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Rebeldes sírios tomam colina estratégica a oeste de Aleppo

Os rebeldes sírios tomaram neste sábado (22) uma colina estratégica a oeste de Aleppo, enquanto os combates entre as tropas governamentais e os insurgentes se estendiam à província de Latakia (noroeste), segundo o Observatório Sírio dos Direitos Humanos.

Após um ataque que durou várias horas, os rebeldes conseguiram conquistar o monte Chwayhne, no oeste de Aleppo, informou o OSDH. Pelo menos 21 membros das forças leais ao regime sírio e 18 rebeldes morreram nos combates.

Esta vitória fragiliza o quartel governamental de Zahra, no noroeste da cidade, onde fica a sede dos temidos serviços de inteligência das forças aéreas, que os rebeldes tentam tomar há meses, segundo a Comissão Geral da Revolução Síria (CGRS).

Ao mesmo tempo, os combates entre as forças governamentais e os rebeldes se estendiam para a província de Latakia, afirmou à AFP o diretor do OSDH, Rami Abdel Rahman.

Três grupos islamitas – Frente al Nosra, Sham al Islam e Ansar al Sham – lançaram na terça-feira uma campanha denominada “Anfal’ nesta província até agora relativamente à margem dos combates.

Esta província, de maioria alauita, corrente religiosa do presidente sírio Bashar al Assad, é considerada um dos bastiões do regime.

arte síria versão 18.02 (Foto: Arte/G1)

Fonte G1

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Publicado por em 24 de março de 2014 em Brasil

 

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Milhões de estrelas-do-mar morrem misteriosamente no oeste dos EUA

Milhões de estrelas-do-mar estão morrendo nos últimos meses na costa oeste dos Estados Unidos, do Alasca à Califórnia, alarmando biólogos, que chamam atenção para a importância destes invertebrados no ecossistema da região.

Segundo Jonathan Sleeman, diretor do Centro de Estudos da Fauna Selvagem do Instituto Americano de Geofísica (USGS, na sigla em inglês), tudo indica que a mortandade tenha começado em junho de 2013, afetando várias espécies de estrelas-do-mar que vivem no litoral e em cativeiro.

As duas variedades mais prejudicadas são a “Pisaster ochraceus”, de cor púrpura, e a “Pycnopodia helianthoides”, também conhecida como estrela-do-mar-sol, caracterizada pelas cores mutáveis. Esta última é considerada a maior estrela-do-mar, com diâmetro que pode superar um metro.

Os sintomas detectados com mais frequência são lesões superficiais brancas que se espalham com rapidez, debilidade geral, perda de braços e desintegração do corpo, levando à morte dias depois dos primeiros sintomas.

Populações inteiras de estrelas-do-mar morreram no estreito de Puget, no Mar de Salish e ao longo da costa californiana, alerta o estudo do USGS. O nível de mortalidade alcança 95%.

Cientistas, que supervisionam há décadas os ecossistemas destas áreas, não conseguiram determinar ainda as causas desta mortandade maciça.

“Achamos que um elemento patogênico, como um parasita, um vírus ou uma bactéria, pode estar infectando estas estrelas-do-mar e colocando em perigo seu sistema imunológico, tornando-as vulneráveis a infecções bacterianas secundárias responsáveis pelos danos físicos observados”, explicou Pete Raimondi, professor de biologia da Universidade da Califórnia, em Santa Cruz, um dos principais cientistas envolvidos nesta pesquisa.

De acordo com Raimondi, este fenômeno já aconteceu no passado, mas na época, foi associado ao aquecimento das águas costeiras. Naquela ocasião, também se suspeitou que um agente patogênico teria se desenvolvido graças à temperatura da água, embora isso nunca tenha sido confirmado.

Em 1983, uma mortandade na costa sul da Califórnia ameaçou a estrela-do-mar “Pisaster ochraceus”. Em 1997 ocorreu uma mortandade menor devido ao aquecimento do Pacífico sul decorrente do fenômeno El Niño. Na primavera de 2013, a costa leste dos Estados Unidos também sofreu com a morte maciça de algumas espécies de estrelas-do-mar.

Estes invertebrados se sentem mais confortáveis em águas frescas, dizem os biólogos, porque as mais quentes chegam a afetar sua saúde e infectar suas feridas.

A estrela-do-mar “Pisaster ochraceus” é “um predador-chave de seu ecossistema costeiro”, segundo Raimondi. Este animal se alimenta de crustáceos como mexilhões, lapas (pequenos animais marinhos com concha protetora) e caracóis do mar.

Se esta espécie chegar a desaparecer, as populações de moluscos aumentariam consideravelmente, o que levaria a uma profunda modificação do ecossistema rochoso situado entre a maré alta e a maré baixa, avaliam os cientistas.

As larvas das estrelas-do-mar também são elementos importantes de plâncton, base da cadeia alimentar dos oceanos.

No estudo sobre esta última onda de mortalidade maciça de estrelas-do-mar, os cientistas estão acumulando informações, vigiando certos pontos da costa do Pacífico, reunindo espécimes e fazendo análises microbiológicas para determinar se o vilão é um agente infeccioso ou tóxico, e, assim, resolver o mistério.

Fonte G1

 
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Publicado por em 3 de fevereiro de 2014 em Tecnologia

 

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Exército iraquiano mata 50 rebeldes em ação no oeste do país

O exército iraquiano intensificou neste sábado (1) suas operações contra os rebeldes vinculados à Al Qaeda, grupo que controla várias regiões do oeste do país. Na ação, as forças de segurança do Iraque matou cinquenta deles, segundo a polícia e o ministério da Defesa.

Desde o começo de janeiro, rebeldes do Estado Islâmico no Iraque e o Levante (EIIL, vinculado à Al Qaeda) controlam por completo a cidade de Fallujah, onde instalaram um tribunal islâmico. também estão sob o controle dos insurgentes outros setores da cidade vizinha, Ramadi, e zonas rurais entre as duas cidades que ficam a oeste de Bagdá.

Soldados e policiais, apoiados por combatentes tribais, lançaram neste sábado um novo ataque contra três bairros de Ramadi. Pelo menos 35 rebeldes morreram, segundo um oficial da polícia.

Em Fallujah, o exército lançou ataques aéreos contra um bairro do norte da cidade, matando 15 rebeldes, segundo o ministério da Defesa. O exército se mantém mobilizado nos arredores da cidade, mas evita invadi-la para evitar um massacre.

Sessenta quilômetros a oeste de Bagdá, Fallujah foi um bastião da insurreição após a invasão dos Estados Unidos no Iraque em 2003.

Os combates que mobilizam de um lado membros do EIIL, aliados a outros insurgentes e a grupos que atuam contra o governo, e, de outro, o exército e a polícia, apoiados por tribos locais, deixaram centenas de mortos desde o começo do ano, segundo números oficiais.

Fonte G1

 
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Publicado por em 3 de fevereiro de 2014 em Brasil

 

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Soltura de papagaios-de-peito-roxo completa três anos no Oeste de SC

Primeiros papagaios foram soltos há três anos (Foto: Vanessa Kanaan/Espaço Silvestre)Primeiros papagaios foram soltos há três anos (Foto: Vanessa Kanaan/Espaço Silvestre)

O projeto de reintrodução do papagaio-de-peito-roxo no Oeste de Santa Catarina comemorou o aniversário de três anos da primeira soltura de aves nesta segunda-feira (6). Desde 2010, a espécie está sendo reintroduzida na mata. A ave é uma espécie natural da região, mas há 20 anos não era mais vista no local. “O objetivo geral do projeto é estabelecer uma população viável a longo prazo, o que faria com que as solturas não fossem mais necessárias”, explica a Doutora Vanessa Kanaan, diretora técnica do Espaço Silvestre-Instituto Carijós, responsável pelo projeto. Veja Galeria de fotos do projeto e dos papagaios.

Ao todo, 43 papagaios foram soltos (Foto: Espaço Silvestre/Divulgação)Ao todo, 43 papagaios foram soltos
(Foto: Espaço Silvestre/Divulgação)

O programa faz parte do primeiro projeto de reintrodução de uma espécie de ave dentro de uma unidade de conservação federal no Brasil aprovado pelo ICMBio. As aves são soltas no Parque Nacional das Araucárias. Desde o início, 43 aves foram soltas e são monitoradas periodicamente pelo Espaço Silvestre – Instituto Carijós.

Todas as aves reintroduzidas foram apreendidas pela polícia em casos de tráfico de animais e passaram por diversos treinamentos de reabilitação. Os papagaios vivem livremente em casais ou em pequenos bandos, o que, segundo a Doutora Vanessa Kanaan, demostra que é possível reabilitar animais vitimas do tráfico, melhorando o bem-estar de indivíduos que passariam o resto da vida em cativeiro.

Além disso, o trabalho também tem impacto direto na saúde da floresta, uma vez que os indivíduos soltos tem a chance de cumprir seus papeis biológicos como a dispersão de sementes e de interagir com outras espécies da fauna e flora.

Animais são apreendidos e enviados ao projeto para reabilitação (Foto: Espaço Silvestre/Divulgação)Animais são apreendidos e enviados ao projeto para reabilitação (Foto: Espaço Silvestre/Divulgação)

“Apesar de parecer um número pequeno, as duas solturas são de extrema importância para a preservação dessa espécie. Ameaçada de extinção, a população atual está estimada entre mil e 2,5 mil aves em vida livre e pode ser encontrada do Sul da Bahia ao Rio Grande do Sul, e também no Paraguai e Argentina, revelando a existência de poucos indivíduos para uma grande extensão de área”, explica a Doutora Vanessa Kanaan.

Aves soltas visitam moradores da região (Foto: Vanessa Kanaan/Espaço Silvestre)Aves soltas visitam moradores da região
(Foto: Vanessa Kanaan/Espaço Silvestre)

O trabalho é feito em parceria com a comunidade local. “São realizadas visitas às propriedades, escolas e empresas. As pessoas não só se tornaram protetoras dos papagaios, como passaram a observar outras espécies de animais, e muitas nos auxiliam no monitoramento dos papagaios-de-peito-roxo, relatando seus avistamentos”, afirma a doutora.

Em 2013, foi iniciado o projeto de geração de trabalho e renda para as comunidades, onde mulheres produzem itens artesanais com o tema papagaio-de-peito-roxo e Araucária. “Mais de 15 comunidades locais são atendidas pelo projeto e nossa área de trabalho e número de pessoas atendidas aumenta a cada mês”, comenta a diretora técnica.

Próximos passos
Quatro papagaios-de-peito-roxo apreendidos no Oeste no fim de 2013 já estão à disposição do projeto. “Recentemente, conseguimos autorização dos órgãos governamentais responsáveis para uma nova soltura. Estamos buscando parceiros e patrocinadores para uma nova soltura de 30 aves no Parque Nacional das Araucárias em 2014. Desde 2010, todo o trabalho é realizado por voluntários e depende de parceiros, patrocinadores e doadores. Quem quiser pode colaborar através de doações, patrocínio, ou trabalho voluntário”, sugere a Vanessa.

Ao longo desses três anos o projeto firmou parcerias com empresas e com a ONG SAVE Brasil e Birdlife Internacional. Além disso, recebeu o prêmio Expressão de ecologia 2012 na categoria Conservação da Vida Silvestre. Mais informações sobre a conservação dos papagaios-de-peito-roxo no site do projeto.

Fonte G1

 
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Publicado por em 10 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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