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Novos iPad Air e iPad Mini terão sensor de digitais como do iPhone

Principal novidade do iPhone 5S é o sensor de impressões digitais do aparelho (Foto: G1)Principal novidade do iPhone 5S é o sensor de
impressões digitais do aparelho (Foto: G1)

Os novos modelos de iPad Air e iPad Mini podem ganhar sensor de digitais, usado para destravar o aparelho, similar ao do smartphone iPhone 5S, de acordo com informações divulgadas pela Taiwan Semiconductor Manufacturing Company (TSMC), que fornece peças para os aparelhos da Apple.

A empresa diz que já concluiu a primeira leva de sensores Touch ID para a nova geração de iPhones e iPads, que devem ser apresentados no segundo semestre. Ainda não há data para a apresentação.

Especialistas já esperavam que o recurso, uma das principais novidades do iPhone 5S e que depois apareceu em aparelhos dos concorrentes como o Galaxy S5, da Samsung, fosse incorporado no próximo iPhone e nos iPads.

A TSMC tem crescido e deve se tornar a principal fornecedora da Apple. Em julho de 2013 as duas empresas assinaram um acordo para que a empresa de Taiwan fornecesse chips para os produtos da Apple. Um dos motivos para a parceria foi reduzir a dependência da fabricante do iPhone da Samsung, que fornecia chips – embora a Apple desenvolva seus próprios processadores, ela depende da Samsung para fabricá-los.

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Publicado por em 10 de maio de 2014 em Tecnologia

 

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Mais quatro novos candidatos se apresentam para eleições na Síria

Mais quatro candidatos se registraram no Alto Tribunal Constitucional para concorrer nas eleições presidenciais na Síria, convocadas para 3 de junho, anunciou nesta terça-feira (29) o chefe do parlamento Mohammed al Laham.

Em uma sessão parlamentar transmitida pela televisão, Laham informou que Ali Mohamad Uanus, Talea Saleh Naser, Samih Mikhail Moussa e Aza Mohammed Uayih al Halaq apresentaram hoje suas candidaturas perante a corte.

Ao contrário de ocasiões anteriores, a imprensa oficial quase não divulgou dados sobre os candidatos.

Uanus nasceu em 1973 em Homs; Nasser em 1967 na idade de Kaftin, na província de Idlib; Moussa em 1963 em Batiha, na província de Quneitra; e Al Halaq em 1962 em Damasco.

Ao todo, 11 candidatos, entre eles duas mulheres, já se apresentaram às eleições.

Ontem, o presidente Bashar al Assad, no poder desde julho de 2000, oficializou sua candidatura para um terceiro mandato.

O prazo de registro se abriu em 22 de abril e vai até 1º de maio. A nova lei eleitoral, aprovada em março, permite pela primeira vez em décadas que vários candidatos concorram à presidência.

O artigo 30 da nova lei estabelece que os postulantes ter pelo menos 40 anos, possuir nacionalidade síria e serem filhos de pais sírios. Além disso, não podem ter antecedentes criminais e serem casados com um estrangeiro.

A lei estipula, além disso, que devem ter residido na Síria durante dez anos consecutivos contando a partir da data de registro como candidatos e não podem ter uma segunda nacionalidade.

Estes dois pontos dificultam que grande parte dos opositores concorra, já que estão exilados.

Os aspirantes devem de obter, além disso, o apoio de pelo menos 35 deputados da Assembleia do Povo (parlamento) e cada parlamentar só pode votar em um só candidato.

Desde ontem e até quinta-feira, os parlamentares estão votando nos candidatos que desejam apoiar, embora ainda não se tenha anunciado se conseguiram o respaldo necessário.

Enquanto isso, a Comissão Judicial Suprema Eleitoral, integrada por sete juízes, reuniu-se hoje pela primeira vez para formar os subcomitês que supervisionarão a votação nas províncias.

Segundo a agência de notícias estatal Sana, o presidente da comissão, Hisham al Shar, explicou que os sírios no exterior podem exercer seu direito a votar apresentando seus passaportes com o carimbo de saída do país, já que seus nomes estão incluídos nas listas eleitorais.

A votação para os sírios que vivem no exterior foi fixada para 28 de maio nas embaixadas e consulados no exterior.

Aqueles que tenham abandonado o território sírio ilegalmente poderão votar em zonas que ficarão nas fronteiras do país, embora sempre dentro de solo sírio.

Shar afirmou que a comissão se manterá imparcial em relação aos candidatos e que aplicará a lei para que não se produzam infrações.

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Publicado por em 30 de abril de 2014 em Brasil

 

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Governo oficializa regras sobre novos direitos do cliente em telefonia

Telefonia (Foto: Editoria de Arte/G1)

O novo regulamento sobre direitos e garantias dos consumidores dos serviços de telecomunicações do país foi publicado na edição desta segunda-feira (10) do “Diário Oficial da União” e deverá ser seguido por todas as empresas do setor. A maioria das medidas deverá entrar em vigor a partir de julho.

Esse conjunto de novas regras foi aprovado pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) no dia 20 de fevereiro. Uma das regras determina que o cliente não precisará mais passar por um atendente para fazer o cancelamento de serviços de telefonia, banda larga ou TV por assinatura. Ele poderá realizá-lo de forma eletrônica, por telefone, internet ou terminais de autoatendimento.

Como será o cancelamento automático
A lei dos call centers, de 2008, já determina que o cancelamento de serviços possa ser feito de forma rápida pelo consumidor. No ano passado, a Anatel mencionou a ideia de que ele pudesse ser feito sem que o cliente tivesse que conversar com um atendente.

A nova regra diz que, quando o cliente optar pelo cancelamento automático, a operadora terá um prazo máximo de 2 dias úteis para efetivar a decisão. Nesse período, o serviço continua em vigor e o consumidor pode desistir do encerrá-lo. Nesses 2 dias de prazo, qualquer gasto feito pelo cliente será cobrado, mas, ao fim dele, a operadora não poderá mais fazer qualquer tido de cobrança.

Continua valendo a opção de o cliente fazer o cancelamento junto a um atendente. Nesse caso, o serviço deve ser encerrado imediatamente.

Crédito do pré-pago
Outra medida definida é que os créditos para celulares pré-pagos terão validade mínima de 30 dias. Atualmente, não existe prazo mínimo para validade: as empresas são apenas obrigadas a oferecer aos clientes o acesso a créditos com validade para 90 e 180 dias – obrigação que será mantida.

Esse assunto chegou a ser discutido na Justiça: no ano passado, uma decisão judicial proibiu a fixação de prazo mínimo de validade dos créditos e determinou a revalidação daqueles que haviam expirado. Essa decisão, porém, foi suspensa.

De acordo com a Anatel, os créditos com validade eterna trariam prejuízo às empresas e aos próprios consumidores, já que sem a previsão de vencimento a tendência seria o valor do serviço subir. Cerca de 80% dos telefones celulares ativos no país hoje são pré-pagos.

O regulamento também prevê a obrigatoriedade de as operadoras informarem seus clientes quando o crédito estiver próximo de expirar. O objetivo é evitar que a pessoa seja pega de surpresa e não consiga fazer uso do telefone em um momento de emergência.

Fatura do pós-pago
A agência também definiu novas regras para garantir direitos de clientes de planos pós-pago de telefonia celular. Entre elas está a criação da fatura detalhada, que deverá informar aos clientes o valor dos tributos cobrados sobre cada serviço contratado por ele.

O regulamento estabelece ainda que as faturas deverão ter um espaço para levar aos usuários desse serviço informações consideradas importantes, como alterações nas condições de provimento de um serviço, expiração de uma determinada promoção, reajuste no valor cobrado por serviços e existência de débitos vencidos. A agência, porém, dá prazo de 2 anos para que essa exigência comece a valer. O objetivo é dar tempo para que as operadoras se adaptem às mudanças.

Outra novidade é que as empresas passam a ser obrigadas a informar o usuário quando o consumo de um serviço, como número de mensagens tipo SMS ou uso de internet móvel, estiver próximo do limite da franquia contratada. Essa regra deverá valer em 18 meses.

Lojas farão atendimento pós-venda
A Anatel também decidiu que as lojas que hoje fazem apenas a venda de celulares e de produtos relacionados serão obrigadas também a oferecer atendimento às demanda dos clientes. Isso significa que o cliente poderá procurar as lojas associadas às marcas dessas operadoras para tentar registrar reclamações, solucionar problemas ou mesmo cancelar o serviço.

Essa regra vale apenas para as lojas associadas às marcas das operadoras e não terá que ser cumprida, por exemplo, por varejistas ou supermercados, que também oferecem a venda de telefones celulares. Além disso, o texto abre a possibilidade de que esse atendimento ao cliente seja feito por um funcionário ou um em um terminal de autoatendimento que ofereça acesso ao site da operadora. A medida deverá vigorar em 18 meses.

O relator do regulamento, conselheiro da Anatel Rodrigo Zerbone, disse que essa medida vai ampliar os pontos e as possibilidades de atendimento aos consumidores de serviços de telefonia. Hoje, é necessário acessar a central de atendimento das operadoras por telefone ou pela internet. De acordo com ele, apenas uma das quatro grandes operadoras do país dispõe hoje de 2,4 mil lojas associadas à sua marca no país.

Operadora tem de retornar ligação
Outra exigência é que as prestadoras retornem as ligações telefônicas quando há queda dela no meio de um atendimento. As centrais das empresas também deverão passar a receber tanto chamadas de telefones fixos quanto celulares.

Ainda de acordo com o regulamento, as operadoras dos serviços de telecomunicação serão obrigadas a gravar todas as conversas feitas pelo telefone com seus usuários, inclusive aquelas que partiram da empresa para, por exemplo, oferta de um serviço ou promoção. O objetivo dessa medida é garantir aos consumidores prova do descumprimento de promessas feitas pelas operadoras nesse tipo de contato, alvo de reclamações.

O regulamento também detalha como deve ser feito o atendimento pela internet. Todas as operadoras serão obrigadas a manter em seus sites um espaço destinado a cada usuário e que deverá conter: cópia e sumário do contrato, plano de serviço contratado, documentos de cobrança, histórico das demandas desse cliente, mecanismo para solicitar cópia das gravações de conversas mantidas com o call center, além da ferramenta para cancelamento automático do serviço. Após encerrar um contrato, a pessoa terá garantia de acesso a esses dados por seis meses.

A Anatel definiu ainda que os consumidores terão prazo de 3 anos para contestar débitos lançados nas contas desses serviços. E que a emissão de nova fatura sem os valores questionados será gratuita nesse período. Além disso, ao receber uma reclamação desse tipo a prestadora terá 30 dias para responder. Se não cumprir o prazo, terá que devolver em dobro o valor questionado e já pago.

Ofertas e contratação de combos
O regulamento determina que os combos – pacotes de serviços de telefonia, internet e TV por assinatura – devem estar sob um único contrato. E que esse contrato deverá detalhar ao consumidor o valor de cada serviço dentro e fora do combo, para que ele saiba quanto está economizando com a opção pelo pacote.

Ele define ainda que a página na internet das prestadoras desses serviços terá que apresentar todos os planos que estão à venda. E que as ofertas devem estar disponíveis a todos os interessados, inclusive aos que já são seus clientes, sem qualquer tipo de discriminação.

Atualmente existem casos de clientes que, ao verem uma promoção da sua operadora que oferece um serviço por preço mais baixo do que ele paga, são impedidos de aproveitá-la por cláusulas de contrato. O objetivo do novo regulamento é evitar esse tipo de situação.

O regulamento mantém o direito do consumidor de optar por receber ou bloquear o envio, para o seu telefone, de propaganda por meio de mensagens.

A Anatel determinou a criação de um grupo, com a participação das operadoras de serviços de telecom, para discutir os meios de implementação das novas medidas.

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Publicado por em 11 de março de 2014 em Tecnologia

 

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Rival do WhatsApp, Viber ganha 1,5 milhão de novos usuários em 7 dias

Concorrente do WhatsApp, recentemente adquirido pelo Facebook, o aplicativo Viber começou a ser usado por 2 milhões de novos usuários brasileiros apenas no mês de fevereiro, segundo informações da empresa repassadas ao G1. Com a alta de 20% sobre o mês de janeiro, o app agora é usado por 12 milhões de pessoas no Brasil–o WhatsApp possui 38 milhões.

Iniciada pela compra de US$ 16 bilhões pelo Facebook, o “efeito WhatsApp” levou 1,5 milhão de pessoas a começar a usar o Viber nos últimos sete dias. Anunciada há nove dias, a compra desencadeou uma onda de consumidores preocupados com a negociação que procuraram alternativas ao app.

Nesta semana, após o anúncio que o rival permitira chamadas telefônicas entre usuários ainda em 2014, o Viber contra-atacou e liberou ligações gratuitas para telefones fixo durante duas semanas. Em três dias de campanha, segundo a companhia, o app bateu seu recorde e chegou a 7 milhões de minutos em chamadas de usuários brasileiros.

A promoção termina dia 10 de março, mas pode ser prolongada por mais uma semana caso o fluxo de mensagens de texto aumente 25% por semana.

Desde seu lançamento, o Viber permite ligações gratuitas entre seus usuários. Em novembro de 2013, lançou o Viber Out, uma função que estende a possibilidade de fazer ligações telefônicas para celulares e telefones fixos. Para fazer as chamadas, é necessário comprar créditos que custam entre US$ 5 e US$ 25.

O valor pago pelo WhatsApp foi o mais alto já oferecido por um aplicativo. A aquisição feita pela rede social que pode chegar a US$ 19 bilhões, porém, não é um negócio isolado e evidencia a atratividade dos app de mensagens para grandes corporações de tecnologia.

Em janeiro deste ano, o próprio Viber havia sido comprado pela companhia japonesa de internet Rakuten por US$ 900 milhões. No ano passado, o Facebook havia oferecido US$ 3 bilhões pelo Snapchat, que envia fotos com tempo de vida pré-determinado.

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Publicado por em 7 de março de 2014 em Tecnologia

 

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Controle da internet por governo gera novos protestos na Turquia

Uma nova legislação que visa aumentar ainda mais o controle ao acesso à internet pelo governo gerou novos protestos em Istambul, na Turquia, neste sábado (8).

Os centenas manifestantes dispararam fogos de artifício, rojões, e atiraram pedras contra a polícia que respondeu com a ação da tropa de choque, canhões de água e gás lacrimogêneo.

A praça Taksim, no centro de Istambul e que já foi palco de ocupações e protestos violentos no ano passado, foi isolada pela polícia.

A nova onda de manifestações deste sábado foi desencadeada pela aprovação na semana passada, no Parlamento turco, de uma lei que dá ao governo o poder de bloquear sites sob a acusação de violação de privacidade e sem precisar da aprovação da Justiça do país.

O presidente turco, Abdullah Gul, está sob pressão para não sancionar a nova legislação e a oposição afirma que a lei é parte de uma tentativa de abafar o escândalo de corrupção que abalou o governo.

O primeiro-ministro turco, Recep Tayyip Erdogan, rejeita as acusações de censura à internet e disse que a legislação vai fazer com que a web fique mais “segura e livre” no país.

Além de permitir que a autoridade de telecomunicações turca bloqueie sites sem precisar de uma decisão da Justiça, a lei também vai obrigar os provedores a manter dados dos usuários durante dois anos e disponibilizar estes dados para as autoridades.

O ‘flagelo’ do Twitter
O acesso à internet já é restrito na Turquia e milhares de sites são bloqueados.

O primeiro-ministro Erdogan é famoso por criticar a web, descrevendo o Twitter como “flagelo” e condenando as redes sociais, dizendo que elas são “a pior ameaça à sociedade”.

O Twitter e o Facebook foram muito usados pelos manifestantes contra o governo para espalhar as informações durante a onda de protestos de 2013.

O país também foi abalado por um escândalo de corrupção em dezembro, com a prisão de um empresário próximo do primeiro-ministro e de mais três filhos de ministros.

Desde então, o governo de Erdogan já demitiu centenas de policiais e executivos de bancos e responsáveis pela regulamentação de empresas de telecomunicações e da televisão estatal.

Erdogan afirmou que o escândalo é uma tentativa do clérigo Fethullah Gulen, líder de um grupo islâmico e com influência na polícia e no judiciário, de tirá-lo do poder. O clérigo, que vive nos Estados Unidos, nega a acusação.

Fonte G1

 
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Publicado por em 10 de fevereiro de 2014 em Brasil

 

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Novos bombardeios com barris de explosivos deixam mortos na Síria

Helicópteros militares sírios lançaram novamente nesta terça-feira(4)  barris de explosivos sobre Aleppo, no norte do país, causando a morte de oito civis, incluindo cinco crianças, informou o Observatório Sírio dos Direitos Humanos (OSDH).

O exército intensificou estes bombardeios, que deixaram 150 mortos em três dias em Aleppo, segundo a mesma fonte.

O Conselho de Segurança da ONU, a União Europeia e a Liga Árabe condenaram os bombardeios com este barris de explosivos.

Desde sábado, 159 pessoas, em sua maioria civis, morreram em bombardeios similares em Aleppo, segundo a OSDH.

De acordo com a mesma fonte, mais de 135 mil pessoas morreram no conflito sírio desde março de 2011.

arte síria versão 24.01 (Foto: Arte/G1)

Fonte G1

 
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Publicado por em 5 de fevereiro de 2014 em Brasil

 

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Google Glass ganha novos designs às vésperas de lançamento nos EUA

Google Glass ganha novos designs (Foto: Reprodução/Google)Google Glass ganha novos designs (Foto: Reprodução/Google)

O Google divulgou uma série de novas armações e lentes para seus óculos inteligentes conectados à internet, o Google Glass, em uma tentativa de dar mais apelo ao produto antes de seu lançamento nos Estados Unidos em 2014.

O Google Glass são óculos de realidade aumentada que usa uma tela instalada em sua armação para mostrar imagens diretamente no olho do usuário. O acessório também fotografa, grava vídeos e facilita o acesso a informações on-line, como mensagens, e-mails, notícias, previsão do tempo e mapas com direções.

O Google também anunciou acordo com a Vision Service Plan, maior plano de saúde oftalmológica dos EUA, que permitirá aos consumidores obter prescrições de lentes especialmente desenhadas para os novos óculos.

A versão do Google Glass disponível até agora era montada em uma armação de titânio que fazia com que os óculos aparentassem não ter lentes, dando aos usuários uma imagem que chegou a ser parodiada no programa de TV “Saturday Night Live”.

Na segunda-feira (27), o site do Google mostrou uma nova seleção de quatro novas lentes, disponíveis cada uma por US$ 225, e alguns óculos de sol por US$ 150.

“Essa nova coleção é uma incursão em uma categoria totalmente nova de óculos inteligentes”, afirmou a companhia em comunicado.

Novo visual do Google Glass se aproxima mais dos óculos convencionais (Foto: Reprodução/Google)Novo visual do Google Glass se aproxima mais dos óculos convencionais (Foto: Reprodução/Google)Google Glass agora tem versões em óculos de sol e com lentes (Foto: Reprodução/Google)Google Glass agora tem versões em óculos de sol e com lentes (Foto: Reprodução/Google)

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Publicado por em 30 de janeiro de 2014 em Tecnologia

 

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