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União Europeia e Cuba iniciam negociações para acordo comercial

União Europeia e Cuba iniciaram nesta terça-feira (29) as negociações para intensificar o diálogo político e a cooperação, em uma tentativa de deixar para trás os conflitos sobre direitos humanos.

Um acordo com a UE seria particularmente positivo para Cuba, afetada por um bloqueio econômico dos Estados Unidos desde 1962, porque aumentaria a participação internacional do país, em um cenário de dúvidas sobre o futuro da ajuda atualmente recebida da Venezuela, segundo especialistas.

A primeira rodada de negociações será iniciada às 15h locais (16h, no horário de Brasília) desta terça, e será comandada pelo diretor-geral para as Américas do Serviço de Ações Exteriores da UE, Christian Leffler, e pelo vice-chanceler cubano, Abelardo Moreno, de acordo com fontes europeias.

O encontro vai durar dois dias, e será focado em “estabelecer modalidades e um roteiro para as negociações”, sendo seguido por reuniões alternadas entre Bruxelas e Havana, acrescentaram as fontes. A duração total do processo é estimada entre um e dois anos.

“As negociações do acordo de cooperação e diálogo com a União Europeia servem às prioridades da política externa cubana a longo prazo, na busca por uma autonomia maior, através da diversificação de sócios”, avaliou Arturo López-Levy, professor da Universidade de Denver (em Colorado, nos EUA).

“Um acordo com a União Europeia daria a Cuba maior espaço, para não ser tão dependente da Venezuela, onde elementos de instabilidade podem obrigar o governo de Nicolás Maduro a não cumprir alguns compromissos de colaboração”, acrescentou.

O novo acordo permitirá “promover o comércio e as relações econômicas”, principalmente no setor turístico. A UE, no entanto, pretende manter a “Posição Comum” de 1996, que condiciona sua cooperação com o país à situação dos direitos humanos na ilha.

Cuba é o único país da América Latina que não tem um acordo desse tipo com o bloco europeu, que suspendeu sua cooperação com o país depois de detenção de 75 dissidentes cubanos em 2003.

O diálogo foi retomado em 2008, e, deste então, o governo cubano assinou acordos bilaterais com 15 países da UE. Somente neste ano, a União Europeia já enviou 80 milhões de euros (US$ 110 milhões) em ajuda para Cuba.

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Publicado por em 29 de abril de 2014 em Brasil

 

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Presidente palestino quer retomar negociações de paz com Israel

O presidente da Autoridade Palestina, Mahmud Abbas, discursa neste sábado (26) em Ramallah, na Cisjordânia. (Foto: Ronald Zak/AP)O presidente da Autoridade Palestina Mahmud Abbas (Foto: Ronald Zak/AP)

O presidente palestino Mahmud Abbas declarou nesta terça-feira (29) que está pronto para prosseguir com as negociações de paz com Israel, desde que aconteça prioritariamente uma discussão sobre a questão das fronteiras.

‘Desde a criação de Israel ninguém conhece as fronteiras. Estamos determinados a definir as nossas fronteiras e as deles, sem o que não haverá paz’, declarou Abbas durante um discurso em Ramallah, na Cisjordânia, no último dia do prazo de nove meses estabelecido para as negociações.

‘Se quisermos prolongar as negociações, deverá haver uma libertação dos prisioneiros, e nós iremos às negociações com base na paralisação da colonização e com a discussão sobre os mapas e as fronteiras durante três meses, período durante o qual o conjunto da colonização deverá parar’, afirmou Abbas durante uma reunião sobre a criação de um fundo para Jerusalém.

As negociações de paz foram suspensas em 24 de abril pelo governo do primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu, no dia seguinte a um acordo de reconciliação entre a Organização de Libertação da Palestina (OLP) de Abbas e o Hamas, no poder em Gaza, que não reconhece Israel.

Este acordo, que retoma os termos dos acordos de reconciliação assinados nos últimos três anos, prevê a formação de um governo de transição de consenso formado por personalidades independentes, sem mandato político.

Para retomar as negociações, Netanyahu exigiu que o Hamas reconhecesse Israel ou que Abbas renunciasse à reconciliação.

Neste contexto, o exército israelense destruiu nesta terça-feira vários edifícios palestinos, entre eles uma mesquita, que haviam sido construídos sem sua autorização em um povoado do norte da Cisjordânia ocupada.

‘Os militares vieram e destruíram uma pequena mesquita e três casas, afirmando que haviam sido construídas na zona C sem permissão’, declarou à AFP Ayman Bani Fadel, o prefeito de Khirbet Tawil, perto de Naplusa, refirindo-se aos 60% da Cisjordânia sob controle total israelense.

Um porta-voz militar israelense confirmou em um comunicado que ‘oito edifícios, entre eles uma mesquita, foram destruídos’ em Khirbet Tawil.

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Publicado por em 29 de abril de 2014 em Brasil

 

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Negociações sobre o programa nuclear do Irã retomadas em Viena

A segunda sessão de negociações para buscar um acordo definitivo entre o Irã e as grandes potências sobre o programa nuclear de Teerã começaram na manhã desta terça-feira (18) em Viena.

A República Islâmica e o grupo ‘5+1’ (Alemanha, China, Estados Unidos, França, Reino Unido e Rússia) tentam acabar com uma década de confronto entre o Irã, que defende o direito ao uso civil da energia nuclear, e as grandes potências, que suspeitam que Teerã tenta produzir secretamente a bomba atômica.

Fonte G1

 
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Publicado por em 18 de março de 2014 em Brasil

 

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Delegação do governo sírio chega a Genebra para negociações de paz

A delegação do governo da Síria chegou neste domingo (9) a Genebra, onde na segunda-feira serão retomadas as negociações com a oposição sob a tutela das Nações Unidas, anunciou a rede de televisão estatal síria.

A delegação, “conduzida pelo ministro das Relações Exteriores, Walid Muallem, chegou a Genebra para participar da segunda rodada” de negociações com a oposição, a partir de segunda-feira, indicou a televisão.

A primeira rodada de negociações terminou há dez dias sem nenhum acordo concreto para colocar fim à guerra na Síria, que em quase três anos deixou mais de 130 mil mortos, segundo o opositor Observatório Sírio de Direitos Humanos.

Segundo afirmou à AFP uma fonte próxima à delegação, Muallem se reunirá em Genebra às 19h00 locais (16h00 de Brasília) com o enviado especial da ONU e da Liga Árabe para a Síria, Lakhdar Brahimi.

O regime e a oposição parecem, no entanto, longe de alcançar um compromisso.

O governo insiste em discutir a luta contra o terrorismo, o termo que costuma empregar para se referir à oposição. Esta, por sua vez, pede uma transição política na Síria, sem o presidente Bashar al-Assad, o que para o regime é inaceitável.

arte síria versão 24.01 (Foto: Arte/G1)

Fonte G1

 
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Publicado por em 10 de fevereiro de 2014 em Brasil

 

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Irã diz que fracasso em negociações nucleares seria um ‘desastre’

Ministro das Relações Exteriores do Irã, Mohammad Javad Zarif, em Conferência Anual de Segurança, em Munique (Foto: Lukas Barth/Reuters)Ministro das Relações Exteriores do Irã, Mohammad Javad Zarif, em Conferência Anual de Segurança, em Munique (Foto: Lukas Barth/Reuters)

O ministro das Relações Exteriores do Irã teve uma rara reunião com seu equivalente dos Estados Unidos e disse que seria um “desastre” se Teerã não tornar definitivo o acordo provisório para resolver uma disputa que já dura uma década sobre o seu programa nuclear.

“O que posso prometer é que vamos encarar essas negociações com vontade política e boa fé para chegar a um acordo porque seria muito tolo da nossa parte barganhar por apenas seis meses”, disse o iraniano Mohammed Javad Zarif em uma entrevista coletiva após sua reunião com Kerry.

Em um sinal de descongelamento das relações entre a República Islâmica e o Ocidente, Zarif disse que conversou com o secretário de Estado norte-americano John Kerry e com ministros das seis potências que negociam com Teerã, durante uma conferência de segurança de três dias em Munique.

Essas conversas vão ter sequência em Viena, a partir de 18 de fevereiro, quando o Irã e as seis potências vão tentar, em um período de seis meses, construir um acordo provisório sobre as atividades nucleares de Teerã para chegar a um entendimento permanente.

“Seria um desastre para todos começar um processo e encerrá-lo abruptamente em seis meses”, completou.

Zarif afirmou que o Irã e o Ocidente têm uma oportunidade histórica de melhorar suas relações. “Eu acho que precisamos aproveitá-la”, disse.

O Irã insiste que o seu programa nuclear é completamente pacífico, mas os países ocidentais suspeitam há muito tempo que Teerã está tentando adquirir habilidade de desenvolver armas nucleares.

Em um acordo preliminar em novembro, envolvendo Estados Unidos, Rússia, China, Grã-Bretanha, França e Alemanha, o Irã concordou em suspender partes mais sensíveis das suas operações nucleares em troca de alívios nas sanções internacionais que são impostas a ele.

O acordo diminuiu o risco de Israel ou os Estados Unidos lançarem um ataque militar contra as instalações nucleares iranianas para evitar que Teerã consiga uma bomba nuclear.

Sanções

Kerry sublinhou para Zarif a importância de os dois lados negociarem com boa fé e de o Irã cumprir o que prometeu no acordo de novembro, disse um representante do Departamento de Estado dos Estados Unidos.

Os Estados Unidos e a União Europeia suspenderam algumas sanções sobre o Irã por causa do acordo provisório, mas Kerry disse para Zarif que os Estados Unidos vão continuar a fazer valer outras sanções.

Kerry e Zarif reuniram-se várias vezes desde a eleição do presidente iraniano Hassan Rouhani, relativamente moderado, em junho do ano passado, que pavimentou o descongelamento das relações com o Ocidente após anos de conflitos e retóricas hostis.

Zarif disse que o Irã estava preparado para tratar de questões importantes nas negociações nucleares, mas disse que ainda falta um pouco de confiança nos dois lados, inclusive entre iranianos a respeito das intenções do ocidente.

Zarif falou para a Reuters em uma entrevista no último sábado, no entanto, que o Irã não estava preparado para abdicar das pesquisas que realiza com centrífugas para purificar urânio em um eventual acordo nuclear permanente.

Fonte G1

 
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Publicado por em 3 de fevereiro de 2014 em Brasil

 

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Chefe da ONU retira convite para Irã participar de negociações sobre Síria

 A Organização das Nações Unidas afirmou nesta segunda-feira (20) que o secretário-geral, Ban Ki-moon, retirou um convite para o Irã participar das conversações sobre a paz na Síria, depois que Teerã declarou que não poderia aceitar um acordo alcançado em junho de 2012 que previa uma transição política síria.

“Ele (Ban) continua a exortar o Irã a se juntar ao consenso global por trás do comunicado de Genebra”, disse o porta-voz de Ban, Martin Nesirky. “Dado que ele (Irã) escolheu permanecer fora desta compreensão básica, (Ban) decidiu que a reunião de um dia em Montreux prosseguirá sem a participação do Irã”.

Ban disse anteriormente que a declaração pública do Irã de que não apoiava o acordo de 2012, que previa um governo de transição para a Síria, “não era consistente” com as garantias que lhe haviam sido dadas pelo ministro das Relações Exteriores iraniano, Mohammad Javad Zarif, antes de convidar o Irã a Montreux, na Suíça.

Ele acrescentou que Ban estava “profundamente decepcionado” com o repúdio do Irã ao acordo de 2012 que pretendia encerrar uma guerra de quase três anos na Síria, depois que Zarif sugeriu em conversas anteriores com o chefe da ONU que Teerã iria acatá-lo.

Um inesperado convite de última hora da ONU para que o Irã comparecesse à conferência de paz sobre a Síria colocou as negociações em dúvida, com a oposição síria dizendo que não participaria do diálogo se Ban não retirasse o convite.

Depois que Ban recuou, a oposição apoiada pelo Ocidente confirmou que fará parte das negociações de paz conhecidas amplamente como “Genebra 2”, marcadas para começar na quarta-feira.

Pouco antes de Nesirky falar a jornalistas, o embaixador iraniano na ONU, Mohammad Khazaee, emitiu uma declaração dizendo: “Se a participação do Irã está condicionada a aceitar o comunicado de Genebra 1, o Irã não vai participar da conferência Genebra 2”.

Irã e Rússia são os principais apoiadores estrangeiros do presidente sírio, Bashar al-Assad, e a presença de Teerã tem sido uma das questões mais controversas que pesam sobre a primeira negociação com participação do governo de Assad e seus opositores.

arte cronologia síria 31/12/2013 (Foto: 1)

Fonte G1

 
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Publicado por em 21 de janeiro de 2014 em Brasil

 

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Chefes diplomáticos de Irã e Síria chegam a Moscou para negociações

Os responsáveis diplomáticos de Irã e Síria chegaram juntos a Moscou na madrugada desta quinta-feira (16) para participar de negociações centradas na situação da Síria, a menos de uma semana do início de uma conferência de paz para buscar uma solução política ao conflito no país.

Mohammad Javad Zarif, chefe da diplomacia do Irã, se reuniu na véspera em Damasco com (o chanceler sírio) Walid Muallem e com o presidente sírio, Bashar al-Assad.

Os dois ministros realizarão nesta quinta-feira uma reunião com seu colega russo, Serguei Lavrov.

Zarif também será recebido pelo presidente russo, Vladimir Putin.

“As posições de Rússia e Irã sobre a crise síria têm muitos pontos em comum, em primeiro lugar no que se refere à solução pacífica para esta crise, que não tem outra alternativa”, afirmou Lavrov em um comunicado divulgado na quarta-feira, antes da chegada de seus colegas iraniano e sírio.

Mohammad Javad Zarif, chefe da diplomacia do Irã, é recepcionado por Sergei Lavrov em Moscou nesta quinta-feira (16) (Foto: Pavel Golovkin/AP)Mohammad Javad Zarif, chefe da diplomacia do Irã, é recepcionado por Sergei Lavrov em Moscou nesta quinta-feira (16) (Foto: Pavel Golovkin/AP)

Estas negociações em Moscou ocorrem menos de uma semana antes da conferência internacional chamada Genebra II, que tentará reunir representantes do poder sírio e da oposição para buscar alcançar uma solução política ao conflito que, segundo uma ONG síria, já deixou mais de 126.000 mortos em menos de três anos.

Principal aliada do regime sírio, para quem fornece armas, a Rússia deseja que o Irã participe desta conferência, que começa no dia 22 de janeiro na cidade suíça de Montreux, enquanto Washington mostra-se hostil à participação na mesma da República Islâmica, que também apoia Damasco.

arte cronologia síria 31/12/2013 (Foto: 1)

Fonte G1

 
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Publicado por em 16 de janeiro de 2014 em Brasil

 

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