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Para empresas, adoção da nuvem é mais complicado que o previsto

Estudo da KPMG com executivos de TI em 18 países recomenda que redesenho de processos deve ser o foco principal para melhor resultado dos projetos.

Empresas e líderes da área de TI em todo o mundo estão descobrindo que a adoção da nuvem é mais complicada do que o previsto, indica estudo realizado pela KPMG International. Segundo o relatório “A nuvem toma forma” e aproximadamente 33% dos executivos ouvidos dizem que os custos de implementação foram mais altos do que o esperado. Uma porcentagem igual afirma que a integração dos serviços de cloud à infraestrutura de tecnologia existente foi especialmente difícil.

A KPMG ouviu via web 674 altos executivos em organizações que usam a nuvem em 16 países. O estudo foi realizado em parceria com a Forbes Insight. Mais da metade das organizações já trabalha com a cloud em algum nível, e 70% daqueles com experiência na nuvem dizem que a modalidade melhorou a eficiência e promoveu significativa economia de custos.

De acordo com os autores do relatório, conforme o mercado de ofertas de serviços em nuvem amadurece, as empresas começam a lidar com aspectos práticos desafiadores para a viabilização. Há evidências de que as organizações estão colocando um foco maior em acertar o redesenho dos processos, facilitando as mudanças adequadas e introduzindo melhorias no modelo de negócios.

“Uma das lições mais importantes é que o redesenho dos processos precisa ser feito juntamente com a adoção da cloud se as organizações quiserem obter todo o potencial de investimento em virtualização”, explica Rick Wright, líder do Programa Global de Viabilização da Nuvem e diretor da KPMG nos Estados Unidos. 

Mais que redução de custos

Wright destaca que “os executivos descobriram que o redesenho de processos simultaneamente à implementação do novo modelo é fundamental para abordar as complexidades que frequentemente aparecem nas fases de implementação e operação da adoção da nuvem.”

A pesquisa mostra que, apesar dessas complexidades, os executivos ainda acreditam que os benefícios desse modelo superam as dificuldades da implementação. Isso ocorre porque as organizações estão mudando seu foco de objetivos puramente de redução de custos para se concentrarem na realização dos benefícios transformacionais da cloud.

Embora para quase metade dos entrevistados, a redução de custos ainda seja a principal razão para a adoção da nuvem. Uma parcela de 28% também disse que a velocidade em que são capazes de migrar para a cloud é importante, assim como a possibilidade de entrada rápida em novos mercados (27%) e a transformação do processo de negócio (22%).

“Obter uma economia real de custos a partir da nuvem é mais do que simplesmente mudar de gastos fixos para despesas operacionais. A maior redução de custos – e, mais importante ainda, os benefícios transformacionais de negócios – virá dos resultados de longo prazo, tais como processos mais eficientes e modelos operacionais mais flexíveis”, avalia Frank Meylan, sócio-líder da área de management consulting da KPMG no Brasil. 

“Isto é uma realidade no mundo e não deixa de ser uma verdade aqui no Brasil. O problema é que alguns processos são bastante complexos, e a aversão aos riscos acaba sendo considerável na análise dos gestores.”

Desafios

Os executivos das empresas reconhecem que a adoção da nuvem deve melhorar a segurança, e não diminuí-la, embora 26% dos entrevistados ainda vejam a segurança como um desafio importante. O relatório indica que os executivos reconhecem que a única forma de abordar essas preocupações é trabalhar mais próximos com o pessoal de TI para desenvolver uma abordagem conjunta de segurança da nuvem. É importante garantir que as soluções e serviços dos provedores de nuvem sejam confiáveis e protegidas.

Mais de um terço dos entrevistados dizem que irão migrar suas operações principais de serviços e compras, cadeia de fornecimento e logística para a nuvem dentro dos próximos 18 meses. “A segurança – perda de dados e privacidade – ainda é uma preocupação significativa para as empresas e líderes de TI, mas muitos estão rapidamente ganhando mais confiança em seus prestadores de serviços”, diz Greg Bell, diretor da KPMG nos Estados Unidos.

Outro aspecto importante é a regulação. Apenas 18% dos entrevistados acham que a regulação do segmento é um desafio, mas isso pode ser devido à complacência, sugerem os autores do relatório. As organizações podem estar somente começando a se preparar para as complexidades que surgirão com a maior conformidade regulatória. Os entrevistados das Américas têm uma tendência 10% maior de ver as regras como um desafio fundamental do que seus pares da região Ásia-Pacífico.

“Não vai demorar muito para que os reguladores comecem a fiscalizar as novas regras que terão impacto na forma como as organizações globais usam a nuvem”, afirma Shahed Latif, diretor da KPMG nos Estados Unidos. Quase 24% dos entrevistados disseram que estão considerando ambientes “privados” de nuvem como forma de abordar os desafios regulatórios.

Segundo a pesquisa, somente 5,5% dos entrevistados consideram globalmente a estrutura tributária como um desafio para a adoção da nuvem, e muitos entrevistados dizem que suas organizações estão equipadas com as ferramentas necessárias para superar os desafios de implicações fiscais incertas, conforme continuam a migrar mais operações de negócios para a nuvem.

“Obter uma assessoria tributária estratégica deve ser uma etapa crítica no processo de planejamento da nuvem”, diz Steven Fortier, diretor de impostos da KPMG nos Estados Unidos. “Departamentos fiscais esclarecidos devem encontrar muitas oportunidades para garantir que a estrutura fiscal dos serviços de nuvem sejam as mais eficientes.”

Agência IPNews 

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Publicado por em 21 de junho de 2013 em Tecnologia

 

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Cisco e Microsoft desenvolvem soluções de nuvem para data center

Iniciativa promete ajudar clientes a simplificar o gerenciamento dos ambientes combinados com tecnologias das duas companhias.

A Cisco e a Microsoft anunciaram que estão trabalhando juntas em produtos baseados em nuvem para data centers. Os novos produtos combinam a tecnologia unificada da Cisco para data centers com a de nuvem privada da Microsoft, Fast Track 3.0. A iniciativa promete ajudar clientes a simplificar o gerenciamento dos ambientes combinados com soluções Cisco e Microsoft e prover recursos mais rápidos.

Satinder Sethi, vice-presidente para soluções de data centers da Cisco, afirmou que as companhias estão empenhadas em trabalhar em conjunto. “O anúncio está relacionado à junção do trabalho no desenvolvimento da engenharia, que temos feito com a Microsoft, e tem resultado em soluções para o mercado”, afirmou Sethi.

Segundo a Cisco, os clientes empresariais que pretendem virtualizar as redes de data centers podem fazer com a infraestrutura de cloud computing e a combinação da Cisco Nexus 1000V series virtual e a plataforma da Microsoft, Windows Server 2012 Hyper-V Extensible Switch.

Como parte da iniciativa, a oferta Fast Track 3.0 promete ajudar clientes a integrar as arquiteturas da Cisco e EMC, VSPEX ou a plataforma da Cisco e NetApp, a FlexPod, pois os dois produtos são compatíveis com a solução da Microsoft. 

“Nós certificamos o UCS com grandes parceiros, como EMC e NetApp. Então, estamos apenas unindo a nossa tecnologia e entregando soluções ao mercado”, afirmou Sethi ao FierceEnterpriseCommunications.

Agência IPNews

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Publicado por em 20 de junho de 2013 em Tecnologia

 

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Sonda IT cria serviço de revisão tributária na nuvem para empresas

Solução será oferta em parceria com a SCT para validar informações que as organizações enviam para o fisco e reduzir o risco tributário.

Atenta a evolução do Fisco no uso de ferramentas de controle fiscal, a Sonda IT, desenvolveu o DTC, Digital Tax Compliance, serviço de prevenção e gestão de riscos tributários. A oferta é resultado de uma parceria com a SCT Consultoria Tributária e será oferecida na nuvem.

O novo serviço que será responsável por revisar e validar a informação tributária transmitida ao Fisco pelas empresas. O sistema eletrônico vai avaliar a qualidade dos dados gerados na entrega dos arquivos de Escrita Fiscal Digital e Contribuições – EFD.  Seu objetivo é apontar as inconsistências existentes no conteúdo tributário dos arquivos digitais e qual o embasamento legal para suportar eventuais correções. 

Antes, a preocupação das empresas era somente conseguir transmitir as informações ao Fisco, lembra Renato Matavelli, diretor de Inovação da divisão de Aplicativos da Sonda IT. Hoje, ele observa a necessidade das companhias de estabelecerem validadores capazes de verificar compatibilidade entre os dados internos e, posteriormente entregues, com a respectiva legislação vigente nos âmbitos estadual e federal. 

De acordo com Matavelli, o Digital Tax Compliance foi criado para reduzir o risco de autuações fiscais. Segundo ele, a solução “aumenta a segurança e proporciona um controle fiscal mais assertivo dentro das empresas. Também aponta as inconsistências cometidas e pode ser utilizada para identificar possíveis créditos fiscais não apropriados”. 

A diretora de Inteligência Tributária da SCT, Tricia Braga, acrescenta que o DTC está sendo lançado em um momento em que a maioria das empresas terá que efetuar retificações nos arquivos da EFD Contribuições de 2012, em virtude da constatação de divergências entre o recolhimento mensal de PIS e Cofins Cofins e a apuração contida nos arquivos da EFD Contribuições entregues ao Fisco. 

“O prazo para a entrega das retificações de 2012 será dia 31 de dezembro de 2013, e o DTC é, sem dúvida alguma, um grande aliado das empresas e um facilitador na correção de erros tributários”, comenta a executiva. 

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Publicado por em 19 de junho de 2013 em Tecnologia

 

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IBM lança no Brasil plataforma em nuvem para aplicações SAP

Serviço vai oferecer ambiente de produção em cloud para empresas que usam ERP da produtora alemã de software.

A IBM quer estimular os CIOs a levarem com mais velocidade serviços de TI para nuvem. Como parte desse esforço, a companhia acaba de anunciar no Brasil a oferta SmartCloud for SAP Application (SC4SAP), resultado de uma aliança firmada com a produtora alemã de sistemas de gestão empresarial (ERP).
A SC4SAP é uma oferta de plataforma como serviço na nuvem da IBM, projetaa para gerenciamento do ambiente produtivo de soluções da SAP. Esse serviço será oferecido aos clientes da produtora de software em nível global. 

A solução foi lançada inicialmente na Europa, em dezembro de 2012, e estará disponível em todas as regiões onde a IBM conta com data center, incluindo América do Norte, Ásia e América Latina.

Gustavo Annarumma, executivo responsável pela divisão de Cloud Computing da IBM para a América Latina, explica que o objetivo da oferta de PaaS para aplicações da SAP é ajudar os CIOs a reduzirem custos de TI e dar respostas mais rápidas aos negócios. A nova solução vem com a proposta de oferecer um ambiente gerenciado de SAP por meio de uma infraestrutura de nuvem segura e ajustável às demandas da empresa.

O executivo observa que as implementações de SAP são complexas e exigem mão de obra qualificada, o que é um grande desafio para as companhias, considerando o problema que o Brasil enfrenta para encontrar profissionais qualificados. A IBM espera reduzir essas barreiras, oferecendo juntamente com a plataforma o acompanhamento de todo o ciclo de vida das aplicações.

O novo serviço será entregue no Brasil por meio do data center da IBM, localizado em Hortolândia, no interior de São Paulo. Annarumma informa que, como o site brasileiro está interligado com os demais da companhia espalhados pelo mundo, os clientes locais têm a opção de processar suas aplicações em outras regiões, conforme a necessidades dos negócios.

Para Annarumma, a solução SC4SAP também pode ser uma oportunidade de negócios para os prestadores de serviços que querem oferecer as soluções da SAP no modelo de software como serviço (SaaS). Nesse caso, eles moveriam suas licenças para o data center da IBM e passariam a utilizar a oferta de PaaS para atender seus clientes.

A IBM tem outras parcerias com a SAP para produção de equipamentos compatíveis com Hana, plataforma de Big Data para processamento de dados em memory. A empresa também atende clientes da SAP, hospedando ERPs em seus data centers.

Agora as duas empresas ampliaram o acordo para ofertar uma solução de PaaS. A aliança faz parte da estratégia global da IBM para incrementar suas receitas com serviços de cloud computing. A projeção da companhia é movimentar 7 bilhões de dólares até 2015 com contratos em nuvem em todo o mundo.

Para contribuir com uma fatia dessa pizza, a IBM Brasil investiu 40 milhões de reais em 2012. Os recursos foram destinados para adequação do data center de Hortolândia para a oferta da Smart Cloud Enterprise, nuvem privada compartilhada criada para apoiar ambientes produtivos que necessitam de melhor desempenho.

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Publicado por em 19 de junho de 2013 em Tecnologia

 

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Carreira: Especialistas em Big Data e nuvem estão em alta em 2013

Estudo da CTPartners aponta que esse profissionais estarão entre os mais demandados pelas companhias ao longo deste ano

Profissionais com domínio de Big Data e cloud computing têm grandes oportunidades para crescimento da carreira em 2013. Pelo menos é o que mostra um estudo realizado pela CTPartners, consultoria global que atua na busca de executivos para o alto escalão. A pesquisa revelou que essas duas áreas são as mais quentes deste ano.

Essa constatação faz parte de uma pesquisa que revelou que o setor Tecnologia da Informação é um dos três segmentos da economia que oferece as melhores oportunidades de contratação e desenvolvimento de carreira de 2013. Os outros dois setores que se destacaram foram saúde e mercado financeiro.

O levantamento sobre “hot jobs” realizada pela CTPartners está na 18ª edição e englobou os Estados Unidos. Apesar de ter avaliado as oportunidades no mercado norte-americano, Ana Cláudia Reis, responsável pelas práticas de Tecnologia, Mídia & Telecomunicações e Serviços Profissionais e sócia da CTPartners no Brasil, analisa que a realidade não é muito diferente da do Brasil.

De acordo com o levantamento, o setor de TI registra uma forte demanda por executivos com conhecimento em múltiplas plataformas, bem como profissionais capazes de desenvolver e implementar estratégias online em várias frentes.

Entre os profissionais mais procurados pelas companhias estão os com competência para lidar com Big Data e cloud computing. A pesquisa revelou que os executivos de TI que serão mais buscados em 2013 são para as posições de Head of Analytics Big Data, vice-presidente de Cloud Services, diretor de Multichannel, vice-presidente Digital de Marketing, Consumer Internet Chief e Chief Information Officer Marketing (CMIO).

Ana Claudia afirma que as companhias perceberam que precisam usar informações para tomada de decisão dos negócios. Ela observa que o mundo hoje é digital e que a nova geração que está conectada pelas redes sociais acessa conteúdo de forma diferente. “As empresas têm que se adaptar para essa nova realidade e estão buscando novos profissionais”, diz a sócia da CTPartners no Brasil.

Com a nova geração de consumidores plugada na internet, principalmente por dispositivos móveis em qualquer lugar e hora, aumenta a quantidade de dados que circula dentro das empresas. São na maioria dos casos informações não- estruturadas, como vídeo, fotos e textos que precisam garimpadas para extração de dados relevantes que possam apoiar as áreas de negócios.

Esse cenário abriu oportunidade para especialistas em Big Data, que o mercado está titulando de cientista de dados. Trata-se de um tipo de mão de obra ainda escassa não apenas no Brasil como em outras regiões do mundo. 

Não há ainda no mercado brasileiro cursos de graduação para formar cientistas de dados, que são profissionais com características multidisciplinar. Eles têm que ser bons em matemática, estatística e ter domínio de TI.

Estudos do Gartner apontam que o crescimento das iniciativas de Big Data vai exigir a contratação de um exército de 4,4 milhões de profissionais em todo o mundo até 2015. Desse total, 500 mil vagas devem ser abertas no Brasil, desafiando as companhias, que enfrentam hoje problemas hoje com a falta de mão de obra especializada.

A recomendação de Ana Cláudia é que as companhias comecem desde já a investir na capacitação de seus especialistas em Big Data. “Como esse profissional não é técnico nem da área de negócio, ele não existe no mercado”, ressalta a executiva.

A executiva alerta que a demanda pelos projetos de Big Data deve explodir daqui a dois anos. Assim as empresas que começarem agora a capacitar talentos terão especialistas prontos. Elas terão vantagem competitiva frente às outras que não fizeram diz Ana Cláudia. 

Especialistas com competência em computação na nuvem também estarão em alta em 2013, segundo a CTPartners. Ana Cláudia observa que empresas de serviços estão se  estruturando para explorar esse mercado, que está ganhando força no Brasil. Ela aponta oportunidades para diretores de cloud, com conhecimento em infraestrutura.

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Publicado por em 18 de junho de 2013 em Tecnologia

 

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Segurança deixa empresas alerta com migração para nuvem

Apenas 46% migraram apps de missão crítica e dados sensíveis, pesquisa divulgada pela Infonetics

A falta de confiança na nuvem tem deixado empresas com “pé atrás” na migração para a nuvem, e uma pesquisa divulgada pela Infonetics mostra que por aproveitar essas oportunidades, os serviços de segurança para esse ambiente podem crescer mais de 69% por ano, até 2017.

A segurança é uma alerta para as empresas, e tem desencorajado os empreendedores, e segundo dados divulgados pelo 176 IT security, apenas 46% migraram aplicações de missão crítica e dados sensíveis, por estarem preocupados com segurança.

“Os compradores estão mudando de serviços de segurança gerenciados para aprender a lidar com o volume de ataques e complexidade”, explica Jeff Wilson, principal analista de segurança da Infonetics Research, e informa que existe um novo perfil, que gerencia os produtos de segurança e entrega soluções mais consistentes.

Os principais inibidores e que deixam empresas alerta com serviços de cloud são o BYOD e perda de dados, que força empresas a criar políticas de segurança, ter visibilidade sobre o que acontece dentro da nuvem e investir em uma infraestrutura tradicional, que permite ter políticas de análise de dados, conformidades, visão das vulnerabilidades e respostas rápidas contra incidentes.

“A promessa da nuvem é prover agilidade e reduzir custos. Entretanto, se os riscos não forem gerenciados e a segurança de dados não for efetiva, as organizações não vão ser totalmente beneficiadas com as vantagens da nuvem”, comenta Flint Brenton, presidente e CEO da AccelOps.

Agência IPNews

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Publicado por em 31 de maio de 2013 em Tecnologia

 

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Oi faz acordo com Go2neXt para atrair grandes empresas para nuvem

Pela parceria, integradora de serviços de TI será responsável por prestar consultoria a clientes da operadora que quiserem migrar para cloud.

A Oi fechou parceria com a Go2neXt, empresa brasileira de integração e construção de ambientes de computação em nuvem, para auxiliar o mercado corporativo a avançar no uso de soluções de cloud computing. 

A operadora está explorando esse segmento desde o ano passado quando colocou no ar sua plataforma Smart Cloud. Pelo acordo, a Go2neXt será responsável por prestar consultoria a clientes da companhia que desejam adotar contratar sua oferta de nuvem.

A prestadora de serviços ajudará os clientes da operadora na construção da estratégia de transição do ambiente de TI tradicional para a plataforma de nuvem da Oi.

 “A parceria tem como principal objetivo mostrar para os clientes quais ambientes devem ser migrados para o cloud computing e, o mais importante, quais os benefícios da adoção do cloud para o negócio como redução de custos, otimização de receita e outros diferenciais competitivos”, afirma Ronaldo Motta, diretor de marketing da unidade de negócios do corporativo da Oi.

Paulo Pichini, CEO e Presidente da Go2neXt, acrescenta que o trabalho das duas empresas tem a missão de colocará à disposição dos CIOs uma visão mais precisa de como são seus ambientes hoje e como ficarão após a migração. 

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Publicado por em 31 de maio de 2013 em Tecnologia

 

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