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Novo scanner portátil ajuda a revelar ‘composição química’ de objetos

Apetrecho permite que usuário saiba, por exemplo, a quantidade de agrotóxico de verduras, legumes e frutas (Foto: Consumer Physies/BBC)Apetrecho permite que usuário saiba, por exemplo, a quantidade de agrotóxico de verduras, legumes e frutas (Foto: Consumer Physics/BBC)

Uma startup israelense criou um dispositivo que revela instantaneamente a composição química de diferentes objetos, de comida a joias, passando por medicamentos e até mesmo plantas.

Na prática, isso permite saber, por exemplo, se uma maçã tem agrotóxicos ou se uma joia não passa de uma bijuteria barata.

Do tamanho de uma caixa de fósforos, o pequeno aparelho foi inventado pela empresa Consumer Physics, sediada em Tel-Aviv, que alega ter desenvolvido o primeiro espectrômetro (instrumento ótico usado para medir as propriedades da luz) molecular barato e de fácil acessibilidade do mundo.

O dispositivo se assemelha a um scanner de mão: o usuário aponta o equipamento em direção a um objeto, pressiona um botão que emite uma luz azul e, alguns segundos depois, obtém as informações sobre suas características moleculares.

Dror Sharon, co-fundador da Consumer Physics, diz acreditar que a invenção, batizada de SCiO, pode se tornar um ‘Google’ para o mundo físico, ou seja, uma maneira de buscar e descobrir instantaneamente a composição dos objetos ao nosso redor.

O SCiO custa US$ 199 (R$ 450) e foi revelado ao público pela primeira vez na semana passada. O projeto consumiu três anos de pesquisa e levantou mais de US$ 900 mil (R$ 2 milhões) na plataforma de crowdfounding (financiamento coletivo) Kickstarter – quatro vezes mais do que a meta inicial da companhia, de US$ 200 mil (R$ 450 mil) – em apenas 40 dias.

SCiO revela composição química de produtos, como queijo (Foto: BBC)SCiO revela composição química de
produtos, como queijo (Foto: BBC)

Hardware
O lançamento do dispositivo retrata um fenômeno que especialistas já estão chamando de ‘renascimento do hardware’. Isso porque, depois de anos concentrando seus investimentos em start-ups de software, como aplicativos ou sistemas operacionais, os investidores parecem ter ‘redescoberto’ uma nova fonte de receitas: as fabricantes de hardware.

‘Montar uma start-up de hardware requer muito menos capital de giro e é muito menos arriscado’, diz Boris Wertz, investidor e dono do fundo de private equity Version One Ventures.

Segundo ele, a ascensão do processo de impressão 3-D, a universalidade dos smartphones e linhas de produção mais eficientes facilitaram a entrada de novos players no mercado – e sem a necessidade de investimentos vultosos.

Nessa semana, desenvolvedores novatos estão tendo a chance de expor seus produtos, na esperança de obter o dinheiro necessário para materializar seus sonhos – e, quem sabe, se tornar um novo Twitter ou Facebook.

A disputa pela atenção dos investidores ocorre na feira de tecnologia TechCrunch Disrupt, um dos maiores eventos do tipo dos Estados Unidos.

Dois dos finalistas da competição ‘Start-up Battlefield’, realizada durante o evento, são duas fabricantes de hardware: a Tango PC, que fabrica computadores com sistema operacional Windows do tamanho de smartphone usando ‘tecnologia espacial’ e a Mink, que desenvolve impressoras de maquiagem.

As estatísticas também comprovam o novo foco dos investidores. Segundo a Dow Jones VentureSource, mais de US$ 869 milhões (cerca de R$ 2 bilhões) foram investidos em start-ups de hardware em 2013, praticamente o dobro dos US$ 422 milhões (R$ 940 milhões) aplicados em 2012.

Parte do que vem atraindo investidores como Wertz é que as fabricantes de hardware são agora capazes de exibir protótipos e arrecadam fundos para seus projetos via sites de crowdfunding (financiamento coletivo).

‘O crowdfunding se adequa perfeitamente à proposta das fabricantes de hardware’, diz Scott Miller, fundador da Dragon Innovation, que ajuda as companhias a levantar dinheiro para fabricar produtos, principalmente na China.

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Publicado por em 10 de maio de 2014 em Tecnologia

 

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Caneta ‘desenha’ com plástico no ar para criar objetos 3D

Caneta LIX 3D 'desenha' no ar para criar figuras tridimensionais. (Foto: Divulgação/Vimeo.com)Caneta LIX 3D ‘desenha’ no ar para criar figuras tridimensionais. (Foto: Divulgação/Vimeo.com)

Depois de as impressoras 3D surgirem para produzir quaisquer objetos tridimensionais no conforto de casa, a nova onda é a de equipamentos que antes não iam além do papel. O projeto de uma caneta que “rabisca” no ar com plástico para fazer figuras em 3D recebeu mais de 233 mil libras em doações (o equivalente a R$ 878 mil) por meio do site de financiamento coletivo “Kickstarter”.

Para desenvolver a caneta, a criadora da caneta 3D, a empresa britânica LIX, pretendia arrecadar 30 mil libras (R$ 113 mil). Nesta quarta-feira (30), somente dois dias após iniciarem a campanha, porém, já haviam levantado uma quantia sete vezes o valor pleiteado. O dinheiro foi doado por mais de 2,7 mil pessoas.

A quantia inicial foi atingida com apenas um dia de campanha, mas tende a aumentar já que a proposta ainda terá pela frente 27 dias para levantar dinheiro.

Da mesma forma que as impressoras 3D, a caneta LIX 3D usa como matéria-prima o plástico, aquecido a altas temperaturas para ficar maleável. O mecanismo interno do dispositivo é capaz de elevar a temperatura a 230ºC.

Escultura feita com a caneta LIX 3D, que 'desenha' no ar para criar figuras tridimensionais. (Foto: Divulgação/LIX)Escultura feita com a caneta LIX 3D, que ‘desenha’
no ar para criar figuras tridimensionais.
(Foto: Divulgação/LIX)

A caneta é energizada por meio de uma entrada USB, que pode conectá-la a computadores. Para abastecer a caneta, filamentos de plástico são inseridos no topo, da mesma forma como são colocados bastões de grafite em uma lapiseira.

Para colocar a caneta para rabiscar, é necessário pressionar um botão próximo à ponta. Os criadores exibem fotos de vasos, colares, anéis, esculturas e até estampas de camisetas como exemplos de objetos que podem ser “desenhados” com ela.

Desenho 3D
A LIX 3D não é a primeira a prometer que os rabiscos feitos por uma caneta fora do papel possam gerar imagens tridimensionais. O aparelho segue os passos da 3Doodler, também financiada via “Kickstarter” com um valor muito superior aos US$ 30 mil pretendidos, US$ 2,3 milhões.

A LIX 3D, no entanto, é mais fácil de manusear do que a 3Doodler, cujo corpo é mais robusto. As obras produzidas por ela também são mais delicadas. O preço é o que pode pender desfavoravelmente.

Durante a IFA, feira de tecnologia realizada anualmente em Berlin, na Alemanha, a 3Doodler foi colocado em pré-venda por US$ 100 (R$ 223). Já as pessoas que quiserem fazer doações para a LIX 3D devem enviar 92 libras (R$ 346) e, em troca, receberão a caneta junto de três estoques de bastões de plástico. Segundo a LIX, a caneta 3D começa a chegar ao mercado entre setembro e outubro.

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Publicado por em 3 de maio de 2014 em Tecnologia

 

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Barco chega a área onde objetos que podem ser de avião foram detectados

Imagens de satélite divulgadas pelo governo australiano mostram objetos achados no oceano que poderiam ser os destroços do voo MH370 da Malaysian Airlines, desaparecido desde 8 de março (Foto: Australian Government's Department of Defence via the Australian Maritime Safety Authority/AFP)Imagens de satélite divulgadas pelo governo australiano mostram objetos achados no oceano que poderiam ser os destroços do voo MH370 da Malaysian Airlines, desaparecido desde 8 de março (Foto: Australian Government’s Department of Defence via the Australian Maritime Safety Authority/AFP)

Um barco norueguês, o “St Petersburgo”, chegou nesta quinta-feira (20) à região do Oceano Índico onde foram detectados objetos que poderiam pertencer ao desaparecido Boeing 777 da Malaysia Airlines, anunciou o armador Hegh Autoliners.

“O barco chegou ao local para participar na busca”, declarou à AFP Cecilie Moe, porta-voz da empresa norueguesa.

Segundo outro porta-voz da empresa, Chreistian Dall, a margem de busca nesta quinta-feira, no entanto, é reduzida. “Nesta região, o sol se põe dentro de uma hora mais ou menos”, afirmou às 11h GMT (8h de Brasília).

O St Petersburgo, barco de transporte de veículos que seguia para Melbourne, foi desviado a pedido das autoridades australianas para tentar identificar os objetos no mar detectados por satélite no sul do Oceano Índico.

Os satélites mostraram imagens de dois objetos, um deles com 24 metros de comprimento, que podem estar relacionados ao voo MH370 da Malaysia Airlines, que desapareceu há 12 dias com 239 pessoas a bordo.

Um navio de vigilância da Marinha britânica também seguia para a região. O “HMS Echo” está na área e participará nas operações de busca, informou o ministério da Defesa.

O anúncio da descoberta foi feito nesta quinta pelo primeiro-ministro australiano, Tony Abbot. A Autoridade Australiana de Segurança Marítima (AMSA) recebeu informações “novas e críveis”, “baseadas em dados de satélites, sobre objetos que poderiam estar relacionados com a busca”, disse Abbot no Parlamento.

Um avião Orion foi enviado ao local para examinar tais objetos – que seriam partes da fuselagem – e outros três aparelhos de vigilância e dois navios seguem para a zona.

mapa avião desaparecido malásia - 20.03 (Foto: Arte/G1)

Segundo John Young, funcionário da AMSA, um dos objetos “eventualmente ligado” ao voo MH370 e detectado por satélite mede 24 metros.

“Os objetos são relativamente leves. São objetos de certo tamanho, mas que flutuam de forma intermitente”. “O maior tem 24 metros, o outro é menor”, revelou Young em entrevista coletiva.

A Austrália se encarregou das buscas do Boeing no sul do Oceano Índico e, segundo a AMSA, os objetos estão nesta região, a cerca de 2.300 km da costa australiana, onde o tempo não está bom no momento.

Apesar da descoberta, Abbot pediu para não haver conclusões precipitadas: “Devemos ter em conta que o trabalho de encontrar estes objetos será muito complicado e que, no final, podem não ter qualquer relação com o voo MH370”.

Autoridades da Malásia
As autoridades malaias afirmaram que os dois objetos detectados por satélite no Oceano Índico representam um “indício crível” na busca pelo avião desaparecido da Malaysia Airlines.

Mas o ministro de Defesa e interino de Transportes, Hishamudin Hussein, disse em entrevista coletiva em Sepang que é preciso se “corroborar e verificar” a informação para não dar “falsas esperanças” às famílias.

As autoridades malaias explicaram que, mesmo que se trate de restos do avião, não sabem quanto tempo demorariam para encontrar a caixa-preta do aparelho, que contém a informação necessária para explicar o ocorrido.

Segundo o ministro de Defesa, se os destroços avistados pertencerem ao MH370, serão consultados os investigadores do voo da Air France que caiu no Oceano Atlântico em 2009, devido às condições similares do mar.

Hussein disse que as autoridades estão fazendo todo o possível para informar as famílias dos passageiros, mas, no entanto, “a informação que mais desejam saber não a temos: a localização do MH370”, afirmou.

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Fonte G1

 
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Publicado por em 21 de março de 2014 em Brasil

 

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Veja vestidos, barcos e outros objetos curiosos feitos de chocolate

Desfile doce
Modelos desfilaram com vestidos, chapéus e outros acessórios feitos de chocolate durante o Festival de Chocolate de Bruxelas, na Bélgica. Diversos artistas mostraram suas criações curiosas feitas a partir do doce (veja fotos).

Modelo desfila com roupa feita de chocolate durante evento na Bélgica (Foto: Francois LenoirAP)Modelo desfila com roupa feita de chocolate durante evento na Bélgica (Foto: Francois LenoirAP)

Salto alto
Uma loja de Tóquio, no Japão, exibiu um sapato de salto alto feito de chocolate e decorado com folhas de ouro. A guloseima, que foi criada para o Dia dos Namorados de 2014 (festejado em 14 de fevereiro no país asiático), será vendida por US$ 122 (R$ 284). Veja mais fotos.

Loja de Tóquio exibiu sapato de salto alto feito de chocolate e decorado com folhas de ouro (Foto: Toru Yamanaka/AFP)Loja de Tóquio exibiu sapato de salto alto feito de chocolate e decorado com folhas de ouro (Foto: Toru Yamanaka/AFP)

Vestido sexy
Em outubro de 2013, a apresentadora de TV Marie-Ange Casalta, a atriz Elisa Tovati e a modelo Noemie Lenoir exibiu vestidos feitos de chocolate durante a feira internacional do chocolate em Paris, na França (veja foto).

Apresentadora Marie-Ange Casalta desfila com vestido feito de chocolate (Foto: Jacques Brinon/AP)Apresentadora Marie-Ange Casalta desfila com vestido feito de chocolate (Foto: Jacques Brinon/AP)

Em formato de ânus
Uma doceria britânica causou polêmica em junho de 2013 ao oferecer um tipo de chocolate que é moldado a partir do ânus de uma modelo, e vendido em caixas com até 10 unidades. De acordo com a empresa, o chocolate “pode dissolver tabus culturais de gênero, classe e orientação sexual, e espalhar a alegria de ensinar ao mundo a amar o ânus” (veja mais fotos).

Empresa afirma que chocolate é moldado a partir de ânus de modelo (Foto: Reprodução/Edible Anus)Empresa afirma que chocolate é moldado a partir de ânus de modelo (Foto: Reprodução/Edible Anus)

Sorteio saboroso
Na cidade de Rostock, na Alemanha, bolas de loteria feitas de chocolate e pasta de amêndoa foram apresentadas como os números de um concurso durante uma coletiva de imprensa, realizada na sociedade de loteria Lotto and Toto Mecklenburg-Vorpommern. O grupo apresentou a nova modalidade de jogo, que foi disponibilizada em maio de 2013 (veja mais fotos).

Bolas de loteria feitas de chocolate são apresentadas em coletiva de imprensa em Rostock (Foto: Bernd Wuestneck/AFP)Bolas de loteria feitas de chocolate são apresentadas em coletiva de imprensa em Rostock (Foto: Bernd Wuestneck/AFP)

Cartas adocicadas
Uma série de ‘selos de chocolate’ foi lançada pelos correios na Bélgica na semana que antecedeu a Páscoa de 2013. A cola dos selos tem essência de óleo de cacau e, ao lambê-los para colar nas correspondências, é possível sentir gosto de chocolate. O conjunto de cinco selos custa 6,2 euros, cerca de R$ 20 (veja mais fotos).

Selos com desenhos, aroma e cheiro de chocolate lançados na Bélgica. (Foto: Geert Vanden Wijngaert/AP)Selos com desenhos, aroma e cheiro de chocolate lançados na Bélgica. (Foto: Geert Vanden Wijngaert/AP)

Caixão, câmera e esqueleto
A feira de chocolates “Cioccoland” em Nápoles, na Itália, exibiu em 2012 a guloseima nos formatos mais variados. Os visitantes se depararam com chocolate na forma de câmera fotográfica, sapato, caixões, crânios e até esqueletos (veja mais fotos)

Feira exibiu chocolate no formato de caixões e esqueletos. (Foto: Carlo Hermann/AFP)Feira exibiu chocolate no formato de caixões e esqueletos. (Foto: Carlo Hermann/AFP)

Esculturas incríveis
Estudantes da Universidade de Artes em Zagreb, na Croácia, criaram esculturas em blocos de 250 quilos de chocolate durante um festival no início de 2012 na capital croata. Fábricas locais doaram cinco cubos de chocolate de 250 kg para os jovens esculpirem suas obras tendo como tema “Alice no País das Maravilhas” (veja mais fotos).

Jovens esculpiram obras tendo como tema 'Alice no País das Maravilhas'. (Foto: Hrvoje Polan/AFP)Jovens esculpiram obras tendo como tema ‘Alice no País das Maravilhas’. (Foto: Hrvoje Polan/AFP)

Barcos de chocolate
Um desfile criado pelo doceiro Georges Larnicol reuniu em setembro de 2011 barcos feitos com chocolate. As embarcações tinham dois metros de comprimento e navegaram no rio Odet em Quimper, oeste da França (veja mais fotos)

Desfile foi realizado no rio Odet em Quimper. (Foto: Fred Tanneau/AFP)Desfile foi realizado no rio Odet em Quimper. (Foto: Fred Tanneau/AFP)

Torre de pisa
No início de 2011, o italiano Mirco Della criou uma réplica em escala menor da Torre de Pisa, famosa atração turística da Itália, feita com chocolate. A escultura foi apresentadaem Hong Kong, na China, durante exposição internacional sobre chocolate (veja foto).

Italiano Mirco Della trabalha em sua réplica da Torre de Pizza feita de chocolate. (Foto: Mike Clarke/AFP)Italiano Mirco Della trabalha em sua réplica da Torre de Pizza feita de chocolate. (Foto: Mike Clarke/AFP)

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Publicado por em 10 de fevereiro de 2014 em Tecnologia

 

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Impressora 3D faz objetos de açúcar, de chocolate e de outros doces

Objetos multicoloridos de açúcar impressos pela Chefjet, impressora de 3D para doces, lançada pela 3D Systems. (Foto: Divulgação/3D Systems)Objetos multicoloridos de açúcar impressos pela Chefjet, impressora de 3D para doces, lançada pela 3D Systems. (Foto: Divulgação/3D Systems)

A companhia norte-americana 3D Systems, especializada em impressão em terceira dimensão, lançou na terça-feira (8) uma linha de impressoras 3D capaz de criar mais do que objetos de plástico, como ocorre atualmente: ela “imprime” açúcar e doces.

Apresentada na feira Consumer Electronics Show (CES), em Las Vegas, a linha Chefjet chega com duas máquinas que devem ajudar confeiteiros e cozinheiros a criar esculturas para enfeitar bolos e doces.

A Chefjet 3D produz formas monocromáticas de materiais imprimíveis como chocolate, baunilha, hortelã, maçã, cereja e melão.

A máquina deve custar ao menos US$ 5 mil e chegará aos Estados Unidos ainda em 2014.

Objetos monocromáticos de açúcar impressos pela Chefjet, impressora de 3D para doces, lançada pela 3D Systems. (Foto: Divulgação/3D Systems)Objetos monocromáticos de açúcar
impressos pela Chefjet, impressora de 3D
para doces, lançada pela 3D Systems
(Foto: Divulgação/3D Systems)

Já a Chefjet Pro 3D utiliza os mesmos sabores, mas produz objetos coloridos em grandes dimensões. Segundo a 3D Systems, esse modelo deve ser vendido por até US$ 10 mil.

As impressoras são acompanhadas de um manual, uma espécie de livro de receitas, que conterá as diversas formas que os cozinheiros poderão dar aos objetos impressos em 3D.

“Comida é uma incrível plataforma para a criatividade, experimentação e celebração, e nós estamos emocionados por fornecer essas poderosas impressoras 3D aos padeiros e chefes”, afirmou Liz von Hasseln, diretora de criatividade para produtos alimentícios da 3D Systems, em nota.

Objeto monocromático de açúcar impressos pela Chefjet, impressora de 3D para doces, lançada pela 3D Systems. (Foto: Divulgação/3D Systems)Objeto monocromático de açúcar impressos pela Chefjet, impressora de 3D para doces, lançada pela 3D Systems (Foto: Divulgação/3D Systems)

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Publicado por em 10 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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Competição nos EUA reúne objetos mais bizarros engolidos por animais

A organização americana Veterinary Practice News (ou Notícias da Prática Veterinária, em tradução livre), realizou a edição anual do concurso “They Ate What?” (“Eles comeram o quê?”), que reúne os objetos mais curiosos que foram engolidos por animais de estimação.

Os veterinários usam as radiografias tiradas nas clínicas para mostrar a coleção bizarra de coisas que viraram “jantar” dos bichos. Há exemplos desde controles de Playstation, caixas de cigarro, uma corrente e até mesmo uma faça de caça, com direito a bainha.

No quesito comprimento, por exemplo, um cachorro de Nova Jérsei chegou a engolir um “coçador de costas” com mais de 35 cm.

Já uma cobra constritora, criada por outra família americana em no estado de Kentucky, foi levada ao veterinário e, na clínica, os especialistas descobriram que o réptil havia engolido o papagaio da casa.

Veterinário exibe diversos itens retirados de dentro do cachorro Izzy, incluindo uma corrente e uma faca de caça (Foto: Caters News/The Grosby Group )Veterinário exibe diversos itens retirados de dentro do cachorro Izzy, incluindo uma corrente e uma faca de caça (Foto: Caters News/The Grosby Group )Radiografia de 'Yoda' mostra que o cão engoliu um 'coçador' de mais de 35 cm de comprimento (Foto: Caters News/The Grosby Group)Radiografia de ‘Yoda’ mostra que o cão engoliu um ‘coçador’ de mais de 35 cm de comprimento (Foto: Caters News/The Grosby Group)

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Publicado por em 2 de outubro de 2013 em Tecnologia

 

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Lista reúne câmera ‘devolvida por jacaré’ e mais objetos recuperados

Câmera x jacaré
O fotógrafo Mario Aldecoa recuperou oito meses depois sua câmera que um aligátor (jacaré americano) havia arrastado para dentro d’água enquanto ele fotografava os répteis em uma fazenda de aligátores em Everglades, no estado da Flórida. (leia a matéria).

Câmera estava danificada, apesar algumas imagens ainda estarem intactas no cartão de memória (Foto: Divulgação/Mario Aldecoa)Câmera estava danificada, apesar algumas imagens ainda estarem intactas no cartão de memória (Foto: Divulgação/Mario Aldecoa)

9.600 km de distância
Em março desde ano, uma empresa aérea de Taiwan conseguiu localizar a dona de uma câmera fotográfica de mergulho perdida em 2007 na costa do Havaí. O equipamento havia sido encontrado em uma praia taiwanesa neste ano (leia a matéria).

Câmera de mergulhadora americana foi encontrada a 9.600 km de distância do Havaí, em Taiwan, do outro lado do Oceano Pacífico (Foto: AFP/Douglas Cheng/China Airlines)Câmera de mergulhadora americana foi encontrada a 9.600 km de distância do Havaí, em Taiwan, do outro lado do Oceano Pacífico (Foto: AFP/Douglas Cheng/China Airlines)

Seis meses depois
O sargento holandês Dick de Bruin não esperava rever a câmera fotográfica que perdeu durante um mergulho em Aruba no começo de 2010. No entanto o homem reencontrou o equipamento seis meses depois que guarda localizou o objeto (leia a matéria).

Mergulhador reencontra câmera perdida no mar seis meses depois (Foto: AP)Mergulhador reencontra câmera perdida no mar seis meses depois (Foto: AP)

Google+
Em 2011, o fotógrafo Markus Thompson encontrou uma câmera no fundo do oceano e decidiu procurar o dono do equipamento através do Google+. Apesar de câmera ter passado mais um ano debaixo d’água, as imagens puderam ser recuperadas (leia a matéria).

Fotógrafo Markus Thompson usou Google+ para achar dono de câmera encontrada no fundo do mar (Foto: Reprodução/Google+)Fotógrafo Markus Thompson usou Google+ para achar dono de câmera encontrada no fundo do mar (Foto: Reprodução/Google+)

45 anos perdido
Em 2012, o americano Brent Aguirre recuperou 45 anos depois um anel de formatura que havia perdido em uma represa em Salt Lake City. Um casal que achou a joia usou o Facebook para encontrar Aguirre e devolver o anel (leia a matéria).

Homem recuperou anel de formatura após 45 anos graças ao Facebook (Foto: AP)Homem recuperou anel de formatura após 45 anos graças ao Facebook (Foto: AP)

Medalha de identificação
Em maio deste ano, o veterano da Segunda Guerra Mundial Irving Mann, de 88 anos, recebeu um e-mail de uma mulher na França que havia encontrado sua medalha de identificação (conhecida também como “dogtag”) em seu jardim (leia a matéria).

Irving Mann exibe sua medalha de identificação encontrada após 69 anos (Foto: David Duprey/AP)Irving Mann exibe sua medalha de identificação encontrada após 69 anos (Foto: David Duprey/AP)

Bracelete
Em 2009, um bracelete que era usado pelo piloto Jack Harold Glenn, que morreu durante a Segunda Guerra Mundial em 1944 na Alemanha, foi devolvido 65 anos depois para sua irmã, Helen Glenn Foreman (leia a matéria).

Bracelete que era usado pelo piloto norte-americano Jack Harold Glenn foi devolvido 65 anos depois para sua irmã (Foto: Eckehard Schulz/AP)Bracelete que era usado pelo piloto norte-americano Jack Harold Glenn foi devolvido 65 anos depois para sua irmã (Foto: Eckehard Schulz/AP)

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Publicado por em 2 de setembro de 2013 em Tecnologia

 

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