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Apple negocia streaming de TV com provedora Comcast, diz jornal

A Apple está negociando com a provedora norte-americana Comcast um acordo para um serviço de streaming de televisão, segundo o jornal “The Wall Street Journal”, citando pessoas familiarizadas com o assunto. A parceria permitiria que os decodificadores de sinal da Apple contornassem o congestionamento da web.

De acordo com o “WSJ”, as discussões estão em estágios iniciais e existem muitos obstáculos que precisam ser ultrapassados antes que um acordo definitivo possa ser alcançado. A Comcast e a Apple não quiseram comentar a matéria.

A Apple, que deseja separar o tráfego de seu serviço de TV do tráfego da internet pública para obter uma velocidade maior de transmissão, está buscando um tratamento especial com os cabos da Comcast para evitar o congestionamento, segundo a reportagem do “WSJ”.

O decodificador de TV da Apple custa US$ 100 e compete com dispositivos de transmissão similares da Roku e do Google.

O Netflix concordou em fevereiro em pagar a Comcast por velocidades maiores, abrindo a possibilidade de que mais companhias de conteúdo precisarão pagar por um serviço melhor.

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Publicado por em 26 de março de 2014 em Tecnologia

 

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Sony negocia venda da divisão de PCs Vaio a fundo japonês, diz fonte

Série S pesa 1,72 kg e tem autonomia de 6,5h (Foto: Gabriel dos Anjos/G1)Sony negocia venda de computadores Vaio para
fundo de investimento japonês (Foto: G1)

A Sony está negociando com um fundo de investimento japonês a venda da sua deficitária divisão de computadores Vaio, afirmou uma fonte familiarizada com o assunto nesta quarta-feira (5).

As vendas dos PCs tradicionais têm diminuído com a popularização dos smartphones e tablets. A previsão para as remessas mundiais de computadores totaliza 278 milhões de unidades em 2014, uma queda de 7% em relação a 2013, de acordo com o grupo de pesquisas Gartner.

Uma nova companhia seria formada pelo Japan Industrial Partners para assumir as operações da Vaio no Japão, disse a fonte. O fundo comprador deve manter praticamente os 1 mil postos de trabalho da divisão em uma nova empresa no país, na qual a Sony terá apenas uma pequena participação. Segundo o jornal financeiro japonês “Nikkei”, o valor da venda da unidade gira em torno de 50 bilhões de ienes (cerca de US$ 493 milhões).

O “Nikkei” acrescenta que a nova companhia continuaria vendendo computadores com a marca Vaio no Japão, mas que o nome poderia desaparecer de vários outros países. No entanto, o canal de TV japonês “NHK” informou no sábado (1º) que a companhia chinesa de tecnologia Lenovo negocia a compra da marca Vaio no exterior.

A Sony entrou no mercado de computadores em 1996 e é a nona maior fabricante mundial de PCs. Porém, a empresa que chegou a vender 9 milhões de unidades em seus melhores momentos registrou queda para 5,8 milhões em 2013, de acordo com o “Nikkei”. Sua cota de mercado não superava 1,9% nos primeiros meses do ano passado, segundo o instituto IDC.

O sucesso dos tablets e smartphones, que substituem os notebooks, representou um duro golpe ao mercado de computadores pessoais. Espera-se que os telefones celulares dominem as remessas globais de dispositivos, com 1,9 bilhão de entregas em 2014, um aumento de 5% em relação a 2013, disse o Gartner.

A venda do negócio de PCs levaria a Sony a uma perda líquida pela primeira vez em dois anos no ano fiscal que se encerra em 31 de março, afirmou o “Nikkei”. A empresa de eletrônicos irá reportar seus resultados trimestrais na quinta-feira (6).

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Publicado por em 5 de fevereiro de 2014 em Tecnologia

 

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Maduro negocia com TVs de oposição e irrita chavistas

Nicolás Maduro (Foto: AFP)Nicolás Maduro (Foto: AFP)

O embate ideológico entre governo e oposição na televisão venezuelana pode estar com os dias contados. Mas o conflito na base chavista pode ter apenas começado. A nomeação de um apresentador de TV ‘convertido’ ao governo como presidente de um dos canais estatais despertou a ira dos chavistas que desaprovam a aproximação do governo Nicolás Maduro com setores da mídia antes identificados com a oposição.

Críticas ao governo ganharam força depois que Maduro nomeou Winston Vallenilla como presidente da Televisora Venezuelana Social (Tves), emissora criada em 2007 em substituição ao canal privado RCTV, considerada à época uma dos principais opositores ao governo.

Naquele ano, o governo do presidente Hugo Chávez decidiu não renovar a concessão aberta da emissora, medida que gerou intensos protestos de rua e transformou a RCTV em um dos principais ícones do antichavismo.

Vallenilla era funcionário da RCTV. Quando o canal perdeu a concessão, o apresentador, considerado uma espécie de ‘Luciano Huck venezuelano’, migrou ao canal Venevisión, onde atua como animador do jogo A Guerra dos Sexos.

A ‘conversão’ de Vallenilla ao chavismo ocorreu no ano passado, logo após a morte do ex-presidente. Desde então, ele se tornou o apresentador oficial da campanha presidencial de Nicolás Maduro.

O pragmatismo adotado pelo governo Maduro, tanto em relação a alguns setores da oposição como a correntes mais conservadoras do partido, preocupa a base chavista.

Para Mariclein Stelling, diretora do Observatório Global de Meios da Venezuela, desde a morte de Chávez e após as recentes mudanças no campo econômico, os chavistas temem que o governo dê uma guinada à direita. ‘A reação do chavismo em relação ao caso Vallenilla corresponde a esse temor do governo ir rumo à social-democracia’, diz.

A ascensão de Vallenilla à esteira governista veio com a indicação de sua candidatura a prefeito do município de Baruta, na grande Caracas, controlado pela oposição. Derrotado nas urnas em dezembro, sua nomeação à frente de Tves é vista por críticos como um prêmio de consolação.

Stelling considera que o governo, de olho em melhorar a audiência do canal estatal, não calculou o impacto político ao nomear um ex-funcionário da RCTV como presidente.

‘Vallenilla vem dos canais privados e o governo pensa que, por conhecer o trabalho televisivo por dentro, ele terá condições de desenvolver uma proposta atrativa para a população’, acrescentou.

Competitividade
Em entrevista a uma rádio local, Vallenilla disse que pretende transformar a Tves em um canal competitivo como as emissoras Televen e Venevisión – ambas acusadas pelo governo de participação no golpe de Estado contra Chávez em 2002.

‘Sem nenhum tipo de tendência política, quero converter a Tves num canal de entretenimento para toda a família, com uma mensagem de alegria e informação’, afirmou.

A mensagem, no entanto, não foi bem recebida por ativistas do chavismo. A polêmica gerada pelo caso Tves levou a hashtag #WinstonVallenilla a estar entre os tópicos mais comentados no Twitter venezuelano na terça-feira.

‘O chavismo foi crítico do modelo televisivo que pariu Winston: jogos, sexismo, espetáculo vazio. Já se rendeu (ao antigo modelo)’, escreveu um internauta identificado como @luiscarlos.

A reação não veio só dos apoiadores do governo. A atriz Erika La Vega, ex- namorada do líder opositor Henrique Capriles, alfinetou Wallenilla no Twitter, pedindo que ele empregasse os artistas que ficaram sem trabalho após o fim da concessao da RCTV.

Winston respondeu oferecendo emprego à atriz, irritando ainda mais os chavistas. ‘Érika de La Vega, minha vida, te amo. Se precisar de trabalho, será bem-vinda. Mas não há porque continuar motivando a intolerância’, respondeu Vallenilla no microblog.

Aproximação
A ascensão de Vallenilla ocorre dias depois de uma reunião entre o governo e as redes de televisão nacionais privadas para tratar do programa de redução da insegurança e do programa de ‘pacificação’ do país. Especula-se que no encontro houve uma espécie de ‘pacto de moderação’.

O escritor e jornalista venezuelano José Roberto Duque afirma que, caso exista um acordo, ele se basearia na seguinte equação: ‘O Estado cede no discurso radical, coloca figuras ‘palatáveis’ para a direita, que amenizem o discurso de confronto entre os setores. E os (canais) privados já não bombardeiam (o governo) a ponto de convocar rebeliões civis e militares, como ocorreu há alguns meses. Mas isso não é um fato comprovado.’

Na Venezuela polarizada, no entanto, qualquer figura pública que deixa de apoiar a um grupo e passa a defender o adversário cai numa espécie de limbo político. Nem chavistas, nem opositores respeitam os que ‘pulam o muro’. Esse parece ser o destino de Vallenilla. O apresentador tinha tal grau de compromisso com a RCTV que o ex-diretor de redação do canal escreveu uma carta aberta para criticar sua ‘traição’.

Fonte G1

 
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Publicado por em 30 de janeiro de 2014 em Brasil

 

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BlackBerry negocia venda com Google, Cisco e SAP, dizem fontes

A fabricante de smartphones BlackBerry estaria em negociação com o Google, a Cisco Systems e a SAP para vender participações ou a totalidade da empresa, afirmam a Reuters diversas fontes familiarizadas com o assunto.

O negócio seria uma alternativa ao acordo para fechar o capital da BlackBerry por cerca de US$ 4,7 bilhões firmado no dia 23 de setembro com um consórcio liderado pela Fairfax Financial Holdings, maior acionista da fabricante de smartphones.

A BlackBerry, que tem sede em Ontário, no Canadá, pediu por manifestações preliminares de interesse de potenciais compradores estratégicos, que também incluem a Intel e empresas asiáticas como LG e Samsung.

Google, Intel, Cisco, LG e SAP não quiseram comentar. A Samsung não estava imediatamente disponível.

Não está claro quais dessas companhias fizeram ou irão fazer ofertas. Mas os potenciais compradores estão especialmente interessados no servidor de rede da BlackBerry e na patente de portfólio, embora dúvidas sobre o valor de seus ativos permaneçam sendo um problema, dizem as fontes a Reuters.

Um porta-voz da BlackBerry disse em um e-mail para a Reuters: “O comitê especial, com a assistência de conselheiros independentes financeiros e legais da BlackBerry, está conduzindo uma robusta revisão das alternativas estratégicas”. Mas ele não quis dar mais detalhes.

Prejuízos
Possíveis ofertantes estão procedendo com cautela dadas as incertezas sobre a BlackBerry, que em setembro relatou um prejuízo trimestral de quase US$ 1 bilhão por conta das fracas vendas dos aparelhos Z10.

A fabricante canadense vendeu menos de 2 milhões de aparelhos que rodam o BlackBerry 10, novo sistema operacional da companhia e aposta para voltar a ser relevante no mercado de smartphone, segundo dados divulgados ao mercado na terça-feira (1º).

De junho a julho de 2013, foram vendidos 5,9 milhões de smartphones, mas 4,2 milhões eram BlackBerry 7.

A BlackBerry registrou um prejuízo de US$ 965 milhões no trimestre fechado em agosto e teve receita 45% menor em relação ao mesmo período do ano passado, de US$ 1,6 bilhão. A companhia planeja cortar 4.500 empregos, ou mais de um terço da sua força de trabalho.

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Publicado por em 8 de outubro de 2013 em Tecnologia

 

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Twitter negocia adicionar mais bancos em processo de IPO

O Twitter mantém negociações com o objetivo de adicionar mais bancos a seu grupo de subscritores para a futura oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) da empresa, e está em processo de finalização das cotas do negócio, de acordo com fontes familiarizadas com o assunto.

Normalmente, subscritores recebem cerca de 7% de todo processo de IPO, mas ofertas maiores podem exigir uma taxa mais baixa. Subscritores estavam dispostos a dividir cotas de apenas 1,1% pelo IPO de US$ 16 bilhões do Facebook por causa do tamanho do negócio e pelo prestígio de estar ligado a um investimento de grandes proporções.

O banco Goldman Sachs é o líder da oferta pública do Twitter, sendo que o co-chefe global de telecomunicações e mídia do grupo, Anthony Noto, tem um papel chave na operação, de acordo com uma das fontes.

Outros bancos envolvidos incluem Morgan Stanley, JP Morgan e Bank of America, disseram fontes à Reuters.

Na bolsa
O Twitter anunciou que prepara um IPO no dia 12 de setembro, quando o microblog enviou documentos à xerife do mercado financeiro dos Estados Unidos, a SEC (equivalente à CVM brasileira) para começar a vender ações na Bolsa.
A informação foi tuitada pela própria empresa. “Nós havíamos confidencialmente submetido um S-1 à SEC para um planejado IPO. Esses tuíte não constitui uma oferta de qualquer valor imobiliário à venda”.

A companhia levantou um total de US$ 1,6 bilhão em financiamento de diversos fundos de investimento e investidores focados em startups. Além disso, também recebeu dinheiro de bancos como o Morgan Stanley.

Entre apoiadores famosos estão Jeff Bezos, fundador da Amazon, que recentemente comprou o jornal “Washington Post” por US$ 250 milhões.

Devido à empresa ter dito que enviou os documentos necessários para a Oferta Pública Inicial, veículos de mídia levantam a hipótese de o Twitter fazer um “IPO secreto”.

A possibilidade foi aberta depois que o presidente dos Estados Unidos assinou uma lei que permitiu às empresas com faturamento menor a US$ 1 bilhão abrir seu capital sem ter de veicular informações financeiras.

Esses documentos geralmente precedem a abertura de capital para que o mercado tenha conhecimento da saúde financeira da companhia, para que possa decidir pelo investimento.

Expectativa
A abertura de capital do Twitter é a mais aguardada do mundo digital desde que o Facebook se tornou uma empresa aberta em maio de 2012. Na época, a rede social arrecadou US$ 16 bilhões e teve valor de mercado fixado em US$ 104 bilhões, quando suas ações foram vendidas a US$ 38.

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Publicado por em 22 de setembro de 2013 em Tecnologia

 

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Obama negocia apoios, e exército da Síria mantém alerta

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O exército da Síria permanece em estado de alerta, apesar da perspectiva de uma ação militar estar mais distante, afirmou uma fonte das forças de segurança de Damasco à France Presse.

“A agressão americana contra a Síria, se acontecer, é uma forma de apoio ao terrorismo. O exército está em alerta e permanecerá até que o terrorismo seja completamente erradicado”, disse a fonte, que pediu anonimato.

No domingo, o presidente sírio advertiu que o país pode enfrentar qualquer ofensiva, após a decisão do presidente americano Barack Obama de pedir o aval do Congresso antes de um eventual ataque que até então parecia iminente.

No domingo, Obama iniciou uma intensa campanha de lobby para tentar convencer os congressistas reticentes a dar o apoio à intervenção militar na Síria, informou uma fonte da Casa Branca.

Obama, o vice-presidente Joe Biden e o chefe de gabinete da presidência intensificaram as ligações para senadores e representantes, segundo a mesma fonte.

Nesta segunda-feira, Obama receberá na Casa Branca John McCain, influente senador republicano que no domingo disse que não tinha certeza se apoiaria a resolução da Casa Branca de atacar a Síria.

O governo da Rússia afirmou nesta segunda-feira que não está convencida em absoluto com as provas apresentadas pelos Estados Unidos e seus aliados sobre um suposto ataque químico perto de Damasco, atribuído ao Ocidente ao regime de Assad.

“O que foi mostrado antes e recentemente por nossos sócios americanos, assim como pelos britânicos e franceses, não nos convence em absoluto”, declarou o ministro russo das Relações Exteriores, Sergei Lavrov.

O chanceler disse ainda que existem “muitas dúvidas” sobre as imagens do suposto ataque divulgadas na internet.

Moscou enviou um barco militar de reconhecimento no Mar Negro para as costas da Síria, segundo a agência Interfax.

O barco SSV-201 Priazovye iniciou no domingo a viagem para a região leste do Mediterrâneo, segundo uma fonte militar citada pela agência, que explicou a missão como uma “coleta de informação”.

Ao mesmo tempo, o governo francês pretende apresentar nesta segunda-feira aos parlamentares documentos que permitem “identificar” a responsabilidade do regime sírio no ataque ataque químico de 21 de agosto perto de Damasco, afirmou à AFP uma fonte governamental.

A fonte citou “um conjunto de elementos de prova de diferentes tipos que permitem identificar claramente o regime como responsável pelo ataque químico”.

O presidente François Hollande é pressionado pela oposição, assim como por parlamentares socialistas, para pedir uma votação no Parlamento sobre uma eventual ação militar contra o regime de Assad.

arte síria 2/9 (Foto: 1)

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Publicado por em 2 de setembro de 2013 em Brasil

 

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Obama negocia apoios, e exército da Síria mantém alerta

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O exército da Síria permanece em estado de alerta, apesar da perspectiva de uma ação militar estar mais distante, afirmou uma fonte das forças de segurança de Damasco à France Presse.

“A agressão americana contra a Síria, se acontecer, é uma forma de apoio ao terrorismo. O exército está em alerta e permanecerá até que o terrorismo seja completamente erradicado”, disse a fonte, que pediu anonimato.

No domingo, o presidente sírio advertiu que o país pode enfrentar qualquer ofensiva, após a decisão do presidente americano Barack Obama de pedir o aval do Congresso antes de um eventual ataque que até então parecia iminente.

No domingo, Obama iniciou uma intensa campanha de lobby para tentar convencer os congressistas reticentes a dar o apoio à intervenção militar na Síria, informou uma fonte da Casa Branca.

Obama, o vice-presidente Joe Biden e o chefe de gabinete da presidência intensificaram as ligações para senadores e representantes, segundo a mesma fonte.

Nesta segunda-feira, Obama receberá na Casa Branca John McCain, influente senador republicano que no domingo disse que não tinha certeza se apoiaria a resolução da Casa Branca de atacar a Síria.

O governo da Rússia afirmou nesta segunda-feira que não está convencida em absoluto com as provas apresentadas pelos Estados Unidos e seus aliados sobre um suposto ataque químico perto de Damasco, atribuído ao Ocidente ao regime de Assad.

“O que foi mostrado antes e recentemente por nossos sócios americanos, assim como pelos britânicos e franceses, não nos convence em absoluto”, declarou o ministro russo das Relações Exteriores, Sergei Lavrov.

O chanceler disse ainda que existem “muitas dúvidas” sobre as imagens do suposto ataque divulgadas na internet.

Moscou enviou um barco militar de reconhecimento no Mar Negro para as costas da Síria, segundo a agência Interfax.

O barco SSV-201 Priazovye iniciou no domingo a viagem para a região leste do Mediterrâneo, segundo uma fonte militar citada pela agência, que explicou a missão como uma “coleta de informação”.

Ao mesmo tempo, o governo francês pretende apresentar nesta segunda-feira aos parlamentares documentos que permitem “identificar” a responsabilidade do regime sírio no ataque ataque químico de 21 de agosto perto de Damasco, afirmou à AFP uma fonte governamental.

A fonte citou “um conjunto de elementos de prova de diferentes tipos que permitem identificar claramente o regime como responsável pelo ataque químico”.

O presidente François Hollande é pressionado pela oposição, assim como por parlamentares socialistas, para pedir uma votação no Parlamento sobre uma eventual ação militar contra o regime de Assad.

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Publicado por em 2 de setembro de 2013 em Brasil

 

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