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Obama pede que Irã tome medidas concretas sobre acordo nuclear

O presidente Barack Obama pediu nesta quinta-feira ao Irã que tome medidas significativas para um acordo sobre seu programa nuclear, que marcara o fim do isolamento econômico internacional de Teerã.

“Temos chances de alcançar um acordo se o Irã tomar medidas significativas e verificáveis para assegurar ao mundo que seu programa nuclear tem apenas fins pacíficos”, afirmou Obama em um comunicado da Casa Branca.

Segundo a agência Reuters, o presidente dos Estados Unidos também uma mensagem em  vídeo ao povo iraniano, dizendo que há esta é uma chance de se alcançar um acordo sobre a questão nuclear com o Irã se o governo de Teerã apresentar verificáveis passos ao Ocidente de que seu programa nuclear tem apenas objetivos pacíficos.

“Eu não tenho ilusões. Isso será difícil”, disse Obama em uma mensagem para marcar a data comemorativa iraniana de Nowruz, que marca o ano novo persa. “Mas eu estou comprometido com a diplomacia porque eu acredito que há bases para uma solução prática”, afirmou o presidente.

Os Estados Unidos e outros cinco potências estão tentando chegar a um acordo abrangente para impedir o Irã de desenvolver sua capacidade de bomba nuclear, com a aproximação do fim de um acordo temporário de seis meses implementado em 20 de janeiro.

Sob esse acordo, que pode ser renovado, o Irã concordou em frear seu programa nuclear em troca de acesso a mais de 4 bilhões de dólares em receitas de petróleo que tinham sido congeladas por sanções ocidentais.

A mensagem de Obama foi destinada a estimular a boa vontade do povo iraniano e incentivá-los a acolher um acordo nuclear. A iniciativa de Obama gerou controvérsia no Congresso dos Estados Unidos. Uma ampla maioria dos senadores norte-americanos pediu a Obama nesta semana para insistir que qualquer acordo final deixe claro que o Irã “não tem o direito inerente ao enriquecimento no âmbito do Tratado de Não Proliferação Nuclear”.

Fonte G1

 
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Publicado por em 21 de março de 2014 em Brasil

 

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Presidente do Irã diz que país não abandonará tecnologia nuclear

O Irã não irá abrir mão do controle da tecnologia nuclear, incluindo do enriquecimento de urânio, declarou nesta quarta-feira (19) o presidente Hassan Rohani, em resposta a senadores americanos que afirmam que o Irã não tem nenhum direito inerente ao enriquecimento.

“O Irã faz e continuará a fazer parte dos países que dominam a tecnologia nuclear, incluindo o enriquecimento de urânio. Ninguém deve duvidar. Alguns países e os americanos podem dizer o que quiserem”, disse o presidente Rohani durante o Conselho de Ministros, de acordo com a agência IRNA.

Na terça-feira, 83 senadores de um total de 100 escreveram ao presidente Barack Obama para expressar suas condições a qualquer acordo definitivo sobre a questão nuclear iraniana.

Eles argumentam que o Irã “não tem nenhum direito inerente ao enriquecimento de urânio em virtude do Tratado de não proliferação nuclear”.

Os senadores pedem o desligamento do reator de água pesada de Arak, capaz de produzir plutônio teoricamente utilizável para a fabricação de armas atômicas, e a realização de inspeções “longas e intrusivas”.

O Irã e o grupo 5+1 (Estados Unidos, França, Reino Unido, Rússia, China e Alemanha) estão reunidos em Viena para negociar um acordo global, que visa garantir a natureza pacífica do programa nuclear de Teerã.

Israel e o Ocidente suspeitam que o Irã busca desenvolver armas nucleares sob o disfarce de seu programa nuclear civil, o que Teerã nega veementemente.

Um primeiro acordo de seis meses, que entrou em vigor em janeiro, levou ao levantamento de algumas sanções ocidentais em troca da paralisação de determinadas atividades nucleares sensíveis.

Embora tenha recusado comprometer o seu programa nuclear, Rohani declarou que o Irã está pronto para ser mais transparente sobre o seu programa.

“Nós não queremos criar ansiedade entre os outros” sobre o programa nuclear, disse, garantindo ser possível chegar a um acordo “em seis meses”.

Fonte G1

 
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Publicado por em 20 de março de 2014 em Brasil

 

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Para Irã, é prematuro redigir acordo sobre seu programa nuclear

O Irã considera que seria prematuro redigir já um acordo final com as grandes potências sobre seu programa nuclear, indicou nesta quarta-feira um dos negociadores do país em Viena, onde é realizada uma nova rodada de negociações.

“Ainda é muito cedo para entrar nas negociações para redigir um texto final”, declarou Abbas Araqchi, que explicou que haverá outra rodada de negociações entre os dias 7 e 9 de abril, provavelmente também em Viena.

Os negociadores de ambas as partes tentam transformar o acordo provisório alcançado em novembro em um pacto definitivo – antes de 20 de julho – que suprimiria todas as sanções ocidentais. Em troca, o Irã teria que dar garantias sobre a natureza pacífica de seu programa nuclear, o qual os ocidentais suspeitam que tem objetivos militares.

O acordo provisório assinado com o grupo 5+1 (China, Estados Unidos, França, Reino Unido, Rússia e Alemanha) paralisa algumas atividades nucleares iranianas em troca do levantamento parcial das sanções.

Os pontos mais delicados se referem à prolongação do programa de enriquecimento de urânio e ao reator de água pesada de Arak, ainda em construção, que pode servir para fabricar uma bomba nuclear.

Segundo Abbas Araqchi, estas discussões não foram afetadas pela crise na Ucrânia, que opõe a Rússia e as potências ocidentais.

“As delegações russa e ocidental insistiram em não abordar o tema, mas é normal que esta crise esteja presente nas negociações”, explicou citado pela agência Isna.

Fonte G1

 
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Publicado por em 20 de março de 2014 em Brasil

 

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Polícia da França prende 34 ativistas do Greenpeace em usina nuclear

Ativistas colocam faixas em usina nuclear na França (Foto: Bente Stachowske/Reuters)Ativistas colocam faixas em usina nuclear na França (Foto: Bente Stachowske/Reuters)

A polícia francesa prendeu 34 ativistas do Greenpeace na terça-feira (18) que forçaram a entrada em uma usina de energia nuclear explorada pela EDF em Fessenheim, no leste da França, informou a empresa.

Os ativistas penduraram bandeiras na usina, a mais antiga em operação na França, mas a autoridade de segurança nuclear do país disse que os manifestantes não chegaram a entrar em seus edifícios e que a segurança não foi comprometida.

Os ativistas usaram um caminhão para forçar a entrada no local no início da manhã, de acordo com manifestantes do lado de fora. Em seguida, policiais cercaram e entraram na usina.

“A polícia tem 56 ativistas sob controle e 34 foram presos”, disse um porta-voz da EDF. “Não houve nenhum impacto sobre a segurança da planta, que continua a funcionar normalmente.”

O presidente francês, François Hollande, prometeu fechar a Fessenheim até 2016 e reduzir a dependência da França da energia nuclear para 50 por cento dos 75 por cento usados no “mix” de seu abastecimento de energia.

“Símbolo”
O Greenpeace quer que dois reatores de 900 megawatts da Fessenheim, que estão em operação desde 1977, deixem de operar imediatamente.

“A planta de Fessenheim é um símbolo”, disse o ativista do Greenpeace Cyrille Cormier .

“Seu fechamento planejado deve ser o início de uma série de fechamentos de usinas na Europa para limitar os riscos acidentais e financeiros ligados ao envelhecimento (das plantas) e o início de uma transição energética.”

Os ativistas penduraram uma faixa do telhado da usina e convidaram Hollande, e a chanceler alemã, Angela Merkel, para se comprometer em uma cúpula da UE na quinta-feira com a geração de energia a partir de fontes alternativas.

Ativistas do Greenpeace têm um histórico de ocupações de usinas nucleares na França. Cerca de 30 foram presos em julho passado depois de entrar na planta de Tricastin da EDF, no sul da França.

Fonte G1

 
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Publicado por em 19 de março de 2014 em Brasil

 

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Negociações sobre o programa nuclear do Irã retomadas em Viena

A segunda sessão de negociações para buscar um acordo definitivo entre o Irã e as grandes potências sobre o programa nuclear de Teerã começaram na manhã desta terça-feira (18) em Viena.

A República Islâmica e o grupo ‘5+1’ (Alemanha, China, Estados Unidos, França, Reino Unido e Rússia) tentam acabar com uma década de confronto entre o Irã, que defende o direito ao uso civil da energia nuclear, e as grandes potências, que suspeitam que Teerã tenta produzir secretamente a bomba atômica.

Fonte G1

 
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Publicado por em 18 de março de 2014 em Brasil

 

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Projeção na Hungria contra energia nuclear lembra tragédia de Fukushima

Organização Greenpeace projeta nome Fukushima e logomarca que representa o uso de energia nuclear no prédio do Parlamento húngaro, em Budapeste (Foto: MTI, Balazs Mohai/AP)Organização Greenpeace projeta nome Fukushima e logomarca que representa o uso de energia nuclear no prédio do Parlamento húngaro, em Budapeste (Foto: MTI, Balazs Mohai/AP)

Ativistas da organização ambiental Greenpeace projetaram na madrugada desta terça-feira (11) no edifício do Parlamento da Hungria, em Budapeste, o nome da cidade de Fukushima e o símbolo usado pela ONG que remete ao uso de energia nuclear.

A ação lembra os três anos de um dos maiores desastres nucleares da história, ocorrido em março de 2011, quando a planta energética instalada em Fukushima sofreu danos graves após ser atingida por um terremoto, que gerou um tsunami.

Depois do acidente nuclear, 200 mil pessoas foram retiradas de localidades próximas da central de energia e 50 mil delas continuam sem poder voltar para seus lares em um raio de entre 10 e 20 km ao redor da usina.

Em todo o Japão, aproximadamente 267 mil pessoas ainda vivem em alojamentos temporários, mais da metade dos 470 mil que tiveram que deixar suas casas há três anos devido ao tsunami, o terremoto e o acidente nuclear.

No total, o terremoto e o tsunami causaram 15.884 mortos e 2.633 desaparecidos, segundo os últimos dados da Agência Nacional de Polícia.

Ação lembra os três anos do desastre de Fukushima, acidente nuclear provocado pelo terremoto e tsunami que atingiram o Japão em março de 2011 (Foto: MTI, Balazs Mohai/AP)Ação lembra os três anos do desastre de Fukushima, acidente nuclear provocado pelo terremoto e tsunami que atingiram o Japão em março de 2011 (Foto: MTI, Balazs Mohai/AP)

Fonte G1

 
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Publicado por em 13 de março de 2014 em Tecnologia

 

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Rússia conversará com Irã sobre construção de nova central nuclear

Um representante da Agência Federal Russa de Energia Atômica (Rosatom) viaja na terça-feira (11) ao Irã para conversar sobre um projeto de construção de uma segunda central nuclear em Bushehr, informou a Organização Iraniana de Energia Atômica.

“Nikolai Spasky, subdiretor da Rosatom, viaja amanhã (terça-feira) a Teerã para falar sobre a construção de uma nova central nuclear”, declarou o porta-voz da organização iraniana, Behruz Kamalvandi, citado pela agência oficial Irna.

“É preciso ver como se desenvolvem as negociações”, acrescentou.

Em meados de fevereiro, o embaixador iraniano em Moscou havia anunciado que o Irã estava negociando com a Rússia a construção de um novo reator nuclear em troca de petróleo, no âmbito de um vasto acordo comercial.

Mehdi Sanaei confirmou, assim, a existência de “negociações sobre um conjunto completo de questões econômicas, de bancárias a energéticas”, que prevê “a entrega de petróleo iraniano na Rússia”.

O embaixador informou que podem ser “várias centenas de milhares de barris diários” de petróleo extraído na República Islâmica e que um acordo pode ser assinado até agosto.

“O Irã pode consagrar uma parte dos fundos à construção por companhias russas de um segundo reator da central de Bushehr”, havia indicado o diplomata.

A central de Bushehr, construída pela Rússia e que entrou em funcionamento em 2011, é atualmente a única instalação nuclear civil do Irã. As potências ocidentais suspeitam que a República Islâmica tenta fabricar uma bomba atômica.

No fim de novembro em Genebra, o Irã concluiu com o grupo 5+1 (China, Estados Unidos, França, Grã-Bretanha, Rússia e Alemanha) um primeiro acordo de seis meses de congelamento de determinadas atividades nucleares em troca de um levantamento parcial das sanções.

No entanto, o presidente americano, Barack Obama, lançou uma advertência na semana passada às empresas que fazem negócios com o Irã enquanto um acordo definitivo não for alcançado.

Fonte G1

 
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Publicado por em 10 de março de 2014 em Brasil

 

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