’ funcionar no Brasil”, afirma. “Esta foi minha forma de retribuir aos brasileiros”, conclui.

Jay Savsani, cofundador do ‘Meal Sharing’ em um jantar marcado pela rede. (Foto: Divulgação/Meal Sharing)Jay Savsani, cofundador do ‘Meal Sharing’, que já morou em São Paulo. (Foto: Divulgação/Meal Sharing)

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Publicado por em 24 de agosto de 2013 em Tecnologia

 

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Claro começa a oferecer 4G no Recife, e cidades do Rio e São Paulo

Recife foi a capital escolhida para a estréia do novo serviço, que também irá operar em Búzios, Parati e Campos do Jordão

A Claro anunciou nesta quinta-feira o início das operações de sua rede 4G em Recife, se tornando assim a primeira operadora a oferecer a tecnologia (que chama de “4GMax”) no Brasil. 

Além da capital pernambucana, as cidades de Campos do Jordão, Paraty e Búzios, onde desde agosto operavam redes em caráter experimental, também contam com o novo serviço.

Vantagens do 4G

Redes 4G prometem acesso móvel à internet em velocidades muito superiores às atuais redes 3G, e em alguns casos até mesmo às conexões de banda larga doméstica.

Em testes com a rede experimental da Claro em Campos do Jordão, interior de SP, conseguimos velocidade de download de até 52 Mbit/s, e até 14 Mbit/s no upload. O equivalente a uma conexão doméstica a cabo de  “7 Mega” (7 MB/s).

Mas estes números foram obtidos em uma rede experimental praticamente vazia, com apenas meia dúzia de aparelhos conectados a uma antena a alguns metros de distância. Os números no “mundo real”, com milhares de aparelhos conectados a uma antena no centro de uma cidade, cercada por prédios, podem ser bem menores.

Aparelhos

Para tirar proveito da nova rede, é necessário ter um aparelho compatível. Dois deles já estão disponíveis no mercado nacional, o RAZR HD, da Motorola, e o Galaxy S III 4G, da Samsung. A Claro comercializa o RAZR por R$ 649 e o Galaxy S III por R$ 999, ambos atrelados ao plano Claro Ilimitado 200 4G. O plano inclui 200 minutos de ligações para telefones fixos e celulares, ligações locais e de longa distância ilimitadas (para aparelhos da Claro), torpedos ilimitados e uma franquia de 5 GB de dados mensais, por R$ 229,70

A empresa também oferece modems para acesso móvel em um notebook ou desktop. O modelo Huawei E392 sai por R$ 320 no plano Claro Internet 5 GB.

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Publicado por em 23 de março de 2013 em Tecnologia

 

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Sony oferecerá conteúdo com resolução 4K gratuito para consumidores

Ainda nesta semana, a fabricante de televisores vai exibir o que ela chama de “a primeira solução de entrega 4K Ultra-High Definition”

Isso é uma da coisas que fabricantes de TV não destacam quando se gabam sobre as cores, detalhes e nitidez das imagens de seus novos televisores mais do que de ultra definição: como os consumidores podem obter conteúdo adequado em suas casas e, em seguida, em suas telas.

Mas a japonesa Sony pode ter a resposta. Ainda nesta semana, a fabricante de televisores vai exibir o que ela chama de “a primeira solução de entrega 4K Ultra-High Definition.”

A TV 4K é a mais recente tecnologia utilizada por grandes fabricantes do ramo. Continuando de onde o 3D falhou, empresas como a Sony e Samsung estão esperando a tecnologia estimular um novo ciclo de atualizações na indústria televisiva.

As televisões com telas 4K tem uma resolução de 3 840 pixels x 2 160 pixels – quase quatro vezes mais que a melhor das televisões HD atuais. As imagens são fantásticas, mas até agora a tecnologia existe principalmente em estandes de comércio. A adoção dessa tecnologia pelos consumidores tem demorado por conta dos altos preços – nos Estados Unidos, uma TV 4K custa 15 mil dólares – e também pela falta de conteúdo disponível para ela.

Enquanto empresas como a Sony já fazem filmes em tais resoluções, não há formato de entrega estabelecido para o consumidor. O Blu-ray não suportará uma resolução maior, e nem a interface HDMI usada em TVs. É isso que faz as promessas do anúncio da Sony tão interessantes.

A empresa, em breve, começará a vender a sua TV 4K de 84 polegadas para clientes que fizeram pedidos antecipados, e a TV oferecerá “entretenimento 4K nativo”.

“E não estou falando de entretenimento barato de demonstração, mas de produções hollywoodianas e disponível exclusivamente para os compradores da Sony XBR-84X900”, disse a empresa em um comunicado.

A menção de “entretenimento nativo” pode ser uma pista. O conjunto poderia caracterizar uma unidade de disco rígido, com conteúdo que seria entregue provavelmente pela Internet.

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Publicado por em 22 de março de 2013 em Tecnologia

 

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Claro começa a oferecer 4G no Recife, e cidades do Rio e São Paulo

Recife foi a capital escolhida para a estréia do novo serviço, que também irá operar em Búzios, Parati e Campos do Jordão

A Claro anunciou nesta quinta-feira o início das operações de sua rede 4G em Recife, se tornando assim a primeira operadora a oferecer a tecnologia (que chama de “4GMax”) no Brasil. 

Além da capital pernambucana, as cidades de Campos do Jordão, Paraty e Búzios, onde desde agosto operavam redes em caráter experimental, também contam com o novo serviço.

Vantagens do 4G

Redes 4G prometem acesso móvel à internet em velocidades muito superiores às atuais redes 3G, e em alguns casos até mesmo às conexões de banda larga doméstica.

Em testes com a rede experimental da Claro em Campos do Jordão, interior de SP, conseguimos velocidade de download de até 52 Mbit/s, e até 14 Mbit/s no upload. O equivalente a uma conexão doméstica a cabo de  “7 Mega” (7 MB/s).

Mas estes números foram obtidos em uma rede experimental praticamente vazia, com apenas meia dúzia de aparelhos conectados a uma antena a alguns metros de distância. Os números no “mundo real”, com milhares de aparelhos conectados a uma antena no centro de uma cidade, cercada por prédios, podem ser bem menores.

Aparelhos

Para tirar proveito da nova rede, é necessário ter um aparelho compatível. Dois deles já estão disponíveis no mercado nacional, o RAZR HD, da Motorola, e o Galaxy S III 4G, da Samsung. A Claro comercializa o RAZR por R$ 649 e o Galaxy S III por R$ 999, ambos atrelados ao plano Claro Ilimitado 200 4G. O plano inclui 200 minutos de ligações para telefones fixos e celulares, ligações locais e de longa distância ilimitadas (para aparelhos da Claro), torpedos ilimitados e uma franquia de 5 GB de dados mensais, por R$ 229,70

A empresa também oferece modems para acesso móvel em um notebook ou desktop. O modelo Huawei E392 sai por R$ 320 no plano Claro Internet 5 GB.

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Publicado por em 20 de março de 2013 em Tecnologia

 

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