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Árvore de 500 anos é incendiada em suposto ritual de magia negra no AM

Parte interna do tronco da árvore centenária ainda estava em chamas na tarde deste sábado (Foto: Adneison Severiano/G1 AM)Parte interna do tronco da árvore ainda estava em chamas neste sábado (Foto: Adneison Severiano/G1 AM)

Uma árvore de 500 anos e aproximadamente 35 metros de altura foi incendiada na madrugada deste sábado (3), na Reserva Florestal Adolpho Ducke (RFAD), situada nas Zonas Norte e Rural de Manaus. Há suspeitas de que o incêndio tenha iniciado durante um ritual de magia negra. A centenária árvore da espécie Angelim-pedra foi encontrada com a parte interna do tronco em chamas. Uma equipe do Corpo de Bombeiros apagou o fogo, mas ainda há focos de brasas, que deixam o risco do fogo se alastrar para outras árvores. Velas coloridas e alimentos foram encontrados no local.

Funcionários da reserva florestal suspeitam que árvore foi queimada durante ritual de magia negra (Foto: Adneison Severiano/G1 AM)Funcionários da reserva suspeitam que árvore foi
queimada durante ritual de magia negra
(Foto: Adneison Severiano/G1 AM)

O funcionário do Museu da Amazônia (Musa), Rubenaldo Ferreira, disse que, por volta das 8h, passava pela Avenida Margarita quando percebeu fumaça entre as copas das árvores. Ele relatou que avistou uma viatura da Polícia Militar no início da trilha, localizada às margens da Avenida Margarita, no Bairro Cidade de Deus, a cerca de 500 metros da guarita da Reserva e 300 metros do Posto Sabiá 1, de vigilância do local.

“Resolvemos entrar na mata para verificar o que estava acontecendo. Depois de caminhar alguns metros, encontramos o tronco da árvore com uma cavidade e na área interna parte da madeira já havia sido queimada, mas as chamas ainda estavam consumindo o restante”, revelou Rubenaldo Ferreira.

Ao redor da árvore, velas vermelhas, pretas e amarelas foram encontradas juntamente com alimentos em um altar. “Acredito que ela foi danificada durante ritual de magia negra, pois ainda havia velas pretas, frutas e alimentos geralmente utilizados na cerimônia”, afirmou.

O Corpo de Bombeiros foi acionado logo após a descoberta da árvore em chamas. Uma equipe da corporação apagou o fogo. Entretanto, no final da tarde deste sábado o G1 esteve no local e constatou que ainda havia focos de fumaça e brasas no interior do tronco. “O âmago da árvore continuou sendo consumido pela brasa mesmo após a intervenção dos bombeiros. É lamentável, mas a árvore não sobreviverá e o risco agora é que ela continue queimando, atingindo as demais árvores da mata”, explicou a monitora do Musa, Larissa Rodrigues.

Fumaça da copa da árvore chamou atenção de funcionários e da polícia (Foto: Adneison Severiano/G1 AM)Fumaça da copa da árvore chamou atenção de funcionários e da polícia (Foto: Adneison Severiano/G1 AM)

A Reserva Florestal Adolpho Ducke tem uma área de aproximadamente 10 mil hectares. O local tem igarapés e trilhas em meio à mata fechada. A RFAD é administrada pelo Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa). Duas empresas terceirizadas são responsáveis pela segurança da reserva. Porém, há apenas três vigilantes na área, sendo um na guarita da reserva, um no Posto Sabiá 1 e outro segurança no Posto Sabiá 3.

Velas podem iniciado incêndio e ter gerado danos à árvore (Foto: Divulgação/Batalhão Ambiental da PM)Árvore foi encontrada com tronco ainda em chamas
(Foto: Divulgação/Batalhão Ambiental da PM)

“Existem várias trilhas e a reserva é muito grande. É quase impossível fiscalizar toda a área. Até nossa equipe do Museu da Amazônia, que funciona na reserva, tem dado suporte na fiscalização, realizando patrulhamento. Muita gente entra na reserva para caçar e cortar árvores, e nós coibimos essas práticas, mas é a primeira vez que vejo uma árvore sendo queimada viva”, comentou Rubenaldo Ferreira.

Segundo os funcionários do local, os recursos naturais da Reserva Adolpho Ducke têm sido degradados pela população, que visitam o igarapé através da trilha da Avenida Margarita, deixando resíduos pelo caminho. Não há grade de proteção e nem placas de sinalização alertando sobre proibição de entrar na área. “Essa trilha é bastante frequentada pelos moradores da região, que entram na mata para se banhar nas águas do igarapé e da nascente. Eles têm deixado grande quantidade de lixo”, lamentou a monitora Larissa Rodrigues.

O funcionário do Musa Rubenaldo Ferreira cobrou a conservação dos recursos naturais da reserva e a manutenção da área de floresta amazônica. “Temos que fazer algo porque a sociedade precisa de noção da importância da fauna e flora da reserva, que abriga diversas espécies de plantas e animais”, enfatizou.

Florestal Adolpho Ducke, Zona Rural de Manaus, tem 10 mil hectares (Foto: Chico Batata/Agecom)Florestal Adolpho Ducke, Zona Rural de Manaus, tem 10 mil hectares (Foto: Chico Batata/Agecom)

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Publicado por em 10 de maio de 2014 em Tecnologia

 

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Karynna Spinelli retrata cultura negra em show no Recife

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Karynna Spinelli exaltou as origens negras em show no Marco Zero (Foto: Katherine Coutinho/G1)Karynna Spinelli faz apresentação sobre as origens negras em museu (Foto: Katherine Coutinho/G1)

Com o batuque vindo das raízes negras, a cantora Karynna Spinelli apresenta ao público seu show, intitulado “Canto Negro”, que acontece neste domingo (4), no auditório do Instituto Ricardo Brennand, na Várzea, Zona Oeste do Recife. A apresentação começa às 15h30. O ingresso é a entrada do museu, que custa R$ 20 e R$ 10 (meia).

O show busca mostrar a cultura dos terreiros de candomblé em Pernambuco através da música de Karynna. As músicas são louvações cantadas para 13 orixás e se misturam a canções da música popular brasileira. “Vamos fazer uma junção do sagrado dos orixás com o sagrado dos museus”, comentou a cantora.

A apresentação faz parte do projeto Acordes para o Museu, do Instituto Ricardo Brennand.

Serviço
Karynna Spinelli e o Canto Negro
Domingo (4), às 15h30
Auditório do Instituto Ricardo Brennand
R$ 20 e R$ 10 (meia)

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Publicado por em 10 de maio de 2014 em Música

 

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Ministra negra volta a ser alvo da extrema direita na Itália

Ministra da Integração da Itália, Cecile Kyenge, em imagem de arquivo (Foto: AFP)Ministra da Integração da Itália, Cecile Kyenge,
em imagem de arquivo (Foto: AFP)

O partido italiano de extrema direita Forza Nuova deixou nesta quarta-feira (4) três manequins cobertos de falso sangue na porta da frente de um órgão público da cidade de Roma, no mais recente ataque à ministra Cécile Kyenge, a primeira negra a ocupar o cargo de ministro na Itália.

Kyenge, ministra da Integração, nasceu na República Democrática do Congo e tem sido alvo de repetidos ataques racistas desde que assumiu o posto, em abril.

O Forza Nuova postou fotos dos manequins em sua página de Facebook, com comentários de um porta-voz dizendo que o protesto teve como objetivo interromper a campanha da ministra para tornar mais fácil aos imigrantes adquirirem a cidadania italiana.

“A imigração é o genocídio dos povos. Renuncie Kyenge!”, diziam panfletos com o símbolo Forza Nuova, espalhados ao lado dos manequins.

Um imigrante deve viver legalmente na Itália por pelo menos 10 anos para poder solicitar a cidadania, e os filhos de imigrantes nascidos na Itália não adquirem automaticamente a nacionalidade, mas Kyenge está em campanha para mudar essa situação.

“As palavras dela transbordam de racismo contra a cultura europeia”, disse Pablo De Luca, do Forza Nuova. Para ele, a atividade política da ministra visa à “destruição da identidade nacional”.

Essa foi pelo menos a segunda vez que o Forza Nuova usou os manequins cobertos de sangue falso para protestar.

De Luca citou notícias recentes como prova de que “a imigração mata”, daí a simulação de cadáveres.

Em maio, um imigrante de Gana que supostamente sofria de problemas mentais matou três pessoas e feriu outras duas em um ataque com uma picareta, em Milão. O Forza Nuova não fez referência direta a esse ataque.

As autoridades intensificaram a segurança na sede local do Partido Democrático (PD), onde Kyenge, 49, iria falar mais tarde nesta quarta-feira.

Colegas de Kyenge no PD condenaram a ação do Forza Nuova.

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Publicado por em 5 de setembro de 2013 em Brasil

 

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Ministra negra volta a ser alvo da extrema direita na Itália

Ministra da Integração da Itália, Cecile Kyenge, em imagem de arquivo (Foto: AFP)Ministra da Integração da Itália, Cecile Kyenge,
em imagem de arquivo (Foto: AFP)

O partido italiano de extrema direita Forza Nuova deixou nesta quarta-feira (4) três manequins cobertos de falso sangue na porta da frente de um órgão público da cidade de Roma, no mais recente ataque à ministra Cécile Kyenge, a primeira negra a ocupar o cargo de ministro na Itália.

Kyenge, ministra da Integração, nasceu na República Democrática do Congo e tem sido alvo de repetidos ataques racistas desde que assumiu o posto, em abril.

O Forza Nuova postou fotos dos manequins em sua página de Facebook, com comentários de um porta-voz dizendo que o protesto teve como objetivo interromper a campanha da ministra para tornar mais fácil aos imigrantes adquirirem a cidadania italiana.

“A imigração é o genocídio dos povos. Renuncie Kyenge!”, diziam panfletos com o símbolo Forza Nuova, espalhados ao lado dos manequins.

Um imigrante deve viver legalmente na Itália por pelo menos 10 anos para poder solicitar a cidadania, e os filhos de imigrantes nascidos na Itália não adquirem automaticamente a nacionalidade, mas Kyenge está em campanha para mudar essa situação.

“As palavras dela transbordam de racismo contra a cultura europeia”, disse Pablo De Luca, do Forza Nuova. Para ele, a atividade política da ministra visa à “destruição da identidade nacional”.

Essa foi pelo menos a segunda vez que o Forza Nuova usou os manequins cobertos de sangue falso para protestar.

De Luca citou notícias recentes como prova de que “a imigração mata”, daí a simulação de cadáveres.

Em maio, um imigrante de Gana que supostamente sofria de problemas mentais matou três pessoas e feriu outras duas em um ataque com uma picareta, em Milão. O Forza Nuova não fez referência direta a esse ataque.

As autoridades intensificaram a segurança na sede local do Partido Democrático (PD), onde Kyenge, 49, iria falar mais tarde nesta quarta-feira.

Colegas de Kyenge no PD condenaram a ação do Forza Nuova.

Fonte G1

 
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Publicado por em 5 de setembro de 2013 em Brasil

 

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Ministra negra volta a ser alvo da extrema direita na Itália

Ministra da Integração da Itália, Cecile Kyenge, em imagem de arquivo (Foto: AFP)Ministra da Integração da Itália, Cecile Kyenge,
em imagem de arquivo (Foto: AFP)

O partido italiano de extrema direita Forza Nuova deixou nesta quarta-feira (4) três manequins cobertos de falso sangue na porta da frente de um órgão público da cidade de Roma, no mais recente ataque à ministra Cécile Kyenge, a primeira negra a ocupar o cargo de ministro na Itália.

Kyenge, ministra da Integração, nasceu na República Democrática do Congo e tem sido alvo de repetidos ataques racistas desde que assumiu o posto, em abril.

O Forza Nuova postou fotos dos manequins em sua página de Facebook, com comentários de um porta-voz dizendo que o protesto teve como objetivo interromper a campanha da ministra para tornar mais fácil aos imigrantes adquirirem a cidadania italiana.

“A imigração é o genocídio dos povos. Renuncie Kyenge!”, diziam panfletos com o símbolo Forza Nuova, espalhados ao lado dos manequins.

Um imigrante deve viver legalmente na Itália por pelo menos 10 anos para poder solicitar a cidadania, e os filhos de imigrantes nascidos na Itália não adquirem automaticamente a nacionalidade, mas Kyenge está em campanha para mudar essa situação.

“As palavras dela transbordam de racismo contra a cultura europeia”, disse Pablo De Luca, do Forza Nuova. Para ele, a atividade política da ministra visa à “destruição da identidade nacional”.

Essa foi pelo menos a segunda vez que o Forza Nuova usou os manequins cobertos de sangue falso para protestar.

De Luca citou notícias recentes como prova de que “a imigração mata”, daí a simulação de cadáveres.

Em maio, um imigrante de Gana que supostamente sofria de problemas mentais matou três pessoas e feriu outras duas em um ataque com uma picareta, em Milão. O Forza Nuova não fez referência direta a esse ataque.

As autoridades intensificaram a segurança na sede local do Partido Democrático (PD), onde Kyenge, 49, iria falar mais tarde nesta quarta-feira.

Colegas de Kyenge no PD condenaram a ação do Forza Nuova.

Fonte E-farsas

 
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Publicado por em 5 de setembro de 2013 em Brasil

 

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‘Encontro de Samba’ traz Jorge Aragão e Raça Negra a Brasília

Cantor Jorge Aragão (Foto: Divulgação)Cantor Jorge Aragão (Foto: Divulgação)

Dois dos principais nomes do samba brasileiro se apresentam no mesmo evento em Brasília, no próximo dia 13 de setembro. O cantor e compositor Jorge Aragão e o grupo Raça Negra são as atrações do show “O Grande Encontro de Samba”, que acontece no Salão Nobre da AABB, a partir das 22h.

Os ingressos custam R$ 40 (pista) e R$ 70 (camarote) e estão à venda em sete pontos do DF e pela internet. Os valores são referentes à meia-entrada.

Com quase quatro décadas de carreira e 21 discos gravados, Jorge Aragão despontou como compositor em 1976, quando a cantora Elza Soares gravou a canção “Malandro”.

Ex-integrante do grupo Fundo de Quintal, o artista já teve composições de sua autoria gravadas por nomes como Zeca Pagodinho, Alcione, Beth carvalho e Martinho da Vila.

O grupo Raça Negra (Foto: Divulgação/Site oficial)Músicos do grupo Raça Negra
(Foto: Site oficial/Divulgação)

O primeiro trabalho solo veio em 1981. Entre as canções mais conhecidas estão “Coisinha do Pai”, “Coisa de Pele”, “Vou Festejar”, “Terceira Pessoa” e “Enredo do Meu Samba”. Seu trabalho mais recente recebeu o nome de “Coisas de Jorge” e foi lançado em CD e DVD em 2007.

O grupo Raça Negra nasceu em 1983 em São Caetano do Sul. Os músicos já lançaram 25 álbuns, sendo sete deles ao vivo. Liderados pelo vocalista Luiz Carlos, eles gravaram o primeiro disco em 1991.

Alguns dos sucessos do grupo, que atingiu seu auge entre os anos 1990 e 2000, são as músicas “Cigana”, “Doce Paixão” e “Cheia de Manias”, além de versões para “É o Amor”, de Zezé de Camargo, e “Será”, de Renato Russo.

O Grande Encontro de Samba – shows com Jorge Aragão e Raça Negra
Data: 13 de setembro (sexta)
Horário: 22h
Local: Salão Nobre da AABB
Endereço: Setor de Clubes Sul, trecho 2
Ingressos: R$ 40 (pista) e R$ 70 (camarote) – valores de meia-entrada
Informações: (61) 3342-2232 / 8438-0000

Fonte G1

 
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Publicado por em 5 de setembro de 2013 em Música

 

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Ministra negra volta a ser alvo da extrema direita na Itália

Ministra da Integração da Itália, Cecile Kyenge, em imagem de arquivo (Foto: AFP)Ministra da Integração da Itália, Cecile Kyenge,
em imagem de arquivo (Foto: AFP)

O partido italiano de extrema direita Forza Nuova deixou nesta quarta-feira (4) três manequins cobertos de falso sangue na porta da frente de um órgão público da cidade de Roma, no mais recente ataque à ministra Cécile Kyenge, a primeira negra a ocupar o cargo de ministro na Itália.

Kyenge, ministra da Integração, nasceu na República Democrática do Congo e tem sido alvo de repetidos ataques racistas desde que assumiu o posto, em abril.

O Forza Nuova postou fotos dos manequins em sua página de Facebook, com comentários de um porta-voz dizendo que o protesto teve como objetivo interromper a campanha da ministra para tornar mais fácil aos imigrantes adquirirem a cidadania italiana.

“A imigração é o genocídio dos povos. Renuncie Kyenge!”, diziam panfletos com o símbolo Forza Nuova, espalhados ao lado dos manequins.

Um imigrante deve viver legalmente na Itália por pelo menos 10 anos para poder solicitar a cidadania, e os filhos de imigrantes nascidos na Itália não adquirem automaticamente a nacionalidade, mas Kyenge está em campanha para mudar essa situação.

“As palavras dela transbordam de racismo contra a cultura europeia”, disse Pablo De Luca, do Forza Nuova. Para ele, a atividade política da ministra visa à “destruição da identidade nacional”.

Essa foi pelo menos a segunda vez que o Forza Nuova usou os manequins cobertos de sangue falso para protestar.

De Luca citou notícias recentes como prova de que “a imigração mata”, daí a simulação de cadáveres.

Em maio, um imigrante de Gana que supostamente sofria de problemas mentais matou três pessoas e feriu outras duas em um ataque com uma picareta, em Milão. O Forza Nuova não fez referência direta a esse ataque.

As autoridades intensificaram a segurança na sede local do Partido Democrático (PD), onde Kyenge, 49, iria falar mais tarde nesta quarta-feira.

Colegas de Kyenge no PD condenaram a ação do Forza Nuova.

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Publicado por em 4 de setembro de 2013 em Brasil

 

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