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Popularidade de Obama cai de 46% para 41%, segundo pesquisa

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, tem índice de rejeição de 52%, segundo pesquisa (Foto: harles Dharapak/AP)O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, tem índice de rejeição de 52%, segundo pesquisa (Foto: harles Dharapak/AP)

A popularidade do presidente Barack Obama continua em queda, segundo uma nova pesquisa, no momento em que os americanos criticam a política do governo para as áreas econômica e de saúde, assim como a gestão da crise na Ucrânia.

A taxa de aprovação do presidente caiu para 41% em abril, contra 46% nos três primeiros meses do ano, segundo uma pesquisa Washington Post-ABC News divulgada na segunda-feira (28) à noite. O índice de desaprovação subiu a 52%, contra 50% no início do ano.

A pesquisa foi realizada entre 24 e 27 de abril entre 1.000 adultos. A margem de erro é de 3,5%.

Apenas 42% dos entrevistados aprovam a gestão da economia e 37% a reforma da saúde, conhecida como ‘Obamacare’, que enfrentou muitas dificuldades no início, mas que finalmente alcançou sete milhões de inscritos como esperava o governo.

O índice de aprovação da gestão de Obama na crise da Ucrânia é ainda menor, de 34%.

Os números são preocupantes para Obama e o Partido Democrata antes das eleições legislativas de meio de mandato em novembro. As disputas na Câmara de Representantes, atualmente dominada pelos republicanos, assim como um terço do Senado, de maioria democrata, deverão ser renovadas nas eleições.

De acordo com o jornal Washington Post, as eleições passadas mostram que quando a aprovação de um presidente é tão baixa, o mais provável é que o partido sofra as consequências nas urnas. Desta maneira, os republicanos devem manter o controle da Câmara e existe a dúvida sobre uma possível maioria no Senado.

A participação será importante para os resultados. Segundo o Post, o eleitorado do Partido Republicano – brancos e de mais idade – tem um hábito maior de participar nas eleições de meio de mandato, geralmente de menor apelo que a eleição presidencial, que contam com maior participação dos jovens e minorias que apoiaram Obama.

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Publicado por em 30 de abril de 2014 em Brasil

 

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Obama lança medidas para promover energia solar nos EUA

Usina solar tem capacidade de gerar energia que pode abastecer 140 mil moradias (Foto: Steve Marcus/Reuters)Usina solar instalada em deserto dos Estados Unidos (Foto: Steve Marcus/Reuters)

A Casa Branca anunciou nesta quinta-feira (17) uma série de medidas modestas para desenvolver a energia solar nos Estados Unidos, com incentivos à instalação de painéis solares nos terrenos públicos do governo federal.

O presidente Barack Obama e os democratas do Congresso promovem políticas para lutar contra o aquecimento global, mas os republicanos, que dominam a Câmara de Representantes, bloqueiam desde 2011 qualquer iniciativa legislativa neste sentido. Por esta razão, a única saída para o governo é utilizar a via regulamentar ou administrativa.

Assim, o governo federal lançou nesta quinta-feira um programa para incentivar as agências federais, instalações militares e edifícios que recebem subsídios públicos na região de Washington a instalarem mais painéis solares em seus tetos, estacionamentos ou terrenos baldios.

Nesta semana, o Departamento de Energia emitiu um apelo público para garantir US$ 2,5 bilhões em empréstimos para financiar projetos de energia solar ‘inovadores’.

A Agência de Proteção do Meio Ambiente (EPA) criou nesta quinta-feira uma rede de associação de instituições (empresas, colégios, lojas, etc) para dobrar a utilização de energias renováveis em 10 anos. Também deve destinar US$ 15 milhões para estimular iniciativas locais.

Segundo a Casa Branca, a capacidade solar instalada nos Estados Unidos passou de 1,2 gigawatt em 2008 a 13 gigawatts atualmente. O custo dos painéis solares caiu 60% desde 2010.

O presidente Obama tem um recurso eficaz para reduzir as emissões de gás carbônico, já que pode estimular mudanças no Departamento de Defesa, principal consumidor de energia do país.

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Publicado por em 30 de abril de 2014 em Tecnologia

 

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Obama quer que NSA deixe de coletar e armazenar dados telefônicos

O governo do presidente Barack Obama prepara um projeto de lei para acabar com a polêmica vigilância das comunicações telefônicas realizada pela Agência Nacional de Segurança (NSA), informou nesta segunda-feira (24) a imprensa americana.

“A NSA colocará fim a sua sistemática de obter dados a partir de telefonemas dos americanos”, revela o site do jornal ‘The New York Times’, que cita funcionários do governo.

Reprodução da páguna do site do jornal The New York Times com o texto sobre a NSA. (Foto: Reprodução/Site The New York Times)Site do jornal The New York Times com o texto sobre a NSA. (Foto: Reprodução/Site The New York Times)

“Os registros permanecerão com as companhias telefônicas, que não precisarão reter as informações por mais tempo que o normal. A NSA poderá ter acesso a registros específicos, mas apenas com a autorização de um juiz, utilizando um novo tipo de ordem judicial”, afirma o Times.

O projeto de lei do governo buscará estender – por mais 90 dias – o período de autorização para o atual programa de vigilância. “Após este prazo (…) será submetido a importantes mudanças”.

As mudanças incluirão um prazo menor para a NSA reter informações. O prazo atualmente é de cinco anos.

A proposta do governo Obama também inclui “um papel judicial para determinar se há um nível de suspeita necessário para justificar o monitoramento telefônico antes que a NSA possa obter os dados”, revela o site do New York Times.

O vazamento de informações por parte do ex-analista de Inteligência Edward Snowden sobre a espionagem das comunicações realizada pela NSA gerou indignação em todo o planeta.

Fonte G1

 
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Publicado por em 26 de março de 2014 em Brasil

 

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Obama diz que anexação da Crimeia pela Rússia não foi reconhecida

Obama faz pronunciamento durante conferência sobre armas nucleares em Haia (Foto: AFP)Obama faz pronunciamento durante conferência sobre armas nucleares em Haia (Foto: AFP)

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, afirmou nesta terça-feira (25) que a anexação da Crimeia como parte da Rússia não é um “negócio consumado” e que isso não foi reconhecido pela comunidade internacional, segundo a Reuters.

O pronunciamento ocorreu durante coletiva de imprensa durante uma Conferência sobre Segurança Nuclear em Haia, onde ele também participou de uma reunião do G7, que reúne os países mais ricos do mundo, e da qual a Rússia, a oitava componente, não participou.

Ele considerou que a atitude da Rússia em relação a seus vizinhos, incluindo a Ucrânia, “é sinal de fraqueza”: “Rússia é uma potência regional que está ameaçando alguns de seus vizinhos”

Ele também salientou que Washington está preocupada sobre a possibilidade da Rússia invadir outras partes da Ucrânia e garantiu que todos os países sob o guarda-chuva da Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte) estarão protegidos.

Segundo ele, a Rússia não é a ameaça número 1 à segurança nacional dos EUA.  A preocupação maior dos norte-americanos, diz ele, é sobre a ameaça de uma arma nuclear explodindo em Manhattan, informou a agência Reuters.

O presidente também indicou que comparar a anexação da Crimeia pela Rússia com a independência do Kosovo “não faz nenhum sentido”

“Quando escuto analogias sobre o Kosovo, onde milhares de pessoas eram massacradas por seu governo, é uma comparação que não faz nenhum sentido”, declarou ao final da cúpula de segurança nuclear (NSS), diz a France Press.

Fonte G1

 
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Publicado por em 26 de março de 2014 em Brasil

 

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Jornal belga se desculpa após foto mostrando Obama como macaco

Imagem reproduzida no perfil do Twitter da escritora Chika Unigwe mostra a imagem que estaria no jornal belga (Foto: Reprodução/Twitter Chika Unigwe)Imagem reproduzida no perfil do Twitter da
escritora Chika Unigwe mostra a imagem
que estaria no jornal belga
(Foto: Reprodução/Twitter Chika Unigwe)

O jornal belga “De Morgen” pediu desculpas nesta segunda-feira (24) após ter publicado uma imagem dois dias antes mostrando o casal Barack e Michelle Obama, presidente e primeira-dama dos Estados Unidos, como macacos – informou um blog do jornal americano “NewYork Times”. A imagem ironizava a relação de Obama com o presidente russo, Vladimir Putin, e foi divulgada no perfil do Twitter da escritora nigeriana Chika Unigwe.

Segundo o “New York Times”, os editores do jornal flamengo explicaram que a premissa de sua “piada de mau gosto” era de que Putin teria enviado um artigo ao jornal falando que Obama vendia maconha e outro o caracterizando como macaco.

Segundo o Jornal americano, o editorial de desculpas diz que o erro editorial do periódico belga foi de assumir que a piada estava em um contexto satírico bem definido para os leitores e que quando a imagem circulou pela internet, o contexto foi perdido. 

Fonte G1

 
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Publicado por em 26 de março de 2014 em Brasil

 

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Michelle Obama insiste na defesa de direitos civis na China

A primeira-dama dos Estados Unidos, Michelle Obama, insistiu nesta terça-feira (25) na China na importância dos direitos civis e da liberdade religiosa, em uma visita a priori sem conteúdo político.

“Nos Estados Unidos acreditamos que independentemente de onde vive, de quanto dinheiro seus pais têm, ou de qual seja sua raça ou religião, se você trabalha duro e acredita em si mesmo deve ter a chance de vencer”, declarou a centenas de estudantes em um instituto de Chengdu, capital da província de Sichuan (sudoeste).

A primeira-dama dos EUA, Michelle Obama, visitou uma escola de Chengdu, na China, nesta terça-feira (25) (Foto: Peter Parks/AFP)A primeira-dama dos EUA, Michelle Obama, visitou uma escola de Chengdu, na China, nesta terça-feira (25) (Foto: Peter Parks/AFP)

Sichuan e outras províncias vizinhas do Tibete abrigam uma minoria de tibetanos, que, segundo ativistas pró-direitos humanos, são vítimas de repressão religiosa e cultural por parte das autoridades chinesas.

Michelle Obama, que está visitando a China com sua mãe e suas duas filhas, comerá na quarta-feira em um restaurante tibetano de Chengdu, segundo o programa comunicado pela Casa Branca.

A primeira-dama apresentou a si mesma e seu marido, o presidente Obama, como exemplos dos resultados positivos do movimento dos direitos civis, um assunto delicado na China.

“Em certo momento, o povo decidiu que estas leis eram injustas”, disse Michelle Obama referindo-se às leis de segregação racial em vigor nos Estados Unidos até a década de 60.

“Então as pessoas organizaram protestos pacíficos e marchas. Pediram que o governo mudasse estas leis e votaram para eleger políticos novos que compartilhassem este ponto de vista”.

“Pouco a pouco, mas com firmeza, os Estados Unidos mudaram”, disse Michelle Obama.

“Nos livramos destas leis injustas. E hoje, 50 anos depois, meu marido e eu somos presidente e primeira-dama dos Estados Unidos”, acrescentou.

Michelle Obama já defendeu no domingo perante os estudantes da Universidade de Pequim os direitos de expressão e religião, afirmando que “se expressar livremente e professar a religião que a pessoa escolhe, assim como ter um acesso aberto à informação, são direitos universais, inerentes a qualquer pessoa neste mundo”.

Fonte G1

 
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Publicado por em 26 de março de 2014 em Brasil

 

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Obama tuita parabéns a time de basquete e leva bronca de usuário

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, faz pronunciamento na Casa Branca sobre a crise na Crimeia nesta segunda-feira (17) (Foto: Pablo Martinez Monsivais/AP)Obama jogou basquete na universidade e continua
a jogar por diversão
(Foto: Pablo Martinez Monsivais/AP)

O presidente Barack Obama, grande fã de basquete, tuitou seus parabéns à Universidade de Dayton pela “sua grande vitória” sobre o time da Universidade de Syracuse na segunda rodada do campeonato universitário Ncaa (Associação Nacional de Atletismo Universitário na sigla em inglês), no sábado (22).

O Dayton, 11º cabeça de chave na região sul, derrotou o 3º cabeça de chave Syracuse por 55 a 53. O Dayton também obteve uma vitória surpreendente sobre o 6º cabeça de chave Ohio State na primeira rodada.

“Devin Oliver, posso ter que te cobrar uma partida normal um dia desses”, disse o presidente em uma postagem no Twitter assinada “bo”, que significa que ele mesmo a escreveu.

Oliver, um atacante veterano de dois metros do Dayton, foi o jogador da partida para o canal Espn, com dez rebotes e sete pontos marcados.

Obama jogou basquete na universidade e continua a jogar por diversão. Ele havia previsto que o Dayton perderia na primeira rodada.

O presidente é conhecido por acompanhar esportes na TV, e repórteres o flagraram vendo jogos de basquete na cabine do avião presidencial durante um voo para a Flórida na quinta-feira, primeiro dia do torneio.

Nem todos no Twitter compartilham do entusiasmo do mandatário pelo basquete.

“Você tem assuntos mais importante com que se preocupar”, tuitou uma pessoa em resposta.

Obama parte para a Europa e o Oriente Médio neste domingo, já que a crise na Ucrânia se tornou um problema global sério.

Fonte G1

 
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Publicado por em 24 de março de 2014 em Brasil

 

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