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Na Noruega, brasileiro se especializa em fotografar ursos polares

Ursa mãe com seus filhotes, após brigar com um macho (Foto: Francisco Mattos)Ursa mãe com seus filhotes, após brigar com um macho (Foto: Francisco Mattos)

Para fotografar um urso polar, o brasileiro Francisco Mattos, de 33 anos, viaja para alto mar (às vezes congelado), enfrenta temperaturas de 30 graus negativos e encara expedições que duram até três dias. Mattos mora na Ilha Spitsbergen, na Noruega, e se especializou em fotografar e filmar os animais. No acervo, iniciado em 2011, já tem mais de 200 cliques.

O tema desta reportagem foi sugerido por um leitor pela ferramenta de jornalismo colaborativo VC no G1. Você também pode participar enviando sua colaboração. Saiba como

Nascido em Passo Fundo (RS), Mattos se formou em comunicação social em uma universidade catarinense e se especializou em fotografia em uma instituição da Austrália, onde também já morou. “Comprei uma câmera e saí batendo foto, já tinha visto um urso, mas não tinha conseguido fotografar. Uma vez em uma expedição, consegui fotografá-lo, ficou muito boa a foto, repercurtiu muito, o que me incentivou.”

Para flagrar os animais, Mattos precisa sair cidade e percorrer entre 150 a 250 quilômetros para norte ou para o leste do país, sempre de snowmobile – uma espécie de moto com dois esquis na frente própria para se locomover na neve. “Saindo da cidade, praticamente não há mais nada de civilização e você fica a mercê de uma temperatura que pode chegar a menos 35 graus.”

Mattos e sua snowmobile (Foto: Arquivo pessoal/ Francisco Mattos)Mattos e sua snowmobile (Foto: Arquivo pessoal/
Francisco Mattos)

A caminho de uma dessas expedições, Mattos viu a cena que considera a mais marcante: uma ursa mãe brigando com um macho para defender seus filhotes. Depois da luta corporal, o urso macho subiu para uma montanha e a mãe seguiu para um vale ao encontro dos dois filhotes. “Consegui fotografar a mãe abraçando eles. Vimos bem de perto. Quando eles aparecem é sempre uma adrenalina. É uma completa paisagem o urso na frente do mar com a geleira, é uma parede que chega a 150 metros de gelo azul. Ver o urso caminhando nesse cenário dá uma paz, é fora de série.”

Quando eles aparecem é sempre uma adrenalina. É uma completa paisagem o urso na frente do mar com a geleira, é uma parede que chega a 150 metros de gelo azul”

Perigos
Mattos diz que nunca enfrentou perigos para clicar os bichos, sempre está armado nas expedições, mas nunca precisou atirar. Segundo o brasileiro, os ursos polares veem os humanos como comida, então chegar perto deles é bem arriscado. “O urso não tem predador e tem pouca comida, para ele o que está se movimentado é para comer.” Mattos também fotografa raposas polares, focas e morsas.

O próximo desafio é fotografar o ataque de um urso contra um foca, mas Mattos sabe que o flagra é quase impossível. “O urso passa cinco ou seis meses sem comer nada. O ataque à foca pode ocorrer quando elas quebram o gelo do mar congelado, fazem um buraco e vêm até a superfície para respirar.”

Polo Norte
No dia 9 de abril, Mattos trabalhou na Maratona do Polo Norte fazendo a segurança para os atletas participantes. Como a região é muito povoada por ursos, a competição contrata pessoas que ficam armadas em pontos estratégicos da corrida, observando se há vestígios dos animais. Mas não houve qualquer aproximação dos ursos, o maior desafio foi aguentar o frio de menos 40 graus. “O frio do Polo Norte é diferente, é muito seco, congela a ponta do nariz, a barba. O olho lacrimeja e em dois segundos que eu pisquei a lágrima congelou. Meus olhos ficaram grudados e tive de abri-los com as mãos.”

Mesmo com tanto frio, o fotógrafo não pretende voltar ao Brasil tão cedo. No inverno, quando as temperaturas na Noruega são muito rigorosas e, mesmo durante o dia, o céu está escuro, ele e a esposa sueca costumam passar uma temporada na Indonésia ou aproveitam para visitar a família de Mattos no Brasil. A próxima passagem pela terra natal será em junho durante a Copa do Mundo, quando eles também vão aproveitar para ir até Fernando de Noronha.

Uma das imagens feitas por Francisco Mattos em suas expedições pela Noruega (Foto: Francisco Mattos)Uma das imagens feitas por Francisco Mattos em suas expedições pela Noruega (Foto: Francisco Mattos)Foca é outro animal que vive em locais frios (Foto: Francisco Mattos)Foca é outro animal que vive em locais frios (Foto: Francisco Mattos)Um dos ursos fotografados pelo brasileiro na Noruega (Foto: Francisco Mattos)Um dos ursos fotografados pelo brasileiro na Noruega (Foto: Francisco Mattos)As morsas também estão entre os bichos fotografados pelo brasileiro (Foto: Francisco Mattos)As morsas também estão entre os bichos fotografados pelo brasileiro (Foto: Francisco Mattos)

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Publicado por em 10 de maio de 2014 em Tecnologia

 

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Como são as festas de criança na Noruega

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Este é um blog de humor, portanto nada aqui deve ser levado a sério. Os comentários contidos aqui são de responsabilidade de seu criador, e não refletem de forma alguma, a opinião do autor do site…. E eu tenho uma vaca chamada Jairo. Política de privacidade.

Fonte: ahnegao.com.br

 
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Publicado por em 1 de maio de 2014 em Tecnologia

 

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Como são as festas de criança na Noruega

Este é um blog de humor, portanto nada aqui deve ser levado a sério. Os comentários contidos aqui são de responsabilidade de seu criador, e não refletem de forma alguma, a opinião do autor do site…. E eu tenho uma vaca chamada Jairo. Política de privacidade.

Fonte: ahnegao.com.br

 
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Publicado por em 30 de abril de 2014 em Tecnologia

 

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Programa de TV na Noruega convida celebridades a organizar seu funeral

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Publicado por em 30 de abril de 2014 em Tecnologia

 

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Prisão na Noruega é comparada a hotel

Em algumas unidades prisionais da Noruega, o conceito de prisão modelo é levado ao extremo. Características do sistema penitenciário local como prisões para poucos detentos, estímulo ao trabalho, instalações carcerárias adequadas e projetos de ressocialização do sentenciado fazem algumas prisões chegarem a ser comparadas com hotéis.

Uma das mais famosas sem dúvida é Halden, que já foi chamada pela imprensa europeia de “a prisão mais humana do mundo”. Ela é a menina dos olhos do programa norueguês de encarceramento, que se diz focado na “reabilitação” dos presos e não em sua ‘punição”.

Sistema prisional norueguês diz focar esforços em reabilitação e não punição (Foto: AFP)Sistema prisional norueguês diz focar esforços em reabilitação e não punição (Foto: AFP)

Nessa prisão não há celas superlotadas. Na verdade, os detentos ficam em quartos individuais – equipados com televisor, frigobar, escrivaninha e banheiro privado. Nas janelas não há grades, mas sim uma vista para um bosque próximo ao complexo.

Ela abriga criminosos considerados perigosos – condenados por crimes como homicídio, tráfico de drogas e violência sexual – e está longe de ficar superlotada: foi projetada para abrigar cerca de 250 detentos (e dificilmente atinge essa marca) e tem quase 350 funcionários para cuidar deles.

A comparação com um hotel é comum, mas irrita boa parte dos presos. Semelhante ao que ocorre nas Apacs brasileiras, apenas sentenciados que já estiveram em outras prisões dizem sentir-se felizardos por estar lá.

Ilha
Também na Noruega, a prisão de Bastoy, para sentenciados de baixa periculosidade, faz os detentos cumprirem sua pena como se vivessem em uma pequena vila. A comunidade possui 80 edifícios, ruas, plantações, um campo de futebol, uma escola, uma igreja, lojas e até praias.

A gestão da prisão tenta seguir uma visão sustentável, adotando até ações para diminuir as emissões de CO2.

Mas nem todas as prisões do país seguem modelos como esses. Mas mesmo as prisões “normais” não se comparam à realidade de superlotação e falta de infraestrutura de algumas unidades brasileiras como Pedrinhas, no Maranhão, o presídio Central de Porto Alegre, ou os Centros de Detenção Provisória de São Paulo.

Índice de reincidência de detentos em sistema norueguês é de 20% (Foto: AFP)Índice de reincidência de detentos em sistema
norueguês é de 20% (Foto: AFP)

Na prisão de segurança máxima de Lla – onde está preso Anders Breivik, o atirador que assassinou 77 pessoas em uma ilha em 2011 – cada detento também tem sua cela individual, acesso a computador (sem internet), ginásio para exercícios e biblioteca.

Com menos de 150 presos e quase 250 guardas e funcionários, a segurança é feita sem armas de fogo.

Usando esses modelos, autoridades norueguesas dizem que conseguem baixar as taxas de reincidência de presos no crime para 20% no sistema prisional como um todo. No Brasil, essa taxa gira em torno de 70%.

Mas certamente há diferenças. É mais fácil ter projetos de excelência quando a população carcerária do país não ultrapassa os 4.000 detentos, como é o caso da Noruega, segundo dados de 2010 do ICPS (sigla do Centro Internacional para Estudos Prisionais). O Brasil tem quase 550 mil presos (dados de 2012).

A manutenção de um preso na prisão modelo de Halden custaria ao Estado o equivalente a aproximadamente R$ 37 mil por mês.

No Brasil, a realidade orçamentária é muito mais modesta. O custo mensal aproximado de um preso no sistema estadual é de R$ 1.800, segundo o Ministério da Justiça. Em uma prisão federal, o custo é de aproximadamente R$ 4 mil.

Mas, segundo analistas, por causa dos altos índices de reincidência, o modelo que ressocializa ao invés de apenas punir pode acabar sendo um investimento que compense – e que, por isso, mereça ser considerado.

Fonte G1

 
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Publicado por em 21 de março de 2014 em Brasil

 

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Fogo destrói prédios históricos de madeira na Noruega

Fogo destrói prédios históricos de madeira na Noruega (Foto: BBC)Fogo destrói prédios históricos de madeira na Noruega (Foto: BBC)

Mais de 20 prédios históricos do vilarejo de Laerdalsoyri, na Noruega, foram destruídos por um incêndio na madrugada do domingo. Assista ao vídeo.

A área, ao norte da capital Oslo, é conhecida por sua beleza natural e construções de madeira dos séculos 18 e 19.

Centenas de moradores tiveram de fugir das chamas às pressas e ainda estão chocados com o que aconteceu.

Ao menos 90 pessoas ficaram feridas.

Essa região da Noruega reúne algumas das construções de madeira mais bem preservadas do país e atrai levas turistas todos os anos.

Fogo destrói prédios históricos de madeira na Noruega (Foto: BBC)Fogo destrói prédios históricos de madeira na Noruega (Foto: BBC)

Fonte G1

 
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Publicado por em 22 de janeiro de 2014 em Brasil

 

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Queda de helicóptero mata 2 na Noruega

Duas pessoas morreram e uma ficou ferida na queda de um helicóptero-ambulância nesta terça-feira (14) em Sollihoegda, a cerca de 30 quilômetros a sudoeste de Oslo, capital da Noruega.

A queda ocorreu próximo ao local de um acidente de carro.

Destroços de helicóptero acidentado nesta terça-feira (14) na Noruega (Foto: Heiko Jinge/AFP/NTB scanpix )Destroços de helicóptero acidentado nesta terça-feira (14) na Noruega (Foto: Heiko Jinge/AFP/NTB scanpix )

Fonte G1

 
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Publicado por em 16 de janeiro de 2014 em Brasil

 

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